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Câmeras IPs ou analógicas? O que vale mais a pena?

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 29/07/2015 às 17:11h

     Praticamente todas as semanas eu recebo alguma consulta de leitor sobre instalação de câmeras em casa. Uma dúvida muito recorrente é: instalar câmeras analógicas ou IP? Então, vamos abordar o assunto nesse artigo, tirando as principais dúvidas que recebo.

     As câmeras IPs são muito práticas. Sem dúvida esse é o seu maior ponto positivo. Atualmente, você acha modelos por menos de R$ 200 (qualidade SD e não HD). E, como muitas tem a opção de cabo e Wi-Fi, a instalação é incrivelmente simples. Basta rodar o software que acompanha o produto, selecionar a rede, colocar a senha e pronto. Está funcionando. Para usar, basta apontar o navegador para o IP onde ficou a câmera, se autenticar e já consegue gerenciar as câmeras. O mesmo vale para apps, seja para desktop, tablet ou smartphone. Até a vovó consegue, né?

     Eu já vi algumas câmeras analógicas que vem com conectores e cabos feitos (são mais caras, mas tem essa conveniência), o que facilita demais a instalação. Contudo, como os cabos já vem prontos, é comum o tamanho dos mesmos ser curto e não resolver o problema da maioria das pessoas. Fora que, como a ponta já vem com o conector, deve-ser abrir um buraco enorme nas paredes, a fim de passar o mesmo da câmera até o DVR, o aparelho que fica responsável por gerenciá-las (as câmeras IPs trabalham de forma independente e usar um aparelho para gerenciamento é opcional e não mandatório, como nas analógicas).

     Falando em gravação, esse é o ponto chave na escolha entre câmera IP e analógicas tradicionais. Enquanto um DVR para câmeras tradicionais custa em torno de R$ 200 para 8 canais ou R$ 300 para 16 canais, um NVR (para gravar as câmeras IPs mais comumente encontradas) custa quase R$ 2.000 e consegue gravar apenas 4 câmeras. Sacou a enorme diferença no bolso?

     Um DVR é um aparelho criado especificamente pra uma finalidade e, por isso, a faz muito bem. É diferente de um PC adaptado pra tal função. Além de dar muito menos problema que um PC (como super aquecimento, bugs, falhas de segurança, etc.), o consumo de energia é muito menor. Devemos levar isso muito em conta, já que o equipamento vai ficar ligado 24×7 (24 horas por dia, 7 dias por semana) e nos tempos atuais, onde a energia não para de subir, ter uma despesa mensal crescente não é uma coisa boa.

     Outra vantagem do DVR em relação ao NVR está no uso de um padrão de mercado. Enquanto DVR usa uma ponteira CFTV padrão, o que serve em praticamente todas as câmeras existentes, os NVRs costumam ser específicos de cada fabricante. Até existe uma tentativa de padrão, chamada ONVIF, mas as câmeras que aceitam esse formato costumam ser 5 vezes mais caras que as tradicionais. Como vantagem, existem NVR com padrão ONIF bem mais baratos que as IPs tradicionais, que funcionam com base em streaming e demanda alto processamento por parte do equipamento de gravação.

     Não é muito comum (especialmente nos modelos mais em conta) a câmera já vir com uma entrada para cartão, geralmente microSD. Porém, existem modelos com esse recurso. Isso acaba dispensando o uso obrigatório de um NVR para gravar as imagens, já que elas são gravadas no cartão. Contudo, se a câmera for ficar numa área externa, não é muito inteligente deixar as imagens arquivadas próximas do ladrão, né?

     A maioria das câmeras IPs possui um recurso de enviar imagens para um servidor FTP, que pode ficar dentro ou fora da sua casa. Porém, os recursos nativos costumam capturar apenas fotos e não vídeos. O que, convenhamos, é meio sem graça.

     Existem também alguns serviços de gravação remota de imagem, onde você paga um valor fixo por mês e tudo que é capturado fica seguro numa nuvem. Se você tem poucas câmeras, pode ser uma opção. Porém, para muitas, não é muito aconselhável, já que o serviço não é exatamente muito barato (uns R$ 20 mensais para gravar uma semana em qualidade SD).

     Passar cabos pela casa é uma coisa chata, demanda tempo, dinheiro (tanto no material, como na mão de obra), mas com certeza vale a pena no médio e longo prazo, pois a confiabilidade do cabo é muito maior que a do Wi-Fi. Assim, quando estiver pensando em monitoramento residencial, não leve em conta apenas o que é mais simples e barato no curto prazo.

