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	<title>PontoGeek - O Ponto &#34;G&#34; da tecnologia &#187; App Store</title>
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	<description>O ponto &#34;G&#34; da tecnologia</description>
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		<title>OPlayer: visualizando arquivos Divx em rede no iPhone</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 12:11:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GordoGeek</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160; Eu não sou o maior fã que existe de processos de conversão de arquivos, especialmente os de vídeo. Se eu depender de converter algo, por mais simples que seja, vou acabar deixando de lado. Quem tem iPhone/ iPad sabe que, nativamente, a Apple limita bem os tipos de arquivos de vídeo visualizados em seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Eu não sou o maior fã que existe de processos de conversão de arquivos, especialmente os de vídeo. Se eu depender de converter algo, por mais simples que seja, vou acabar deixando de lado. Quem tem iPhone/ iPad sabe que, nativamente, a Apple limita bem os tipos de arquivos de vídeo visualizados em seu player. Claro, isso provavelmente se deve não a uma limitação técnica e sim a estratégia da empresa com a iTunes Store.</p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Existem dezenas de formas de visualizar conteúdo em Divx (e outros formatos de vídeo populares) no iPhone/ iPad, seja via streaming ou localmente. Via streaming eu costumo usar o excelente Air Video, que já comentei por <a href="http://www.pontogeek.com.br/blog/seus-videos-do-pc-ou-mac-sempre-com-voce/">aqui</a>. O lado ruim dessa forma é que você precisa ter um computador (Mac ou PC) ligado para fazer a conversão e mandar o conteúdo pro dispositivo. O lado bom é que, dentro de casa, ou até mesmo via 3G, você não precisa lotar seu dispositivo com vídeos, o que pode ser um grande problema, visto que os iTrecos possuem espaço bem limitado.</p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ontem eu estava explorando alguns apps de vídeo que tenho no iPhone e descobri, por acaso, que o OPlayer, além de reproduzir diversos formatos de vídeo localmente, ele também permite o streaming via rede. Existe uma versão <a href="http://itunes.apple.com/br/artist/olimsoft/id344784378">gratuíta</a> do aplicativo (com um banner de propaganda irritante) e outra paga. No iPhone custa <a href="http://itunes.apple.com/br/app/oplayer/id344784375?mt=8">USD 2.99</a> e no iPad <a href="http://itunes.apple.com/br/app/oplayer-hd/id373236724?mt=8">USD 4.99</a>. Também achei uma tremenda sacanagem ele não ser universal, mas paciência&#8230;</p>
<p><span id="more-21202"></span></p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O aplicativo tinha um bug muito chato com relação as legendas, mas foi corrigido ontem. Apesar de ser possível escolher a cor do &#8220;recheio&#8221; e da borda, não é possível escolher a posição na tela e nem o tamanho. Eu sou meio chato com relação a isso e troquei alguns Media Centers de casa justamente pela falta dessas opções. Porém, pra quem não liga muito pra isso, saibam que funciona. Uma dica pra visualizar legendas com acentos: configure a codificação para Western Europe (Windows-1252).</p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Outras funções bacanas do aplicativo é que ele transfere arquivos em rede com facilidade, servindo tanto de origem, como destino. É possível, através da rede Wi-Fi, abrir um compartilhamento para que outros dispositivos façam download do conteúdo de seu biblioteca. Não dá pra outros dispositivos enviarem arquivos pra ele, porém dá pra fazer isso via FTP ou rede SMB. Aqui em casa eu deixo meus arquivos no AirPort Extreme e acesso os arquivos em rede com o OPlayer. Dica: aumente o buffer de 2% para 5%. Você vai ver o conteúdo numa boa, sem soluços.</p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pra finalizar, é bom dizer que o OPlayer não se limita a reproduzir arquivos de vídeo, mas também aceita reproduzir diferentes formatos de arquivo em áudio, local ou via rede.</p>
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		<title>Lutando pela liberdade</title>
		<link>http://www.pontogeek.com.br/blog/lutando-pela-liberdade/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 04:46:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Android]]></category>
		<category><![CDATA[App Store]]></category>
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		<description><![CDATA[Um dos grandes orgulhos que tenho é poder dizer que escrevo para o público do PontoGeek. Não por causa do meu ego ou qualquer outra questão do tipo, mas porque sei que o grande público desse blog tem ou terá poder para contribuir com sua semente em prol da evolução social, buscando um mundo melhor. Geralmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Um dos grandes orgulhos que tenho é poder dizer que escrevo para o público do PontoGeek. Não por causa do meu ego ou qualquer outra questão do tipo, mas porque sei que o grande público desse blog tem ou terá poder para contribuir com sua semente em prol da evolução social, buscando um mundo melhor. Geralmente meus posts são focados em reviews de programas ou gadgets que facilitam nossa vida. Realmente é uma área que me interesso muito, mas hoje pretendo falar sobre outra coisa. Quero falar sobre liberdade.</p>
<p style="text-align: justify">Calma calma, não desistam do post ainda. Não pretendo falar sobre idéias utópicas, pseudo-liberdades religiosas ou qualquer conceito hippie pregado por ai. Afinal, estamos em um blog de tecnologia. O que vem me incomodando a algum tempo e chamando minha atenção para novas possibilidades é o não tão popular  software livre.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-20992"></span></p>
