dez 30

Evite que o iPhone devore o plano de dados em minutos

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 30/12/2015 às 17:48h

     Depois de quase 3 anos usando Android, minha irmã ganhou um iPhone de natal do meu pai. Ela estava toda feliz, mas pouco tempo, ficou p. da vida pois seu plano de dados, que antes durava o mês todo, estava sendo devorado. Ela chegou a ligar algumas vezes para Vivo, mas a operadora dizia que não poderia fazer nada e o pacote estava mesmo sendo todo consumido em minutos.

     A bizarrice chegou ao ponto de um dia ela mandar um SMS contratando mais 100MB com a Vivo, deixar o telefone carregar e ir pra piscina. Quando ela voltou, poucos minutos depois, já tinha a mensagem da contratação do pacote e logo em seguida outra mensagem, dizendo que os 100MB haviam sido consumidos. Aparentemente, era um erro da operadora, né? Mas infelizmente, não. O problema eram as configurações nativas do iPhone e de alguns aplicativos, como o WhatsApp.

     No vídeo acima eu dou algumas dicas de como configurar o iPhone e o WhatsApp para que seu plano de dados não seja consumido em pouquíssimo tempo. Com certeza isso deveria vir dessa forma nativamente, sem que o usuário tenha que configurar, já que nem todos sabem dessa problema e como fazer para corrigí-lo. Uma vez que não é assim, divulgue esse post para ensinar os amigos, especialmente os novatos no mundo Apple.

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dez 30

Como fazer o plano de dados da Claro funcionar no iPad 3G

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 30/12/2015 às 14:52h

     Fiquei algumas semanas com um problema muito chato: não conseguia usar o 3G/ LTE do meu iPad. Primeiro achei que o modem tinha queimado. Mas ae tentei chips da Tim, Oi e Vivo, chegando a conclusão que o problema só ocorria mesmo com o chip da Claro.

     Procurei um monte no Google e não achei nenhum reporte de problema similar. Mexi um tudo que foi opção, mandando resetar configurações de rede, chegando até a formatar tudo, mas nada de conseguir arrumar. Pior que não dava erro algum ao abrir Facebook, Twitter, Chrome, etc. Só não funcionava. Ae eu resolvi abrir o Safari e me veio uma dica do problema.

     Não faço a mínima ideia do motivo, mas a Claro não autoriza o uso de um chip pré-pago padrão no iPad. O APN padrão bandalarga.claro.com.br não autoriza a navegação. Foi ae que o Everton Favretto apareceu com a solução. Ao trocar o APN por java.claro.com.br, passou a navegar numa boa.

     O problema infelizmente ainda não parece 100% resolvido, porque a Claro dá Facebook e Twitter de graça pros assinantes. Tudo que é consumido pelos apps oficiais, não conta na cota de dados e não é abatido do plano. Nos smartphones, aparece lá no topo “Facebook/ Twitter grátis só na Claro”. Porém, no iPad isso não aparece e a navegação está sendo cobrada. Assim, abri um chamado na Anatel e aguardo a Claro se pronunciar.

     Update 07/01/2016 14:27h => Depois de diversas ligações, a Claro me disse que para resolver a questão, eu teria que migrar meu chip pré-pago para um chip específico para tablet. Nessa modalidade, o chip iria funcionar apenas pra dados e perderia as funções de voz. Um tremendo absurdo!

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dez 17

Sobre o Compartilhamento Familiar e Apple ID

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 17/12/2015 às 18:06h

     Ano passado a Apple introduziu no iOS 8 um recurso chamado Compartilhamento Familiar. A nova função facilitou bastante o gerenciamento de compras dentro de uma família, mas ainda está longe de ser perfeito. Vamos falar um pouco sobre isso.

     Aqui em casa eu tenho iPhone/ iPad, a esposa tem iPhone/ iPad e meus dois filhos, um menino de 5 anos e uma menina de 3 anos, tem iPads (totalizando então 4 pessoas/ membros e 6 dispositivos). Além disso, na família, meus pais e irmãos também tem iPad e/ ou iPhone. Infelizmente, a Apple limitou o número de membros de uma família a apenas 6. Claro, isso deve atender a mais de 95% das famílias, mas há casos que o número acaba sendo insuficiente.