     Em tempo 1: comentaram que existem câmeras IPs totalmente autônomas e que não dependem de NVR. Sim, existem. Mas o custo delas costuma ser uma cacetada de caro. Como o nosso leitor geralmente é um usuário residencial que tem pouca grana pra gastar para solucionar esse “problema” de monitoramento, acho que não vem ao caso citar câmeras de R$ 2.000 (cada).

     Em tempo 2: existem alguns DVRs híbridos, ou seja, funcionam tanto com câmeras analógicas, quanto com câmeras IPs. Eles costumam ser muito mais baratos que os NVRs (que só gravam câmeras IPs.). Porém, vale ressaltar 2 coisas importantes. A primeira é que eles só funcionam com câmera no padrão ONVIF 2.0 (aquelas mais caras). A segunda é que, como gravar câmera digital é mais complexo do que gravar câmera analógica, um DVR de 4 portas, por exemplo, grava apenas 1 câmera digital. Os de 16 portas, gravam 4 digitais. Assim, antes de comprar, leia com atenção as especificações pra não levar gato por lebre.

     Em tempo 3: não sei ae na cidade de vocês, mas aqui na minha, existe uma verdadeira “máfia” no setor de vigilância. Se você compra qualquer coisa mais barata via internet, as empresas se recusam a instalar. Com isso, eles querem te forçar a comprar o equipamento também com eles, cobrando muito mais caro do que se acha na internet. Essa prática é condenável e vai contra o Código de Defesa do Consumidor, pois configura venda casada. No entanto, ao menos aqui, mesmo citando isso pras empresas, elas não aceitam trabalhar com equipamentos que não foram comprados com elas. Assim, antes de sair comprando tudo pela internet e depois ligar para cotar instalação, verifique antes da compra se as empresas de sua cidade tem essa mesma prática.

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Categoria(s): Dicas
jun 17

     Todos sabemos a enorme crise que o Brasil está passando. Desculpa, se você for petista, você não sabe. Mas isso é assunto para o buteco e não para o blog. Assim, assumindo que o país passa por uma crise e o governo federal está fazendo de tudo para impedir que a balança comercial fique ainda mais desfavorável, quem costuma comprar produtos da China está passando por maus bocados.

     Eu comprava algumas tranqueirinhas da China quase toda semana. Porém, com a alta do dólar, a demora para liberação dos produtos e as taxas cobradas, tanto pelos Correios, como pela Receita Federal, acabei deixando isso pra lá. Mas ainda tem muita gente que insiste em comprar e acaba tendo esses problemas, especialmente com o governo tributando o produto. Não é incomum, usam valores absurdamente errados, como cobrar R$ 70 de impostos num produtos de USD 12.

     O primeiro vídeo, apesar de possuir alguns erros bem sérios, dá algumas dicas de como recorrer a Receita Federal e a Justiça, pra não ter de pagar tributos em alguns casos. Como ele alega que já fez isso e deu certo, resolvi divulgar. O segundo vídeo, me pareceu mais correto, tendo em vista que foi feito por um advogado. #FikDik

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Categoria(s): Dicas
jun 17

Como saber que softwares estão instalados no OSX/ Mac?

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 17/06/2015 às 11:26h

     Essa semana um leitor, que atua como perito, me perguntou se eu conhecia ferramentas de auditoria para o OSX, já que ele só tinha experiência com Windows, usando o Free PC Audit. Nunca me interessei por isso, mas perguntei ao guru Alexandre Torres e ele me respondeu.

     O Mac já trás embutida uma ferramenta bastante poderosa pra auditoria. Basta ir até o ícone da Maçã, depois em “Sobre esse Mac”. Na tela que vai se abrir, clique em relatório do sistema e depois em Aplicativos. Você terá, detalhado, todos os softwares instalados.

     O Vaine Barreira, nosso leitor que pediu a dica, disse que fez alguns testes e descobriu algumas coisas interessantes. Ele notou que o arquivo de expotação era um .SPX, mas que na real era algo parecido com um .XML. Porém, no Windows, ele não conseguia abrir com a formatação adequada. Assim, em pesquisa, ele descobriu que usando o terminal (system_profiler -detailLevel full > Desktop/Arquivo.txt), poderia gerar um arquivo .TXT.

     Fica a dica pra quem precisar de algo similar no futuro.

