Aug 23

     Todos que me acompanham sabe o que eu penso da multitarefa implementada pela Apple no iOS: é boa, mas não resolve tudo. Assim, os apps que foram escritos para aproveitar as APIs do SDK e se comportam muito bem, como é o caso do RunKeeper, eu acabo usando de forma nativa. Outros, como o Grooveshark, eu tenho que apelar para formas alternativas, como o Backgrounder.

     Até a versão 3.1.3 do iOS (quando ainda se chamava iPhoneOS), eu rodava a dupla Backgrounder e Kirikae. Contudo, quando instalei o iOS 4, o Backgrounder foi portado, mas o Kirikae não. Assim, acabei procurando alternativas pra gerenciar os Apps abertos e me deparei com o excelente Multifl0w. Infelizmente, ele é pago, mas acho que vale os USD 4.99.

     Uma coisa que eu gostava muito no gerenciamento dos Apps abertos pelo Kirikae era a simplicidade. Ele me listava os nomes e eu podia voltar a eles, ou matá-los, de forma bem rápida, o que não acontece no gerenciamento da Apple, que me obriga a ficar rolando várias telas no dock, até achar o que eu quero. No caso do Multifl0w, ele ‘imita’ um dos recursos que mais gosto no Snow Leopard: o Exposê. Com ele, posso ver uma miniatura de todos os Apps abertos, o que facilita demais a escolha de onde quero ir no momento, me fazendo ganhar agilidade.

     Outra dica que eu dei ontem no Twitter e muitos perguntaram exatamente como se fazia pra configurar, é usar o Activator pra programar atalhos para outros programas. Se você vai abrindo muitos Apps ao mesmo tempo, vai chegar uma hora que a memória livre vai baixar a ponto do iPhone ficar lento. Ae, ao invés de você sair matando um por um, existe a opção de matar todos ao mesmo tempo, com o RemoveBG. Antigamente eu chamava o SBSettings e depois clicava no programa. De uns tempos pra cá, acabei associando a função de shake pra tal e funciona super bem, como vocês podem ver no vídeo acima.

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Aug 22

     Já comentei por aqui sobre um aparelhinho chamado Kill-a-Watt, que serve para medir o consumo, em tempo real, de praticamente qualquer equipamento eletrônico. Utilizei muito esse aparelho para tentar descobrir os “ladrões” de energia aqui em casa e diminuir a conta no final do mês.

     Conforme também já comentei aqui no blog, tenho um sistema de monitoramento com câmeras em casa. O fabricante da solução (placa e software) é a Geovision, uma das melhores do mercado, que me permite inclusive acesso remoto via iPhone. Infelizmente, ela só roda em Windows, o que me impede de deixar um servidor Linux rodando a solução que eu julgaria ideal, inclusive com firewall mais customizado, proxy, vpn, webserver, etc.

     Vocês devem imaginar que uma máquina ligada 24 horas por dia consome uma energia significativa. Assim, minha primeira ação para reduzir o consumo foi trocar o meu antigo Pentium 4 por um Atom. Quanto ao consumo, realmente melhorou, mas como efeito colateral, fiquei sem conseguir rodar vários recursos, pela falta de potência do servidor. O que mais senti falta foi o Air Vídeo, um programa que faz streaming de vídeos em praticamente qualquer formato, para o iPhone/ iPad.

     Desde que comprei o WDTV Live, o Mac mini perdeu essa função e ficou meio encostado. Como o Mac mini consome pouquíssima energia, decidi deixá-lo no sótão, ao lado do servidor de monitoramento, servindo vídeos via streaming (Air Video), minha biblioteca do iTunes (compartilhamento familiar), meu gerenciador de compromissos (Things) e outras coisinhas mais. Mesmo consumindo pouca energia, eu quis otimizar ainda mais e deixá-lo hibernando, acordando-o via rede, apenas quando precisar. Porém, descobri que o recurso “Wake on Lan” da Apple não é o que eu imaginava. Achei que, quando eu precisasse acessar qualquer recurso “hospedado” no Mac mini, ele iria acordar e me atender. Bobinho.. Não é nada disso!

     Pelo que a gente pode ver na tela de configuração do recurso, ele funciona bem apenas quando existe um Time Capsule ou Airport na rede. Deve ter sido um jeitinho da Apple vender esses produtos, pois dá pra fazer isso com um programinha gratuíto, chamado WakeOnLan. Basta baixar, rodar e colocar o mac address dos equipamentos que você quer gerenciar. Ae, ao clicar de um botão, ele irá acordar e lhe servir, sem que você tenha que mexer seu traseiro gordo pra ir fisicamente até ele, dar um toquezinho no teclado ou mouse. Agradeço ao @tsialex pela dica.

