mar 29

     No começo do mês eu assisti ao evento de lançamento do iPad 3 (sim, vou continuar chamando ele assim, mesmo a Apple – e os chatos – frisando que ele se chama New iPad) e fiquei bastante contente com o que foi apresentado. Foi bacana ver que boa parte dos rumores eram verdadeiros e ele surgiu com uma nova tela, LTE/ 4G, mais poderoso e tal. Mas essas melhorias foram suficientes para induzir a troca em quem já tinha a versão anterior, como eu?

     Como boa parte de vocês já deve ter lido por ae, pra variar, o iPad 3 é um sucesso de vendas. No primeiro final de semana ele vendeu mais de 3 milhões de unidades, ajudando as ações da Apple a subirem a níveis nunca antes vistos. Os consumidores receberam o produto muito bem e o mercado idem. Como Tim Cook fez questão de dizer na sua apresentação, a Apple vende em 3 meses o que todos os outros fabricantes de tablet juntos levam 2 anos.

     Apesar deu ter ficado bem satisfeito com as melhorias, não estava pensando em comprar o novo iPad tão logo. Isso porque, ainda esse mês, eu já havia comprado um Galaxy Note 5.3” e assim, usado boa parte da minha “cota geek”, o dinheirinho que separo das minhas receitas para me presentear. Porém, essa semana coincidiu da gerente do banco me ligar e dizer que um título de capitalização que eu vinha pagando já podia ser resgatado. Como a carne é fraca, ao invés deu reinvestir a grana, mais que depressa sai a caça de um iPad. Foi ae que encontrei o @wericladd, que foi muito bem recomendado por vários amigos e o negócio estava feito. Recebi o produto, lacradinho, na caixa original, no dia seguinte, praticamente pelo menos preço que pagaria quando ele fosse lançado aqui, o que é bem incomum, pois muita gente aproveita para lucrar em cima dos geeks ansiosos (já vi gente pedindo R$ 2.200,00 num iPad 16GB).

     Ao tirar o iPad da caixa, não nota-se muita diferença. Ele ficou um pouco mais pesado e um pouco mais gordinho. Isso porque, com a adição da tecnologia LTE/ 4G e da nova tela de alta resolução, a Apple precisou avançar muito na tecnologia da bateria. Falando nela, agora ela é 70% mais poderosa que a anterior. Contudo, tem a mesma duração. Como assim? Não melhorou nada? Como eu disse antes, em virtude dos novos recursos, o consumo também aumentou e portanto, se fosse mantido o mesmo projeto da bateria anterior, a autonomia iria cair pela metade. Porém, isso é algo que não se nota muito no uso diário. Além do mais, boa parte das cases ainda são compatíveis.

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mar 28

     Os leitores que acompanham o blog (ou meu Twitter) mais de perto já sabem que eu adoro comprar em sites chineses. Muitos acham isso um absurdam e me questionam: “pô Gordo, você paga R$ 2.000,00 num telefone e compra um carregador genérico de USD 5?”. Pra quem não sabe, o carregador original custa quase R$ 100,00 (mesmo preços dos fones) e sinceramente, acho que não valem tudo isso. Que super tecnologia tem por trás pra valer tanto? Nenhuma! É ambição pura e simples da Apple mesmo.

     Ano passado, quando comprei meu iPad 2, não comprei a smartcover. A Claudia Sakuraba havia comprado e não gostou, comprando outro modelo e me enviando o dela de presente. Apesar de achar que os ímãs poderiam ser um pouco mais fortes, dando mais sensação de segurança quando se coloca o iPad em certas posições, a case original da Apple é boa. Essa semana eu comprei o iPad 3 e precisava de mais uma smartcover. Como não é todo dia que a gente acha um amigo pra nos doar uma capinha sem uso (#troll), resolvi comprar uma. Porém, pagar R$ 149,00 (USD 39 lá fora) numa capinha, não estava nos meus planos. O que fiz? Fui procurar uma genérica no Mercado Livre.

     Fiquei cerca de 2 dias procurando por um bom vendedor, com um bom produto, fazendo perguntas e tudo o mais. Nas imagens, as capinhas genéricas pareciam muito similares a original. Afinal, como já disse antes, que imensa tecnologia pode ter por trás de uma simples capa? É diferente de comprar um celular e MPX. É só uma capinha! Pois bem, paguei R$ 50,00 em cada e comprei uma laranja (oh yeah!) e uma preta (clássica). O vendedor foi bem atencioso, rápido e prestativo. Recebi o produto em 1 dia. De cara, na embalagem, pareciam Ok, mas quando eu abri e fui encaixar no iPad, uma enorme frustração surgiu.

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Categoria(s): Apple
mar 17

     Um dos programas mais fantásticos para plataforma iOS é o Air Video. Desde que comprei meu primeiro iPad (já tem quase 2 anos), uso-o diariamente, inclusive no iPhone. Pra quem não lembra, mostrei sobre ele aqui nesse outro post e um pouco mais tarde dei uma dica sobre como acertar a legenda pra ficar com acentos. Pra quem ainda não se ligou no que ele fez, resumidamente, ele permite que seu computador envie praticamente qualquer formato de vídeo, via streaming, para seu dispositivo iOS, seja um iPad, iPhone ou iPod Touch.

