Sep 02

     Ontem foi o evento musical da Apple e, mais uma vez, o brasileiro tomou aquele tapão na cara. Primeiro, ao ver o país excluído da oportunidade de comprar alguns produtos lançados e segundo, por sempre pagar mais caro pra ter seus sonhos de consumo.

     Como muito bem observou o RomuloRJ no Twitter, agora a Apple resolveu por o dedo na ferida dos governos e dizer, não só no Brasil, mas em vários outros, quanto do preço que você vai pagar pelo produto é composto de impostos e tributos. É uma forma de tentar melhorar a imagem de vilã, que sempre acompanhou a empresa, muitas vezes, injustamente, pichada pelos consumidores de não dar a devida atenção ao país.

     Vamos começar com o membro mais barato da família iPod, o Shuffle de 2GB, que nos EUA custa USD 49 e aqui R$ 229,00, sendo que, destes, R$ 100,00 são impostos e tributos, ou seja, quase 44% do preço final do produto! Aqui, cabe algumas ressalvas. Primeiro: nos EUA, o preço de etiqueta, não trás embutido o imposto (IVA), que é cobrado na hora da compra e varia de estado para estado (cerca de 10%). Segundo: tanto lá, como cá, a maior parte dos produtos tem frete grátis, ou seja, é necessário descontar esse custo do lucro bruto da empresa.

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Categoria(s): Apple
Aug 23

     Todos que me acompanham sabe o que eu penso da multitarefa implementada pela Apple no iOS: é boa, mas não resolve tudo. Assim, os apps que foram escritos para aproveitar as APIs do SDK e se comportam muito bem, como é o caso do RunKeeper, eu acabo usando de forma nativa. Outros, como o Grooveshark, eu tenho que apelar para formas alternativas, como o Backgrounder.

     Até a versão 3.1.3 do iOS (quando ainda se chamava iPhoneOS), eu rodava a dupla Backgrounder e Kirikae. Contudo, quando instalei o iOS 4, o Backgrounder foi portado, mas o Kirikae não. Assim, acabei procurando alternativas pra gerenciar os Apps abertos e me deparei com o excelente Multifl0w. Infelizmente, ele é pago, mas acho que vale os USD 4.99.

     Uma coisa que eu gostava muito no gerenciamento dos Apps abertos pelo Kirikae era a simplicidade. Ele me listava os nomes e eu podia voltar a eles, ou matá-los, de forma bem rápida, o que não acontece no gerenciamento da Apple, que me obriga a ficar rolando várias telas no dock, até achar o que eu quero. No caso do Multifl0w, ele ‘imita’ um dos recursos que mais gosto no Snow Leopard: o Exposê. Com ele, posso ver uma miniatura de todos os Apps abertos, o que facilita demais a escolha de onde quero ir no momento, me fazendo ganhar agilidade.

     Outra dica que eu dei ontem no Twitter e muitos perguntaram exatamente como se fazia pra configurar, é usar o Activator pra programar atalhos para outros programas. Se você vai abrindo muitos Apps ao mesmo tempo, vai chegar uma hora que a memória livre vai baixar a ponto do iPhone ficar lento. Ae, ao invés de você sair matando um por um, existe a opção de matar todos ao mesmo tempo, com o RemoveBG. Antigamente eu chamava o SBSettings e depois clicava no programa. De uns tempos pra cá, acabei associando a função de shake pra tal e funciona super bem, como vocês podem ver no vídeo acima.

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Categoria(s): Apple, Dicas
Aug 22

     Já comentei por aqui sobre um aparelhinho chamado Kill-a-Watt, que serve para medir o consumo, em tempo real, de praticamente qualquer equipamento eletrônico. Utilizei muito esse aparelho para tentar descobrir os “ladrões” de energia aqui em casa e diminuir a conta no final do mês.

     Conforme também já comentei aqui no blog, tenho um sistema de monitoramento com câmeras em casa. O fabricante da solução (placa e software) é a Geovision, uma das melhores do mercado, que me permite inclusive acesso remoto via iPhone. Infelizmente, ela só roda em Windows, o que me impede de deixar um servidor Linux rodando a solução que eu julgaria ideal, inclusive com firewall mais customizado, proxy, vpn, webserver, etc.

