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Como gravar a tela do Android (sem root) no OSX?

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 01/05/2015 às 20:54h

     Quer gravar a tela do seu smartphone Android no OSX, mas não sabe que ferramenta usar? Eu usei esse tutorial num Sony Xperia Z3 e gerei o vídeo que você pode ver abaixo:

     A parte legal do processo é que ele é bem simples e não exige root no aparelho. Porém, precisa ficar conectado via cabo microUSD ao computador. Não dá pra fazer a gravação usando uma rede sem fio, seja bluetooth ou Wi-Fi.

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Categoria(s): Android
abr 29

Pocket Casts: o melhor player de podcasts para Windows

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 29/04/2015 às 12:38h

     Já tem cerca de dois anos que uso o Pocket Casts no Android e mais recentemente no iOS e na nuvem. Gosto e recomendo bastante o app. Ele não é perfeito, de vez em quando sai uns updates bugados, mas no geral, é o melhor player de podcasts do mercado. E agora, os usuários de Windows Phone também tem o app a sua disposição. Ele é pago e custa R$ 7,50, mas vale cada centavo.

     Tanto a versão Android, como a iOS, tem ao menos um update por mês, mas é bem comum ir na loja e ver um update por semana do aplicativo. Ou seja, o desenvolvedor tem um “carinho” enorme com o app e está sempre colocando novos recursos, aprimorando a usabilidade e claro, corrigindo bugs.

     Acredito que a maioria dos leitores do blog sabem que um dos grandes problemas da plataforma móvel da Microsoft ainda continua sendo encontrar bons apps na sua loja. Felizmente, agora podemos riscar um bom player de podcasts da lista de desejos.

     Se você já é usuário do aplicativo em outras plataformas, verá uma semelhança bem grande. Contudo, como ainda é a primeira versão, nota-se ainda alguns bugs, uma certa lentidão e menos recursos. Porém, tenho fé que, como acontece em outras plataformas, muito em breve virão novos updates para equiparar o app as versões mais antigas.

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Categoria(s): Windows Phone
abr 27

O perigo das baterias não removíveis em smartphones

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 27/04/2015 às 19:21h

     Ao comprar um dispositivo eletrônico, uma certeza você pode ter: um dia, a bateria dele vai “arriar”. Ela vai começar a durar menos do que no início e, mais pra frente, vai até parar de funcionar, lhe obrigando a substituição da mesma. Quanto a isso, não resta nenhuma dúvida, né? O que ninguém espera, ao comprar algo com uma bateria dentro é que ela exploda, dentro ou fora da garantia.

     Quando eu comprei meu LG Nexus 4, não foi diferente. Eu sabia que algum dia teria problemas com a bateria, mas não imaginava que ela chegaria a aumentar tanto de volume que colocasse em risco a mim e minha família. Como a gente pode ver no vídeo acima, a bateria está correndo um sério risco de explodir.

     Como eu troco de aparelho com bastante frequência, muitos deles acabam numa gaveta, até que eu consiga-os vender, seja pela OLX, seja pelo Mercado Livre. Eu procuro ligá-los regularmente, fazer um update aqui, dar uma mexida acolá. Como sempre uso os aparelhos com capa, eu não notei o perigo que vinha se formando: a bateria estava se expandindo, como se ela tivesse comido fermento!

     Antes do feriado, eu liguei o Nexus 4 pra fazer o update do Android 5.1 e notei um calombo na parte traseira. Tirei da capa e notei que já havia inclusive uma abertura na lateral. Era como se um monstro crescesse dentro do corpo do aparelho, forçando a tampa traseira pra fora. Como muitos devem saber, o Nexus 4 não tem a bateria removível. Assim, não deu pra tirá-la e simplesmente comprar outra. Assim como também não deu pra tirá-la, impedindo que ela continuasse a crescer. Na volta do feriado, menos de uma semana depois, a abertura já estava bem maior, o que me motivou a colocar o aparelho fora de casa. Uma sábia decisão, já que mais alguns dias depois ela cresceu tanto que estourou o vidro traseiro.