<p style="text-align: justify">Definitivamente não sou fã xiita dessa ideologia e muito menos da comunidade que a acompanha. Como desenvolvedor nunca me envolvi com ela o suficiente para ter coragem de dizer que todos os desenvolvedores deveriam adotar esse modelo. Como usuário não uso software livre com a frequência que talvez devesse usar, nem fico vasculhando a internet em busca de alternativas livres sempre que preciso de alguma coisa. Então não esperem que esse seja mais um post xiita-comunista pregando o fim da Apple, Microsoft e todas as empresas demoniacas adeptas ao software proprietário.</p>
<p style="text-align: justify">Pela definição adotada pela <a title="Free Software Foundation" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Free_Software_Foundation" target="_blank">Free Software Foundation</a> temos que um software é dito livre se as seguintes regras forem respeitadas:</p>
<ol style="text-align: justify">
<li>A liberdade para executar o programa, para qualquer propósito.</li>
<li>A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades.</li>
<li>A liberdade de redistribuir, cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo.</li>
<li>A liberdade de modificar o programa, e liberar estas modificações, de modo que toda a comunidade se beneficie.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify">Esses quatro pilares sustentam algumas seguranças ao usuário. Percebam que em nenhum instante se fala sobre &#8220;software gratuito&#8221;. O modelo de comercialização de software livre existe, é muito forte e digno de ser avaliado. Mas isso já é assunto para outro post.</p>
<p style="text-align: justify">A liberdade de executar o programa para qualquer propósito e inclusive adapta-lo para suas necessidades da ao usuário controle sobre aquilo que ele adquiriu. Um exemplo: gosto de assistir filmes no player X. Acho ele muito intuitivo, muito bem feito e estável. Ótimo, mas eu não uso apenas um sistema operacional em minha máquina e não quero que ele fique preso a apenas um sistema. Se o player X for livre então absolutamente nada me impede de porta-lo para qualquer SO que for de meu  interesse, isso se a própria comunidade de usuários já não tiver feito isso. Entendam, nessa situação o desenvolvedor original do software não mete o dedo na máquina do usuário, ele apenas fornece o software com a proposta que achar melhor. A maneira com que esse será utilizado e personalizado não é de sua conta.</p>
<p style="text-align: justify">É um modelo de negócios bastante diferente do que estamos acostumados hoje. Talvez pela lavagem cerebral que a sociedade sofreu ao longo dos anos, talvez pela pura acomodação dos desenvolvedores aliada ao desejo do poder. Nesse modelo temos o desenvolvedor focado apenas em desenvolver. A liberdade do tão falado &#8220;software livre&#8221; está justamente no fato de que o usuário tem total controle sobre aquilo que está em sua máquina e ganha liberdade em sua relação com o desenvolvedor.</p>
<p style="text-align: justify">Essa liberdade implica que se em algum instante o desenvolvedor do player X por algum motivo resolver adicionar em seu programa uma restrição que impede, por exemplo, que o usuário assista pornografia pelo player nada impede que o usuário não aceite a implementação e a remova assim que desejar. Assim como caso o desenvolvedor resolva abandonar o projeto, ainda assim alguém poderá assumir seu lugar ou ao menos realizar a manutenção do software durante mais alguns anos. Dessa forma se tem a certeza que ninguém ficará dependente das motivações e ambições de uma só pessoa ou empresa.</p>
<p style="text-align: justify">No PontoGeek falamos bastante sobre o mundo da Apple, e acho que esse é um ótimo referencial para debatermos o perigo de ficarmos presos a software proprietário. Um dos produtos mais famosos da Maçã  é, sem duvida, o iPhone. Rodando o iOS vimos esse smartphone surgir em 2007 e ganhar o mundo em poucos anos. Hoje é dificil você encontrar alguém, mesmo os mais leigos no assunto, que não saiba o que é um iPhone ou que não use algum produto que não tenha sofrido qualquer influência conceitual devido a esse lançamento da Apple. O iOS é realmente um sistema operacional maravilhoso. Baseado no Mac OS (e consequêntemente no Unix) é estável como nenhum outro. Maravilhoso, mas seria ainda mais se não prendesse os colhões de seus usuários com mais força do que uma meretriz que não foi bem paga.</p>
<p style="text-align: justify">Os usuários do iOS sofrem diariamente com a falta de liberdade. Você não pode instalar qualquer aplicativo em seu iGadget sem que a Apple tenha permitido que aquilo acontecesse. Nenhum aplicativo é vendido na App Store sem que a Apple permita que aquilo esteja ali. Nenhum aplicativo entra em um iGadget sem que esteja na App Store (oficialmente). Da mesma forma, todos os aplicativos tem que respeitar políticas extremamente rigidas para ganharem seu espaço na loja do iOS. Essas restrições se aplicam ao funcionamento do aplicativo, em sua estética e já chegaram inclusive a botar o dedo na vida do próprio desenvolvedor. Durante bastante tempo a Apple deixou claro que se você quisesse colocar seus aplicativos na App Store então deveria ficar bem longe da alternativa, a Cydia Store.</p>
<p style="text-align: justify">O controle que a Apple possui sobre os usuários de seu iOS é absoluto e chega a transforma-los em um tipo de zumbis. Usam sua propriedade não como queiram mas como o grande Steve Jobs quer que usem. Não gostou? Não compre. Já comprou? Se ferrou. Essa é uma politica extremamente &#8220;binária&#8221;. Se gostou use, caso contrário vá embora. Você como usuário não tem qualquer possibilidade de adaptar seu gadget ao seu desejo sem que para isso tenha de recorrer a gambiarras.</p>
<p style="text-align: justify">E agora caros leitores, eu pergunto quem diabos deu esse poder à Apple? Quem chegou no não-tão-saudável Steve Jobs e deu a ele um documento entregando nossas almas para que ele se sentisse livre para nos controlar da maneira com que quisesse? Respondo sem pestanejar: nós demos.</p>
