set 16

Primeiras impressões do novo Motorola Moto X 2014

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 16/09/2014 às 18:05h

     No começo de novembro a Motorola anunciou o novo Moto X e estivemos no evento da empresa em São Paulo para ver as novidades. Como eu já tinha antecipado no post da cobertura, fiquei bem frustrado com a falta de um slot para cartão microSD e mencionei que, por essa função ser fundamental pra mim, não iria comprar o aparelho. Mas, diante de uma promoção do Submarino, acabei não resistindo e comprei. Não sei se ficarei com ele, nem se o usarei como smartphone principal, mas…

     As primeiras impressões do aparelho são muito positivas: ele é bem acabado, bonito, rápido, sua câmera está melhor que a do modelo anterior e sua tela enorme está muito linda. No vídeo acima você confere as primeiras impressões do novo Moto X, no qual aproveitei para comparar com o modelo antigo e alguns outros aparelhos que tenho por aqui. Justamente por isso, o vídeo ficou um pouco maior (quase 15min.) do que de costume, então peço desculpas se você tem preferência por vídeos menores.

     Recentemente estão surgindo muitas promoções de Galaxy Note 3, Galaxy S5 e LG G3 na faixa de R$ 1.500,00 (especialmente na BlackCissa), que é o mesmo valor do Moto X. Assim, achei que valia a pena mostrar um pouco dos que tenho aqui comigo. Iria mostrar o G3 também, mas como não comprei e a assessoria ainda não mandou… Paciência.

     Por rodar um Android praticamente puro, sem modificações, o gadget da Motorola tem uma experiência de uso muito boa. Rodando o teste de benchmark AnTuTu, ele simplesmente deixou comendo poeira outros aparelhos Android (inclusive mais caros) como os já citados acima. Ou seja, se você pode pagar R$ 1.500,00 num aparelho, por que pagar R$ 2.500,00 pra ter uma experiência muito similar? Assim, a Motorola conseguiu manter um excelente custo x benefício. E claro, como sempre acontece no mundo Android, o preço de R$ 1.500,00 logo deve baixar.

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set 10

Smartphones compatíveis com monitor cardíaco ANT+

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 10/09/2014 às 16:40h

     Vez ou outra um leitor me indaga sobre uma solução de monitor cardíaco integrada ao smartphone. No geral, a maioria só conhece dispositivos que trabalhem no padrão bluetooth. Porém, existe também um padrão mais antigo, chamado ANT+ e que está ficando cada vez mais presente nos celulares topos de linha, como o Samsung Galaxy S5, Galaxy S4, Galaxy Note 4, Galaxy Note 3, Galaxy Note 2, Sony Xperia Z3, Xperia Z2, Xperia Z1 e Xperia Z Ultra. Estranhamente, outros fabricantes com aparelhos bem caros (e topos de linha), como a LG, não tem suporte a tecnologia.

     Já tem quase 3 anos que uso um monitor cardíaco no padrão ANT+ no meu Motorola Moto ACTV. Recentemente eu tive que trocar a cinta do mesmo, mas o monitor em si, continua perfeito. Porém, apenas mais recentemente apareceram smartphones com o rádio compatível com esse padrão. Antigamente, o mais comum era a conectividade bluetooth.

     Recentemente a indústria aprimorou o padrão bluetooth e na sua versão 4, também conhecida como BLE ou Low Energy, o uso de bateria foi melhorado. Assim, tanto o dispositivo (que geralmente funciona a baterias), como o smartphone, acabaram tendo uma autonomia melhor, o que é sempre muito bem vindo. Porém, tais gadgets, no Brasil, ainda são considerados caros. Apenas para exemplificar, o modelo H7 da Polar, sai por cerca de R$ 300 no Mercado Livre.

     Como o padrão ANT+ é mais antigo, existem mais modelos disponíveis. Com isso, a demanda é maior e o custo acaba sendo menor. Além disso, acabam sendo compatíveis não apenas com o smartphone, mas também com esteiras, bicicletas, relógios e outros equipamentos de ginástica.

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set 10

     Existem dezenas de soluções para monitoramento de exercícios, especialmente voltada para amadores. Eu uso há alguns anos o Motorola Moto ACTV, que mesmo descontinuado pela marca e sem update há um bom tempo, continua a me atender bem, pois funciona de maneira autônoma, sem depender de smartphone.

     Esses dias estava mexendo no app da Runtastic e vi que eles tem uma integração com o relógio Samsung Gear 2. Curioso, baixei, instalei, configurei e fui ver como funcionava. Eu confesso que iria gostar mais se me permitisse um pouco mais de customização, me fazendo navegar menos entre as telas, mas não dá pra negar que é uma funcionalidade bacana você poder acompanhar várias informações do exercício sem tirar o smartphone do bolso.

