mar 10

     Em virtude das limitações da conta brasileira da App Store, muita gente acaba procurando alternativas pra isso, criando contas em outros países. Acredito que boa parte dos leitores já tenha conhecimento disso, mas permita-me explicar pra quem ainda não sabe. Por inúmeros problemas de licenciamento (artistas, gravadoras, canais de TV, etc.) e regulamentação governamental, a loja brasileira é bem capada e sequer tem a categoria jogos. Assim, muitos brasileiros acabam criando conta na loja americana, onde podem comprar aplicativos gratuítos e também recorrer a gift cards ou cartões emitidos nos Estados Unidos. Outros tantos abriam conta também na iTunes da Argentina, visto que lá tem jogos e aceitavam cartão emitido no Brasil. Há alguns meses a Apple cortou esse barato e a loja dos hermanos parou de aceitar cartões nacionais, o que fez com que houvesse uma debandada pra loja Uruguai, que ainda aceita nossos cartões.

     Isso dito, acredito que muitos devem estar pensando: mas não fica uma bagunça ter várias contas? Realmente fica. Quando tem que se fazer updates, não dá pra simplesmente clicar no botão atualizar tudo e aguardar o download das novas versões. É necessário se logar em cada uma das lojas e fazer o procedimento um a um, o que é bem chato e acaba tomando tempo. Muitas pessoas já enviaram email pra Apple, perguntando se algum dia eles irão permitir a unificação das contas e deixaram bem claro que isso não está nos prazos a curto prazo por inúmeros motivos (até bem razoáveis e comprensíveis).

     Se você é uma pessoa organizada e só deixou pra comprar na loja americana (ou qualquer outra) apenas o que não encontrou na loja nacional, acredito que seu pesadelo seja um pouco pior. Já se você é como eu, que não verificava se o conteúdo tinha na loja local antes de ir procurar em outra, fazendo logo a compra pela loja que estava logada, a bagunça deve ser muito maior. Mas tem um jeito de resolver isso?

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mar 09

     Há cerca de 6 meses tomei coragem e comprei meu primeiro iMac (ainda faltam 6 parcelas, rs). A máquina é linda, muito boa, mas fazer upgrade nela é algo bem complicado. Eu a comprei com apenas 4GB de RAM e depois fiz upgrade para 16GB (yeah baby). Enquanto a troca da memória limita-se a remover uns pouco parafusos, puxar uma gavetinha, remover a antiga, colocar a nova e fechar, o upgrade do HD, entre outras coisas, exige a retirada total da tela. Como eu não tenho coragem suficiente pra fazer isso e ficar com apenas 500GB é algo inviável pra mim, resolvi apostar em armazenamento externo, com 2TB em um Time Capsule e 3 TB num AirPort Extreme.

     Durante esses meses que estou com a máquina, tentei manter o mínimo de coisas localmente no iMac, como a minha biblioteca do iTunes. Todo o resto eu procurava deixar na rede. Porém, minha biblioteca foi crescendo e atingiu um ponto em que foi necessário movê-la também para a rede. Eu então mandei o iTunes consolidar os arquivos, fechei o aplicativo e usei o Finder para mover o diretório do iTunes pra rede. Como a minha biblioteca estava com quase 300GB, foram necessárias mais de 8 horas para fazer o procedimento, mesmo usando uma rede gigabit.

     Uma vez que os arquivos foram finalmente movidos pra rede, eu abri novamente o iTunes e informei o novo caminho. Levou alguns minutos pra ele processar a mudança e dizer que tinha terminado. Então eu fechei-o e abri novamente, só pra garantir. Comecei a ouvir algumas músicas e tudo parecia bem, até que chegou uma música que ele disse não estar encontrando. E depois outra e outra e foi virando uma bola de neve. Ao clicar na música, ele me dizia que não podia localizá-la. Ao pedir informação da música, vi que ele ainda apontava para o caminho antigo. Bem bizarro ele ter atualizado a informação para alguns arquivos e outros não. Mas como resolver?

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fev 26

     No começo de novembro do ano passado eu fiz uma breve resenha aqui no blog a respeito do AZBox Bravoo+ HD. Me comprometi a falar mais sobre o equipamento, mas eu uso tão pouco que acabei não voltando a falar sobre ele. Desculpas por isso.

     Depois de várias semanas com o equipamento parado, esses dias eu coloquei-o pra funcionar novamente (bem como o Probox 530) e acabei batendo muito a cabeça pra fazer funcionar em conjunto com o Slingbox. Pra quem não conhece o aparelho, falei sobre ele em abril de 2010 nesse post. Em resumo, ele faz streaming da sua TV paga para outros dispositivos, como PC/ Mac, iPad, iPhone e Android.

     Quando eu era assinante da Sky, nunca consegui fazer o Slingbox funcionar corretamente com meus decoders (eram 2 modelos diferentes). Acabei migrando pra Telefônica e dei a sorte de conseguir fazer funcionar, conforme narrei aqui. Agora, voltando pro “jardim florido” do mundo AZ, me vi novamente com esse problema.

