dez 18

Muito CUIDADO com a oferta de trial do Google Suite

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 18/12/2017 às 12:22h

     Devo confessar que sempre fico com um pé atrás quando alguém me oferece algo de graça, mesmo que seja uma empresa grande. Se pedem cartão de crédito então, ae que eu fico com os dois pés atrás e raramente me convenço que vale a pena o risco. Como eu geralmente deixo meu cartão da NuBank bloqueado, se alguma empresa tenta me cobrar algo, eu sou avisado. Assim, diminuo um pouco toda aquela chateação de ficar reclamando pra pedir o estorno.

     Desde 2011 que uso os serviços de email corporativos da Google. Por sorte, na ocasião eles eram novatos nessa área e estavam dando de graça, pra toda vida, vários serviços que depois viriam a ser pagos. Mas, vez ou outra, eles enviam propagandas pra tentar fazer esse pessoal que só usa e não dá lucro algum, gerar receita para a empresa. Eu sempre ignoro, mas no final de novembro, cai na besteira de aceitar. Porque, conforme eles anunciaram, se eu não gostasse, teria 30 dias pra voltar ao gratuito.

     Hoje eu decidi que realmente não valia a pena pagar pelo serviço, já que o gratuito me atendia bem. Porém, ao tentar fazer isso, me deparei com um erro no painel. Assim, fui procurar na documentação e segui algumas dicas, mas nada deu resultado. Logo, só me restou acionar o suporte e acabei ligando no 0800.

     Como eu achei que fosse um erro comum e fácil de resolver, não vi necessidade de gravar a chamada desde o começo. Só comecei a gravar (vídeo acima) ao 18 minutos, quando a atendente me disse que realmente não teria como migrar e eu deveria pagar pelo serviço. Como eles cobram USD 10 por conta criada, daria uns USD 120. Ou seja, uns R$ 400,00 se converter usando o dólar do cartão, mais IOF. Um absurdo que eu certamente não iria aceitar.

     Pela gravação dá pra ver que, mesmo eu dizendo que iria procurar o Juizado Especial Civil, a atendente foi irredutível (inclusive sendo um tanto grossa em determinados momentos). Disse que não teria mais o que fazer e queria me despachar logo. Eu tentei de um tudo e não teve jeito. Já estava conformado que perdi mesmo, então contratei uma empresa de hospedagem por R$ 39,90/ mês e comecei o processo de migração.

     Para a minha enorme surpresa, cerca de 2 horas depois, me ligaram do Google pra pedirem desculpas pelo ocorrido. Segundo eles, houve um erro no atendimento e daria sim pra migrar. Claro que fiquei muito feliz, mas também me gerou uma enorme dúvida se devo continuar a confiar numa empresa que me tratou tão mal. Será que me ligaram porque reclamei no Twitter e alguém viu a m. que fizeram ou simplesmente a primeira atendente ficou com a pulga atrás da orelha? Nunca vou saber. Mas como eu tentei de tudo na primeira ligação, não acredito muito na segunda opção.

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dez 13

Comentários do relógio Huami Xiaomi Amazfit Pace

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 13/12/2017 às 23:35h

     Continuando na minha saga para achar um bom substituto para a Xiaomi MiBand 2, hoje eu recebi o relógio Amazfit Pace, também da Xiaomi. Na realidade, ele é feito por uma empresa chamada Huami, que é uma subsidiária da marca chinesa mais conhecida dos brasileiros. E por que eu resolvi comprar esse aparelho? Porque muita gente anda falando super bem dela, especialmente YouTubers de tecnologia.

     No vídeo logo acima eu faço meus comentários a respeito da pulseira. Em resumo: você achou bonito e tem um Android? Pode comprar. Tem um iPhone? Esquece. Isso porque os apps são tão diferentes que nem parecem da mesma empresa. Além do visual, os recursos, estabilidade e bugs são bem diferentes, sendo que no Android funciona super bem e no iOS é um lixo, com vários travamentos, desconexões e falhas de sincronia.