     Entrei em contato com o Procon, com a LG e, como de costume, vou deixando vocês atualizados da situação. Infelizmente, a LG não foi muito sensível ao caso. Acredito que se isso tivesse acontecido no iPhone, solicitariam a coleta do aparelho no dia seguinte. Mas, vamos lá… Minha dica pra vocês é: se tiver um Nexus 4, fique de olho se isso não está acontecendo com ele.

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Categoria(s): Android, Dicas
abr 27

Vale a pena comprar um Windows Phone barato? SIM!

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 27/04/2015 às 18:38h

     Recentemente eu aproveitei várias promoções (pra quem sempre pergunta, acompanho esse fórum) para comprar alguns smartphone Nokia/ Microsoft Lumia para resenha. Minha dúvida principal a ser respondida era: esses aparelhos mais baratos, valem a pena ou só irão dar dor de cabeça aos seus proprietários, assim como acontece com vários aparelhos Android, especialmente esses tablets de R$ 99?

     Acabando com todo o mistério logo de cara (não somos um blog caça cliques), respondo: praticamente qualquer aparelho rodando Windows Phone atualmente cumprirá bem a missão básica de servir um usuário iniciante, que não deseja gastar os tubos num smartphone topo de linha e só quer ter acesso a redes sociais, mensagens, etc. Por algum milagre da Microsoft, um Windows Phone de apenas 512MB de RAM roda melhor que alguns Android de 2GB de RAM. Inclusive a tela de alguns, que eu esperava serem bastante ruins (por serem TFT), me surpreenderam e são bem aceitáveis (pelo que custam).

     Como o Paulo Higa, do Tecnoblog, recentemente comentou em seu Twitter, atualmente as opções de escolha de dispositivos Microsoft Lumia são tão grandes que ficamos numa enorme sinuca de bico pra saber o que recomendar. Ter opções é legal, mas quando temos muitos e, sem grandes mudanças entre A e B, as coisas se tornam confusas a toa, só complicando a vida do usuário.

     Estou aqui comigo com os Lumia 435 Dual, Lumia 530 Dual, Lumia 535 Dual, Lumia 630 Dual e Lumia 635. Como mencionei anteriormente, esses aparelhos não vieram via assessoria. Isso porque, quando vem, geralmente vem apenas 1 por vez e eu queria fazer um comparativo bem amplo. Como o preço deles é geralmente bem barato, acabei comprando-os. Já deixo o “convite” aqui: logo após o review irei anunciar no OLX e Mercado Livre, pra quem quiser. Os aparelhos foram comprados com a renda que obtemos com o YouTube, logo, foi um investimento do canal nele mesmo.

     Nesse primeiro vídeo eu só queria apresentar as caixas dos aparelhos e dizer rapidamente que o usuário pode comprar um aparelho Windows Phone sem medo de ter algo lento e desatualizado. Nos próximos dias mostrarei melhor cada aparelho, inclusive detalhes da interface Windows 10.

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Categoria(s): Windows Phone
abr 27

Bateria TP-Link 10.400mAh (Power Bank TL-PB10400)

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 27/04/2015 às 17:45h

     Sou um aficionado não apenas por gadgets em si, mas também por baterias, já que brinquedinho eletrônico não funciona sem energia. Por isso sempre fico de olho no mercado de baterias portáteis. Em 2010, quando fui pra fila do iPad, comprei uma de 8.000mAh da Energizer (excelente autonomia pra época, mas com um carregador monstruoso). Depois ganhei uma de 7.000mAh da Proporta e, mesmo tendo menos potência, era mais simples de carregar (via microUSB mesmo) e tinha 2 saídas USB (2A e 1A).