<p style="text-align: justify">Toda vez que alguem se contenta com a realidade, abaixa a cabeça e engole do jeito que lhe foi apresentada, automaticamente repassa poder de escolha para outra pessoa. Aceitamos o iOS do jeito que nos foi apresentado desde o começo. Aceitamos o Mac OS. Aceitamos o Windows. Aceitamos inclusive o software que controla nosso roteador sem sequer nos darmos conta que, ao compra-lo estamos não apenas pagando pelo produto mas também estamos dando poder para seu construtor fazer o que quiser com aquele roteador sem que possamos fazer nada para impedi-lo.</p>
<p style="text-align: justify">Como eu disse, não sou nenhum xiita do software livre. Consigo entender perfeitamente que na hora H queremos que o negócio simplesmente funcione. Não queremos ter de lidar com interfaces horriveis, com software bugado ou com documentação precária e mal feita. Infelizmente, hoje em dia a coisa que mais impede que o software livre se popularize é justamente o próprio software livre.</p>
<p style="text-align: justify">Vendo como exemplo um dos mais famosos softwares livres temos o GNU/Linux. Fugindo da questão do tempo de aprendizado que todo usuário precisa para só então entender o sistema (afinal, esse tempo é necessário para aprender qualquer coisa nova) eu vejo que as distribuições do GNU/Linux sempre pecam em uma coisa básica, dificilmente são adeptas do &#8220;Just Work&#8221;.  Nenhum usuário que perder tempo tendo de brigar com cagadas feitas pelos desenvolvedores. Coisas simples e óbvias devem ser tratadas e debugadas antes que se pense em liberar o software para o usuário. Isso é justamente um ponto que sempre pega.</p>
<p style="text-align: justify">Uso Ubuntu desde 2008. Antes disso cheguei a me aventurar por várias distribuições até que encontrasse uma que eu me identificasse. &#8220;Linux para seres humanos&#8221;, esse é o slogan da distro. Lindo, mas falha miseravelmente toda vez que recebo uma atualização de kernel (o &#8220;miolo&#8221; do sistema) e, por ter obedecido a uma recomendação dos desenvolvedores de instalar a atualização, me vejo obrigado a ter de reinstalar manualmente o driver de vídeo. @#@!$!! Se esse é um procedimento obrigatório então coloquem a porcaria de um script que faça isso de forma automática! Eu sei fazer esse procedimento de olhos fechados, posso inclusive escrever um script que faça isso pra mim mas e a minha mãe? Como vou apresentar a ela um software que se sabota sempre que ela aceita realizar uma atualização, coisa que deveria trazer apenas benefícios para o usuário? E meu advogado? E meu médico? Nenhum deles é computeiro, nenhum deles tem interesse em dedicar horas buscando soluções para má implementação de software. Querem apenas que funcione, e que seja agradavel.</p>
<p style="text-align: justify">Por questões estéticas e por questões funcionais vemos a Apple disparando na frente de seus concorrentes com o Mac OS e com o iOS. Não julgo que esta errada, é o trabalho dela. Ela entendeu o que o usuário quer e conseguiu uma maneira de fornecer isso de forma que junto do pacote ela consiga colocar uma sementinha de dominio sobre o usuário. Parabéns, palmas a ela! Não apenas encontrou uma árvore de dinheiro como encontrou métodos para transformar seus clientes em viciados.</p>
<p style="text-align: justify">Observemos como o Mac OS tem se assemelhado cada vez mais ao iOS. Assim como no filme Inception, idéias não são postas na cabeça das pessoas de forma abrupta. Essas devem ser reduzidas a conceitos simples e empurrados goela abaixo de forma sutil e discreta até que a vitima fique completamente presa na armadilha. Alguém realmente duvida que daqui alguns anos teremos o Mac OS completamente fechado e submetido ao controle da Apple de forma tão absurda quanto o iOS hoje em dia? Se essa idéia parecer absurda hoje, garanto que quando esse dia chegar já não parecerá.</p>
<p style="text-align: justify">Software proprietário é um perigo. Sua adoção implica na submissão do usuário a uma motivação que pode ou não ser das melhores. O perigo está inclusive na adoção de formatos proprietários de arquivos.</p>
<p style="text-align: justify">Esses dias me vi em uma situação muito interessante. Fuçando em meus arquivos pessoas encontrei uma pasta com quatro arquivos de texto (TXT) de, pasmem, 1997. Na época eu era apenas uma criança brincando com o bloco de notas, mas consegui produzir material que hoje me faz rir e até me emocionar por ser tão significativo para minha vida. O fato desses arquivos terem sobrevivido por 14 anos é muito interessante, mas o que é ainda mais interessante é que consigo abri-los sem problema nenhum. Do mesmo jeito que os salvei pela ultima vez consigo vê-los hoje em dia. Será que eu poderia esperar o mesmo se tivesse salvo eles em algum formato proprietário? Quem sabe algo do Office 97 ou até mesmo da suite Lotus 123? Provavelmente não. E quem entende isso melhor do que ninguém são os profissionais que trabalham com Corel Draw e se viram deixados na mão quando a Corel resolveu simplesmente tornar a versão mais recente do programa incompativel com formatos de arquivos criados com versões anteriores.</p>
<p style="text-align: justify">Não sei se algum CEO de alguma grande empresa de tecnologia é leitor desse blog, improvável. Contudo conheço algumas dezenas de desenvolvedores que eu sei que lêem meus posts e que vira e mexe caem nessa discussão comigo pelo Twitter ou em outras quebradas da vida. Acho que qualquer esforço é digno de palmas e que a disciplina merece ser louvada. Não tenho ambições que esse post seja decisivo para que usuários parem de usar software proprietário ou para que desenvolvedores saiam loucamente abraçando o mundo do software livre. Apenas proponho um exercício diário. Procurem opções livres para seus softwares do dia-a-dia. Se encontrar uma boa opção, considere adota-la. Fazendo isso você não estará ajudando a alguma ONG do outro lado do mundo, não estará salvando criancinhas na Africa e provavelmente continuará tendo de pagar suas contas todo mês, mas estará contribuindo com um grão de areia para que a sua liberdade seja respeitada.</p>
