ago 26

Mini drone Parrot: review do robozinho Jumping Sumo

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 26/08/2015 às 01:50h

     Me aponte um geek que não sonha em ter robôs em casa e lhe direi que ele é um geek fajuto! Pra quem nasceu nos anos 80, como eu, ver tantos “brinquedos” com alta tecnologia hoje em dia é um sonho que parecia muito distante. E olha que nem cheguei aos 40! Provavelmente, meus filhos vão ter disponíveis coisas que ainda nem conseguimos imaginar quando chegarem na minha idade.

     Faz anos que sonho em comprar um drone, mas como a Anac não regulamentou o uso no país e ouvi casos que a Receita Federal anda aprendendo os brinquedos de quem compra no exterior, tive que deixar quieto, mesmo vendo drones com câmera a partir de USD 200. Assim, me contentei com o Jumping Sumo, um robozinho de USD 160 e que, se não voa, ao menos dá uns saltos animais.

     O Jumping Sumo é fabricado pela Parrot, uma marca bastante conhecida quando o assunto é drone. Ele foi apresentado na CES desse ano e fiquei babando. Eu comprei ele ontem na Bestbuy e dei uma brincada no quarto da casa onde estou ficando. Apesar de não ter muito espaço, foi uma boa diversão.

     O robozinho cria uma rede Wi-Fi e você se conecta nela com seu dispositivo, que pode ser iOS ou Android, tablet ou celular. Depois, abre o app e pode fazer algumas configurações (como trocar o nome da rede Wi-Fi) ou já sair rodando com ele. É muito fácil de controlar, com uma “manivela” que vai pra frente e pra trás no lado esquerdo e outra que faz os movimentos laterais na direita. É possível dar uma volta de 180 graus facilmente, apenas com um movimento. Além disso, ele vem com animações e pulos pré configurados, bastante apertar um único botão.

     A primeira parte chata do brinquedo é seu preço: USD 160. A segunda é que ele parece bem frágil, especialmente as rodas, feitas de um material que lembra isopor ou EVA (não sei quantos pulos ele aguenta). Terceiro é a autonomia de bateria, limitada em apenas 15 minutos e leva insanas 2 horas de uso pra carregar. Por fim, a qualidade da câmera é SD e, como é feita a transmissão via Wi-Fi, deixa um pouco a desejar.

     Se você não se importar nem um pouco com a atual taxa de câmbio e tiver dinheiro pra gastar, pode comprar que vai se divertir. Compre também umas peças extras (caso as que vem com ele não aguentem) e umas baterias adicionais também. Mas, se você é como eu e tem que pesar muito o custo x benefício (dólar subindo diariamente), melhor não encarar a brincadeira.

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ago 26

Misfit Bolt: review da lâmpada bluetooth inteligente

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 26/08/2015 às 01:34h

     Pra quem é geek e gosta de ter um monte de coisas tecnológicas integradas a casa, as lâmpadas inteligentes são um recurso de saltar aos olhos. Você consegue acender, apagar, controlar a intensidade, programá-las por horário e, em alguns casos, até mudar de cor. Ah, algumas, integradas ao app do celular, ainda permitem ficar trocando de cor conforme a música que se está ouvindo. Muito legal!

     Talvez as lâmpadas inteligentes mais famosas que você já deve ter ouvido são as Philips Hue. No Brasil, o kit com HUB e três lâmpadas sai por R$ 1.249. Cada lâmpada extra sai por R$ 229. Aqui nos Estados Unidos, o kit sai por USD 199 e cada lâmpada por USD 20.

     Existem vários produtos para automação, que podem utilizar vários tipos de protocolos. Um dos mais comuns é o ZigBee. Nesse caso, você irá precisar de um equipamento que será o roteador dos dispositivos que você deseja conectar. Assim, paga-se um pouco mais no kit inicial, pois inclui o HUB, mas os demais acessórios saem mais em conta, pois a tecnologia mais cara está embarcada no roteador. Por outro lado, existe também os dispositivos que não exigem HUBs e, por isso, eles são mais complexos (e mais caros).

     Como eu não achei nenhum HUB na Bestbuy, eu acabei comprando a lâmpada Bolt da Misfit. Ela trabalha usando o protocolo bluetooth, muito comum em tablets e smartphones. Dessa forma, ela independente de um HUB. Porém, o lado negativo: cada lâmpada custa USD 50 e não USD 20, como as mais em conta, que trabalham conectadas a um HUB ZigBee.