     Eu já tinha ouvido falar da bateria TP-Link que está no vídeo acima, mas não havia me interessado, pois já tinha muitas baterias aqui comigo. Porém, como o Walmart estava queimando estoque (de R$ 199 por R$ 99) resolvi comprar pra testar. Caso não fosse legal, acabaria dando pro meu pai, que também é outro maníaco por bateria e tem várias na coleção. Ele sempre fica feliz com esses presentes.

     A bateria em si é muito boa e consegue dar de 4 a 5 recargas (de 20% a 90%) no iPhone 6+. Porém, se você deixar os telefones conectados a madrugada toda, é provável que no outro dia de manhã tenha apenas 50% de bateria. Assim, costumo plugar só quando a bateria está bem baixa (cerca de 20 a 30%) e tirar quando se aproxima de estar cheia (80% a 90%). Isso porque o tempo de se carregar uma bateria de 0% a 80% é o mesmo de se carregá-la de 80% a 100%. Então, fica a dica: só plugue na sua bateria externa quando a carga estiver realmente baixa.

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Categoria(s): Gadgets
abr 09

     Compro cartões de memória microSD com certa frequência e sempre fico na dúvida se realmente são produtos autênticos ou são falsos. Isso porque, a enorme maioria deles, não vem em caixa alguma. Mesmo quando o vendedor é muito bem qualificado, o produto chega num envelope, muito mal embalado e protegido, com os cartões “jogados” lá dentro. Ou seja, isso levanta certas dúvidas quanto a qualidade e autenticidade do produto, não?

     Eu sei que não sou apenas eu quem tem essa dúvida, pois diariamente eu recebo dúvidas de leitores perguntando como fazer pra ver se um produto da SanDisk é original. Infelizmente, em pleno 2015, a empresa ainda não dispõe de um aplicativo que lê o número de série do cartão contido no dispositivo (PC, tablet, smartphone, etc.) e faz a validação. Uma página no site oficial, onde o usuário coloca o número, já ajudaria (se bem que é um saco pegar o número serial de um produto tão pequeno).

     Depois de algumas semanas tentando alguma interação com o perfil da SanDisk, tanto no Brasil, como americano (sem qualquer resposta), resolvi recorrer ao site oficial de suporte da marca. Lá, utilizei o chat para tirar minhas dúvidas. E, realmente, não existe, nem app e nem local no site pra fazer essa validação. Porém, no chat, o atendente pode te ajudar.

     Antes de mais nada, recomendo que você compre uma lupa. Tentei usar a excelente câmera do iPhone 6+ pra me ajudar a pegar o número serial do cartão, mas como são minusculamente gravados, não consegui. Ae tentei usar o app SD Insight (veja vídeo no Instagram), que me trás algumas informações do cartão, inclusive o número serial. Contudo, o número informado pelo app não bate com o que está na traseira.

     Depois de pegar uma lupa e uma lanterna, consegui finalmente pegar o número serial do microSD. Entrei no chat, passei as informações solicitadas pela atendente e tive a feliz notícia que o meu produto parece ser autêntico. Digo parece pois, o que impede que fabricantes clonem um cartão, pegando todas as características dele, como cor, número de série, etc.?

     De qualquer forma, caso você queira validar se aquele cartão recebido num envelope de pão é original, agora já sabe a forma oficial de fazer. E, além disso, se tiver com tempo, recomendo efetuar alguns testes de leitura e escrita no cartão, seja usando apps próprios pra isso, seja cronometrando o processo manualmente.

     Há mais de um ano, eu tive problema com alguns cartões que comprei no Mercado Livre e, tanto o próprio, como o vendedor (Platinum), se recusam a trocar o cartão, que já chegou sem funcionar. Entrei em contato com a SanDisk e eles trocaram o cartão numa boa. Demorou algumas semanas, pois vem tudo dos Estados Unidos (eles pagam o imposto pra você, fica tranquilo), mas chegou.