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set 10

     Conforme eu mencionei no post de hoje mais cedo, recebi um Sony Xperia Z2 da assessoria da marca para ver se os problemas que enfrento no meu aparelho são algum fato isolado na minha unidade ou se realmente isso é comum em outros Xperia Z2.

     Vale ressaltar que, no aparelho recebido da assessoria da Sony, eu sequer configurei o Wi-Fi, nem coloquei minha conta Google. Ou seja, é impossível que minhas “configurações erradas” (como já li nos comentários) tenham atrapalhado ou até danificado o aparelho. De novo: o aparelho está como veio da Sony.

     Isso dito, eu coloquei ambos os aparelhos para fazerem uma gravação em 4K. Por que nessa resolução? Se você ver o material publicitário da Sony, irá entender. Esse é um dos recursos mais apregoados pela marca. Ou seja, é justo que a gente espere que ele funcione bem, como a propaganda passa a impressão que funciona. Correto?

     Como a gente pode ver no vídeo, num primeiro teste, ambos os aparelhos se comportaram de maneira estranha. Não chegaram a travar, mas com cerca de 1 minuto de gravação, mensagens de alerta surgiram nos dois aparelhos. Eu desliguei ambos os aparelhos, coloquei um ventilador de 45cm ligado por 5 minutos em cima deles e voltei a fazer o teste. Com menos de 3 minutos, os problemas se manifestaram novamente e em ambos os aparelhos. Logo, não me parece que o problema seja isolado ou apenas no meu aparelho.

     Para ser bem justo com a Sony, li relatos de outros aparelhos, que também prometem gravação em 4K, travando em condições semelhantes. Contudo, aparelhos mais baratos, como o OnePlus One, parece que encaram uma gravação de 5 minutos sem ficar quente a ponto de queimar a mão do usuário ou encerrar o app por mal comportamento. Assim, acredito que minhas críticas em relação a esse recurso no Xperia Z2, sejam compatíveis com a realidade e servem de alerta pra quem pensa em pagar quase R$ 2.500 no aparelho para ter esse recurso.

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set 10

     Comprei o Sony Xperia Z2 poucos dias depois do lançamento oficial no Brasil, ainda quando era o topo de linha da marca. Atualmente, já existe até uma versão mais nova, o Z3, anunciado na semana passada na IFA. E, nesses meses que estou com ele, não posso dizer que sou um usuário feliz com meu investimento. Muito pelo contrário.

     Quem acompanha o blog, o canal no Youtube ou nossas redes sociais, já está careca de saber dos meus problemas com meu Z2. E, como alguns usuários tentam reproduzir os problemas, sem sucesso (ou seja, no deles funciona normalmente), eu entrei em contato com a assessoria da marca, contei a história e pedi que me enviasse um novo aparelho, para que eu pudesse fazer os testes, comparar e tirar a prova dos 9, vendo se o problema é só no meu ou se é geral.

     Os primeiros testes eu farei sem ao menos logar a minha conta Google no aparelho. Vou simplesmente usá-lo como câmera fotográfica e filmadora, vendo se ele esquenta (como o meu) e se o app fica encerrando (também como o meu). Depois, vou baixar os apps do Facebook, Instagram e ESFile, pra ver se o problema também se manifesta na unidade de testes. Por fim, vou fazer toda configuração que costumo usar, com Launcher, todos os apps, etc., pra ver o que acontece. Assim, espero conseguir responder de forma definitiva se o problema é na minha unidade ou não.

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set 10

Tablet HP 1401 e Gradiente Tegra Note: valem a pena?

3 Comentarios »Postado por GordoGeek em 10/09/2014 às 13:47h

     Já tem quase um mês que comprei o tablet Android HP 1401 (16GB) e estava enrolando pra fazer o review. Como essa semana eu recebi também o Gradiente Tegra Note, resolvi matar dois coelhos com uma cajadada só e fazer um grande vídeo para responder a pergunta fatídica: vale a pena comprá-los? Porque no final das contas, de nada adianta o equipamento ser bom, se tem concorrentes melhores, na mesma faixa de preço, que acabam por não torná-los uma boa escolha de compra.

