dez 13

Porque comprar um Moto X Play ao invés de um Zenfone 2

3 Comentarios »Postado por GordoGeek em 13/12/2015 às 21:41h

     Na semana passada eu fiz um post sobre a decepção que tive ao usar o smartphone Zenfone 2 da Asus. O aparelho foi muito elogiado por um bocado de sites de tecnologia, como sendo super poderoso, arrasando nos benchmark, mas eu simplesmente detestei o gadget.

     Eu pedi o cancelamento da compra no Submarino e, antes mesmo do estorno, acabei comprando um Motorola Moto X Play, que muitos vem dizendo ser uma super decepção da marca, um verdadeiro downgrade pra quem tinha a versão do ano passado. Mas por que eu optei pelo azarão, ao invés do favorito? Vamos lá, pois tenho alguns pontos pra explicar a decisão.

     Se tem uma coisa que a Apple sabe fazer é propiciar uma boa experiência ao usuário, independente das especificações técnicas, que ficam em segundo plano. O iPhone 6, que é um excelente aparelho, tem apenas 1GB de RAM e uma CPU dualcore. Enquanto isso, concorrentes do mundo Android (como o próprio Zenfone 2) trazem 4GB de RAM, outros entregam CPU octa-core, blablabla. Isso realmente importa?

     Muita gente criticou meu vídeo sobre o Zenfone 2 no YouYube dizendo que eu dei ênfase demais em design e isso é uma coisa muito pessoal. Não, não é. Se todo o mercado tivesse fazendo as cagadas que a Asus fez, tudo bem. Mas não é isso que estamos vendo. A Asus tentou copiar a LG em alguns pontos e deu um belo tiro no pé. Colocar caixas de som traseiras, onde o som fica abafado quando o aparelho é apoiado na cama, impossibilitando assim de ver um vídeo, não é legal. O mesmo vale para os botões na traseira, forçando o usuário a virá-lo toda vez que quer ajustar o volume. Ao digitar algo com o aparelho na mesa, ele fica “dançando” devido a sua curvatura avantajada. E por ae vai… Um verdadeiro show de horrores, que ninguém na Asus teve o bom senso de gritar PARE.

     Eu sinceramente não consigo ignorar falhas graves de design como essa, pois me afetam a todo minuto que interajo com o gadget. Porém, vamos deixá-las de lado só por um instante e vamos nos concentrar em outros ítens, como a pífia autonomia de bateria (chega ao meio dia com 45% de bateria), os 59% de RAM que o sistema devora mesmo sem nada carregado ou o fato de ter que abrir o aparelho para inverter os chips das operadoras, pois não dá pra fazer isso via software.

     Com o aumento do dólar e a venda da Motorola para a Lenovo, a linha Moto realmente sofreu um duro baque. Nem de longe são os espetaculares aparelhos de 2013/ 2014. Porém, não são de todo ruim. Eles são equilibrados. E essa é a palavra-chave. Deixaram de lado grandes números, um acabamento mais refinado, mas conseguiram entregar uma boa experiência pro usuário e isso é o que importa no final das contas. Não quero ficar lembrando quantos GB de RAM o aparelho tem. Quero clicar em algo e carregar rápido. E isso o Moto X me entrega.

     Eu optei pelo Moto X Play, concorrente direto do Zenfone 2 (ambos tem a mesma faixa de preço) porque não gosto de apps de terceiros inundando meu aparelho, sem que eu possa desinstalá-los (bloatware). Gosto de um Android puro, sem customização (ainda mais de péssimo gosto como a ZenUI). Isso só deixa o aparelho mais lento e inseguro, tendo em vista que atrasa os updates.

     A Motorola nunca teve uma câmera que se destacasse em seus smartphones. Muito pelo contrário. Mas eles finalmente acertaram a mão e colocaram uma câmera bem razoável nos Moto X desse ano. Aliás, até os Moto G, tiveram uma melhora significativa. Não vou comprar com o iPhone, porque isso seria covardia (e burrice, já que um custo R$ 1.000 e outro R$ 4.000). Mas se você levar em conta que o Sony Xperia Z5 custa mais de R$ 4.000 e tem uma câmera pior que a do Moto X, é um ótimo negócio.