     Num primeiro momento, eu achei que não precisar de HUB fosse uma coisa boa. Porém, se você pretende colocar várias lâmpadas, a solução fica bem mais salgada. Na Amazon, por exemplo, você compra um kit com HUB e duas lâmpadas por menos de USD 50. Ou seja, numa solução de pequeno porte, pra um apartamento, algo usando apenas 15 lâmpadas, sairia USD 750 com lâmpadas independentes ou USD 350 com HUB, sendo USD 50 do kit inicial e mais USD 300 (15 x USD 20) das demais lâmpadas. Ou seja, menos da metade! E quanto maior a solução, menor o custo.

     Introduzido o assunto, vamos falar do produto que eu realmente comprei e gravei o vídeo vinculado a post. A Misfit é bem conhecida pelas suas soluções de wereables, como suas pulseiras baratas. Eu não sabia que eles tinham soluções de automação até ver essa lâmpada na Bestbuy.

     A configuração e uso da lâmpada no iPhone foi bem simples. Tudo funcionou conforme o esperado. Mas no Android… Ah, o Android… Muitas vezes ele perdia a conexão bluetooth, mesmo próximo da lâmpada. Ae ele não controlava direito a intensidade da luz, a mudança de cor, etc. Mas no iPhone, como já dito, tudo funcionou adequadamente.

     Como eu não conhecia os benefícios de se usar um HUB, acabei comprando essa solução que me pareceu mais simples. Ao começar a pesar custo x benefício, vi que não valia a pena e acabei comprando um kit compatível com a WeMo na Amazon. Deve chegar nos próximos dois dias. Assim, vou acabar dando outro “return” na Bestbuy e pegar o dinheiro de volta.

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ago 26

Jabra Rox: review dos fones de ouvido bluetooth

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 26/08/2015 às 01:32h

     Em 2013, depois de testar vários fones de ouvido bluetooth e ficar frustrado com o áudio picotando enquanto eu caminhava, resolvi investir USD 99 num bom fone de ouvido e optei por um Jabra Sport quando visitei uma loja da Apple. A qualidade do áudio e autonomia de bateria eram muito boas, mas ele não se encaixava direito nas minhas orelhas e ficava competindo por espaço com meus óculos. Ae, acabei vendendo-o dias após voltar ao Brasil.

     Já ciente que a marca é confiável e faz produtos de qualidade, resolvi comprar um outro fone de ouvido deles, mas que não tivesse a mesma característica do anterior: ficar ruim em quem usa óculos. Assim, quando vi o modelo Rox ontem numa Bestbuy, fiquei encantado e acabei comprando-o. Confesso que fiquei na dúvida se ele não ia ficar caindo do ouvido a todo momento, já que ele não tem um suporte para a orelha, mas como eu poderia devolver na loja caso não gostasse, paguei pra ver.

     A primeira coisa que impressiona no produto é sua leveza. A segunda, seu minimalismo. Você olha para o produto e parece que está faltando algo, de tão pequeno. Mas não, está tudo ali dentro mesmo, miniaturizado. A porta microUSB, por exemplo, que permite o carregamento dos fones, fica discretamente oculta em um dos fones. Você deve abrí-lo ao meio e ae aparece a portinha. Sensacional.

     Num primeiro momento, usando os fones com a borracha padrão, ele não parava no ouvido. Ae fui trocando até achar uma mais confortável e que ficasse bem preso. Pro meu uso, que são caminhadas leves, acredito que está perfeito. Porém, pra quem pratica exercícios mais intensos, talvez ele não vá ficar muito firme e vá dar umas escapadas conforme o movimento da cabeça for mais intenso.

     A qualidade do som é muito boa. O som é limpo e não abusa de graves. Mesmo sendo bem pequeno, ele tem um sistema Dolby, autonomia de quase 6 horas de uso, é resistente a água e suor, além de suportar tecnologia NFC que permite pareá-lo a smartphones Android de forma mais fácil, só encostando na traseira do mesmo.

     Com nosso câmbio bem desfavorável e a moeda brasileira levando um baile do dólar, vale a pena pagar mais de R$ 400 no Jabra Rox? Sim! E olha que é difícil o velho ranzinza mão de vaca aqui dizer que algo vale a pena hein. O produto não é perfeito, mas me agradou bastante. O ponto negativo principal é o fato de, pra ele não ficar caindo, ter que colocá-lo bem fundo no ouvido e isso abafa completamente os sons externos, se tornando algo perigoso pra quem vai usá-lo na cidade e está sujeito a ser atropelado, pra dizer o mínimo.

