Se você é como a grande maioria dos usuários de computadores, só se dando conta da necessidade de backup quando algum desastre acontece e você se vê completamente impotente diante do problema, esse post é pra você. Usuários odeiam fazer backup: #fato. Existem cada vez mais ferramentas que tentam automatizar essa tarefa, entre elas, o Time Machine no MacOS, que cria uma espécie de “pontos de restauração”, permitindo a volta de arquivos e “condições do sistema” em determinados momentos no tempo (dae, o nome do recurso da Apple).
Como venho do mundo Windows e uso Mac há pouco tempo, tenho hábitos antigos. A minha vida toda eu usei um programa chamado Norton Ghost para tirar imagens do sistema. O bacana desse programa é que ele gera, num único arquivo, todo o conteúdo de determinado computador e lhe permite restaurar, de forma rápida e simples, o conteúdo do mesmo. No Mac, eu tenho usado o Disk Utility para isso e devo dizer que funciona muito bem!
A idéia de usar esse método é gerar arquivos do sistema, periodicamente, dando flexibilidade para se instalar qualquer coisa no seu Mac, sem medo. Ou seja, saiu aquele último update do MacOS e você está com medo de atualizar e ter problemas. Com esse método, você pode se aventurar em ser um dos primeiros a instalar o update e caso tenha problema, em questão de minutos, você utiliza o Disk Utility e volta o seu sistema antes de executar a atualização. Afinal, ’shit is happen’.
Conforme vocês puderam acompanhar ontem, aqui no blog e pelo Twitter, fiz o upgrade do HD do meu MacBook Pro de 13”, retirando o original (250GB/ 5.400RPM) e substituindo por um mais “parrudo” (500GB/ 7.200RPM). Além do ganho de espaço, será que tive algum ganho de performance? Acompanhe no vídeo abaixo:
Bom, chega de mistério :) Se você não quiser ver o vídeo, eu faço um resumo pra você. A verdade é que o ganho de performance na cópia de arquivos, foi absurdo (60%). Porém, numa exportação do iMovie, praticamente não houve diferença, ficando apenas 1 segundo mais rápido. Já no teste do XBench, o desempenho total do MBP pulou de 123 para 134 pontos.
Há alguns meses, quando o MBP era novidade, alguns usuários fizeram o mesmo procedimento que eu, trocando os HD padrão da Apple (5.400RPM) por HDs mais velozes (7.200RPM). Porém, surgiram vários problemas, como super-aquecimento, ruído, estalos, etc. Felizmente, a Apple cuidou de resolver o problema e não tive nenhum desses comportamentos no meu MBP. Porém, como já era de se esperar, a autonomia da bateria teve uma pequena queda.
No início desse ano, fiz um vídeo demonstrando como trocar o HD de um MacBook White, que foi meu primeiro notebook da Apple. Hoje, irei fazer o upgrade do meu segundo notebook da Apple, um MacBook Pro de 13”, no qual vou tirar o HD de 250GB e colocar um de 500GB.
Obviamente, como geek que sou, vou fazer um vídeo do procedimento. Porém, para quem for fazer algo igual, recomendo que sigam o vídeo acima, que está com uma qualidade absurdamente boa e está super didático.
Agora que estou equipado com um MacBook Unibody e um MacBook Air, posso me desfazer do meu MacBook White (o famoso branquinho), que comprei no final do ano passado. Ele foi meu primeiro notebook da Apple e me fez entrar definitivamente no mundo da Maçã, usando-o diariamente para fazer os posts do blog (Safari/ RSS/ Picturesque/ Photoshop), trabalhar e também para editar os podcasts com Garage Band, alguns pequenos vídeos com o iMovie e tudo o mais.
Ele é um CoreDuo de 1,83GHz de CPU, 2GB de RAM 667MHz e HD de 320GB. Ou seja, apesar de usado, tem características boas de hardware e chega a ter o dobro de performance do MacBook Air nos testes do XBench. Porém, como você pode ver no post anterior, onde comparo os dois modelos, o “sex appeal” do Air é algo incrível.
Desde que a Apple liberou a prévia do Snow Leopard na WWDC, estou rodando o novo sistema operacional que será lançado em setembro e estou adorando. Praticamente a cada 15 dias tem updates e eles vão melhorando as coisas, colocando mais recursos e mais estabilidade. Ou seja, quando o novo sistema sair oficialmente, o novo proprietário poderá rodar o Snow Leopard sem qualquer engasgo e com certeza poderá usar essa máquina por uns bons anos.
O MacBook Air não é novidade pra ninguém, tão pouco o MacBook White. Porém, achei interessante fazer esse pequeno videozinho no dia de hoje, quando chegou o mais novo membro da família: meu MacBook Air.
Desde o lançamento do MacBook Air que gostaria de tê-lo comprado, mas nunca tive coragem de pagar mais de R$ 5.000,00 num computador assim. Ainda mais sabendo que ele é bem lentinho, não tem drive ótico, apenas 1 USB, etc… Todavia, achei uma oportunidade de comprar uma usado bem barato no Mercado Livre e aproveitei.
Apesar das configurações do MacBook Air serem mais poderosas, na prática, ele acaba sendo mais lento que o MacBook White. Talvez pelo seu disco rígido de 4.200 RPM, sendo que os modelos mais atuais de MacBook rodam em 7.200 RPM. Porém, como eu já tinha em mente que seria meio lerdo mesmo e esse notebook será para viagens e não pra ficar editando vídeos e tal, resolvi arriscar.