     Antes desse recurso estar disponível, eu acabava configurando os aparelhos dos filhos, esposa, pais e irmãos no iTunes do meu iMac. Eu posso ter até 10 dispositivos cadastrados. E bem, esse número, pra mim, também está sempre me criando problemas. Mas, novamente, pra maioria das pessoas deve ser suficiente e é sempre nisso que a Apple pensa: atender a maioria e não a todos.

     Como sou usuário Apple de longa data, tenho muita coisa comprada na loja deles, sejam apps, músicas, livros, filmes, etc. Sincronizar outra coisa, que não apps, é uma tarefa fácil, pois geralmente não tem updates. Porém, os aplicativos, tem atualizações frequentes e isso acaba gerando alguns probleminhas.

     Por um tempo eu até deixei meu Apple ID logado nos dispositivos dos meus familiares. E, claro, tinha que deixar a senha com eles também. E, obviamente, como tenho um cartão de crédito válido associado a essa conta, imagina o problema de segurança, além de transtornos como crianças (ou adultos) não autorizados fazendo compras pra você pagar, por mais que você avise (“foi mal, cliquei errado”).

     Eu acabei criando um Apple ID pra cada pessoa/ dispositivo e resolvi parcialmente o problema das compras. Porém, sempre que surge um update, eu tenho que acabar colocando minha senha nos dispositivos, pra autorizar. E, como meus pais não moram na mesma cidade que eu, voltamos ao problema anterior.

     O compartilhamento familiar facilitou um pouco as coisas. Com ele, eu pude colocar minha esposa e filhos no grupo. Tudo que eu compro, eles conseguem baixar também, sem terem que pagar nada a mais por isso (inclusive os updates). Funciona assim: se eles vão comprar algo que eu já comprei, o sistema avisa, deixa-os baixar e não cobrando nada deles. Ou então, eles clicam sobre o meu perfil, veem uma lista do que já comprei e basta clicar em cima (privacidade mandou um beijo).

     Muita gente não sabe e imagina que todos os apps comprados por um membro, estão disponíveis para todos os outros. Infelizmente, não. A enorme maioria funciona assim, mas tem alguns poucos que não. Por que? O desenvolvedor, quando submete o aplicativo pra loja, precisa autorizar o recurso. Se ele não deixar, os membros da sua família não terão direito aos apps que você já pagou. Contudo, apenas uma minoria não autoriza. Então, não devemos nos preocupar muito com isso. Só achei que deveria comentar pois esse post pode servir de guia para quem tiver problemas envolvendo o Apple ID e Compartilhamento Familiar.

     A Apple só permite que pessoas com mais de 16 anos criem seus próprios Apple ID, seja no iTunes, seja na App Store, seja via o próprio site do Apple ID ou pelo dispositivo. Menos de 16 anos tem que ter uma conta criada pelo seu responsável.

     Dentro da aba de Compartilhamento Familiar você tem a opção de criar o cadastro da criança. Se tiverem até 13 anos, você deve autorizar todas as compras deles, inclusive as gratuitas. É uma forma dos pais manterem um certo controle sobre o conteúdo que os filhos consomem. Já se eles tem entre 13 e 16 anos, dá pra configurar pra autorizar que baixem apps gratuitos sem pedir senha e sem ter que pedir permissão de um responsável. No caso de você quer que autorizar tudo, o pedido de autorização chega via push num dispositivo (iOS ou Mac) autorizado e o responsável precisa por a senha do Apple ID pra autorizar.

     Eu sou assinante do plano familiar do Apple Music. Apesar dos meus filhos praticamente não usarem, o plano familiar custa “apenas” USD 3 a mais que o individual e permite que todos os membros do Compartilhamento Familiar tenham acesso ao serviço. Logo, sai muito mais barato que Spotify, Deezer, etc., mesmo com o dólar nas alturas.

     Agora voltamos ao “problema” com meus pais e irmãos. Eu queria criar um único Apple ID pra todos eles, já que, como disse antes, cada conta pode ficar logada em até 10 aparelhos. Assim, eu permitiria que eles tivessem acesso a meus apps (tanto a instalação de novos, quanto updates), além do Apple Music. Mas estou tentando achar a melhor forma de fazer isso.