     Uma última ressalva pra você pensar: no Brasil, o salário mínimo está em torno de R$ 800. Ou seja, um fone desses é meio salário mínimo. Aqui nos Estados Unidos, o salário mínimo (USD 8 a hora) dá uns USD 1,600. Ou seja, USD 100 num fone de ouvido bom, que certamente vai durar alguns anos, é algo muito barato. Vejo muitos fones nessa faixa de preço aqui, mas também vejo uns mais tops (de USD 300, USD 400, etc.), não apenas nas vitrines, mas também nas ruas. É comum ver pessoas no metro usando fones da Beats, Bose, etc. Já imaginou isso em São Paulo? Você ficaria sem o pescoço!

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ago 25

Breve análise da Microsoft Band: uma grande bosta

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 25/08/2015 às 00:11h

     Desde que a Microsoft anunciou a sua pulseira, em outubro e 2014, eu estou doido para testá-la. Isso porque ela tem GPS e monitor cardíaco embutidos (o que permite sair pra treinar apenas com ela, sem levar celular), ter vários sensores (inclusive um medidor de raios ultravioletas), além de ser multiplataforma e funcionar com iOS, Android e Windows Phone. Ou seja, tinha tudo pra ser um excelente produto, apesar de caro (USD 200/ R$ 854 na cotação de hoje do meu cartão). Vamos aos vídeos então:

     Logo ao tirar da caixa, senti o primeiro defeito: o peso. Estou acostumado a usar gadgets vestíveis nos dois braços, sendo o Pebble no esquerdo e a Mi Band na direita. Já testei alguns outros relógios e pulseiras inteligentes e nunca peguei um tão pesado como esse. Pra quem tá acostumado e não usar nada nos braços ou a usar uma pulseira mais leve, vai ser um choque. Evidente que, pra quem curte relógios maiores (um abraço pro Faustão), isso não será problema.

     Como a Microsoft só vende a pulseira nos Estados Unidos, tive dificuldades em baixar os apps nos respectivos aparelhos. Tive que apelar pra gambiarras. No caso do iPhone, como desloguei a minha conta da iTunes brasileira, pra logar na americana, adeus meu cache de músicas offline do Apple Music. Isso me deixa muito p.! e contou pontos negativos pra mim.

     Uma vez baixado o app, tive enormes dificuldades em parear a pulseira com o telefone. O que deveria ser uma coisa simples e usual, levou mais de 1 hora. Pode ser porque eu estou usando o iOS 9? Pode, mas eu fiz o pareamento de uma caixa de som bluetooth de USD 10 e foi de boa. Por que um relógio de USD 200 deu tanto trabalho? Fiquei tentando entender, mas ainda não cheguei a conclusão alguma.

     Depois do parto que foi pra conseguir parear, abri o app e me deparei com algo confuso e mal feito, bem no estilo de app feito pra uma plataforma e portada para outra. O que era pra ser um trunfo (funcionar em várias plataformas), se tornou um ponto negativo pra jogar na planilha.

     Quando finalmente coloquei a pulseira no pulso, notei que ela fica estranha, já que a tela é plana e não curva, como de outros relógios e pulseiras. Algumas pessoas me disseram que eu deveria usar a tela para baixo e eu fiz isso, mas ae criamos outro problema: atrapalha a digitação. A tela fica raspando na superfície do notebook e isso não é nada legal. Faz um barulho irritante, machuca o pulso e provavelmente iria danificar a tela do relógio e raspar todo notebook com o tempo.

     Depois dessa breve saga, eu já estava deveras brochado em continuar testando o produto. Mesmo a Best Buy me dando 14 dias para me arrepender, o que me permitiria talvez mudar de ideia em relação ao produto, estava tão frustrado, por algo que eu queria testar a meses e que se mostrou bem abaixo das expectativas, que resolvi dar um reset, voltá-la para a caixa e devolver.