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mai 27

Primeiras impressões do Microsoft Surface Pro 3

3 Comentarios »Postado por GordoGeek em 27/05/2015 às 18:17h

     Acredito que muitos dos nossos leitores já devem ter ouvido falar do tal Surface, mas nunca tiveram a oportunidade de mexer em um. Em boa parte, porque a Microsoft não trouxe oficialmente ao Brasil nenhuma das três versões do produto. Assim, fica praticamente impossível achá-lo em lojas. Quando se acha, veio através de importadores e, os preços, ahhhhh, os preços… São tão salgados que muitas vezes o consumidor nem chega perto de tanto medo.

     Como eu disse no vídeo acima, eu não comprei o Surface. Não trouxe via muamba, não veio na mala de amigo, nem nada assim. Depois de muito tempo tentando vender alguns gadgets, acabei aceitando trocá-los no Surface. Foi bem salgado, algo em torno de R$ 3.600,00, o que daria pra eu comprar um excelente ultrabook (se eu tivesse vendido todos os gadgets que eu queria, mas não vendi).

     O Surface Pro 3, como o nome já dá a entender, é a terceira geração de tablets da Microsoft. As duas primeiras versões não foram muito bem aceitas e receberam muitas críticas da mídia especializada e dos usuários. Já nessa mais recente versão, parece que tudo está redondo (ou quase tudo).

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Categoria(s): Windows Phone
mai 27

Primeiras impressões do tablet Lenovo ThinkPad 8

5 Comentarios »Postado por GordoGeek em 27/05/2015 às 17:46h

     No começo do ano, a assessoria da Microsoft me enviou o Nokia Lumia 2520 para review. Confesso que olhei meio de canto de olho, pois fazia muito tempo que não usava Windows e meu interesse mesmo é por iMac, MacBook, iPad e até Android. Mas um bichinho me picou quando comecei a mexer nele.

     Mesmo o equipamento enviado pra review sendo um antiquado Windows RT (já descontinuado pela Microsoft), me chamou a atenção como a plataforma estava evoluindo. Sobretudo, num hardware muito bem acabado como o Lumia 2520. Ele é rápido, bonito, tem 4G embutido: um xuxuzinho.

     Como a oferta de aplicativos para Windows RT são bem limitadas (já que eles rodam em CPU ARM), decidi que era hora de comprar um tablet rodando Windows 8.1 completo (full). Mas ao mesmo tempo que queria experimentar, não queria gastar os tubos num tablet topo de linha. Ae acabei vendo algumas promoções do CCE TF74W e embarquei nele.

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Categoria(s): Windows Phone
mai 26

     Recentemente fiz alguns rolos e acabei pegando um Microsoft Surface Pro 3. Como vocês devem saber, ele é um tablet/ PC, que não tem porta ethernet (rede cabeada), mas tem porta USB 3.0. Como eu tenho o adaptador USB/ Ethernet do MacBook Air, fiquei me perguntando se eu conseguiria aproveitá-lo também no Surface. E não é que dá?

     Seguindo esse tutorial eu baixei o pacote de drivers do Boot Camp para Windows. Ele tem quase 1GB! Ao descompactar, tem uma pasta chamada Asix e dentro dela, um arquivo AsixSetup64.exe. Ao instalar o driver, nem foi preciso reiniciar. O adaptador passou a funcionar de imediato.

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Categoria(s): Apple, Windows Phone
mai 26

Como diminuir o irritante barulho de ventoinha do Mac

3 Comentarios »Postado por GordoGeek em 26/05/2015 às 15:09h

     Comprar produtos Apple no Brasil sempre foi uma coisa cara e distante de ser acessível a todos que gostam da marca. Durante um curto período de tempo, com o dólar baixo e economia aquecida, as coisas se tornaram menos piores. Porém, ainda detínhamos o irritante título de “X mais caro do mundo”, sendo o X o iPhone, iPad, iPod, Mac, etc. Infelizmente, essa época passou e, só esse ano, tivemos 3 reajustes da Apple Brasil. Parte da culpa é sim do câmbio, mas a empresa de Cupertino também tem sua parcela de responsabilidade.

     Eu tenho um MacBook Pro de 2009 e um iMac de 2011. Como vocês devem imaginar, já estaria na hora de comprar novos, né? Porém, não tenho a menor condição de pagar R$ 15.000,00 pra fazer essa troca. Ao invés disso, optei em gastar em torno de R$ 2.000,00 e fazer um update dos meus Macs. Era isso ou voltar a usar Windows. O que, sinceramente, nem estou vendo assim com maus olhos, devido a evolução do Windows 8.1.