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		<title>Use seu iPad como segundo monitor</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Jul 2011 03:02:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Alves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acredito que a tecnologia não tem sentido se não for voltada para nos auxiliar em nossas tarefas diárias. Isso implica em acelerar o que é lento, facilitar o que é dificil e economizar no que é caro. Só quem já usou um computador com dois monitores sabe a ajuda que isso proporciona. O ganho de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acredito que a tecnologia não tem sentido se não for voltada para nos auxiliar em nossas tarefas diárias. Isso implica em acelerar o que é lento, facilitar o que é dificil e economizar no que é caro.</p>
<p><img src="http://www.pontogeek.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/foto2.png" alt="" /></p>
<p>Só quem já usou um computador com dois monitores sabe a ajuda que isso proporciona. O ganho de produtividade é imenso. Se você for um usuário comum com tarefas orientadas, por exemplo, ao uso do e-mail pode deixa-lo aberto em um dos monitores enquanto realiza outras tarefas no outro. Se for um programador, pode deixar o código aberto ou o programa executando em um dos monitores enquanto lê o log de saída no segundo, o que representa uma grande ajuda para debugar seu algoritmo.</p>
<p><span id="more-20791"></span></p>
<p>O maior vilão da produtividade é a perda de contexto. Ficar alternando janelas faz com que seu cerebro perca tempo tendo de processar as operações necessárias para efetuar a mudança (atalhos no teclado e localizar a janela no meio de todas as outras), ter de se reacostumar com a nova interface do outro programa e depois repetir tudo isso para voltar ao programa principal. Todo esse trabalho faz com que tempo seja gasto com uma atividade não relacionada a seu trabalho e seu foco fique comprometido.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.pontogeek.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/thumb_FPC20080107b.jpg"></a><a href="http://www.pontogeek.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/thumb_FPC20080107b_ok.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-20802" src="http://www.pontogeek.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/thumb_FPC20080107b_ok.jpg" alt="" width="612" height="408" /></a></p>
<p>Um segundo monitor pode solucionar esse problema. Ele lhe da um espaço muito maior para distribuir as janelas e melhorar sua performance no trabalho diário. Ao invés de perder tempo tendo de buscar a janela desejada no meio de várias outras, basta mover um pouco os olhos. Com isso, lidar com várias janelas deixa de ser completamente virtual (e não trivial para nós, seres biológicos) e passa a ser equivalente a procurar coisas sobre uma mesa. Já está tudo lá aberto para quem quiser ver.</p>
<p>Contudo, o problema é óbvio. Ter um segundo monitor implica em gastos. As vezes apenas em algumas centenas de reais em outro aparelho, as vezes também em ter de comprar uma segunda placa gráfica. Passei por isso a poucas semanas. O monitor do meu desktop morreu e chegou a hora de procurar por um substituto. Durante vários dias considerei comprar dois monitores menores, de 19&#8221; provavelmente. Papo vai, papo vem, fiz as contas e vi que não compensaria. Sairia muito mais caro do que eu gostaria e não tenho motivos para usar esses dois aparelhos com uma frequencia grande o suficiente para justificar esse gasto.</p>
<p>Apesar disso, o universo veio com a solução. Graças a Avatron temos o <a title="Link para iTunes" href="http://itunes.apple.com/br/app/air-display/id368158927?mt=8" target="_blank">Air Display</a>. Ele é um aplicativo para iOS que permite utilizar o dispositivo como um segundo monitor através da rede Wifi de sua residência.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.pontogeek.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Photo-01-07-11-19-04-31_ok.jpg"></a><a href="http://www.pontogeek.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Photo-01-07-12.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-20818" src="http://www.pontogeek.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Photo-01-07-12.jpg" alt="" width="644" height="487" /></a></p>
<p>Tudo é muito simples. Você instala um <a title="Host para sua máquina" href="http://www.avatron.com/d" target="_blank">aplicativo</a> que serve como host em sua máquina, abre o Air Display em seu iGadget e pronto. Uma vez que os dois estejam na mesma rede, sua máquina já identifica o dispositivo como um segundo monitor. Tudo muito simples e fácil.<a href="http://www.pontogeek.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/GameClient-2010-02-18-21-10-57-55.jpg"></a><a href="http://www.pontogeek.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Photo-01-07-11-23-03-03_ok.jpg"><br />
</a></p>
<p style="text-align: justify">Meu iPad é de primeira geração, então noto que a taxa de atualização da imagem não é tão rápida como de um monitor real. Ainda assim é plenamente possível assistir vídeos e usa-lo no dia-a-dia perfeitamente. É uma solução limpa, barata e muito interessante para todos que, assim como eu, gostariam de ter suas máquinas rodando com duas telas mas não estão dispostos a pagar muito caro nisso.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.pontogeek.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Photo-01-07-11-23-03-51_ok.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-20816" src="http://www.pontogeek.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Photo-01-07-11-23-03-51_ok.jpg" alt="" width="644" height="488" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Além de servir como segundo monitor, usar o iPad dessa maneira trás vantagens que dificilmente conseguiriamos com soluções convencionais. A Avatron aproveitou não apenas o tamanho do iPad mas também sua tela touch screen. O toque na tela do gadget é repassado ao sistema como um click do mouse. Muito util para artistas e profissionais que possam vir a precisar de uma precisão que nem o próprio mouse tem.</p>
<p style="text-align: justify">O custo disso tudo? Considerando que você já tenha seu iGadget, apenas U$9,99 pelo app para iOS. Só isso e você poderá contar com todos as vantagens de um segundo monitor e ainda reaproveitar algo que você já tem em casa. Infelizmente o programa de host só possui versões compativeis com Mac OS X e Windows. Nada do pinguim por enquanto =(</p>