     Durante os meus testes, no decorrer de uma caminhada de aproximadamente 20 minutos, eu fui fazendo medições do batimento cardíaco e, estranhamente, em todas as 7 medições, o resultado foi exatamente o mesmo: 84 BPM. Improvável, mas possível. Porém, eu estava com outros 4 aparelhos de controle: uma cinta Garmin, outra Polar, o Galaxy S8 e a MiBand 2. Todas acusaram que a medição do Amazfit Pace estava muito errada.

     Além disso, no vídeo também fica claro a instabilidade do app para iPhone, que não conseguia sequer sincronizar os passos. Isso porque, antes disso, eu já tinha tido vários problemas para sincronizar o próprio relógio, como você pode ver aqui nesse outro vídeo. Eu fiz questão de gravar tudo porque esse gadget é muito amado e, ao criticá-lo, sei que os fãs vão falar que o problema é comigo e não com o gadget. Bom, os vídeos estão ae para mostrar.

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dez 12

Comentários da pulseira fitness Samsung Gear Fit2 Pro

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 12/12/2017 às 13:28h

     Desde 2011 que uso algum tipo de “dispositivo vestível” para monitorar passos e sono. Passei por diversos modelos, de vários fabricantes. Mas ultimamente me senti incomodado com relógios, especialmente pelo fato de ficarem raspando o notebook. No caso do MacBook, que tem corpo de alumínio, o atrito com a pulseira (geralmente na trava metálica) gera um ruído muito desagradável. Assim, acabei optando por pulseiras mais leve e com a tira praticamente inteira de borracha. É claro que eu poderia tirar o relógio quando fosse trabalhar e colocá-lo de novo ao término. Até tentei fazer isso, mas não me adaptei a rotina. Sempre acaba esquecendo o relógio, o que me obrigou a pensar em algo com mais praticidade.

     O problema é que estou sentindo muita falta de ter notificações no pulso, especialmente quando estou dirigindo ou operando o drone. É muito chato ter de parar tudo que estou fazendo pra tirar o telefone do bolso e verificar o motivo dele ter apitado ou vibrado. Assim, comecei a pesquisar algumas opções e achei interessante a Gear Fit2 Pro da Samsung.

     Apesar de ter um custo um tanto elevado (R$ 1.100), a pulseira é bonita e bem construída. Ela tem recursos interessantes, é leve e a bateria dura mais de 1 dia. Porém, o que mais me irritou nela foi a qualidade da tela num ambiente de muita luz. No vídeo acima eu faço mais comentários sobre o produto.

     Em tempo: me perguntaram se eu não gostaria de vender algum dos relógios antigos. As baterias estão bem ruins. Não dura nem 2 horas de uso. Por isso acho melhor não vender e evitar dor de cabeça. Mas se mesmo assim, alguém quiser comprar e se arriscar a trocar a bateria, me contate.

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dez 05

Minha péssima experiência com a Dell no Brasil

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 05/12/2017 às 17:11h

     Desde 2007, quando a Americanas fez uma promoção do Mac mini, sou um usuário de computadores da Apple. De lá pra cá, comprei um MacBook Pro em 2008, um iMac em 2011 e um MacBook Air em 2012. Porém, como os preços da empresa no Brasil estão além do razoável, com um iMac começando em R$ 8.000,00, tive de dar um passo atrás e voltar pro mundo Windows. Pro meu desgosto…

     Minha primeira tentativa foi comprar um notebook Samsung Odyssey. Pra quem não conhece, é a linha gamer da empresa. Como eu queria um computador com potência suficiente para editar vídeos em 4K e rodar máquinas virtuais, mesmo que isso comprometesse um pouco a mobilidade, aceitei pegar um notebook um pouco maior e mais pesado. Foram muitas decepções, conforme eu escrevi aqui. Mas em resumo: o aparelho, apesar de ser uma linha mais premium, é feito de um plástico vagabundo, o trackpad e teclado são horrorosos, além do HD ficar sempre em 100% e a bateria ser uma porcaria.