     No começo de abril eu fui pra São Paulo e visitei o amigo Victor Fink na sua loja Apple Mania. Diante de mim, na bancada logo a frente, vi o Thomaz, o menino de ouro do Victor, fazer os upgrades em menos de 2 horas. Ele tirou o HDD de 500GB do iMac e colocou um outro HDD de 3TB. No lugar do drive óptico, colocou um SSD de 240GB. Já no MacBook, manteve o HDD de 1TB e colocou também um SSD de 240GB. As máquinas ficaram muito boas. Porém, um “probleminha” apareceu.

     Usando ou não o HDD, a ventoinha do Mac ficava sempre no máximo. Ao indagar o Victor, ele me disse que, talvez, durante o transporte de volta, algum sensor tenha se soltado. Perguntei também ao Alexandre Torres e ele disse que tem alguns apps que podem gerenciar a ventoinha. O que ele me indicou custava a paulada de USD 49. Muito dinheiro, ainda mais hoje em dia!

     Como o app tem um trial, baixei e instalei. Ao ativar o app, o ruído sumiu de imediato. Meu Mac voltou a ser um Mac e não mais um PC tunado que faz aquele barulho irritante de ventoinha. Mas, depois de algumas horas, o app expirou e o barulho voltou. Assim, comecei a procurar alternativas mais em conta e achei o FanControl. Ele não é tão completo e esperto quanto os pagos, mas resolveu meu problema.

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Categoria(s): Apple
mai 16

     Confesso que eu gostava do relógio Gear 2 da Samsung. Não era perfeito, mas me atendia bem. Porém, ele só funcionava (nativamente) com um smartphone da Samsung. E, como eu quero essa marca bem longe da minha vida, acabei abrindo do mesmo e atualmente uso um Pebble, que funciona tanto com Android, quanto com iPhone.

     Um dos grandes problemas dos relógios com Android Wear é que eles só funcionam com dispositivos Android (de qualquer fabricante, desde que rodem Android superior a 4.3). Porém, quem tem iPhone, não vai poder fazer uso desses relógios. O Google até já prometeu arrumar as coisas, mas enquanto isso não acontece, desenvolvedores pelo mundo fazem hacks/ gambiarras pra coisa funcionar.

     Sinceramente, acho que muito usuário de iPhone não vai querer um relógio inteligente, que dirá um que não seja da Apple. Porém, como o Apple Watch está em falta, mesmo nos Estados Unidos e quando chegar ao Brasil, vai vir custando os olhos da cara (em torno de R$ 2.000,00), pode ser que alguns usuários topem comprar um Android Wear (na faixa de R$ 450,00), só pra ter notificações no pulso. Será?

     De qualquer forma, recebi a dica do hoje no Twitter e resolvi fazer o teste. Baixei um app no Android, baixei o app no iPhone e fiz a bagaça funcionar como no tutorial que havia recebido. Pode não ser muito intuitivo, mas na realidade é super simples. Vamos a um passo a passo.

     A primeira coisa a fazer é deixar o Android Wear conectado ao Android. Ao instalar o app da loja, irá aparecer o aplicativo no relógio. Basta rodá-lo e ativar o serviço para iOS e o push. Em seguida, desligue o bluetooth do Android e deixe o relógio sem parear. Em seguida, abra o aplicativo no iPhone e mande procurar. Ao mesmo tempo, mande também localizar o iPhone, pelo app do relógio. Uma vez conectados, faça o teste e veja se funcionou. Lembrando: só funciona pra receber. Não dá pra responder.

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Categoria(s): Android, Apple
mai 16

Sony Xperia Z3 quebrando aleatoriamente a tela e traseira

4 Comentarios »Postado por GordoGeek em 16/05/2015 às 17:19h

     Às vezes eu acho que alguma força sobrenatural (Deus?!) me pune quando eu decido insistir num erro. Foi assim quando eu comecei a comprar tudo quanto era Galaxy Sx e Note x, mesmo os anteriores me deixando nervoso e está sendo assim os aparelhos da linha Xperia da Sony.

     Meu Sony Xperia Z2 (tem vários posts aqui a respeito, pra quem quiser detalhes) esquentava demais e dava mil defeitos. Meu Xperia Z Ultra acabou quebrando a portinha que tampa a entrada de carregamento microUSB e não existe peça de reposição. Agora, meu Z3 simplesmente trincou a traseira, DO NADA! Tirei do bolso e pumba: constatei a merda.