     Se eu criar um Apple ID de uma “identidade fake”, que tenha até 13 anos, eles não vão conseguir baixar nada sem que eu autorize e eu não quero eles me ligando a todo momento pra eu autorizar isso. Vai ser chato pra mim e pra eles. Logo, descartei isso.

     Eu cheguei a pensar que tinha resolvido o caso criando um fake com 14 anos, pois pensei que eles poderiam baixar os apps gratuitos por si mesmos e os pagos eu teria que autorizar. Mas não funciona assim. Se eu deixo uma opção marcada, eles não podem baixar nada sem eu autorizar. Se desmarco, eles podem baixar tudo (inclusive apps pagos, o que eu não quero) sem eu autorizar. Assim, ainda não achei como fazer. Se você tiver uma ideia, me fale.

     Uma coisa importante a respeito do Apple Music. Você talvez tenha pensado: “vou deixar cada um com seu Apple ID, logado no iCloud e uma conta única na Apple Store, já que são menus diferentes dentro do iOS”. Eu também pensei isso. Porém, o Apple Music é um serviço da loja, mas é vinculado a conta do iCloud. Logo, não rola deixar um login diferente pra cada.

     Hoje é menos necessário que no passado, mas antigamente, era mandatório se ter um Apple ID vinculado a uma iTunes Store de outro país, como os Estados Unidos. Isso porque, na loja brasileira, não havia jogos e mais um monte de apps. Assim, sem um Apple ID gringo, você perderia boa parte de graça de se ter um dispositivo Apple. Logo, tenho um grande histórico de apps comprados lá.

     Quando vi o recurso do Compartilhamento Familiar ser anunciado, logo pensei: acabou a putaria de ter que ficar me logando com várias Apple ID (de vários países) pra fazer os udpates nos meus dispositivos. Coloco todos eles na minha família e resolvo o problema. Nananinão! A Apple só permite que os membros da família tenham Apple ID do mesmo país. Logo, nada de 4 Apple ID brasileiros e um gringo.

     Você deve estar pensando: gordo folgado, não quer nem ter um trabalhinho extra pra ter tudo atualizado. O problema é que, quando eu dou logout do Apple ID no iOS, ele mata tudo que baixei do Apple Music. Ae eu coloco a conta gringa, atualizo, tiro a conta, volto a do Brasil e tenho que baixar tudo de novo no Apple Music. Imagina fazer isso toda vez que tem um update de app que você comprou na conta americana. Chato pra caralho, né? Por isso que deixo baixo os updates pelo iTunes do iMac e depois sincronizo por lá. Ae ele manda pros dispositivos a versão mais nova. Porém, quando faço isso, todas as músicas do Apple Music no iTunes também vão pro saco. Assim, resolvi que não vou manter cache das músicas no iMac.

     Um outro problema que a Apple ainda precisa resolver são as compras feitas dentro de aplicativos (in-app purchase). Eu imaginei que meus familiares teriam acesso a elas também, sem precisar da minha senha. Infelizmente, não tem. Quando clicam no botão de restaurar compras in-app, o sistema não identifica que a conta em questão pertence a minha família e, como eu já paguei por elas, eles também teriam acesso. Nesses casos, eu preciso logar minha conta no dispositivo deles e clicar em restaurar as compras. Contudo, ae eles perdem o cache do Apple Music também. Chato!

     Espero ter esclarecido algumas coisas sobre Apple ID e Compartilhamento Familiar pra vocês. Quem ainda não usa o recurso, recomendo que ativem, pois facilita muito o gerenciamento, especialmente se a sua família tem até 6 membros.

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Categoria(s): Apple
nov 19

Como usar o Apple Music no cartão de memória

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 19/11/2015 às 23:44h

     Recentemente a Apple liberou uma versão do seu serviço de música por streaming para Android, cumprindo o que havia prometido anteriormente. Contudo, ele ainda é beta e, assim como acontece na versão pra Mac e iOS, ainda é um tanto bugado.

     É natural que um produto/ serviço recém lançado tenha bugs. Sou desenvolvedor e sei bem do que estou falando (carinha de culpado). Também já estou nessa #VidaDeTI há muito tempo pra saber que esperar que um produto novo seja melhor que um já bem estabelecido no mercado é um tanto utópico.