<p style="text-align: justify"><strong>ATUALIZAÇÃO: </strong>Como perguntaram nos comentários, acho que vale a pena dizer que a Avatron também criou uma versão do Air Display para Mac OS X. Dessa maneira você pode usar um segundo computador rodando Mac OS ou Windows como segundo monitor.</p>
<p style="text-align: justify">O aplicativo de host é um pouco mais caro, U$19,99 e pode ser encontrado na <a title="Air Display for Mac" href="http://itunes.apple.com/us/app/air-display/id419449718?mt=12" target="_blank">Mac App Store</a>.</p>
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		<title>Como andam as revistas e jornais nacionais no iPad?</title>
		<link>http://www.pontogeek.com.br/blog/como-andam-as-revistas-e-jornais-nacionais-no-ipad/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 May 2011 23:11:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160; Quando peguei o iPad pela primeira vez, depois de passar a madrugada na fila do seu lançamento, haviam poucos aplicativos pra ele. Conteúdo nacional então, nem se fala. Aos poucos os sites foram sendo adaptados, jornais e revistas foram lançando aplicativos e hoje, mais de um ano depois do lançamento do tablet, como estão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quando peguei o iPad pela primeira vez, depois de passar a madrugada na fila do seu lançamento, haviam poucos aplicativos pra ele. Conteúdo nacional então, nem se fala. Aos poucos os sites foram sendo adaptados, jornais e revistas foram lançando aplicativos e hoje, mais de um ano depois do lançamento do tablet, como estão as revistas e jornais nacionais no iPad?</p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nesse final de semana eu comecei a fazer alguns testes com vários aplicativos de revistas e jornais brasileiros e vi que, mesmo depois desse tempo todo, a grande maioria ainda engatinha. Boa parte dos aplicativos são bem limitados, com pouquíssimos recursos e o modelo de negócios ainda desagrada os usuários. Alguns veículos bastante conhecidos estreiaram recentemente, como a Info Exame, Galileu, Super Interessante, Mundo Estranho, Isto É, Isto É Dinheiro, Época Negócios, Quatro Rodas e Alfa. Outros como a Veja, Época, Exame e Auto Esporte já estão há mais tempo na loja da Apple.</p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com raras excessões, os aplicativos que estão na loja da Apple são gratuitos e tem ao menos uma edição pro usuário explorar e conhecer. As edições costumam ter cerca de 250MB e aqui comigo levou uns 20 minutos pra baixar. Infelizmente, quando &#8220;minimizados&#8221;, os aplicativos não continuam a baixar o conteúdo. Não dá nem pra ir lendo uma outra edição enquanto outra está baixando. Isso me irrita muito e não vejo motivo pra ser dessa forma.</p>
<p><span id="more-20164"></span></p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na ânsia de querer explorar o máximo do tablet, algumas editoras erram na mão. Muitas vezes o que a gente quer é só uma boa diagramação, uma fonte agradável, bom conteúdo e não sons e vídeos surgindo do nada, nos dando sustos e atrapalhando a leitura quando estamos com mais alguém no ambiente, como numa fila ou no avião. Claro, você pode por no mudo ou simplesmente abaixar o volume, mas eu preferia ter a opção de desligar os recursos multimídia apenas do aplicativo em questão.</p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No outro oposto, das empresas que não quiseram &#8220;se arriscar&#8221; e replicaram o conteúdo da versão impressa no aplicativo, a chatice é ainda pior. Eu não quero sons e vídeo pulando a todo hora na tela, mas não formatar o conteúdo pro tablet é algo que eu não gosto. Em tela cheia fica impossível de ler, pelo tamanho da fonte, especialmente os jornais. Ficar dando zoom out e zoom in a todo instante é algo extremamente chato e irritante. Os jornais &#8220;O Globo&#8221; e &#8220;Folha&#8221; são exatamente assim (até usam o mesmo framework). Aliás, falando em framework, eu tenho a impressão que só existem dois atualmente, pois boa parte das empresas tem os aplicativos muito parecidos, mudando apenas um botão aqui e outro acolá, além das cores, logotipos e o conteúdo, claro. Mas na forma, são bem similares.</p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Apesar de não ser o foco da Apple (hoje eu dia não dá pra dizer realmente qual é), eu acredito que a empresa deveria ter batido de frente com a Adobe e ter lançado seu próprio framework, inclusive integrando sua plataforma de anúncios iAd. O iBooks provê uma experiência muito mais agradável que várias revistas. É muito bacana poder escolher uma fonte mais agradável no iBooks, tanto no formato, como no tamanho. Além disso, marcar o texto, recorrer a um dicionário (ou Wikipedia), marcar matérias que você quer ler ou ainda copiar um trecho num email ou bloco de notas, faz toda a diferença. Outra coisa que anda me irritando bastante é o fato de cada periódico ter seu próprio aplicativo e pra se atualizar a edição, ter que entrar um a um e ficar esperando terminar. Seria muito melhor entrar num único local, pressionar um botão, deixar tudo baixando em segundo plano e receber um push quando terminar, não? A Amazon faz isso com maestria com o conteúdo do Kindle. Esses são recursos que, se você parar pra pensar, são <u>básicos</u> e não existem nos aplicativos das editoras atualmente.</p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pelo que andei lendo e perguntando por ae, muitos acham que o valor cobrado pelas editoras é caro. Alguns são até mais caros no iPad do que na versão tradicional. Nós sabemos que a Apple cobra uma comissão de 30%, mas em contrapartida as empresas deixam de ter vários custos, como insumos, impressão, distribuição, remuneração do vendedor, etc. Será que isso tudo não é maior que os 30% da Apple? Eu sei que, enquanto alguns custos já estão diluídos, outros foram criados pra manter a versão digital, mas mesmo assim, acredito que o problema no valor é a falta de visão das empresas mesmo. Elas devem pensar: &#8220;se a pessoa pagou R$ 2.000,00 no iPad, não vai achar ruim de pagar USD 7 no conteúdo, <u>mesmo já sendo assinante da versão impressa</u>&#8220;, o que é totalmente descabido! É como se os postos de combustíveis resolvessem cobrar mais caro pra abastecer um Audi do que o Corsa.