     A bateria também ficou mais “esperta” (enormes 3630mAh) e tem durado mais. Segundo os primeiros testes, dá pra chegar até o final do dia num uso intenso ou um dia e meio pegando mais leve com o bichinho. Pra mim, se durar um dia todo de uso, no meu ritmo, cumpre seu papel. O que não pode é no meio do dia me forçar a pegar leve ou pior: me deixar na mão. Durante a madrugada eu durmo e não uso telefone, então o que espero é ter um aparelho que me aguente durante o dia, enquanto estou acordado e preciso dele. E como eu não moro numa vila indígena sem energia e posso deixá-lo carregando, sem problema de durar “só” um dia.

     Muita gente pode achar bobagem, mas eu sou fã dos comandos de voz do Google. Poder interagir com seu aparelho durante o dia, sem ter que pegá-lo na mão, disparando comandos sem apertar nenhum botão é coisa linda. E depois que você se acostuma, abrir mão disso é muito complicado.

     Apesar da TIM e OI terem liberado novos planos com tarifas super agressivas pra outras operadoras, ambas tem sinal muito ruim na minha cidade (e acredito que em grande parte do país). Claro e Vivo ainda seguem com a melhor cobertura, apesar dos planos mais caros. E é por isso que ainda preciso de um aparelho dualSIM e com possibilidade de usar, senão 4G, pelo menos 3G em ambos os slots, podendo comutar rapidamente, via software, sem ter que abrir a capa do aparelho no meio da rua, ejetar um SIM, colocar no bolso, ejetar outro, colocar no primeiro slot, tirar o outro SIM do bolso..

     Em testes de performance, medidos por aplicativos como GeekBench e AnTuTu, o Moto X Play tomou uma surra do Zenfone 2. Foram em torno de 35% de diferença. Mas, ainda bem, no dia-a-dia, pro meu uso, isso não se mostrou significativo. Pelo contrário. Enquanto eu experimentava alguns lags (travadinhas) no Zenfone, no Moto X Play eu sinto o sistema roda tudo super fluido. Talvez, porque não tem a customização cagada da fabricante pra atrapalhar, mas não posso afirmar que seja isso.

     Confesso que fiquei incomodado quando tava escolhendo entre Moto G de terceira geração e Moto X Play. Cheguei a encontrar promoções do Moto G por R$ 750, enquanto o Moto X Play saiu por R$ 997. Meu desconforto foi saber que o Moto G tem proteção IPx7, podendo ter contato com água, enquanto o Moto X não. Como assim? Eu tô pagando mais caro num modelo superior e ele não traz os mesmos recursos do mais barato? Talvez a Motorola, na sua luta por cortar custos, teve que fazer esse sacrifício (assim como outros). Mas eu fiquei fulo com isso.

     Falando em me deixar fulo, que diabos é aquilo de ter que escolher entre um segundo SIMcard e o cartão microSD no Moto X Style, Motorola? Sério que não dava pra colocar a gaveta do microSD em outro canto e deixar o usuário ficar com 2 operadoras e espaço extra? Burrice tem limites e vocês estão chegando bem perto dele. Conselho de quem gostou muito da marca no passado recente e está ficando descrente.

     Espero que nos próximos dias não surjam novos fatos desagradáveis no uso do Moto X Play, pois até o momento, as primeiras impressões são muito boas e certamente não me arrependo de ter devolvido o Zenfone 2.

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Categoria(s): Android
dez 10

Comparativo: Nokia Lumia 2520 vs Sony Xperia Z2

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 10/12/2015 às 17:02h

     Crise batendo a porta do consumidor brasileiro, produtos já com quase 2 anos “encalhados” e as empresas precisando fazer dinheiro e girar o estoque pra abrir espaço pros novos modelos. Essa combinação de fatores tem feito os varejistas anunciarem bons produtos, mas um pouco antigos, por preços bem interessantes, como é o caso dos tablets 4G Nokia Lumia 2520 e o Sony Xperia Z2.