     Depois de uns minutos, acabei tirando-a da caixa de novo e tentando mais uma vez me acostumar com ela, fechando os olhos pros pontos negativos. Configurei-a de novo, testei as notificações, dei uma volta no quarteirão pra ver o monitoramento e finalmente fui dormir com ela. Ae veio outra frustração: eu tenho que ativar um modo noturno quando vou pra cama. Por que diabos a minha Mi Band da Xiaomi, que custa USD 18, detecta quando eu vou dormir e a Microsoft Band, de USD 200, não? Muito pouco inteligente. E, do jeito que eu sou esquecido, acabaria perdendo o registro de algumas noites.

     Por fim, existem rumores de que a Microsoft irá lançar novos telefones highend em breve, bem como um novo Surface e uma Band 2. Com isso, em apenas um mês, eu já ficaria com um produto defasado. Espero que alguém lá em Redmond perceba todas as cagadas que foram feitas na primeira versão do produto e as corrijam. Quem sabe eu não compro a nova versão no futuro.

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ago 24

[Vlog] Minha casa em New Jersey alugada no Airbnb

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 24/08/2015 às 00:03h

     Pessoal, conforme eu avisei aqui, essa série de vídeos está cru, sem edição, porque meu MacBook está um horror. Peço a compreensão da boa alma de vocês em entender a situação atípica ;) Assim que voltar ao Brasil vou editar os vídeos na qualidade de costume (que também não é grandes coisas, mas é melhor que deixar todos os vídeos soltos, com erros de gravação e tal, rs.).

     Como já havia adiantado em outro post, quem vive me falando bem do Airbnb é o Vladimir Campos, uma pessoa que respeito muito a opinião e sempre dá dicas boas. Assim, mesmo nunca tendo utilizado o serviço e ficado de pé atrás, resolvi dar um voto de confiança ao serviço.

     Assim como o Uber, que conecta motoristas profissionais a usuários, via aplicativo, o Airbnb conecta donos de residências a hóspedes. Não é como um hotel, onde você simplesmente paga e aluga. Como você irá ficar na casa de alguém, seja alugando o local todo ou apenas um quarto, ninguém vai alugar algo assim sem referência. Por isso, antes de alugar, você deve demonstrar o interesse no lugar, comunicar os dias que pretende ficar e o proprietário irá avaliar se pode te receber.

     Em 2013 eu vim para os Estados Unidos com meu irmão e na ocasião eu já estava curioso sobre o Airbnb. Fiz meu cadastro, mandei algumas propostas, mas foram todas recusadas, seja porque os locais já estavam reservados, seja porque os proprietários não me conheciam e talvez ficaram com medo de receber um usuário novo em sua propriedade.

     Do jeito que estou falando, parece que é super difícil você usar o serviço, já que provavelmente ainda não fez o cadastro e não referências, correto? Se você for ficar num local de alta rotatividade, muitas vezes o proprietário já é mais profissional, tem seguro e as regras são mais flexíveis que na casa de alguém que aluga um quarto (e mora na casa) porque o filho foi pra faculdade e acabou ficando um cômodo livre.

     O motivo principal para usar o Airbnb é porque ele é muito mais barato que hotel. Correto? Nem sempre. Geralmente é sim, mas tem lugares muito badalados, como Manhattan e São Francisco, que os preços já estão equivalentes. Já, nos arredores (como é meu caso aqui em Jersey), acabou compensando. Porém, para longas estadias e se você quiser ter uma experiência mais próxima a de um morador (e não de um turista), morar numa casa é muito legal.

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ago 23

[Vlog] Indo da casa em New Jersey/ NJ até Manhattan/ NY

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 23/08/2015 às 11:59h

     Pessoal, conforme eu avisei aqui, essa série de vídeos está cru, sem edição, porque meu MacBook está um horror. Peço a compreensão da boa alma de vocês em entender a situação atípica ;) Assim que voltar ao Brasil vou editar os vídeos na qualidade de costume (que também não é grandes coisas, mas é melhor que deixar todos os vídeos soltos, com erros de gravação e tal, rs.).

     Muita gente tem medo de ficar fora da ilha de Manhattan e acaba pagando um absurdo em hospedagem. Eu era uma dessas pessoas! Mas de tanto o Vladimir Campos me falar do Airbnb, eu acabei dando uma chance e aluguel um quarto (e não uma casa inteira) em New Jersey, coladinho na ilha de Manhattan. Aliás, pra quem não sabe, Jersey não pertence ao Estado de Nova Iorque. Muito menos é um dos distritos, como Bronx, Brooklyn, Manhattan, Queens e Staten Island. Aqui estamos em NJ, separados de NY pelo rio Hudson. Porém, em menos de 10 minutos é possível estar em NY e por USD 3.