</p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Uma coisa bacana e que não vi nenhum veículo ainda explorando é fazer promoções de edições antigas. Eu acho caro pagar USD 7 numa edição, ainda mais quando o preço na banca é menor, mas digamos que esse preço acabe se consolidando. Quando uma revista fica antiga, geralmente o responsável pela logística na editora recolhe as edições antigas na banca, que ficam consignadas. Na virtual não tem esse problema, mas porque não oferecê-las a um custo menor, até mesmo proporcional conforme os meses? Por exemplo, a revista do mês anterior custa 50% da atual, a do terceiro mês 25% e assim por diante.</p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ainda falando de modelo de negócios, não ficou claro pra mim se, usando a mesma conta da iTunes, a edição comprada de uma revista em um iPad estará disponível gratuitamente em outros quatro, como acontece nos aplicativos. Pra tirar a prova eu fiz a compra de três revistas no sábado e aguardo receber o email de fatura da iTunes Store pra ver se cobraram uma única vez ou duas. Infelizmente, eu acredito que vão cobrar duas vezes, o que torna ainda menos atrativo a escolha da mídia digital do que a tradicional em papel.</p>
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		<title>Microsoft Photosynth: criando &#8220;fotos&#8221; em 3D</title>
		<link>http://www.pontogeek.com.br/blog/microsoft-photosynth-criando-fotos-em-3d/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 18:10:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GordoGeek</dc:creator>
				<category><![CDATA[App Store]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[180]]></category>
		<category><![CDATA[360]]></category>
		<category><![CDATA[pano]]></category>
		<category><![CDATA[panorama]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160; Existem inúmeros programas de fotografia na App Store. Tirando os jogos, acredito que seja a categoria que mais tenhos aplicativos instalados no meu iPhone (são 3 pastas lotadas). &#160;&#160;&#160;&#160; No passado eu fiz alguns testes com programas que geram fotos panarômicas e publiquei aqui no blog. De todos os testados, acabei ficando com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Existem inúmeros programas de fotografia na App Store. Tirando os jogos, acredito que seja a categoria que mais tenhos aplicativos instalados no meu iPhone (são 3 pastas lotadas).</p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No passado eu fiz alguns testes com programas que geram fotos panarômicas e publiquei <a href="http://www.pontogeek.com.br/blog/?s=panoramica">aqui</a> no blog. De todos os testados, acabei ficando com o <a href="http://www.pontogeek.com.br/blog/pano-fotos-panoramicas-no-iphone/">Pano</a>. Porém, ele não faz uma coisa bem bacana que o <a href="http://itunes.apple.com/us/app/photosynth/id430065256?mt=8">Microsoft Photosynth</a> faz: &#8220;fotos&#8221; em 3D:</p>
<p align="center">
<iframe frameborder="0" src="http://photosynth.net/embed.aspx?cid=f1976c17-dff8-4940-8a39-1c9068354384&#038;delayLoad=true&#038;slideShowPlaying=false" width="600" height="300"></iframe>
</p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; É bem verdade que o Photosynth trabalha melhor com fotos em 180 graus (acima) do que com aquela em 360 graus (abaixo). Dá pra ver que a foto acima ficou praticamente perfeita e a debaixo ficou com várias falhas graves. Mesmo assim, é um programa divertido e gratuíto.</p>
<p align="center">
<iframe frameborder="0" src="http://photosynth.net/embed.aspx?cid=04a86393-12a9-47a6-a076-dcd0532f3bf9&#038;delayLoad=true&#038;slideShowPlaying=false" width="600" height="300"></iframe>
</p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Utilizando uma conta da Live é possível exportar os vídeos do iPhone para o site, como eu fiz. De lá, você pode compartilhar para o Facebook, mas infelizmente nada de Twitter. De um modo geral, gostei bastante do programa e certamente irei brincar muito com ele.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Tweetbot: o cliente de Twitter queridinho da vez</title>
		<link>http://www.pontogeek.com.br/blog/tweetbot-o-queridinho-da-vez/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2011 05:39:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GordoGeek</dc:creator>
				<category><![CDATA[App Store]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[app store]]></category>
		<category><![CDATA[ios]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone/iPod]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160; Existem dezenas (senão centenas) de clientes de Twitter para iOS e de tempos em tempos, algum cai nas graças do pessoal. Dessa vez, parece que o queridinho atende pelo nome e Tweetbot e foi lançado a pouco por USD 1.99 na App Store. &#160;&#160;&#160;&#160; Eu conheci o aplicativo por indicação do @MacMasi, mas pouco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Existem dezenas (senão centenas) de clientes de Twitter para iOS e de tempos em tempos, algum cai nas graças do pessoal. Dessa vez, parece que o queridinho atende pelo nome e <a href="http://itunes.apple.com/ar/app/tweetbot-a-twitter-client/id428851691?mt=8">Tweetbot</a> e foi lançado a pouco por USD 1.99 na App Store.</p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Eu conheci o aplicativo por indicação do <a href="http://twitter.com/macmasi">@MacMasi</a>, mas pouco tempo depois, começaram a pipocar avaliações muito positivas do aplicativo em vários sites do mundo da Maçã. Acabei comprando pra ver qual era a do bicho.</p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A primeira impressão que tive é que parecia o cliente oficial do Twitter, mas com uma &#8220;skin&#8221; diferente. Várias características bacanas, presentes no Twitter for iPhone, como puxar a timeline pra baixo para atualizar, estão presentes no Tweetbot. E por mais incrível que possa parecer, mais bem implementada. Bonitona mesmo!</p>