     Tanto o Sony, como o Lumia, tem muitas coisas parecidas e outras bem diferentes. Começando pelas parecidas, ambos tem um acabamento bem legal, 4G compatível com o padrão brasileiro, boa performance e tamanhos quase iguais. Porém, um roda Android e outro é movido pelo Windows RT, que já foi aposentado pela Microsoft. Qual a melhor escolha? Veja o vídeo acima.

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Categoria(s): Android, Windows Phone
dez 02

Uma enorme decepção que atende pelo nome de Zenfone 2

15 Comentarios »Postado por GordoGeek em 02/12/2015 às 20:18h

     A crise tá foda. Acho que não sou o único a achar isso, né? E justamente pelo aperto no cinto, faz tempo que não compro gadgets. Mas, nesse BlackFriday, tinha R$ 300 em cupons acumulados no Submarino e eles tavam pra vencer. Ae decidi fazer minha única compra da temporada e apostar as fichas num “super smartphone” com 4GB de RAM. Ele tava de R$ 1.399 por R$ 999 (em 20 vezes no cartão Submarino), menos os R$ 300 dos cupons, saiu R$ 699 em 20 vezes sem juros!

     Como todo bom geek, fiquei todos os dias de olho no status do pedido. Quando saiu pra entrega, roia as unhas para esperar o bicho chegar. Estava super ansioso e entusiasmado, já que um smartphone com 4GB de RAM deve ser o capeta de bom, né? E eu estou usando um modesto Lumia 435 DTV.

     Logo que tirei o aparelho da caixa, comecei a “achar defeitos” que foram se acumulando e me incomodando. Ele é pesado demais, a traseira muito curva e lisa (pedindo pra cair), os chips são microSIM (e não nanoSIM), a bateria não é removível, o software é extremamente poluído com uma customização de péssimo gosto da Asus e por ae vai. Em resumo: detestei com menos de 10 minutos mexendo.

     Quando eu fui gravar o vídeo com meus comentários, eu já sabia que daria polêmica. Eu realmente não gosto de falar mal de um produto. Gosto de fazer boas compras e ficar feliz com elas. Porém, quando minha única compra da BlackFriday é um produto todo cagado, eu tenho obrigação moral com meus leitores, alertando-as da tremenda roubada que é esse aparelho. Especialmente quando o marketing da Asus despeja rios de dinheiro, dando o aparelho para vários influenciadores, que na verdade usam iPhone, mas no dia que recebem o smartphone (e vendem logo em seguida), falam maravilhas (mas nunca mais usam). Vocês já devem ter visto muita blogueira de moda assim, né?

     Eu gosto de ver pequenos “filmes” na cama logo após o almoço. Pode ser algo no YouTube, Netflix, etc. E logo que coloquei o aparelho na cama, percebi várias coisas horríveis. Primeiro, as caixas de som traseiras abafam completamente o som, ficando impraticável usá-lo dessa forma. Segundo, como os botões de volume ficam na traseira, toda vez que você quiser fazer algum ajuste, terá que pegar o aparelho com as duas mãos, virá-lo e acessar os botões. Por fim, a tal traseira abaulada que faz com que o aparelho fique “dançando” quando você dá toques na tela do mesmo, seja pra escolher o conteúdo, dar um pause, acessar uma notificação, etc.

     Um dos comentários mais divertidos que deixaram no YouTube foi que não era justo eu comparar o Sony Xperia Z2 com o Asus Zenfone 2, pois o Z2 é highend e o Asus é midleend. Gente, a Sony lançou o Z2 em fevereiro de 2014 e a Asus lançou o Zenfone 2 mais de um ano e meio depois. E outra: o Zenfone 2 tem o dobro de RAM do Z2. Se a comparação é injusta, só pode ser com a Sony e não com a Asus. Bom senso mandou lembranças..