     Como o meu Slingbox é o modelo mais simples (e mais barato), ele não tem HDMI. Por isso eu queria deixar o AZBox Bravoo+ HD na sala principal e o Probox 530 numa outra sala menor, junto com o Slingbox. Infelizmete, depois de vários dias tentando fazer funcionar com o Probox, desisti. No entanto, nessas minhas pesquisas, achei um esquema pra fazer funcionar no AZBox.

     A primeira coisa que você deve fazer é entrar aqui e fazer o download do arquivo. Depois, extraia o arquivo compactado. O arquivo que iremos usar é o C2013_PL.bin. Feito isso, acesse a página de configuração do seu Slingbox (atalho aqui. Clique em Get Started, escolha seu dispositivo, depois clique em Configure Inputs e escolha qual entrada você está usando pra ligar o decoder ao Slingbox (provavelmente será a Composite). Feito isso, seleciona Supported Devices, Satellite, Custom. No caminho, informe onde o arquivo .bin está no seu HD (ex.: /Volumes/MacOS/C2013_PL.bin). Ele vai subir o arquivo, testar e tudo estará funcionando.

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fev 18

     Faz pouco mais de 3 meses que comprei um Kindle (veja o review aqui) e agora faço parte dos milhares (milhões?!?) de fãs do aparelhinho. Claro, ele é extremamente simples e não se compara a um iPhone ou iPad, mas o charme do gadget é outro. Ele é super leve, fino, barato, lhe proporciona um conforto visual incrível em longas jornadas, além de ter uma autonomia de bateria maravilhosa e recursos muito bacanas para os amantes da leitura.

     Nos primeiros dias com o Kindle eu pesquisei e aprendi como enviar conteúdo pra ele. Uso bastante o Calibre para converter livros de outros formatos (comprados legalmente – ou não, rs) para ele e depois enviar para meu email na Amazon, que faz o restante do trabalho, enviando para o aparelho. Claro, dependendo do formato, nem preciso usar o Calibre. Basta mandar um email com os documentos que quero em anexo e eles aparecem no Kindle, sem cabos. Se você usa iPhone ou iPad, o aplicativo do Kindle pra eles também acessa esse conteúdo, apesar de não sincronizar as notas muito bem.

     Devido a meus hábitos em consumir conteúdo, fico sempre antenado no Reeder e Twitter. Não gosto de ficar lendo notícia “velha”. Enquanto estou programando, faço pequenas pausas pra ler as novidades. Assim, ler as notícias apenas uma vez ao dia, seja no final de noite ou durante o café da manhã, não faz parte dos meu hábitos. Sei que muita gente faz isso e seria até mais produtivo, mas minha hiperatividade não me permite ter essa rotina. Claro, os textos mais longos são enviados para o Instapaper ou Read It Later e leio em momentos mais sossegados.

     Apesar do Kindle ser um gadget incrível, mesmo em sua versão 3G, ele não é o melhor dispositivo para navegar na internet. Pra suprir essa “falha”, existem inúmeros serviços e ferramentas. Muita gente me pergunta como ler feeds RSS no Kindle e nesse artigo eu vou compartilhar alguns dos meus hábitos com vocês.

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fev 07

     Já faz um bom tempo que não falamos de jailbreak para iPhone aqui no blog. Isso porque, desde que saiu o beta do iOS 5, deixei esse procedimento longe dos meus iTrecos. Porém, no final de janeiro, finalmente conseguiram liberar o Absinthe, ferramenta que permite o jailbreak untethering do iPhone 4S e iPad 2. Ae, eu não resisti e acabei instalando por aqui. Mas ficou instável? Vale ou não a pena instalar?

     Eu sei que boa parte das pessoas que faz jailbreak pensa primeiramente em usar aplicativos piratas. Porém, nem todo mundo tem essa intenção. Algumas pessoas simplesmente não concordam com algumas políticas da Apple e querem ter liberdade total de instalar o que quiser em seus aparelhos, seja permitir que o mesmo faça Facetime sobre conexão 3G ou simplesmente colocar atalhos para desligar/ ligar recursos como Wi-Fi, 3G e Bluetooth de maneira fácil. É fato que a Apple vem a cada novo iOS aprimorando os recursos e liberando coisas que, até então, só era possível pra quem tinha jailbreak, como o caso das notificações. A questão é: vale a pena arriscar a estabilidade (e até mesmo a garantia) do aparelho com esse procedimento?

     Apesar da “instalação” do Jailbreak no aparelho ser um pouco confusa e demorada, uma vez que ele está “instalado”, o sistema fica bem estável. No passado eu saia instalando tudo que me chamava a atenção no Cydia e isso acabava por deixar o sistema um castelo de cartas, onde qualquer ventinho, derrubava tudo. Eu aprendi com meus erros e hoje não faço mais isso. E essa é uma das principais dicas pra quem faz jailbreak. Se você não tem necessidade de instalar algo, não o faça. Quer testar algo? Tudo bem, mas senão vai usar, desinstale logo em seguida. Isso vai diminuir bastante as chances de problemas. Eu estou com meu iPhone 4S e iPad 2 jailbroken há mais de 3 semanas e eles estão super estáveis.

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