     Eu não queria montar um PC pois moro no interior e, caso o mesmo desse problema (e comigo sempre dá), eu iria ficar semanas sem o equipamento, além de ter de pagar altos valores com frete de ida e volta pra empresa (uns R$ 200, pegando um PAC com seguro). Cheguei a cotar com Kabum, ChipArt, etc. mas acabei optando por pegar um Dell, uma vez que eles tem atendimento no local, seja em casa ou escritório, no dia seguinte a abertura do chamado. E o cliente ainda pode pagar uma extensão de garantia até 3 anos. Assim, deixei de lado a ideia de montar um PC, esperei uma promoção e comprei um montado.

     Nas últimas semanas eu assinei vários canais sobre hardware no YouTube, pra me inteirar novamente desse mundo. Num passado bem remoto, eu sabia bastante sobre o tema, cheguei a ter uma loja de computadores entre 1999 e 2003, mas acabei ficando obsoleto no assunto. Não sabia sequer os nomes das linhas de CPU da Intel, AMD, placas de vídeo, etc. Assim, depois de semanas aprendendo mais e conhecendo o que tinha disponível, acabei optando pela linha de CPU AMD Ryzen, uma vez que eles um números de cores maior que a linha da Intel i7, então seria perfeito para meus propósitos, especialmente na hora de renderizar os vídeos.

     Eu vi uma promoção no Hardmob sobre um Dell Ryzen 1400, com 8GB de RAM, GPU RX560 e 1TB de HD por R$ 2.600. Os comentários eram positivos e acabei comprando. Porém, 3 dias depois, apareceu um outro Dell, dessa vez um Ryzen 1700X e GPU RX570 por R$ 3.500. Como a diferença era pouca e eu teria quase o dobro de performance, fechei a compra também. Pensei em cancelar a compra do Ryzen 1400, pois nem havia entrando em produção ainda, mas decidi ficar com ambos, pra ter um backup e também uma máquina pra esposa.

     Estranhamente, quem chegou primeiro foi o Ryzen 1700X, mesmo o pedido sendo colocado depois. E, logo ao ligar, notei algo estranho: as letras estavam meio serrilhados, dando um efeito horroroso para a leitura. Como o PC veio com o Ubuntu, achei que fosse algo relacionado ao Linux. Assim, peguei um pendrive do Windows 10 e instalei. Tive de ligar na Microsoft, pois não estava conseguindo ativar, mas deu certo. Porém, o problema do vídeo ainda continuava. Tentei usar outros 2 monitores e acontecia o mesmo. Comprei outros cabos, pra ver se era isso, mas nada.

     Alguns dias depois, quando o Ryzen 1400 finalmente chegou, achei que, como ele já vinha com Windows, não teria o mesmo problema. Ledo engano. Logo ao ligar, ele funcionou perfeitamente, mas depois dos vários updates do Windows, a imagem ficou ruim igual a do Ryzen 1700X. Reinstalei, travei o Windows Update pra não atualizar e danificar a qualidade da imagem, mas mesmo assim, os softwares da Dell conseguiram burlar meu bloqueio e atualizaram os drivers, ferrando tudo de novo.

     Num mundo ideal, eu apenas ligaria para a empresa e tudo seria resolvido, correto? Bom, o que eu não sabia é que o suporte da Dell anda péssimo. Você liga no 0800 e demora quase 1 hora pra alguém te atender. Enquanto isso, tenta outras opções como chat e email, que também não funcionam. Ae faz o esforço de aguardar 1h na linha pelo atendimento, quando o suporte lhe diz que esse tipo de problema não é coberto pela garantia, pois se trata de problemas de software e eu devo ver com a Microsoft.

     Falando em software, muitos dos aplicativos que eu precisaria rodar nos PCs não funcionaram, como Vegas 15 e Adobe Premiere (pra edição de vídeo). Não sei se é alguma incompatibilidade com os Ryzen, com as VGA, com o conjunto ou sabe-se lá Deus o que. O fato é que o suporte não pode me ajudar e eu não posso aguardar meses até sair uma correção, seja da Dell, seja dos desenvolvedores dos softwares, pra finalmente conseguir usar o PC que comprei.