     Outra leva de comentários disse que são apenas opiniões rasas. Lançar em 2015 um aparelho com microSIM e não nanoSIM é razoável? Encher o aparelho com software customizado que só atrapalha a experiência de uso, compromete a segurança e atrasa os updates é razoável? Botões totalmente fora do convencional, longe do caminho natural dos dedos, ignorando todo o bom senso do design é razoável? Pelo amor de Deus.. Não precisam concordar comigo, mas coloquem argumentos válidos na mesa.

     Os fãs da Asus simplesmente ficaram malucos comigo, mas o fato é que a Asus não teve o mínimo cuidado ao pensar situações de uso do aparelho, coisa que a Apple faz a exaustão. São falhas de design que toda vez que você usar o telefone, vai pensar “caralho Asus, como vocês são burros”. E, por isso, eu prefiro devolver o aparelho enquanto posso, ao invés de passar raiva toda vez que eu for interagir com o smartphone.

     Update 07/12/2015 19:28h => Vou fazer esse update para falar mais algumas coisas que notei no uso do Zenfone 2 por quase 1 semana. Hoje eu vi que realmente o aparelho não é pra mim, apaguei tudo, coloquei na caixa e solicitei a coleta pelo Submarino. Por que fiz isso?

     Mesmo as minhas primeiras impressões sendo horríveis, pensei que talvez pudesse me acostumar. Afinal, não se acha um aparelho com 4GB de RAM por R$ 699 (preço da Black Friday + meus cupons de desconto). Porém, algumas aberrações da Asus ficam “gritando” a todo momento na minha cara, enquanto tento usar o Zenfone 2.

     Sobre os famigerados botões, realmente não me acostumei. Talvez uma semana seja pouco tempo, mas novamente eu me pergunto: se é algo tão bom, por que outras fabricantes não foram atrás, já que tudo que é bom, é copiado? Pelo simples fato de que não é bom! Isso é uma aberração! Empresas não gastam milhões em pesquisa e desenvolvimento a toa. Quando elas chegam a certas conclusões, depois de milhares de horas de estudo, sobre onde por o botão, quer dizer que ali é o lugar “certo”. Não foi frescura.

     Eu sou um heavy-user. Achei que 4GB de RAM iriam me fazer sentir no paraíso. Contudo, logo ao ligar o aparelho, o sistema já consome 58% disso. Ou seja, mais um tapa na cara daqueles que dizem que a tal interface da Asus não pesa. Pesa sim sr! Tem muito aparelho Android com “apenas” 2GB de RAM e que o sistema roda com menos de 700MB e se comporta de forma muito mais lisa. Além disso, a Asus não permite remover um monte de apps, o que é extremamente chato. Por que eu não posso remover o Amazon Kindle que vem instalado? De certo porque a Asus fez parceria com a Amazon, levou uma bela grana e socou o app ali. Isso me irrita muito! Eu paguei pelo telefone. Não sou palhaço pra ficar com um app ali, útil ou não, que eu não possa remover.

     A câmera do Zenfone 2 é realmente bem satisfatória. Não é nada excepcional, mas ela costuma ser rápida e fazer fotos decentes quando existe bastante luz. De noite, ae já complica tudo. Ela raramente acerta o foco.

     Guardei o melhor para o final. Apesar do Zenfone 2 ser um aparelho dual-SIM, apenas o slot 1 possui acesso a dados. Ou seja, se você (como eu), tem 2 planos, com 2 planos de dados, pra poder comutar rapidamente (via software) qual chip usar, a depender da qualidade do sinal, ficará frustrado. Não tem como fazer isso! A única forma é abrir a capinha, tirar os 2 chips e inverter a posição deles. É ridículo isso num aparelho lançado na metade 2015. Inaceitável!

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Categoria(s): Android
nov 30

Bem vindo a curadoria de bunda bonita e bacon

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 30/11/2015 às 10:50h

     Há alguns dias eu dei uma dica aqui sobre como usar um recurso do Android pra evitar brigas desnecessárias no seu relacionamento. Abaixo eu mostro um pouco na prática como isso funciona.