     A primeira coisa que me chamou a atenção no tablet da HP foi sua impressionante similaridade com o iPad mini Retina da Apple. Muitos até disseram que pareciam um clone, quando postei as fotos no Instagram. Tirando um detalhe ou outro, a semelhança entre os dois produtos (pelo menos fisicamente) é muito grande. O tamanho de ambos, posicionamento de botões, proporcionalidade da tela e outros itens parecem idênticos. É um mistério que a Apple ainda não tenha processado a HP por isso. Por muito menos, ela foi atrás da Samsung com faca nos dentes.

     Apesar de ser fisicamente muito parecido com o iPad, a experiência é completamente diferente. Primeiro, porque um roda o iOS e o outro o Android. Segundo, porque as especificações são bem diferentes, conforme podemos ver nos aplicativos que medem a performance dos mesmo. E, mesmo esses testes não refletindo muito bem a verdade, servem sim pra nortear o poder de fogo de cada um. E, pelo preço que o HP é normalmente vendido, existem alternativas bem melhores.

     Quando o Gradiente anunciou sua parceria com a NVidia, eu fiquei bem empolgado em testar o Tegra Note. Porém, isso já faz muitos meses e só consegui o aparelho agora. Aliás, ele não é dos equipamentos mais fáceis de ser encontrado por ae, nem novo, nem usado. Ele só é vendido na loja online da Gradiente, pelo preço de R$ 999, o que o tornava uma boa pedida há alguns meses, mas em setembro de 2014 já existe alternativa melhor.

     Conforme eu mostrei nesse vídeo, por ter uma arquitetura de CPU diferente, nem todos os apps (inclusive os de benchmark) rodam bem no Tegra Note. No AnTuTu, a performance do tablet foi muito boa. No uso geral, idem. Não dá pra sentir engasgadas e o sistema é fluido. Porém, quando se chega no quesito preço, os R$ 999 pedidos pela Gradiente parecem um pouco demais para um dispositivo que tem uma performance similar ao LG G Pad V 500, que pode ser encontrado em promoções constantes por menos de R$ 600. Assim, fica um tanto complicado justificar a compra do mais caro, já que o restante dos atributos, como tamanho, peso, qualidade da tela, chassi e outros, são similares ou pendem mais pro lado do concorrente.

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set 09

Case infantil Speck iGuy genérico para tablets Android

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 09/09/2014 às 17:53h

     Já tem alguns anos que venho usando o case iGuy da Speck nos iPads das crianças aqui em casa, conforme mostrei nesse vídeo. Eles já suportaram muitas torturas, inclusive queda de cima do carro (em movimento), atropelamento, entre outros, conforme conto nesse outro vídeo.

     Apesar de altamente recomendável, pois realmente protegem o iPad nas mãos das crianças, eles são bem caros, especialmente aqui no Brasil. Assim, sempre fiquei na dúvida se os modelos genéricos seriam tão bons quantos ou produtos de baixa qualidade. Para tal, acabei comprando dois cases em sites chineses. Estava esperando os dois chegarem para gravar o vídeo, mas já tem mais de 2 semanas que o modelo do vídeo acima chegou e nada do outro ainda, sendo que comprei ambos no mesmo dia. Assim, resolvi gravar vídeos separados.

     Se eu não soubesse que esse case é chinês, dificilmente desconfiaria que não é original. Ele é muito similar aos originais da Speck, apesar de muito mais barato. Em dólar, ele custa quase 1/3 do original. Já em R$, dá uma diferença enorme, tendo em visto o alto valor que a case da iGuy é vendida aqui no Brasil. Esse modelo genérico me custou menos de R$ 30, o que é muito barato, perto dos R$ 150 pedidos por uma original no Mercado Livre.

     Conforme digo no vídeo, é necessário tomar cuidado pra ver o modelo exato do seu tablet, em particular a localização dos botões de volume e ligar, já que a furação do case não atende a todos os tablets. Eu comprei para usar no tablet da Philips e da Asus, mas acabou não dando certo. Assim, fique esperto quanto a esse detalhe, senão irá atrapalhar o uso do tablet.

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set 08

Bug chato no Sony Xperia Z2 ao postar foto no Facebook

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 08/09/2014 às 12:33h

     Os smartphones hoje estão cada vez mais caros. Parece que os fabricantes simplesmente perderam a noção de quanto o dinheiro vale. Eu até encaro pagar uma pequena fortuna num aparelho, mas o mínimo que eu espero em troca é um bom funcionamento, sem bugs e que ele me atende de maneira básica. De preferência, fazendo coisas melhores do que alternativas mais baratas fariam. É pedir demais?

     Para a Sony, parece que fazer o básico é algo extremamente difícil e frustrar seu consumidor é algo rotineiro. Eu já fiz alguns vídeos mostrando como o Xperia Z2 se comporta de maneira bem estranha e, mesmo comparando-o com outros aparelhos, inclusive até bem mais baratos, os fãs da empresa não poupam “críticas” nos comentários do canal no Youtube. E eu achava que a Apple era a única empresa que fãs cegos.

