No começo do mês eu assisti ao evento de lançamento do iPad 3 (sim, vou continuar chamando ele assim, mesmo a Apple – e os chatos – frisando que ele se chama New iPad) e fiquei bastante contente com o que foi apresentado. Foi bacana ver que boa parte dos rumores eram verdadeiros e ele surgiu com uma nova tela, LTE/ 4G, mais poderoso e tal. Mas essas melhorias foram suficientes para induzir a troca em quem já tinha a versão anterior, como eu?
Como boa parte de vocês já deve ter lido por ae, pra variar, o iPad 3 é um sucesso de vendas. No primeiro final de semana ele vendeu mais de 3 milhões de unidades, ajudando as ações da Apple a subirem a níveis nunca antes vistos. Os consumidores receberam o produto muito bem e o mercado idem. Como Tim Cook fez questão de dizer na sua apresentação, a Apple vende em 3 meses o que todos os outros fabricantes de tablet juntos levam 2 anos.
Apesar deu ter ficado bem satisfeito com as melhorias, não estava pensando em comprar o novo iPad tão logo. Isso porque, ainda esse mês, eu já havia comprado um Galaxy Note 5.3” e assim, usado boa parte da minha “cota geek”, o dinheirinho que separo das minhas receitas para me presentear. Porém, essa semana coincidiu da gerente do banco me ligar e dizer que um título de capitalização que eu vinha pagando já podia ser resgatado. Como a carne é fraca, ao invés deu reinvestir a grana, mais que depressa sai a caça de um iPad. Foi ae que encontrei o @wericladd, que foi muito bem recomendado por vários amigos e o negócio estava feito. Recebi o produto, lacradinho, na caixa original, no dia seguinte, praticamente pelo menos preço que pagaria quando ele fosse lançado aqui, o que é bem incomum, pois muita gente aproveita para lucrar em cima dos geeks ansiosos (já vi gente pedindo R$ 2.200,00 num iPad 16GB).
Ao tirar o iPad da caixa, não nota-se muita diferença. Ele ficou um pouco mais pesado e um pouco mais gordinho. Isso porque, com a adição da tecnologia LTE/ 4G e da nova tela de alta resolução, a Apple precisou avançar muito na tecnologia da bateria. Falando nela, agora ela é 70% mais poderosa que a anterior. Contudo, tem a mesma duração. Como assim? Não melhorou nada? Como eu disse antes, em virtude dos novos recursos, o consumo também aumentou e portanto, se fosse mantido o mesmo projeto da bateria anterior, a autonomia iria cair pela metade. Porém, isso é algo que não se nota muito no uso diário. Além do mais, boa parte das cases ainda são compatíveis.