     Como nem todo mundo usa Android (ainda mais com root) ou simplesmente não quer ter esse trabalho, na minha missão de conseguir um prêmio nobel, criei um esquema para compartilhar no Twitter, Facebook e Tumblr os likes que distribuo nas minhas contas do Instagram. Sim, contaS, no plural. Pra separar melhor as coisas, tenho várias contas.

     Eu sou um tarado por organização. Deve ser o TOC que me atormenta e gosto de separar tudo. Assim, deixei a minha conta G0rd0G33k pra postar coisas de tecnologia, uma pessoal (fechada) pra coisas família, outra só com mulheres bonitas (GG_Gatas), uma para paisagens fantásticas (GG_Paisagens), outra pra p0rn food (GG_Comidas), uma para projetos de arquitetura, casas e design interessantes (GG_Casas) e finalmente uma para bizarrices de gente ryka (GG_Rykos).

     Quem me acompanha a mais tempo deve lembrar que eu tinha o hábito de compartilhar muitas notícias de tecnologia no meu perfil GordoGeek no Twitter. Como algumas pessoas reclamavam que eu floodava a timeline com tanta coisa, no meio de 2011 eu acabei criando uma outra conta pra isso: GdGkNews. Lá eu faço uma curadoria das notícias mais importantes de TI, filtrando coisas repetidas, publi, etc. As notícias não são apenas em português, porque eu costumo dar preferência ao veículo que divulgou primeiro. E, diferente do que acontece em vários perfis de notícias que sigo, não fico enviando a mesma notícia ao longo dia, pra tentar atingir mais pessoas. Aliás, acho isso um saco e uma das vantagens da curadoria que faço é exatamente essa: sem repetições desnecessárias que só enchem o saco e fazem o leitor perder tempo.

     Se você ainda está pensando: “mas que coisa mais desnecessária!”, deixa só pra te dar um exemplo, como mostro no vídeo acima. Só na conta de mulheres bonitas, sigo mais de 700 perfis do mundo todo. Se você seguir algo parecido, vai perder um tempão. Além disso, vai ver um monte de fotos que não está a fim, como propagandas, unhas, pets (gatos, cachorros, papagaios, etc.), comidas, frases motivacionais, blablabla. A minha função é fazer uma curadoria nas diversas áreas dos perfis, de bunda a bacon. Assim, faço um resumo do mais importante e relevante sobre o tema e você economiza tempo, além de não precisar seguir trocentas contas e criar confusão com a patroa.

     Se a sua namorada é daquelas que não pode ver um decote na sua timeline que passa os próximos 45 minutos te dando esporro, não siga nenhuma gata no Instagram. Instale o app do Tumblr, joga o ícone dele em algumas pasta perdida no seu smartphone, siga apenas meu perfil de GG_Gatas ou simplesmente aponte seu browser para a URL mais fácil de lembrar de todos os tempos: http://GATAS.gordogeek.com. Confessa vai, você quer me dar um super aperto de mão e um enorme obrigado por tornar sua vida uma moleza, né?

     Vou passar todos os endereços onde você pode acessar esse conteúdo selecionado por áreas pra vocês. Vamos começar com as URLs fáceis que apontam para o Tumblr. Como já disse, tem o de http://gatas.gordogeek.com, para mulheres bonitas. Lembrando: são mulheres bonitas e não putaria! Se quer putaria, acesse o http://putaria.gordogeek.com (não disse que sou organizado?!). Para paisagens do caralho, http://paisagens.gordogeek.com. Para comidas de saltar aos olhos, http://comidas.gordogeek.com. Tem também o http://casas.gordogeek.com e o http://rykus.gordogeek.com.

     As contas de Twitter são: @GG_Gatas, @GG_Paisagens e @GG_Comidas. No Facebook: Gatas, Paisagens e Comidas.