     Desde que comecei a usar Android, muitos aplicativos me faziam falta. Porém, o tempo foi passando e como existem quase 800 mil ativações de Android atualmente, os desenvolvedores foram percebendo que não dava pra ignorar a plataforma. Hoje quase tudo que eu preciso diariamente tem ali, como Foursquare, GetGlue, Twitter, Facebook, RunKeeper, Readability, Read it Later, IMDb, etc. Mas ainda sinto falta de algumas coisas, como o Reeder, o Instagram e claro, o Air Video.

     Hoje eu perguntei no Twitter se existia alguma alternativa ao Air Video pra Android e o @CocaTech me sugeriu o Emit. O legal do Emit é que ele tem servidor compatível com Windows, Mac e Linux, além de clientes compatíveis com Android e iOS (sendo esse, app universal). A versão que gera o streaming (servidor, instalado no seu computador) é gratuita. Para Android existe uma versão gratuita (com propaganda) e outra paga (R$ 5,90). Já pra iOS, existe apenas uma versão paga (USD 1.99).

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mar 16

     Eu não fiz nenhum post sobre o keynote de lançamento da Apple, mas comentei bastante no Twitter, pois acho que fica mais apropriado fazer alguns comentários por lá, uma vez que são mais dinâmicos e permitem maior interatividade. No geral, eu gostei bastante do novo iPad, mas uma coisa que não me desceu muito bem na goela foi a falta de uma versão de 128GB. Tudo indica que os custos da Apple subiram, já que ela finalmente implantou uma tela Retina (ou quase) e o suporte a LTE. Porém, acho que devia ter dado a opção de, quem quisesse pagar mais caro, tivesse a chance de comprar um produto com uma capacidade maior.

     Nos dias anteriores ao evento, onde se especulava sobre a tela com alta resolução, surgiram alguns comentários dizendo que o tamanho dos apps iria aumentar bastante e portanto, faria sentido os 128GB. Infelizmente, a Apple não põe em prática tudo que faz sentido pra gente e sim o que faz sentido na estratégia de negócios deles (que por sinal é acertada, tendo em vista que ela vale mais de meio trilhão de dólares). Demorou pra eu entender, mas hoje eu tenho claramente em minha mente: a Apple não faz produtos pra mim (geek ferrenho) e sim pra um público mais amplo. Eu quero Blu-ray no Mac. Vou ficar querendo. Eu quero 4G no iPhone. Vou ficar querendo. Até que eles decidam colocar, por mais que a concorrência já tenha e os críticos caiam matando em cima.

     Agora que o New iPad já está nas mãos de alguns, surgiram vários updates de aplicativos na App Store, trazendo suporte a nova tela de alta resolução. Conforme já previam os rumores, os apps realmente ficaram maiores. Na média, os apps quase dobraram de tamanho, inclusive os da própria Apple, como a suíte iWork. O que eu só parei pra pensar hoje, quando estava fazendo tais downloads é que, mesmo eu (e talvez você), que ainda não temos o novo iPad, vamos ter um belo espaço “roubado” de nós, tendo em vista que o mesmo aplicativo que roda no New iPad roda também nos mais antigos. Assim, se você já estava com pouco espaço, depois desses updates, vai ficar com menos ainda.

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Categoria(s): Apple
mar 10

     Em virtude das limitações da conta brasileira da App Store, muita gente acaba procurando alternativas pra isso, criando contas em outros países. Acredito que boa parte dos leitores já tenha conhecimento disso, mas permita-me explicar pra quem ainda não sabe. Por inúmeros problemas de licenciamento (artistas, gravadoras, canais de TV, etc.) e regulamentação governamental, a loja brasileira é bem capada e sequer tem a categoria jogos. Assim, muitos brasileiros acabam criando conta na loja americana, onde podem comprar aplicativos gratuítos e também recorrer a gift cards ou cartões emitidos nos Estados Unidos. Outros tantos abriam conta também na iTunes da Argentina, visto que lá tem jogos e aceitavam cartão emitido no Brasil. Há alguns meses a Apple cortou esse barato e a loja dos hermanos parou de aceitar cartões nacionais, o que fez com que houvesse uma debandada pra loja Uruguai, que ainda aceita nossos cartões.

     Isso dito, acredito que muitos devem estar pensando: mas não fica uma bagunça ter várias contas? Realmente fica. Quando tem que se fazer updates, não dá pra simplesmente clicar no botão atualizar tudo e aguardar o download das novas versões. É necessário se logar em cada uma das lojas e fazer o procedimento um a um, o que é bem chato e acaba tomando tempo. Muitas pessoas já enviaram email pra Apple, perguntando se algum dia eles irão permitir a unificação das contas e deixaram bem claro que isso não está nos prazos a curto prazo por inúmeros motivos (até bem razoáveis e comprensíveis).

     Se você é uma pessoa organizada e só deixou pra comprar na loja americana (ou qualquer outra) apenas o que não encontrou na loja nacional, acredito que seu pesadelo seja um pouco pior. Já se você é como eu, que não verificava se o conteúdo tinha na loja local antes de ir procurar em outra, fazendo logo a compra pela loja que estava logada, a bagunça deve ser muito maior. Mas tem um jeito de resolver isso?

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