     Os hotéis que eu estava vendo pra ficar em New York estavam absurdamente caro, tanto em USD, quanto em R$ (com essa câmbio, natural, né?). E como eu queria muito viajar, acabei optando pelo Airbnb. Fiz uma longa busca e a melhor opção disponível pro período que eu vinha foi essa em Jersey.

     A casa é bem legal (mostrarei em outro post) e muito bem localizada. Temos o Ellsworth Park bem na frente e dá pra dar uma descansada. Como já disse antes, dá pra ir pra Manhattan rapidamente e por apenas USD 3, bastando ir até a Bergenline Avenue e esperando um micro-ônibus no ponto. Se você quiser a comodidade de um Uber, vai gastar uns USD 30.

     Temos uma linda vista de Manhattan no topo da casa e, descendo a rua, ficamos a beira do Rio Hudson, podendo apreciar a bela vista. Vale a pena dar um pulinho ali, mas como é fora do caminho pro micro-ônibus que vai pra Nova Iorque, indo uma vez, só pra conhecer, está ótimo.

     Muita gente me pergunta sobre o plano de internet que uso aqui. Eu optei pelo plano top da T-Mobile no pré-pago. Ele custa USD 80 (tem planos mais baratos) e tem ligações, SMS e dados ilimitados. Por mais USD 10 daria pra adicionar ligações ilimitadas pro Brasil. Só um adendo: aqui nos Estados Unidos as operadoras controlam o tethering, ou seja, você compartilhar a internet do seu dispositivo que tem o chip. Nesse meu plano, o limite é de 7GB. Mas se você vai ficar apenas alguns dias, pode optar pelo plano mais básico, onde você compra o chip (USD 10), contrato o de USD 3 (30 minutos de voz e 30 SMS), depois usa dados por dia (USD 5/ dia), com limite de 500MB/ dia. Tem também a opção do semanal por USD 10, com direito a 1GB. Se usar com moderação (eu nunca uso, rs) dá pra se virar.

     Sobre o deslocamento, eu recomendo muito usar metro. Nas primeiras vezes que vim a Nova Iorque eu fiquei com medo, mas era algo totalmente injustificado. Ele é bem sinalizado e funciona bem. Sobre as tarifas, custa USD 31 pra uma semana ou USD 116.50 a mensal. Nessa modalidade, paga por período, você pode andar quantas vezes precisar. Mas claro, se quiser comprar apenas o ticket quando for andar, custa USD 3. Tudo vai depender do seu uso.

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ago 23

Publicando os vídeos da viagem a NY no YouTube

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 23/08/2015 às 11:11h

     E ae galera, tudo beleza? Estou aqui para avisar que comecei a publicar uma série de vídeos sobre a viagem a Nova Iorque no nosso canal do YouTube. Porém, como aviso no vídeo abaixo, devido a lerdeza extrema do meu MacBook (2009) eu não consegui fazer uma edição prévia, então o material está totalmente cru, sem edição alguma, totalmente sem cortes, com meus erros e tal.

     E por que diabos eu tô enviando esse material pro YouTube agora, sem edição e não espero fazer isso no iMac de costume, quando voltar ao Brasil. São vários fatores, mas o principal é que vai levar algumas semanas pra eu voltar e o pessoal tá pedindo pra ver os vídeos. Assim, estou atendendo aos pedidos dos leitores.

     Eu sei que vai ter gente que não vai gostar de ver vários vídeos pingados, sem edição alguma, mas eu peço a compreensão de vocês. Da mesma forma que você não gosta (e devemos respeitar isso), tem pessoas que querem ver, seja porque vem pra cá em breve, ou simplesmente porque querem conhecer os lugares, saber dicas, etc.

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ago 17

Cuidado com o golpe do iPhone roubado e recuperado

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 17/08/2015 às 21:09h

     Recentemente eu postei aqui no blog algumas considerações a cerca da inutilidade do recurso “Find My iPhone”. Nos comentários, um leitor deixou uma importante dica que gostaria de compartilhar com vocês.

     O recurso de segurança da Apple tem um mecanismo onde o usuário informa que o aparelho foi perdido e, caso ele entre na internet (seja via rede de celular ou Wi-Fi), o mesmo envia um comunicado para o dono. Porém, os bandidos estão usando de muita criatividade para enganar os usuários.