     Alguns leitores já haviam me perguntado nas redes sociais se o Z3 era realmente uma aparelho frágil e se eu tinha tido algum problema com ele. Diferente do Z Ultra e do Z2, eu estava adorando meu Z3. Ele é rápido, tem 2 chips, é bonito, a prova d’água, etc. Tava bom demais pra ser verdade, né? Alegria de pobre realmente dura pouco…

     Comecei a procurar no Google e no Reclame Aqui, pra ver se achava problemas similares, já que os leitores já haviam me aviso e pumba: dezenas de problemas igualzinhos. Claro que eu não tenho comprovar se as pessoas realmente não derrubaram seus aparelhos e tão querendo dar migué. Mas o meu, eu posso garantir: não derrubei! O vídeo acima é justamente pra mostrar que ele está perfeito, sem qualquer marca de queda.

     O mais bizarro é que eu tenho um iPhone 6+ e um Xperia Z3, sendo que o iPhone é o que mais uso. E com ele não tive nenhum problema de quebra de vidro ou entortar, como muitos reportaram logo no seu lançamento. Aliás, falando em entornar, achei essa matéria justamente falando que o Z3 que entorta. Além desse problema, tem também matéria a respeito dos vidros trincando.

     Eu poderia usar da minha influência como mídia e tentar agilizar a troca via assessoria. Mas como quero ver qual será o tratamento da Sony, coloquei minha reclamação no ReclameAqui e vou aguardar pra ver o que a empresa vai me falar.

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mai 14

Como anda o processo do visto americano para brasileiros?

8 Comentarios »Postado por GordoGeek em 14/05/2015 às 14:39h

     Já tem anos que ouço comentários dizendo que o Departamento de Estado do Governo Americano irá “liberar” a necessidade de visto para brasileiros. Em virtude disso, adiei muito a renovação do meu, mas até o momento, nada desse boato virar realidade. É provável que isso aconteça? Sim, mas não no curto prazo. Explico abaixo os motivos que me levam a acreditar nisso.

     Quando um país fica por anos com uma taxa de recusa de visto abaixo de um determinado índice, o Departamento de Estado começa a negociar com o país sobre a isenção do mesmo. Porém, na diplomacia, as coisas são um pouco mais complicadas que o país simplesmente desejar. Tudo tem que ser negociado.

     Mesmo com o dólar nas alturas e a situação econômica no Brasil estar cada vez mais complicada, ainda somos um dos povos que mais visitam (e gastam) nos Estados Unidos. Logo, seria excelente pra eles que mais e mais brasileiros fossem deixar recursos por lá. Mas, para o governo brasileiro, é exatamente o contrário. Estamos passando por um período difícil e precisamos desses recursos aqui e não lá. Assim, você acha que o Brasil vai facilitar essa negociação? Por isso eu digo: se quer ir viajar e precisa do visto, corra logo atrás. Não fique na esperança de que não será mais necessário.

     Eu gostaria de abordar isso aqui no blog (talvez faça num outro post), mas o início de processo, passo a passo, sobre em qual site entra, como que preenche os documentos, que taxas tem que recolher, etc. eu não vou falar. Motivo: não sei muito bem e não vou falar do que não tenho o mínimo de entendimento. Iria mais atrapalhar do que ajudar os leitores.

     No final do ano passado eu comecei a pensar em renovar meu visto, que havia vencido 6 meses antes. Não estava com planos imediatos de viajar, especialmente com esse dólar de R$ 3, mas como tenho milhas e elas irão vencer, talvez eu faça uma viagem rápida, apenas para não perdê-las. Assim, em janeiro eu dei entrada nos papéis e paguei a taxa. Tinha bastante vaga para agendamento nos dias seguintes.

     Como eu não estava com pressa, acabei entrando no site do Consulado e adiando, por mais de 5 vezes, meu agendamento. Ia jogando pra fevereiro, março, abril… Ou seja, você pode sim fazer o reagendamento, sem custo algum. No próprio email de confirmação que você recebe do consulado, fala sobre isso e tem a data limite para tal. Geralmente, são 2 dias antes da data marcada.

     Da última vez que eu tinha renovado o visto americano, era tudo feito no Consulado. De um tempo pra cá (não sei exatamente quando), algumas coisas mudaram. E é por isso que fiquei motivado a escrever a respeito. Tem algumas pequenas dicas que queria passar. São coisas pequenas, mas que podem te salvar.

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