abr 24

     Alguns irão dizer que eu não tenho sorte. Eu prefiro dizer que eu insisto no erro em comprar porcarias da Samsung. Há alguns meses eu comprei um Galaxy Note 3 e tive alguns problemas que podem ser facilmente encontrados no Google. Ou seja, não sou o único (azarado). Dá pra se ver centenas de casos iguais, o que me faz chegar a conclusão que nem num aparelho de R$ 3.000,00 a Samsung consegue usar hardware de qualidade, entregando uma boa experiência a seus consumidores.

     Um dos problemas que eu tive com meu Galaxy Note 3 era ele ficar reiniciando do nada, conforme narrei nesse outro post. Provavelmente isso era sinal de memória NAND indo pro saco, além de uma verificação estúpida de região da Samsung. Como eu amenizei o problema? Tem no outro post. Mas como eu tinha um plano da Pitzi, acabei enviando pra eles e me enviaram um novo, sem o problema.

     Outro problema que eu tinha no aparelho antigo e achei que seria resolvido no novo é com o Wi-Fi instável/ caindo/ lento. É algo irritante e que quase me fez jogar o aparelho contra a parede inúmeras vezes. Segui tudo que era sugerido em vários fóruns gringos (como desativar economia de energia e procura automática de redes), sem sucesso. Recentemente eu notei que o problema só se manifesta nos roteadores no padrão 2.4GHz. Como aqui em casa tenho vários roteadores, pra melhorar a cobertura, tenho optado em usar os de 5.8GHz, mesmo quando o sinal é fraco. Pelo menos assim, o problema não acontece. A solução definitiva foi comprar novos roteadores no padrão 5.8GHz. Devia mandar a conta pra Samsung, mas como eles mal conseguem fazer dinheiro vendendo smartphones e ainda vão ter que pagar alguns bilhões em multas por copiar a Apple descaradamente, deixa que eu mesmo pago, Sammy.

     Como na minha casa/ empresa eu que mando na rede, fica “fácil” resolver. É “só” por a mão no bolso e trocar os equipamentos. Mas e em outros locais que eu frequento, onde eu não sou o dono da rede e elas podem operar 2.4GHz? Bem ae eu tomei no cu, como todo mundo que compra um equipamento Samsung deve estar acostumado, pois em alguma fase do seu relacionamento com a empresa, invariavelmente você também vai acabar tomando. Porém, uma forma de amenizar o problema é instalando o app WiFi Fixer.

     Segundo estatísticas da Google Play, o app já está chegando a casa de 1 milhão de instalações, ou seja, parece que tem bastante gente por ae sofrendo com o problema. Mas o que ele realmente faz? Diferente do que o nome sugere, ele não mexe em alguma configuração obscura e resolve o problema do Wi-Fi. Ele na verdade roda uma verificação cada 30 segundos, testando se consegue enviar dados via Wi-Fi. Caso não, ele derruba o sinal e se conecta novamente. Isso resolve o problema, por alguns minutos, até ele acontecer novamente. O meu caso aqui, mesmo com o sinal no máximo, o aparelho simplemente não consegue enviar dados no Wi-Fi e fica num estado zumbi, que só resolve desligando e religando o Wi-Fi. O que esse app faz é automatizar isso pra você. Em resumo: uma gambiarra.

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abr 19

Como resolver ligações mudas no update do Cyanogenmod

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 19/04/2014 às 13:19h

     Vez ou outra que atualizo o Cyanogenmod em meus aparelhos, as ligações ficam mudas. Tanto pra receber, como para originar. Isso acabou me motivando a não mais atualizar a ROM, com medo de acabar acontecendo esse problema, que praticamente inviabiliza o uso do smartphone, uma vez que ficar sem telefone é praticamente impossível, mesmo usando muito pouco.

     Até pouco tempo atrás, quando eu acabava atualizando e acontecia o problema, a única solução que eu conhecia era entrar no TWRP e mandar apagar tudo (Wipe Data/ Factory Reset), o que era extremamente chato, uma vez que tinha que baixar e configurar tudo do zero. Porém, fuçando no TWRP, acabei tentando apenas limpar o cache (Wipe Cache Partition) e para a minha surpresa, resolveu o problema. Eu fiz o teste no Galaxy S4, Galaxy Note 2 e Galaxy Note 3.