     Quando um iPhone é roubado e está com os recursos de segurança devidamente ativados, mesmo que o bandido zere todo o aparelho, não conseguirá ativá-lo novamente sem a senha do dono. Com isso, ou ele vende o aparelho a preço de banana ou desmonta e vende as peças. Como a cara de pau não tem limites, especialmente no Brasil, conheço casos até de ligarem pro dono pedindo a senha.

     Nesse cenário, pra tentar vender o iPhone totalmente funcional (não bloqueado) e lucrar mais, a bandidagem acabou criando o seguinte golpe: eles clonaram o site do iCloud e enviam links falsos para o email do usuário que teve o aparelho roubado. Ao clicar no link, pensando ser o aviso da Apple, ele acaba informando sua senha do iCloud e ae o bandido desbloqueia o aparelho. Criminoso, mas brilhante, não?

     Eu acredito que boa parte dos usuários acabem por cair nesse golpe. Primeiro porque muitos são leigos e segundo porque, no calor do momento, querem entrar logo no site e ver a localização do aparelho, antes que o bandido o desligue novamente. Assim, ele acaba não se atentando para os detalhes de segurança, que validariam que o site é ou não da Apple.

     Em tempo: me enviaram uma reportam sobre isso. Veja aqui.

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Categoria(s): Dicas
ago 17

     Usar roaming internacional nunca é uma boa ideia, ainda mais em viagens longas. Compensa muito mais você comprar um chip de uma operadora local e ser feliz. Mas, em alguns casos, não se pode abrir mão do roaming, seja para receber chamadas/ SMS, seja para usar a internet até conseguir comprar o chip local. E ae? Como fazer?

     Hoje eu fiquei igual a um otário ligando na Claro pra tentar ativar o roaming, sem sucesso. Ligava no 1052 e, contrariando normas da Anatel, ninguém atendia minha chamada dentro de 60 segundos. Muito pelo contrário, fiz 3 chamadas com duração de mais de 20 minutos cada e ninguém me atendeu.

     Tentei ligar num número específico para o serviço de roaming internacional mas logo que atendia, vinha uma mensagem dizendo que o serviço era exclusivo para planos pós pagos (o meu é pré) e desligava.

     Por fim, eu tentei o chat da empresa. Fiquei quase 50 minutos aguardando ser atendido. Tinha mais de 110 pessoas na minha frente e o atendimento ia a passos de tartaruga. Quando finalmente apareceu um atendente, expliquei o caso pra ele e me informou que eu deveria ligar onde já tinha ligado. Expliquei novamente que já tinha ligado e não resolveu e, como ele só sabe seguir um script, ficou em looping, até eu encerrar o chat antes de mandá-lo para aquele lugar.

     Vendo a minha saga pelo Twitter, o Lucas me deu a dica que daria pra fazer pelo app. Dito e feito. Super simples e rápido, diferente do atendimento da Claro. Existe app para as plataformas iOS e Android.

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ago 10

O Find My iPhone da Apple é realmente útil? NÃO!

4 Comentarios »Postado por GordoGeek em 10/08/2015 às 10:05h

     Não é raro, especialmente nos dias de hoje, com celulares custando mais de R$ 3.000,00, que os mesmos sejam alvos fáceis para bandidos. Eles são pequenos, leves e podem ser facilmente roubados/ furtados. Mas a Apple tem um grande sistema de proteção, que inibe esse tipo de crime, deixando o usuário mais seguro. Né? Tadinho de você que respondeu que sim ;)

     Hoje em dia, praticamente todo smartphone, desde o mais baratinho, até o mais topo de linha, tem algum sistema de rastreamento embutido. Tanto a Europa, como os Estados Unidos, pressionaram as fabricantes e adotarem tecnologia visando diminuir o roubo de aparelhos. Assim, Android, iOS e Windows Phone, acabam trazendo ferramentas que dificultam a revenda de aparelhos roubados e também ajudam na recuperação do item.

     No mês passado minha irmã foi vítima de um assalto em São Paulo e levaram o iPhone 4 dela. Ok, já era velhinho, mas era dela. E comprar um novo hoje em dia, não é tarefa muito fácil, ainda mais com o dólar que não para de subir e a Apple sendo “obrigada” a reajustar os preços.

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