     Vamos combinar que tirar uma foto e em seguida querer postá-la nas redes sociais não é nenhuma tarefa pesada, complexa ou que exija um aparelho muito sofisticado, correto? Meu Motorola Moto E de R$ 399 cumpre essa tarefa. Por que então o Sony Xperia Z2, que custa R$ 2.000 a mais, não poderia fazê-la com louvor? Bom, como mostro no vídeo acima, algum bug maluco (no Facebook ou no Z2) fazem o rolo de câmera exibir fotos de maneira totalmente doida, sem uma ordem cronológica. Ele mistura, no topo, fotos de 4 meses atrás, com fotos tiradas na semana passada, fotos de ontem e, não raramente, somem as fotos recém tiradas.

     Não há como negar que o Z2 é um aparelho bonito, bem construído, que salta aos olhos. Mas não podemos deixar que isso prevaleça e impere a máxima de “bonito, mas ordinário”. Se nem o básico ele faz, como considerá-lo um bom aparelho, digno de recomendação? Ele tem um bug bem chato também no Instagram, outro na manipulação de arquivos no cartão de memória, fica super quente por nada, inclusive chegando ao ápice de encerrar o app da câmera, além de vários outros erros que vem e vão, do nada, que ainda não consegui documentar em vídeo.

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set 08

Primeiras impressões: luva touch e bateria Proporta

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 08/09/2014 às 11:28h

     Essa semana recebi dois novos produtos da Proporta para review, os quais estão no vídeo abaixo. O primeiro deles é uma luva que tem o toque reconhecido em telas touch e o segundo é uma bateria super compacta, do tamanho de um cartão de crédito.

     As luvas custam 18 euros e estão disponíveis em tamanho único, mas em 3 opções de cores: creme e marron, cinza e branco ou vermelho. Pra quem vive em lugares quentes o ano todo, esse produto é totalmente dispensável. Porém, pra quem vive ou viaja para regiões frias, como a Bia Kunze lá em Curitiba, é um acessório muito interessante.

     A bateria custa 15 euros e, pelo que vi agora a pouco, infelizmente está fora de estoque. Apesar de ter apenas 680mAh, o que permite uma carga de cerca 40% da bateria do seu smartphone, o fato dela ser do tamanho de um cartão de crédito é algo muito interessante, especialmente pra quem se incomoda em carregar algo maior e mais pesado no bolso.

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set 05

Como fazer para precisar não pagar tarifa bancária

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 05/09/2014 às 13:37h

     Há quase dois anos eu escrevi aqui no blog sobre uma nova determinação do Banco Central do Brasil, obrigando os bancos a terem um tipo de conta com um pacote essencial de serviços. Na ocasião, eu fui em vários bancos para abrir a tal conta. A maioria deles nem sabia do que se tratava. Ou sabiam e fingiam não saber, já que não é do interesse deles ter um cliente que não pague tarifas.

     Muitos bancos acharam uma brecha legal pra conseguir manter seus lucros e continuar a cobrar por algo que poderia ser de graça. A legislação permite que a instituição rejeite a abertura de conta de uma pessoa, sem lhe dar qualquer explicação, apenas dizendo que não se encaixa nas políticas do banco. Porém, se você já é correntista, eles são obrigados a mudar o seu pacote, mesmo pra esse essencial, no qual você ficará isento de tarifa.

     Essa dica eu peguei aqui e achei bem inteligente. Já sabendo que alguns bancos podem se recusar a abrir contas, a dica é você não citar que quer esse tipo de conta na abertura. Assim, tudo que o gerente quiser te socar no pacote, você aceita. Uma vez que a conta foi aberta, você solicita a alteração do pacote. Nem precisa perder tempo e ir ao banco. Peça direto via Banco Central e eles encaminham a solicitação.

     Alguns bancos ainda oferecem um tipo de conta que não tem talão de cheque e deve ser movimentada via internet. O nome da conta muda conforme o banco, mas o Bradesco, Itaú e Banco do Brasil tem essa conta, na qual você não paga sequer por DOC e TED. O HSBC tinha, mas parou de trabalhar. Porém, todos eles tem esse pacote essencial sem mensalidade. Mas note que esse pacote lhe dá direito a um número limitado de transações e serviços. Caso você exceda esse número, terá que pagar por transação. Então, verifique se consegue se adequar a essas limitações antes de solicitar a mudança.

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