     Apesar do programinha acima ser uma alternativa pra quem está em um Mac, se você já tiver no conforto da sua cama ou largadão no sofá e quiser acessar algo no Mac hibernando, nada mais prático que acordá-lo via iPhone ou iPad, né? Pra tal, existem dezenas de programas na App Store. Basta procurar “wake on lan” por lá que você verá inúmeros, inclusive o WakeUP Lite.

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Aug 19

     Já conhecia o serviço VivoON, inclusive tinha comentado sobre ele aqui anteriormente, mas ontem me falaram uma coisa que ficou rondando minha mente, até que tive que testar. O plano da Vivo concede acesso a redes sociais (Facebook, Gmail, Hotmail, Orkut, Twitter e o site da Vivo) de maneira ilimitada*, contudo, apenas a elas. Se você acessar qualquer conteúdo fora delas, seria cobrado como excedente. Porém, não é bem isso que vem acontecendo (pra nossa imensa sorte, conforme mostro no vídeo abaixo).

     Na semana passada eu descobri que a Vivo ativou a cobertura 3G por aqui. É tão recente, que ainda nem consta no site. Ae, pra testar, eu acabei ativando um plano de internet 3G pré-paga por uma semana, pagando R$ 35,00, conforme eu comentei nesse outro post. Pra minha surpresa, funcionou muitíssimo bem, infinitamente superior a Claro.

     Hoje, resolvi testar se era verídico a informação que a Vivo não estava cobrando o tráfego a outros sites/ serviços como excedente e ativei o VivoON. A operação é muito simples: basta ativar a promoção VivoON, colocar R$ 25,00 de crédito e sair pro abraço. Além da internet, você ainda recebe SMS ilimitado pra outro Vivo e trocentos minutos, também pra outro VivoON. Como taxa de adesão, serão descontados R$ 11,90 da sua recarga de R$ 25,00. Para maior informações, consulte o regulamento.

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Aug 19

     Já fiz dois posts aqui no blog a respeito do uso de VPN, mas como sempre comento no Twitter e tem alguém perguntando ‘pra que diabos serve uma VPN?’, irei voltar ao tema, tentando fazê-lo de forma definitiva. Pretendo não ficar preso a linguagem técnica (que seria a mais correta), porque eu quero justamente tentar explicar de uma forma que todos entendam. Assim, se você é um administrador de rede (como eu) e pensa em deixar um comentário ae no post, dizendo que falei asneira, já saiba de antemão que está perdendo seu tempo e o comentário vai pro /dev/null ;) #FicaDica

     O intuito principal e acredito, original, de uma VPN, é conectar dois ou mais pontos (computadores, smartphones, etc.) de maneira segura, criando túneis de criptografia entre eles, ou seja, tudo que passar de comunicação entre esses pontos, terá seus dados ‘embaralhados’ e se alguém conseguir acesso a eles, terá que investir um bom tempo tentando transformar esse amontoado de dados cifrados em algo útil. Esse é o uso profissional, que eu e outras milhares de pessoas fazemos, quando vamos acessar uma rede corporativa ou algo assim. Porém, o uso que outras milhões de pessoas fazem, não é bem esse. O interesse dessas pessoas é ‘mascarar’ o seu endereço IP de origem, assumindo um IP dentro da VPN para, por exemplo, acessar um conteúdo não disponível pelo acesso convencional. Exemplificando: vários sites, tanto americanos, como europeus, devido a acordos de licenciamento, só liberam seus conteúdo para a população local. Ae, nós brasileiros (e todos os outros que não fazem parte daquele país), ficamos chupando o dedo pra ter aquele conteúdo, seja uma música, um clipe, um seriado, um episódio do seu programa favorito ou qualquer outra coisa.

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Aug 12

     Há um tempinho atrás, comentei aqui sobre o sistema de monitoramento através de câmeras, que uso em casa (Geovision GV-800). Hoje, como recebi um pedido com novos ‘apetrechos’, resolvi fazer um post complementar.

     Há mais de um ano, quando instalei o sistema, paguei cerca de R$ 70,00 nas câmeras pra uso interno (sem infra) e R$ 280,00 nas câmeras para uso externo (com infra). A grande diferença é que, pra uso externo, além da câmera precisar ser um pouco mais ‘parruda’, optei pelas que tem infra-vermelho, pra poder monitorar a noite. A boa notícia é que os preços cairam bastante e as novas, que chegaram hoje, paguei menos de R$ 80,00, inclusive com microfone embutido, coisa que as antigas não tinham. Comprei tudo na RiberShop, via internet. Eles foram bem atenciosos, ligaram pra confirmar o pedido e ver se o que eu tinha comprado era realmente o melhor pra o que eu queria fazer, etc. Já a entrega, demorou uma semana, mas beleza.. Vou relevar.

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