     Deixando as instabilidades do serviço e do app de lado, vamos ao assunto principal do post: uma vez que a primeira versão do app para Android não trouxe a opção do usuário escolher onde manter as músicas offline, como hackeamos isso, nos permitindo salvar as músicas no generoso cartão microSD ao invés do minguado espaço interno do smartphone?

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set 24

O iPhone é o melhor smartphone da atualidade. Correto?

4 Comentarios »Postado por GordoGeek em 24/09/2015 às 17:52h

     Muita gente sonha em ter um iPhone, o dito “melhor smartphone da atualidade”, especialmente quem sofre com Android, Windows Phone e outros sistemas. É correto dizer que com o telefone da Apple, você paga mais caro (muito mais caro, diga-se de passagem), mas fica livre de dores de cabeças?

     Antes de despertar a fúria dos fãs da Apple nos comentários, pra quem ainda não sabe, sou usuário de Android e Windows Phone também. Já passei pelos mais diversos aparelhos, de vários fabricantes, tais como Motorola (Moto Maxx, Moto X 2013, Moto X 2014), Samsung (Galaxy S, S2, S3, S4 e S5, Note, Note 2, Note 3, entre outros), Sony (Xperia Z Ultra, Z2 e Z3), LG (Nexus 4 e Nexus 5), Nokia (Lumia 520, 535, 920, entre outros), etc. Ou seja, eu sei que alguns erros não são exclusividades da Apple. Meu ponto nesse post é justamente esse. Mostrar pras pessoas que o iPhone dá erro, alguns bem bizarros, como qualquer outro dispositivo eletrônico, uma vez que ele é muito endeusado como um “dispositivo mágico e revolucionário”.

     Pra não fazer um post gigantesco, vou resumir apenas o que aconteceu comigo na última semana, ok? Começando com a lentidão que observei no meu iPhone 6+ 128GB. Assim, resolvi limpar tudo e começar do zero. Reinstalei o iOS 9 via iTunes e tentei puxar o backup do mesmo. Porém, no meio, ele simplesmente parou. Provavelmente devia ter algo corrompido. Em resumo: tive que apagar tudo de novo e configurar tudo do zero, já que o backup estava imprestável.

     Logo que saiu o update 9.0.1, fiz a atualização OTA (direto do iPhone, sem iTunes). Na volta do reboot, ele não reconhecia minha digital no TouchID. Me pedia a senha de 4 dígitos, eu colocava e ele não reconhecia. Cada vez que eu supostamente errava, ficava alguns minutos sem poder mexer no aparelho. Por sorte, eu estava em casa, pois se estivesse na rua, estaria fudido. Assim, depois de vários sucessivos bloqueios, desisti de recuperar o que tinha no aparelho, entrei no iCloud e mandei limpá-lo remotamente. Tentei voltar o backup via iCloud mesmo, mas também corrompeu. De novo, me vi perdendo horas pra instalar e reconfigurar tudo do zero.

     Por fim, vou contar a história do vídeo acima. Cansado de sofrer com Android, resolvi pegar usar dois iPhones e não mais a dupla iPhone e Android. Voltei meu backup do iPhone principal no outro aparelho (igualzinho, ou seja, um iPhone 6+ 128GB topo de linha) e logo que tentei fazer uma chamada, deu erro. Fiz de tudo pra tentar usar o aparelho e nada, conforme mostro no vídeo.

     Como minha esposa usava esse aparelho e acabou perdendo-o, eu fiz um boletim de ocorrência e mandei bloquear o IMEI do mesmo. Porém, até eu dar o restore com meus dados, ele estava funcionando com o chip da T-Mobile. Mas, como podia ter algum resquício desse bloqueio, fui até as operadoras (Claro, Tim e Vivo), verificar. Segundo eles, não tem bloqueio algum. Me mostraram até a tela do sistema. No caso da Vivo, me deixou até fotografar a tela.

     Liguei no suporte da Apple, contei toda a história e lá também não consta bloqueio algum. Ou seja, não tá bloqueado por ninguém, mas não funciona. Qual o motivo? Até o momento, a Apple não sabe me dizer. Eles abriram um protocolo pra equipe de engenharia, que fica em Cupertino e nos próximos dias eu terei uma posição.