     Como eu vi que não conseguiria resolver o problema, o próprio suporte da empresa sugeriu que eu devolvesse o produto. Mas, ficaram de me ligar e nada. Eu já abri 3 solicitações no ReclameAqui e a empresa se limita a pedir pra eu ligar pro 0800, o qual nunca consigo falar. A ligação ainda sugere que eu tente o chat, mas ao acessá-lo, cai numa página dizendo que ele não está disponível. Na opção de email, também nada acontece. Tentei ainda, dentro do site, achar alguma forma de contato. Preenchi um formulário e aparentemente foi, mas minutos depois, chegou um email de falha, dizendo que o email foi recusado. Frustrante!

     No passado, comprei produtos da Dell pra mim, para familiares e clientes. Mas depois de ver como o suporte da Dell no Brasil está precário, fico realmente com receio de recomendar algo da empresa. Espero que melhorem, pois ficar na mão da Apple, com seus produtos caríssimos, também não é opção.

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dez 05

Porque não usar servidor em nuvem da Locaweb

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 05/12/2017 às 11:56h

     Muita gente me pede dicas e recomendações nas redes sociais e é por isso que faço questão de usar esse espaço para deixar alguns vídeos e comentários que sustentem minha opinião. Jamais vou dizer “não compre A ou B” sem ter um mínimo de respaldo para comprovar o que estou dizendo. Assim, fiz 2 pequenos vídeos mostrando o motivo deu não recomendar a Locaweb, uma das das maiores empresas de hospedagem do Brasil.

     Há cerca de 2 meses eu comecei a fazer testes em serviços de computação em nuvem da empresa. E para tal, fiz a contratação do produto mais básico e barato da empresa, uma máquina com apenas um núcleo e 512MB de RAM por R$ 17,90. Obviamente, todo mundo com um mínimo de experiência no ramo, sabe que esses recursos são muito escassos e não devemos esperar muita coisa. Ao mesmo tempo essa é basicamente a configuração padrão de mercado. Eu mesmo tenho máquinas com essa configuração na Digital Ocean há anos e me atendem até de maneira bem razoável.

     O grande problema da computação em nuvem, quando você não tem um computador e recursos exclusivos é que a performance da máquina pode variar muito com o decorrer do tempo. Isso porque, se outros clientes forem sendo alocados no mesmo servidor que você está, ele irá “drenar recursos” do hardware e o servidor não terá mais a mesma potência que a anterior pra lhe anterior. Isso é previsível. Porém, a empresa de hospedagem deve fazer um monitoramento constante para evitar que a degradação chegue a ponto de tornar o serviço inutilizável pelo cliente.

     Quando eu fiz a contratação do servidor, instalei e configurei meu setup para começar os testes. Passei dias testando e a máquina tinha excelente desempenho. Troquei até emails com amigos mostrando a performance, que era muito acima da média para os recursos contratados. Fiquei realmente admirado e cheguei a recomendar muito a Locaweb. Porém, como alegria de pobre dura pouco, no mês seguinte, a performance desabou, como podemos ver no vídeo acima.

     Eu abri um chamado na empresa e, passadas 24 horas, nenhuma interação sequer. Ou seja, se você precisa de um suporte que lhe ajude e seja eficiente, pode riscar a Locaweb da sua lista, pois se demoram mais de 1 dia apenas para responder o chamado, que dirá pra começarem a resolver a questão. E detalhe: como sou técnico há muitos anos, já mandei os vídeos comparativos, detalhei o máximo que pude e pedi providências. Ou seja, fiz metade do serviço do suporte, de diagnosticar e sugerir uma ação. Que dirá de quem não tem tais conhecimentos e está entregue totalmente ao suporte, sem poder contestar, rebater, etc.