<p><span id="more-19909"></span></p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Acredito que uma minoria dos usuários tenha mais de uma conta, mas existe o suporte no aplicativo. Também dá pra incluir mais de um anexo por tweet, o que eu vejo como ponto positivo, pois nem todos permitem isso. Outras coisas típicas, como configurar o tamanho da fonte (apenas 3 níveis, o que achei ruim), se a exibição dos nomes será pelo usuário ou pelo nome real da pessoa, qual encurtador de URL usar, o serviço de fotos, o de vídeos e também a integração com Instapaper ou Read It Later.</p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Dentre as coisas que gostei está o fato de poder configurar 3 toques na tela pra responder a um tweet. Quando se clica num tweet, desce uma barrinha pra reply (individual e para todos), retweet (nativo e comentado), favoritar, acompanhar o histórico de uma conversa e outros (copiar o link do tweet, copiar o conteúdo do tweet, enviar o tweet por email ou traduzir). Essas coisas sem dúvida agilizam no dia-a-dia. Outra coisa bacana que vi foram as listas, que tem um acesso rápido, sem precisar ficar clicando em mil botões e entrando em níveis diferentes.</p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Agora vamos as coisas chatas: talvez a principal seja a falta de uma versão universal, ou seja, vai rolar no iPad, mas só naquele modo de compatibilidade, em tela pequena. Outra coisa besta, mas que vai me impedir de usar o aplicativo é que o cliente oficial (que uso atualmente), permite visualizar uns 6 tweets por tela (na fonte que uso) e apesar do Tweetbot permitir configurar a fonte, o tamanho mínimo ainda acho grande e ficam apenas 4 tweets por tela. Claro, isso é gosto pessoal e posso me acostumar com algumas horas de uso, mas pesou contra para adesão imediata.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Vídeos viram foto panorâmica com app para iPhone</title>
		<link>http://www.pontogeek.com.br/blog/videos-viram-foto-panoramica-com-app-para-iphone/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 20:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GordoGeek</dc:creator>
				<category><![CDATA[App Store]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[video panorama]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160; Comecei a testar fotos panorâmicas hoje com o Pano, ae me recomendaram o AutoStitch e mais tarde ainda o Video Panorama, aplicativo que demonstro no vídeo abaixo: &#160;&#160;&#160;&#160; Diferente dos outros 2 apps, que trabalham através de fotos, o Video Panorama (como o nome já dá a entender), trabalha com vídeo. Com certeza é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Comecei a testar fotos panorâmicas hoje com o Pano, ae me recomendaram o AutoStitch e mais tarde ainda o Video Panorama, aplicativo que demonstro no vídeo abaixo:</p>
<p align="center">
<object width="600" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/pQwHEal8Y3Q?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/pQwHEal8Y3Q?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="600" height="385"></embed></object>
</p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Diferente dos outros 2 apps, que trabalham através de fotos, o <a href="http://itunes.apple.com/us/app/video-panorama/id340763204?mt=8">Video Panorama</a> (como o nome já dá a entender), trabalha com vídeo. Com certeza é mais prático, mas a qualidade final não é das melhores. Isso porque, quando você tira uma foto, a quantidade de mega-pixels utilizada é bem maior que no vídeo, o que permite um resultado final mais bacana.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>AutoStitch: fotos panorâmicas no iPhone (2)</title>
		<link>http://www.pontogeek.com.br/blog/autostitch-fotos-panoramicas-no-iphone-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 17:12:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GordoGeek</dc:creator>
				<category><![CDATA[App Store]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[AutoStitch]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160; Falei a pouco sobre o Pano, um app para iPhone que tem como foco criar fotos panorâmicas. Como me recomendaram o AutoStitch, que também está disponível na App Store brasileira por USD 2.99, resolvi testá-lo: &#160;&#160;&#160;&#160; Apesar de ambos os programas se destinarem a mesma função, a fazem de forma diferente, a começar pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Falei a pouco <a href="http://www.pontogeek.com.br/blog/pano-fotos-panoramicas-no-iphone/">sobre o Pano</a>, um app para iPhone que tem como foco criar fotos panorâmicas. Como me recomendaram o <a href="http://itunes.apple.com/br/app/autostitch-panorama/id318944927?mt=8">AutoStitch</a>, que também está disponível na App Store brasileira por USD 2.99, resolvi testá-lo:</p>
<p align="center">
<object width="600" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NYqYDZEKB0k?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/NYqYDZEKB0k?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="600" height="385"></embed></object>
</p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Apesar de ambos os programas se destinarem a mesma função, a fazem de forma diferente, a começar pela captura, que no Pano pode ser feita dentro do programa e no AutoStitch não, tendo que ser feita através da biblioteca de fotos. Isso tem seus prós e contras. Prós pois você pode já ter batido as fotos em outra ocasião, antes de conhecer o programa e poderá usar o app para obter o resultado panorâmico. Outro ponto positivo é que, apesar da câmera do iPhone ser boa, não dá pra comparar com uma profissional. Pelo lado ruim, é super prático olhar no canto esquerdo do Pano e ver exatamente onde você tirou a foto anterior e de onde precisa começar a próxima.</p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Acredito que vou usar ambos e são boas compras, mas no dia-a-dia, é bem mais prático usar o Pano. Se você tiver que escolher apenas um, fique com ele. Se tiver disposto a gastar USD 6, compre ambos e use o melhor de cada.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Pano: fotos panorâmicas no iPhone</title>