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abr 11

Considerações sobre o monitor cardíaco Polar H6

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 11/04/2014 às 11:34h

     Escrevi há alguns anos aqui no blog sobre o relógio inteligente MotoACTV da Motorola. Sim amiguinhos, ele nasceu em 2011, muito antes de Sony, Samsung, Google, Apple e outras falarem no assunto. E, apesar de pioneiro, a Motorola resolveu matar o projeto dele no ano passado, provavelmente por estar trabalhando no relógio do Google.

     Pra quem nunca ouviu falar dele, o bichinho roda um Android modificado. Dá inclusive pra hackear o aparelho e colocá-lo para rodar apps, como Angry Birds. Apesar da minha curiosidade, resolvi não fazer isso pois uso ele pra outra finalidade: monitorar a minha atividade física. Com ele, consigo ouvir músicas via bluetooth ou cabo, fazer o monitoramento cardíaco e, como ele tem GPS e Wi-Fi, fazer upload do exercício no site da Motorola, acompanhando gráficos bem legais. Tudo, sem a necessidade de um smartphone e com os dados disponíveis para rápido acesso ali no pulso, sem ter que tirar nada do bolso.

     Fiz essa introdução sobre o MotoACTV, mas na verdade o post é sobre a cinta de monitoramento cardíaco H6 da Polar. Como explico no vídeo, tem uns 2 anos que uso o monitor cardíaco ANT+ da Garmin. Porém, já tem quase um ano que ele começou a ficar instável. Eu troquei a bateria várias vezes, achando que pudesse ser isso, mas pelo visto não é. Ele começa a monitorar o exercício bem, mas depois de poucos minutos a marcação fica maluca, onde os batimentos chegam a cair a 28BPM. Por isso decidi comprei a Polar H6.

     Pelas minhas pesquisas, encontrei a cinta de monitoramento cardíaco H6 da Polar na faixa de R$ 300,00. Optei por ela porque eu queria comprar um produto com garantia e ela é facilmente encontrada em autorizadas Polar. Porém, nem no site da marca, nem nas lojas, é possível saber exatamente com o que ela é compatível, bem como suas limitações. Como o Código de Defesa do Consumidor (CDC) me garante o direito de arrependimento, acabei pagando pra ver. Senão funcionasse, bastava devolver. Mas não comprei de bobo alegre, alguns vendedores diziam que funcionava com vários apps conhecidos (como o RunKeeper) e outros não, dizendo que apenas o modelo H7 funcionaria. O problema é que o H7 não é vendido oficialmente no Brasil e quem o produto, dá apenas 90 dias de garantia.

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abr 09

Mudança no comando de voz anotação no Moto X

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 09/04/2014 às 15:28h

     No final do ano passado eu fiz um post aqui no blog para demonstrar um recurso bastante legal do Moto X. Notem que, aos 14 segundos do vídeo, eu uso a palavra chave “anotação” para chamar o recurso. Porém, depois de um update da Motorola, o recurso simplesmente parou de funcionar. Ao usar a mesma frase, ele agora chama o Google para procurar, ao invés de usar o app de anotação escolhido.

     Depois de fazer inúmeros procedimentos sugeridos pelo atendimento via chat da Motorola, sem nenhum sucesso, recebi uma dica simples e matadora do Junior pelo Twitter: ao invés de usar a palavra chave anotação, use anotar. Assim, basta dizer “Ok Google Now.. Anotar.. blablabla” e tudo voltará a funcionar como antes. Ou seja, a Motorola, por algum motivo desconhecido, resolveu trocar a palavra chave e não informou ninguém, sejam os usuários, sejam seus funcionários de suporte.

     Aproveito para lembrar que, se for a primeira vez que você chama o recurso, ele vai perguntar qual será o app padrão das notas. Existe uma pequena lista de compatíveis, como o Google Keep. Mas como uso o Wunderlist há anos, tenho optado por ele.

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abr 07

As câmeras IPs que tem por ae são todas iguais?

10 Comentarios »Postado por GordoGeek em 07/04/2014 às 18:27h

     Quem acompanha o blog ou meu twitter há algum tempo já sabe que eu sou “meio” freak e tenho quase 80 câmeras em casa. Paranóia a parte, elas já me ajudaram em inúmeras situações, como coisas que “desaparecem” na mão de funcionários, prestadores de serviços que vem fazer alguma coisa aqui e até em caso de roubos na vizinhança. A PM, já sabendo disso, sempre vem aqui me pedir ajuda quando acontece alguma coisa na região e as imagens sempre são bem úteis.