     Como a empresa simplesmente não respondeu aos chamados, movido pela curiosidade, eu abri uma outra conta na Locaweb. Poderia simplesmente ter pedido outro servidor na minha conta mesmo, mas queria ver se uma nova conta (um novo cliente) teria prioridade a base já instalada. Para tal, fiz o pagamento de um servidor exatamente igual ao que eu venho experimentando degradação de performance. E, para a minha surpresa, ele se comportou exatamente igual quando eu contratei o anterior, ou seja, muito rápido.

     Ainda mais curioso, pensei: e se eu fizer upgrade no servidor antigo, dobrando seus recursos. Será que vai melhorar? Pois bem, paguei pelo upgrade, dobrei os recursos e mesmo assim ele toma uma surra do servidor novo, com a metade de recursos. Em alguns casos, chegue a ser 3 vezes mais rápido. Como explicar?

     Pode ser que a Locaweb simplesmente não fez o dever de casa e tem alguns clientes usando muitos recursos do mesmo servidor que a primeira máquina, o que compromete a performance da mesma. Isso talvez explique porque, mesmo ela usando apenas 10% de CPU, ainda está lenta e, mesmo após um upgrade, dobrando os recursos, ainda assim fique lenta. Ou talvez, quem sabe, a Locaweb priorize os novos clientes, colocando-os em servidores melhores, para ter uma boa experiência e os convença a migrar para a empresa. Um mês depois, a performance comece a cair, forçando-os a pagar mais e ter sucessivos upgrades. Será? Fica pra você decidir.

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nov 08

Primeiras impressões do notebook gamer Samsung Odyssey

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 08/11/2017 às 00:38h

     Depois de 5 anos usando um modesto MacBook Air de 11 polegadas com míseros 64GB de SSD, acabei tendo que comprar um notebook que suportasse editar vídeos em 4K. Cheguei a cogitar montar um PC, mas como o custo de montagem de uma boa máquina estava beirando os R$ 5.000,00 e acabei encontrando esse Samsung Odyssey por R$ 3.500,00 em 15 vezes, conclui que seria melhor optar pela portabilidade e simplicidade de uma máquina já montada, de marca conhecida, etc.

     Eu geralmente tenho boas experiências com o Submarino, mas dessa vez, parecia até um presságio que algo daria errado. Comprei a máquina no dia 17/10 e, depois de muita reclamação, ela acabou sendo entregue hoje (07/11). Foram longos 20 dias esperando ansiosamente por uma máquina que eu julgava ser a solução dos meus problemas, pois estava equipado com uma poderosa CPU Intel i7700K (penúltima geração), 8GB de RAM e uma placa de vídeo GTX 1050 de 4GB de RAM. Porém, logo ao ligar o computador, as coisas foram se mostrando um pouco mais difíceis do que eu imaginava.

     Apesar de mexer ocasionalmente no Windows, desde 2006 que eu sou um usuário de Mac. Eu bem que queria ter comprado outro computador da Apple, mas com um iMac começando em R$ 8.000,00 e um MacBook em quase R$ 10.000,00 (preços oficiais na loja online da empresa) tive de descartar minha primeira opção e me contentar com um PC Windows. Já sabia que a transição podia trazer alguns problemas, mas como a ideia do novo notebook era ficar mais voltado a edição de vídeo, achei que conseguiria conviver com os dois mundos numa boa.

     Talvez seja uma coisa normal no mundo Windows, mas eu fiquei muito surpreso na quantidade de problemas logo ao tirar o computador da caixa, especialmente esse problema do disco ficar em 99%. Pelos reviews que tinha lido, eu já sabia que o HD do Odyssey, por ser de 5.400 RPM, era um gargalo. Porém, imaginei que fosse aceitável e não um tremendo problema como acabou se revelando. Assim, fui buscar algumas soluções com amigos, com a própria Microsoft e depois de alguns ajustes em registro e afins, o problema persistia. Vi até um vídeo no YouTube onde o cara dava 27 dicas pra acabar com esse problema. 27!