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Categoria(s): Dicas
abr 08

Primeiras impressões: Microsoft Nokia Lumia 535 Dual

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 08/04/2015 às 22:15h

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Categoria(s): Windows Phone
abr 06

Como saber se seus carregadores são de boa qualidade

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 06/04/2015 às 13:09h

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Categoria(s): Android
mar 23

Notebook Bom, Bonito e Barato (BBB) existe ou é mito?

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 23/03/2015 às 17:56h

     Já tem alguns meses que eu estava a procura de um notebook pra minha esposa e outro pro meu avô. As necessidades dos dois são basicamente a mesma, mas o da minha esposa eu queria caprichar um pouco mais, pois ela pode precisar de um pouco mais de potência. Já meu avô, qualquer coisa que não trave e abra Facebook e Powerpoint (aqueles famosos anexos dos emails) estava de bom tamanho.

     No universo de notebooks rodando Windows, as possibilidades são praticamente infinitas. Eu me segurei pra não comprar algumas opções super baratas, como alguns CCE e Positivo girando na casa dos R$ 600, inclusive com tela touch. Porém, pelo que andei lendo (faz tempo que estava fora do mundo Windows), pegar algo com menos de 2GB é pedir pra ter problemas. Especialmente se levarmos em conta que o Windows 10 chega ainda esse ano e provavelmente vai exigir mais do sistema, além de ser um upgrade gratuito.

     Resolvi abrir mão de uma tela touch, apesar de ficar bastante atraído por elas, pois os modelos de marcas mais conhecidas (Dell, Lenovo, Asus, etc.) com tela touch e hardware um pouco melhor eram bem mais caros. Eu dei sorte de comprar ambos os notebooks em promoção. O do meu avô (Asus X552EA-SX188H) tem um preço médio de R$ 1.100 e paguei R$ 850. O da minha esposa (Lenovo G40 i5), atualmente vale em torno de R$ 2.000 e paguei R$ 1.150. Ou seja, excelentes descontos.

     Se você não quer pagar muito caro e ter uma máquina de um fabricante conhecido, com uma boa garantia, uma boa performance para tarefas cotidianas e acadêmicas, recomendo que fique de olho em promoções do Asus que comprei para o meu avô. Com certeza você vai conseguir usar a suíte Office, se divertir em redes sociais e aproveitar de recursos multimídias (YoYube, Netflix, etc.) pagando relativamente pouco.

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mar 23

Você compra pendrive pelo preço ou pela qualidade?

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 23/03/2015 às 11:09h

     Que título mais FDP eu coloquei, né? Num mundo ideal, a gente compra algo por ter bom preço e boa qualidade, mas é quase impossível se conseguir isso. Ou você opta por preço baixo ou por qualidade. Conciliar os dois não é tarefa fácil e não seria diferente com pendrives.

     Você já deve ter se deparado com as mais diversas ofertas de pendrive no mercado. Inclusive, a mesma marca (SanDisk por exemplo) tem produtos que se parecem muito, mas os preços e velocidades são completamente diferentes. Vamos a alguns exemplos?

     Na semana passada eu comprei esse pendrive SanDisk de 64GB com tecnologia USB3 por R$ 115. Além de ser bem pequeno, o que dá mais mobilidade a notebooks, ele é muito rápido. Veja aqui que conseguimos ler seu conteúdo em 112MB/s e gravar em 49MB/s. Isso é bem satisfatório! Dá pra copiar uma pasta de 5GB em menos de 1 minuto.

     Eu também comprei algo que queria muito há tempos: um pendrive multiuso com tecnologia OTG. Não conhece? Funciona assim: de um lado o pendrive tem uma conexão USB tradicional, pra você por no PC e do outro, uma porta microUSB, pra você colocar em aparelhos com suporte a tecnologia OTG. Em outras palavras, você pode por no seu Android e ele vai ler o conteúdo do pendrive.

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