     Grande parte das câmeras que tenho atualmente instaladas foram compradas na China, via DealExtreme. Na época do dólar baixo e sem IOF de 6,38%, cada câmera saia menos de R$ 100,00, enquanto as versões nacionais no Mercado Livre beiravam R$ 500,00. Porém, a situação macroeconômica mudou, o dólar do cartão bate R$ 2,50 direto, o IOF foi pra 6,38%, a demora na entrega subiu pra até 3 meses e hoje eu li que a Receita Federal fechou uma parceria com os Correios, onde eles vão tributar quase 100% do que for comprado no exterior. Somado a isso (não sei o real motivo), mas vários vendedores no Mercado Livre começaram a oferecer câmeras IP na faixa de R$ 150,00. Ou seja, comprar lá fora deixou de compensar.

     Em janeiro eu comprei duas câmeras IP no Mercado Livre, pagando menos de R$ 300,00, com frete incluso. A princípio eu torci o nariz pra elas, pois o software me pareceu chato e limitado. Porém, quando fui colocá-las em operação, notei que o sinal Wi-Fi delas era muito mais forte que as outras, chegando sem problemas a lugares onde as antigas não funcionavam. Além disso, o ângulo de visão delas era maior, ou seja, cobria maior área sem precisar ficar rotacionando pra direita e esquerda. Empolgado, algum tempo depois comprei mais duas, com o mesmo vendedor. Porém, para a minha surpresa, as câmeras que vieram, apesar de esteticamente muito similares as anteriores, rodavam outro software e também tinha o Wi-Fi fraco, além do ângulo de visão menor.

     Quando eu indaguei o vendedor do Mercado Livre sobre isso, ele me disse que compra as câmeras em grandes lotes e nunca sabe o modelo que vai vir. Bom, pode fazer sentido pra ele, mas pra quem compra, é uma furada. Especialmente quem, como eu, já havia comprado e gostado do produto anterior. Ainda estou tentando “sensibilizá-lo” sobre isso, já que a diferença entre os dois produtos é gritante.

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Categoria(s): Dicas
abr 02

     Conheço muita gente que torce o nariz quando eu indico pra comprar algo no Mercado Livre. De fato existem pessoas e empresas querendo bancar o esperto por lá, mas no geral, dá pra fazer uma boa compra, especialmente se você seguir alguns cuidados, como só comprar de quem já tem um bom histórico. Porém, já me contradizendo, vejam o que ocorreu essa semana comigo.

     Eu estava precisando de alguns cartões microSD e, pra não ter que pedir pra amigo trazer de fora (como geralmente faço), acabei optando por comprar no Mercado Livre mesmo. Não optei pelos mais baratos disponíveis, mas sim pelos mais confiáveis, como geralmente faço pra não ter problemas. Vejam aqui as duas compras que fiz, de dois vendedores diferentes.

     Em ambos os casos eu recebi os cartões em envelopes e não em caixas, apesar de ter morrido com uma boa grana de frete, o que daria perfeitamente para mandar com extremo cuidado. Mas o pior não é isso. Ao receber o envelope eu notei que o tamanho e formato não pareciam trazer conteúdos originais. Dae, eu acabei filmando. O primeiro vídeo eu não tapei meu endereço, então disponibilizei apenas o segundo. Porém, ambos vieram exatamente do mesmo jeito.

     Ano passado eu comprei alguns cartões da mesma SanDisk na Amazon e vieram numa embalagem completamente diferente, com todo o cuidado e zelo que se espera quando se compra uma coisa dita original. Mas, antes que me acusem de estar sendo injusto, esses cartões podem ser originais? Eu desconfio muito, mas podem. Segundo ambos os vendedores, são embalagens OEM, pra conseguir preço mais barato. E você? Confia?

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mar 27

Controlando luminárias com a tomada Belkin WeMo

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 27/03/2014 às 10:11h

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mar 21

Como instalar o TWRP no tablet LG G Tab 8.3 V-500

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 21/03/2014 às 18:18h

     Esse post é uma continuação do anterior, onde explico como preparar o ambiente e fazer root do LG G Pad. Caso você ainda não tenha lido, dê um pulo lá, deixe tudo pronto, depois volte aqui.