     Hoje foi um dia cheio de problemas no trabalho e não consegui mexer muito com no computador. Deixei ele de lado, baixando as várias atualizações do Windows e imaginei que, depois de um tempo ligado, baixando, instalando e otimizando tudo, no final do dia ele estaria melhor. Ledo engano. Eu já fiz uns 4 reboots de novas instalações, ele volta querendo atualizar mais coisas e dá-lhe 99% de uso de disco.

     Sobre o hardware em si, eu achei que um computador maior, com 15.6” de tela, me traria um conforto que há tempos não tenho, com o MacBook Air de 11′. Porém, mesmo com um teclado bem grande e espaçoso, do mesmo tamanho do que uso no PC tradicional, ele se revelou muito ruim, com um toque péssimo e uma luz de fundo extremamente fraca. Outro grande problema que me atrapalha é a qualidade do touchpad. Diferente dos produtos da Apple, que são de vidro e deslizam perfeitamente, o da Samsung é feito de um plástico de baixíssima qualidade e sem a menor precisão. O mesmo vale para o acabamento geral do computador, que nem de longe lembra algum premium (gamer). Parece um desses CCE que se compra por R$ 799,00. Por fim, a tela parece de baixa qualidade, muito lavada e péssima para leitura.

     No final das contas, eu nem consegui instalar o Sony Vegas no aparelho até agora, que foi o objetivo principal da compra do equipamento. Já pedi o cancelamento da compra no Submarino e, enquanto eles não vem buscar o produto, vou continuar tentando ver como ele se comporta nos próximos dias, sem grandes esperanças de melhora.

     Muito provavelmente você verá esse computador em promoção na Black Friday e o intuito desse post é justamente fazer o alerta sobre a qualidade do mesmo. Não recomendo de forma alguma esse produto. Se quiser comprar, vá por sua conta e risco.

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out 24

     Se você é cliente de um plano semanal da Claro muito provavelmente está sendo vítima de uma cobrança indevida e nem se deu conta. Isso porque o sistema da operadora costuma debitar do saldo dos assinantes o valor referente ao pacote semanal (R$ 14,90 no Prezão) e em seguida um pacote diário (R$ 0,99). Parece pouco, mas num universo de milhares (ou milhões?!) de consumidores, isso dá um lucro extra considerável a empresa (deve dar até pra pagar a Anitta e Tiago Leifert).

     Todas as vezes que eu reclamo para a empresa, ela se dispõe a reparar o problema, me reembolsando do valor (R$ 0,99). Contudo, se eu deixo passar e não reclamo, o sistema não me reembolsa automaticamente, o que me leva a crer que tal comportamento faz com que milhares de clientes sejam lesados e nem fazem ideia que a operadora está se apropriando indevidamente do seu dinheiro.

     Eu estou há meses reclamando de tal prática junto ao SAC da empresa, bem como utilizando do Portal da Anatel e também do Consumidor.Gov.Br (ligado ao Procon). Também já fiz reclamações ao Ministério Público, mas a empresa simplesmente não muda o seu comportamento errático. Talvez, quem saiba, porque tal “erro sistêmico” lhe traga lucro e não o contrário. Acredito que se fosse o oposto, tal erro já teria sido corrigido em questão de poucos dias (ou horas?!).

     Se você é um cliente Claro com plano semanal, confira no seu extrato se tal cobrança equivocada está ocorrendo e, caso esteja, deixe seu comentário. Estou pensando seriamente em propor uma ação coletiva contra a operadora. Acredito que só dessa forma a empresa passe a respeitar os consumidores.

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set 24

     Se tem uma lei que nunca falha e que até o excelentíssimo “Bilmar Bendes” respeita é a famosa “Lei de Murphy”. Ou seja, se algo tem a mínima chance de dar errado, esteja certo, vai dar errado! Essa lei foi criada por Deus antes mesmo de pensar na cor do cabelo do Adão e vem sendo aplicada a milhões de anos, especialmente no setor de tecnologia da informação (vulgo T.I.).