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Categoria(s): Android
nov 20

Como não brigar nunca mais com a namorada

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 20/11/2015 às 12:19h

     Estou querendo receber um prêmio Nobel da Paz pra dar up no currículo, então farei esse post ensinando como você pode fazer pra nunca mais brigar com sua namorada por causa de ciúmes bobos, quando ela pega seu celular cheio de putaria.

     Há 2 anos eu fiz esse post ensinando como habilitar o recurso de múltiplos usuários num smartphone Android 4.x. Felizmente, desde o Android 5 que esse recurso já está habilitado por padrão. Assim, nessa primeira etapa, você não irá precisar de root ou nenhum recurso especial.

     Uma vez que vários apps tradicionais do uso diário, como WhatsApp, Facebook, Instagram e afins não permitem múltiplos usuários, pra você deixar um como aquele “namorado modelo” e outro onde a putaria reina, a solução é fazer isso gerenciando dois usuários no Android. Mas como habilitar o recurso salvador?

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Categoria(s): Android
nov 19

Como usar o Apple Music no cartão de memória

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 19/11/2015 às 23:44h

     Recentemente a Apple liberou uma versão do seu serviço de música por streaming para Android, cumprindo o que havia prometido anteriormente. Contudo, ele ainda é beta e, assim como acontece na versão pra Mac e iOS, ainda é um tanto bugado.

     É natural que um produto/ serviço recém lançado tenha bugs. Sou desenvolvedor e sei bem do que estou falando (carinha de culpado). Também já estou nessa #VidaDeTI há muito tempo pra saber que esperar que um produto novo seja melhor que um já bem estabelecido no mercado é um tanto utópico.

     Deixando as instabilidades do serviço e do app de lado, vamos ao assunto principal do post: uma vez que a primeira versão do app para Android não trouxe a opção do usuário escolher onde manter as músicas offline, como hackeamos isso, nos permitindo salvar as músicas no generoso cartão microSD ao invés do minguado espaço interno do smartphone?

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nov 04

GloboPlay – Vendo a programa ao vivo fora de SP e Rio

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 04/11/2015 às 16:45h

     Essa semana a emissora carioca lançou o aplicativo GloboPlay, que permite, entre outros recursos, ter acesso a programação ao vivo do canal. Porém, essa opção ficou restrita as capitais de São Paulo e Rio de Janeiro. Com isso, muita gente de outras regiões ficou se perguntando: como burlar isso?

     No PC eu tentei usar várias VPNs, me conectando por IPs de São Paulo e Rio de Janeiro, mas não tive sucesso. Fiz o mesmo procedimento no iOS e Android, mas nada. Até que um leitor (Daniel Taiguara) me deu a dica de usar o app gratuito Fake GPS Location, que como o nome sugere, permite “enganar” o GPS do dispositivo móvel. E realmente funcionou, como demonstro no vídeo acima.

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Categoria(s): Android
out 05

Como instalar aplicativos da Google Play americana

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 05/10/2015 às 17:37h

     Recentemente eu precisei instalar um app que só estava disponível na Google Play americana (iSmartAlam) e fiquei meio sem saber como proceder. Primeiro, pensei que talvez fosse necessário ativar uma VPN e usar um IP americano. Mas não deu. Depois, tentei colocar meu chip da T-Mobile no celular e também não deu. Descobri que contornar essa limitação era mais simples do que eu imaginava. Vamos aprender como!

     Se você tiver uma conta Google americana, basta mudar pra essa conta na Play Store e baixá-lo. Caso ainda não tenha, será necessário criar uma. Contudo, recentemente o Google está fazendo algumas validações e isso pode ser um problema pra você. Mas dar um jeitinho nisso é fácil.

     Nos últimos dias eu escrevi uma séria de artigos aqui dando dicas de como usar uma VPN gratuitamente, bem como conseguir um número de telefone americano também na faixa. Pra criar a conta Google gringa, você precisará de ambos. Porém, apenas na criação. Depois, pra usar, não será necessário.