     Esse post é um puro e simples #mimimi que Apple é uma bosta? Não, amigos. Esse post é um relato dos vários problemas que me aconteceram, apenas na última semana, envolvendo o suposto melhor aparelho da atualidade. Ou seja, se você pensa em fazer um sacrifício e colocar mais de R$ 4.000 num telefone, porque ele é o melhor do mundo e você terá uma vida sem problemas com ele, pense duas vezes.

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ago 10

O Find My iPhone da Apple é realmente útil? NÃO!

4 Comentarios »Postado por GordoGeek em 10/08/2015 às 10:05h

     Não é raro, especialmente nos dias de hoje, com celulares custando mais de R$ 3.000,00, que os mesmos sejam alvos fáceis para bandidos. Eles são pequenos, leves e podem ser facilmente roubados/ furtados. Mas a Apple tem um grande sistema de proteção, que inibe esse tipo de crime, deixando o usuário mais seguro. Né? Tadinho de você que respondeu que sim ;)

     Hoje em dia, praticamente todo smartphone, desde o mais baratinho, até o mais topo de linha, tem algum sistema de rastreamento embutido. Tanto a Europa, como os Estados Unidos, pressionaram as fabricantes e adotarem tecnologia visando diminuir o roubo de aparelhos. Assim, Android, iOS e Windows Phone, acabam trazendo ferramentas que dificultam a revenda de aparelhos roubados e também ajudam na recuperação do item.

     No mês passado minha irmã foi vítima de um assalto em São Paulo e levaram o iPhone 4 dela. Ok, já era velhinho, mas era dela. E comprar um novo hoje em dia, não é tarefa muito fácil, ainda mais com o dólar que não para de subir e a Apple sendo “obrigada” a reajustar os preços.

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jun 17

Como saber que softwares estão instalados no OSX/ Mac?

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 17/06/2015 às 11:26h

     Essa semana um leitor, que atua como perito, me perguntou se eu conhecia ferramentas de auditoria para o OSX, já que ele só tinha experiência com Windows, usando o Free PC Audit. Nunca me interessei por isso, mas perguntei ao guru Alexandre Torres e ele me respondeu.

     O Mac já trás embutida uma ferramenta bastante poderosa pra auditoria. Basta ir até o ícone da Maçã, depois em “Sobre esse Mac”. Na tela que vai se abrir, clique em relatório do sistema e depois em Aplicativos. Você terá, detalhado, todos os softwares instalados.

     O Vaine Barreira, nosso leitor que pediu a dica, disse que fez alguns testes e descobriu algumas coisas interessantes. Ele notou que o arquivo de expotação era um .SPX, mas que na real era algo parecido com um .XML. Porém, no Windows, ele não conseguia abrir com a formatação adequada. Assim, em pesquisa, ele descobriu que usando o terminal (system_profiler -detailLevel full > Desktop/Arquivo.txt), poderia gerar um arquivo .TXT.

     Fica a dica pra quem precisar de algo similar no futuro.

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Categoria(s): Apple
mai 26

     Recentemente fiz alguns rolos e acabei pegando um Microsoft Surface Pro 3. Como vocês devem saber, ele é um tablet/ PC, que não tem porta ethernet (rede cabeada), mas tem porta USB 3.0. Como eu tenho o adaptador USB/ Ethernet do MacBook Air, fiquei me perguntando se eu conseguiria aproveitá-lo também no Surface. E não é que dá?

     Seguindo esse tutorial eu baixei o pacote de drivers do Boot Camp para Windows. Ele tem quase 1GB! Ao descompactar, tem uma pasta chamada Asix e dentro dela, um arquivo AsixSetup64.exe. Ao instalar o driver, nem foi preciso reiniciar. O adaptador passou a funcionar de imediato.

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mai 26

Como diminuir o irritante barulho de ventoinha do Mac

4 Comentarios »Postado por GordoGeek em 26/05/2015 às 15:09h

     Comprar produtos Apple no Brasil sempre foi uma coisa cara e distante de ser acessível a todos que gostam da marca. Durante um curto período de tempo, com o dólar baixo e economia aquecida, as coisas se tornaram menos piores. Porém, ainda detínhamos o irritante título de “X mais caro do mundo”, sendo o X o iPhone, iPad, iPod, Mac, etc. Infelizmente, essa época passou e, só esse ano, tivemos 3 reajustes da Apple Brasil. Parte da culpa é sim do câmbio, mas a empresa de Cupertino também tem sua parcela de responsabilidade.