     Vocês devem imaginar que uma máquina ligada 24 horas por dia consome uma energia significativa. Assim, minha primeira ação para reduzir o consumo foi trocar o meu antigo Pentium 4 por um Atom. Quanto ao consumo, realmente melhorou, mas como efeito colateral, fiquei sem conseguir rodar vários recursos, pela falta de potência do servidor. O que mais senti falta foi o Air Vídeo, um programa que faz streaming de vídeos em praticamente qualquer formato, para o iPhone/ iPad.

     Desde que comprei o WDTV Live, o Mac mini perdeu essa função e ficou meio encostado. Como o Mac mini consome pouquíssima energia, decidi deixá-lo no sótão, ao lado do servidor de monitoramento, servindo vídeos via streaming (Air Video), minha biblioteca do iTunes (compartilhamento familiar), meu gerenciador de compromissos (Things) e outras coisinhas mais. Mesmo consumindo pouca energia, eu quis otimizar ainda mais e deixá-lo hibernando, acordando-o via rede, apenas quando precisar. Porém, descobri que o recurso “Wake on Lan” da Apple não é o que eu imaginava. Achei que, quando eu precisasse acessar qualquer recurso “hospedado” no Mac mini, ele iria acordar e me atender. Bobinho.. Não é nada disso!

     Pelo que a gente pode ver na tela de configuração do recurso, ele funciona bem apenas quando existe um Time Capsule ou Airport na rede. Deve ter sido um jeitinho da Apple vender esses produtos, pois dá pra fazer isso com um programinha gratuíto, chamado WakeOnLan. Basta baixar, rodar e colocar o mac address dos equipamentos que você quer gerenciar. Ae, ao clicar de um botão, ele irá acordar e lhe servir, sem que você tenha que mexer seu traseiro gordo pra ir fisicamente até ele, dar um toquezinho no teclado ou mouse. Agradeço ao @tsialex pela dica.

     Apesar do programinha acima ser uma alternativa pra quem está em um Mac, se você já tiver no conforto da sua cama ou largadão no sofá e quiser acessar algo no Mac hibernando, nada mais prático que acordá-lo via iPhone ou iPad, né? Pra tal, existem dezenas de programas na App Store. Basta procurar “wake on lan” por lá que você verá inúmeros, inclusive o WakeUP Lite.

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Categoria(s): Apple, Dicas
Aug 03

     Conforme dito no post anterior, domingo a noite foi liberado o Jailbreak do iOS4. No dia, tive vários problemas ao tentar fazer o procedimento no meu iPhone 3Gs e acabei dando um restore limpo, sem pegar nada de backup, reconfigurando tudo do zero. Logo após, ativei o Time Machine, pra ter uma cópia do meu backup do iPhone e tentei novamente o procedimento.

     No dia de lançamento e ontem (2. feira), estava praticamente impossível acessar o Cydia. Devia ser muita gente tentando acessar e os servidores estavam super instáveis. Já hoje (3. feira), acessei várias vezes, sem qualquer problema. Instalei o SBSettings, o My3G e o MyWi 4.0 (esses 2 últimos, pagos). Com apenas esses ‘hacks’ instalados, meu iPhone vem se comportando muito bem, sem travamentos ou instabilidades. Não cheguei a tentar instalar outros ‘hacks’ que usava anteriormente, pois vi comentários que ainda não estão estáveis o suficiente.

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Categoria(s): Apple
Aug 01

     A notícia não é tão nova assim, pois já tem algumas horas (efemeridade do mundo pós-internet), já consta em vários sites gringos e nacionais, mas vou comentar um “algo mais” sobre o tão esperado jailbreak para o iOS4, que livra das amarras da Apple, vários dispositivos, como iPad, iPhone e iPod Touch, em várias versões.

     Feito de uma forma tão fácil (via browser do próprio dispositivo) que chega a ser cômico, o procedimento de Jailbreak provido pelo hacker @Comex não veio sozinho. Como sempre, trouxe consigo uma série de problemas. Se você não tem estômago, não é usuário médio/ avançado, não está disposto a soltar uns belos xingamentos contra Jobs, mantenha distância!!!

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Categoria(s): Apple, Dicas
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