		<link>http://www.pontogeek.com.br/blog/pano-fotos-panoramicas-no-iphone/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 15:53:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GordoGeek</dc:creator>
				<category><![CDATA[App Store]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[app store]]></category>
		<category><![CDATA[Foto]]></category>
		<category><![CDATA[pano]]></category>
		<category><![CDATA[panorâmica]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160; Já tem um tempinho que nenhum app me chama a atenção a ponto deu querer falar sobre ele. O último foi o TouchRetouch, um app de fotografia que lhe permite &#8216;remover&#8217; objetos de fotos, de forma muito fácil. Ainda na parte de fotografia, vi hoje um tweet do @NerdPai a respeito do app Pano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Já tem um tempinho que nenhum app me chama a atenção a ponto deu querer falar sobre ele. O último foi o TouchRetouch, um app de fotografia que lhe permite &#8216;remover&#8217; objetos de fotos, de forma muito fácil. Ainda na parte de fotografia, vi hoje <a href="http://twitter.com/NerdPai/status/26463858988">um tweet</a> do <a href="http://twitter.com/nerdpai">@NerdPai</a> a respeito do app <a href="http://itunes.apple.com/br/app/pano/id293709029?mt=8">Pano</a> e fiquei bastante impressionado. Apesar do app já ser um tanto antigo, não conhecia.</p>
<p align="center">
<object width="600" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/XEuOGLDQRKE?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/XEuOGLDQRKE?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="600" height="385"></embed></object>
</p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Conforme demonstro no vídeo acima, o aplicativo serve pra tirar fotos panorâmicas com o iPhone. Para tal, ele permite que você tire várias fotos (sempre da esquerda para direita) e ele gera uma única imagem, unindo as demais. O diferencial que vi nesse app é que ele mostra, no canto esquerdo, a foto anterior, para que você possa alinhar com a próxima foto, maximizando os resultados. Realmente funciona e está disponível na App Store brasileira por USD 2.99.</p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ao comentar sobre o Pano no Twitter, o <a href="http://twitter.com/CalebeNP">@CalebeNP</a> me recomendou que testasse o <a href="http://itunes.apple.com/br/app/autostitch-panorama/id318944927?mt=8">AutoStitch</a>, que ele acha muito superior. Pela descrição que vi do programa na loja, realmente parece ser mais atrativo, uma vez que permite não apenas capturar imagens da esquerda para direita, como em várias posições, inclusive na vertical. Já comprei o app também e em breve falarei mais sobre ele.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Compartilhando a câmera do iPhone com o iPad</title>
		<link>http://www.pontogeek.com.br/blog/compartilhando-a-camera-do-iphone-com-o-ipad/</link>
		<comments>http://www.pontogeek.com.br/blog/compartilhando-a-camera-do-iphone-com-o-ipad/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 13:27:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GordoGeek</dc:creator>
				<category><![CDATA[App Store]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[câmera]]></category>
		<category><![CDATA[ipad]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone/iPod]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160; Uma das coisas que mais foram alvos de críticas no iPad foi a falta de uma câmera. Concordo em parte com isso e acho até que a próxima versão já virá com uma câmera frontal, para uso do Facetime e outros Apps de video-conferência. Uma câmera traseira eu acho bem difícil de vir, tendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Uma das coisas que mais foram alvos de críticas no iPad foi a falta de uma câmera. Concordo em parte com isso e acho até que a próxima versão já virá com uma câmera frontal, para uso do Facetime e outros Apps de video-conferência. Uma câmera traseira eu acho bem difícil de vir, tendo em vista que não faz sentido sair com um gadget do tamanho do iPad pra fotografar.</p>
<p align="center">
<object width="600" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/vJcoN5Cq2Gg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/vJcoN5Cq2Gg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="600" height="385"></embed></object>
</p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para preencher essa lacuna e facilitar a vida do usuário, vários programas foram surgindo na App Store, entre eles, o <a href="http://itunes.apple.com/us/app/camera-a/id363441925?mt=8">Camera-A</a> e o <a href="http://itunes.apple.com/us/app/camera-b/id363442203?mt=8">Camera-B</a>, que funcionam de maneira integrada. No iPad, fica o Camera-A e no iPhone, o Camera-B. O que o programa faz é jogar, para a tela do iPad, tudo que está se passando no iPhone, permitindo assim, tirar screenshots ou qualquer coisa similar. Claro que você poderia simplesmente tirar fotos no iPhone e mandar via email, pegando no iPad, mas a intenção desse App é justamente simplificar essa tarefa.</p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O programa é super simples de usar e não exige configuração alguma. Acredito que a única coisa que deve ser primordial é o iPhone e o iPad estarem na mesma rede WiFi. Uma vez que você abrir ambos os programas, cada um no seu gadget respectivo, ele faz o link e começa a transmitir do iPhone para o iPad.</p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O Camera-A custa USD 1,99 e o Camera-B é gratuíto. Como você irá precisar de ambos para funcionar, tendo em vista que um é o transmissor (servidor/ iPhone) e o outro o receptor (cliente/ iPad), o custo total de brincadeira é de USD 1,99.</p>
]]></content:encoded>
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