     Primeiramente eu queria agradecer ao @otaviofsousa pela ajuda, pois eu fiquei um tempão batendo cabeça com o tablet, tentando por o CWM nele, até que o Otávio me deu a dica pra por o WRTP que daria na mesma. E deu mesmo.

     Você deve baixar o arquivo que contém o procedimento, descompactá-lo, plugar o tablet no cabo microUSB do computador e executar o .bat. Basta seguir as instruções da tela e ele irá reiniciar já com o TWRP, lhe mostrando todas as opções para customizar a ROM do aparelho.

     Em todos os meus aparelhos Samsung, eu consigo entrar em modo download e modo de recuperação ligando-os segurando os botões power + volume pra baixo ou power + volume pra cima. No LG G Tab eu tentei fazer, sem sucesso. Tentei também outras combinações e nada. Nesse caso, fica a dica de usar o app Quick Boot pra conseguir entrar no modo Recovery novamente, caso precise.

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Categoria(s): Android
mar 19

Como instalar o Cyanogenmod no LG G Tab 8.3 V-500

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 19/03/2014 às 16:19h

     Esse post é uma continuação do anterior, onde explico como preparar o ambiente, fazer root e instalar o WRTP no LG G Pad. Caso você ainda não tenha lido, dê um pulo lá, deixe tudo pronto, depois volte aqui.

     Uma vez que você já tenha preparado o tablet, basta entrar no site do Cyanogenmod pra baixar a versão compatível com o LG G Pad V-500. Feito isso, copie-o para o cartão microSD que usa no tablet.

     O próximo passo é baixar os Google Apps, que também devem ir pro cartão microSD. Se você não fizer isso, o tablet até vai iniciar com o Cyanogenmod, mas você estará sem Google Play, Gmail e tudo o mais. Ou seja, baixe o arquivo!

     Como eu disse no post anterior, não achei a sequência correta pra iniciar o LG G Pad em modo de recuperação. Assim, recomendo que usem o app gratuito Quick Boot. Uma vez dentro do WRTP, mande limpar o conteúdo antigo, monte o cartão microSD, mande instalar o arquivo do Cyanogenmod e posteriormente o Google Apps.

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mar 19

Como fazer root do tablet LG G Tab 8.3 V-500

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 19/03/2014 às 15:59h

     Já tinha algum tempo que eu tava de olho no LG G Tab 8.3”, mas só recentemente eu consegui comprá-lo, numa super promoção no Submarino. O tablet tem CPU quad-core, 2GB de RAM e uma tela maravilhosa. Sabe quanto eu paguei? Inacreditáveis R$ 539,10. Preço de Xing Ling.

     Logo que eu abri a caixa, vi que o aparelho era bem bonito, fininho e leve. Ele tem um formato um tanto diferente, mais “esticado” na altura. Com isso, a pegada dele é muito boa e dá pra abraçá-lo com os dedos com certa folga. Quanto a performance, como devem imaginar (pelas especificações que já falei), também é muito boa. Porém, o software da LG, minha nossa sra: é horrível! Todo customizado, com ícones modificados, que nada lembram o Android puro. Assim, comecei a procurar como modificá-lo.

     Antes de apelar pra troca de ROM, decidi fazer o root no aparelho, pra eu ter mais autonomia e controle sobre ele. O processo é bastante simples, mas para ter certeza que tudo vai dar certo, eu sempre faço essas coisas num PC da Dell rodando Windows XP. Dá pra fazer no Mac rodando virtualização? Acho que até daria, mas resolvi não arriscar.

     A primeira coisa que fiz foi baixar e instalar os drivers da LG. Depois eu baixei um arquivinho pra fazer o root em si. Ao descompactá-lo, você verá dentro do diretório um arquivo .bat, que detém os parâmetros do procedimento. Mas antes, você precisa ativar o modo debug do aparelho.

     A ativação do debug USB é feito pelo modo de desenvolvedor. Para ativá-lo, vá até configurações, sobre o tablet, de alguns toques rápidos sobre o menu “número da versão” e você receberá um aviso da ativação. Volte um menu, entre em “Opções do desenvolvedor” e ative “Depuração USB”.

     Feito isso, você já pode conectar o tablet no cabo microSD ligado ao computador que baixou os arquivos. Execute o arquivo .bat, siga as instruções na tela e o aparelho estará com root. Para se certificar disso, baixe o app RootChecker e verifique se foi bem sucedido.

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Categoria(s): Android
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