     Eu sou cliente TIM Beta há muito anos e todos os meses fazia uma recarga de R$ 50 para manter a linha, mesmo não usando muito, já que o sinal aqui na minha região oscilava entre EDGE e 3G. E, infelizmente, mesmo quando tinha sinal 3G no talo, não passava de 150kbps. Pois bem, cansado de sofrer com isso, pois de nada adianta ter 10GB de internet móvel se a velocidade é sofrível, eu fiz um plano pós pago da Claro, que tem o melhor 4G da região. Murphy, tendo acesso direto aos dados de todas as pessoas do mundo (deve ter algum backdoor em agências como NSA), sabendo que eu aderi a um pós pago da Claro, colocou cobertura 4G da TIM na minha cidade. Me trollou legal!

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ago 30

O que fazer para não quebrar seu drone no primeiro voo

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 30/08/2017 às 01:23h

     Quando a DJI lançou o Mavic Pro oficialmente no Brasil, ele chegou pela bagatela de R$ 9.000,00 nos revendedores autorizados. Atualmente, você já consegue encontrar o Mavic por metade desse valor e o Phantom 3 Standard na casa dos R$ 2.000,00. Mesmo assim, não estamos falando de um “brinquedo” dos mais baratos e alguns cuidados são necessários antes de sair voando por ae. Esse post me baseando no Mavic Pro, porém, a maioria das dicas é válida para toda a linha DJI e também outros drones.

    Minha primeira dica pra quem compra um drone é ler esse outro post onde eu descrevo os trâmites burocráticos para voar um drone no Brasil. Sem isso, você pode dar o azar de ser pego numa fiscalização e perder o aparelho, além de responder um processo, o que não é nada agradável (e barato).

     Isso dito, acredito que 99,99% das pessoas que compra um drone, seja para recreação, seja para trabalho, ficam contando os minutos e olhando o tracking do pacote de hora em hora, pra conseguir por as mãos no bichinho e sair voando. Porém, todo esse entusiamo é um tremendo perigo, pois torna as pessoas negligentes e acabam pulando etapas importantes antes da decolagem.

     A primeira recomendação que dou para os droneiros de primeira viagem é carregar a bateria do drone, controle remoto e o celular que será utilizado para a visualização e apoio da operação. Isso porque, mesmo que sua intenção seja fazer um primeiro voo muito curto, podem ocorrer imprevistos e, sem experiência e sem bateria, as coisas ficam muito mais difíceis.

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ago 23

Como regularizar seu drone pra voar tranquilo

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 23/08/2017 às 00:52h

     Muita gente ainda não sabe, mas não basta apenas carregar seu drone, buscar um local pra decolar e sair brincando. Antes de dar o pontapé inicial, você precisa seguir alguns procedimentos relativamente simples, mas que muita gente tem deixado de lado, o que pode causar problemas legais, apreensão do equipamento, entre outras dores de cabeça.

     A primeira coisa é ter um drone homologado pela Anatel. Mesmo que você tenha comprado seu drone fora do pais, se o modelo é vendido aqui oficialmente, seja pela própria fabricante, seja por revendas autorizadas, muito provavelmente ele já possui a homologação na agência reguladora responsável por equipamentos que emitam radiofrequência. Assim, não há com o que se preocupar, pois o fabricante já enviou pra Anatel tudo que era necessário. Porém, se o seu drone não é vendido oficialmente por aqui, será necessário homologá-lo preenchendo um cadastro e pagando uma taxa de R$ 200,00.

     Uma vez que o drone possui autorização da Anatel, agora você precisa cadastrá-lo na ANAC, outra agência reguladora, dessa vez, da aviação civil. Se o seu equipamento tiver menos de 250g, está livre do cadastro. Se tiver acima disso, até 25Kg, precisa fazer um breve cadastro aqui. Feito isso (não leva 5 minutos), imprima a matrícula da sua aeronave e leve sempre com você nos voos. Importante frisar que essa autorização é válida apenas para voos até 120 metros. Se a intenção é voar acima desse teto, serão necessários licença, habilitação e certificado médico aeronáutico.

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