     Eu tenho um MacBook Pro de 2009 e um iMac de 2011. Como vocês devem imaginar, já estaria na hora de comprar novos, né? Porém, não tenho a menor condição de pagar R$ 15.000,00 pra fazer essa troca. Ao invés disso, optei em gastar em torno de R$ 2.000,00 e fazer um update dos meus Macs. Era isso ou voltar a usar Windows. O que, sinceramente, nem estou vendo assim com maus olhos, devido a evolução do Windows 8.1.

     No começo de abril eu fui pra São Paulo e visitei o amigo Victor Fink na sua loja Apple Mania. Diante de mim, na bancada logo a frente, vi o Thomaz, o menino de ouro do Victor, fazer os upgrades em menos de 2 horas. Ele tirou o HDD de 500GB do iMac e colocou um outro HDD de 3TB. No lugar do drive óptico, colocou um SSD de 240GB. Já no MacBook, manteve o HDD de 1TB e colocou também um SSD de 240GB. As máquinas ficaram muito boas. Porém, um “probleminha” apareceu.

     Usando ou não o HDD, a ventoinha do Mac ficava sempre no máximo. Ao indagar o Victor, ele me disse que, talvez, durante o transporte de volta, algum sensor tenha se soltado. Perguntei também ao Alexandre Torres e ele disse que tem alguns apps que podem gerenciar a ventoinha. O que ele me indicou custava a paulada de USD 49. Muito dinheiro, ainda mais hoje em dia!

     Como o app tem um trial, baixei e instalei. Ao ativar o app, o ruído sumiu de imediato. Meu Mac voltou a ser um Mac e não mais um PC tunado que faz aquele barulho irritante de ventoinha. Mas, depois de algumas horas, o app expirou e o barulho voltou. Assim, comecei a procurar alternativas mais em conta e achei o FanControl. Ele não é tão completo e esperto quanto os pagos, mas resolveu meu problema.

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Categoria(s): Apple
mai 16

Como fazer um relógio Android Wear funcionar com iPhone

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 16/05/2015 às 18:07h

     Confesso que eu gostava do relógio Gear 2 da Samsung. Não era perfeito, mas me atendia bem. Porém, ele só funcionava (nativamente) com um smartphone da Samsung. E, como eu quero essa marca bem longe da minha vida, acabei abrindo do mesmo e atualmente uso um Pebble, que funciona tanto com Android, quanto com iPhone.

     Um dos grandes problemas dos relógios com Android Wear é que eles só funcionam com dispositivos Android (de qualquer fabricante, desde que rodem Android superior a 4.3). Porém, quem tem iPhone, não vai poder fazer uso desses relógios. O Google até já prometeu arrumar as coisas, mas enquanto isso não acontece, desenvolvedores pelo mundo fazem hacks/ gambiarras pra coisa funcionar.

     Sinceramente, acho que muito usuário de iPhone não vai querer um relógio inteligente, que dirá um que não seja da Apple. Porém, como o Apple Watch está em falta, mesmo nos Estados Unidos e quando chegar ao Brasil, vai vir custando os olhos da cara (em torno de R$ 2.000,00), pode ser que alguns usuários topem comprar um Android Wear (na faixa de R$ 450,00), só pra ter notificações no pulso. Será?

     De qualquer forma, recebi a dica do hoje no Twitter e resolvi fazer o teste. Baixei um app no Android, baixei o app no iPhone e fiz a bagaça funcionar como no tutorial que havia recebido. Pode não ser muito intuitivo, mas na realidade é super simples. Vamos a um passo a passo.

     A primeira coisa a fazer é deixar o Android Wear conectado ao Android. Ao instalar o app da loja, irá aparecer o aplicativo no relógio. Basta rodá-lo e ativar o serviço para iOS e o push. Em seguida, desligue o bluetooth do Android e deixe o relógio sem parear. Em seguida, abra o aplicativo no iPhone e mande procurar. Ao mesmo tempo, mande também localizar o iPhone, pelo app do relógio. Uma vez conectados, faça o teste e veja se funcionou. Lembrando: só funciona pra receber. Não dá pra responder.

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