     O primeiro passo é abrir uma aba anônima no seu navegador favorito (Chrome, Firefox, Safari e outros tem esse recurso), para que ele não identifique qualquer outro login seu no Google. Depois, ative a VPN e certifique-se que está com um IP americano. Você pode fazer isso acessando o site MeuIP, por exemplo. Depois, acesse o Gmail, informe que deseja criar um novo cadastro e preencha seus dados. Provavelmente, lá no final, ele vai te pedir um número americano para enviar um SMS e validar a conta. Informe o criado previamente (conforme oriento no outro post) e pronto.

     Com sua conta Google criada, logue-a no smartphone, procure o app que deseja baixar e corra para o abraço. Ah, caso ainda não tenha, aproveite para criar um Google Voice e faça chamadas ilimitadas/ SMS para Estados e Canadá e um correio de voz muito bom, com transcrição de voz para texto, além de recursos muito interessantes de telefonia e comunicação no geral.

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Categoria(s): Android
set 22

Como colocar um Sony Xperia em recovery mode

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 22/09/2015 às 16:44h

     Depois de arrebentar meu Sony Xperia Z3 num ataque de fúria, logo após ele se recusar a ligar, acabei tendo que usar meu antigo Xperia Z2. E hoje, logo após fazer um update de uma versão cagada do Cyanogenmod, ele entrou num reboot eterno. Ae veio o problema: como colocá-lo em recovery mode e voltar pra versão antiga, já que eu sempre fazia isso por software e nunca por combinação de teclas?

     O procedimento é tão fácil que parece que está incompleto. Mas basta você desligar o aparelho, esperar alguns segundos, ligá-lo novamente e, logo que ele der sinal de vida, já começar a apertar, seguidamente, a tecla de volume pra cima. Com isso, ele vai entrar no modo de recuperação, permitindo que você execute os procedimento necessários.

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Categoria(s): Android
mai 16

Como fazer um relógio Android Wear funcionar com iPhone

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 16/05/2015 às 18:07h

     Confesso que eu gostava do relógio Gear 2 da Samsung. Não era perfeito, mas me atendia bem. Porém, ele só funcionava (nativamente) com um smartphone da Samsung. E, como eu quero essa marca bem longe da minha vida, acabei abrindo do mesmo e atualmente uso um Pebble, que funciona tanto com Android, quanto com iPhone.

     Um dos grandes problemas dos relógios com Android Wear é que eles só funcionam com dispositivos Android (de qualquer fabricante, desde que rodem Android superior a 4.3). Porém, quem tem iPhone, não vai poder fazer uso desses relógios. O Google até já prometeu arrumar as coisas, mas enquanto isso não acontece, desenvolvedores pelo mundo fazem hacks/ gambiarras pra coisa funcionar.

     Sinceramente, acho que muito usuário de iPhone não vai querer um relógio inteligente, que dirá um que não seja da Apple. Porém, como o Apple Watch está em falta, mesmo nos Estados Unidos e quando chegar ao Brasil, vai vir custando os olhos da cara (em torno de R$ 2.000,00), pode ser que alguns usuários topem comprar um Android Wear (na faixa de R$ 450,00), só pra ter notificações no pulso. Será?

     De qualquer forma, recebi a dica do hoje no Twitter e resolvi fazer o teste. Baixei um app no Android, baixei o app no iPhone e fiz a bagaça funcionar como no tutorial que havia recebido. Pode não ser muito intuitivo, mas na realidade é super simples. Vamos a um passo a passo.

     A primeira coisa a fazer é deixar o Android Wear conectado ao Android. Ao instalar o app da loja, irá aparecer o aplicativo no relógio. Basta rodá-lo e ativar o serviço para iOS e o push. Em seguida, desligue o bluetooth do Android e deixe o relógio sem parear. Em seguida, abra o aplicativo no iPhone e mande procurar. Ao mesmo tempo, mande também localizar o iPhone, pelo app do relógio. Uma vez conectados, faça o teste e veja se funcionou. Lembrando: só funciona pra receber. Não dá pra responder.

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