6 Comentarios »Postado por Pedro Alves em 01/04/2013 às 11:32h
Raspberry Pi é um daqueles projetos tão simples e funcionais que nos fazem perguntar “Por que diabos ninguém fez isso antes?”
Criado por estudantes de Cambridge com o objetivo de incentivar jovens mentes a desbravarem o mundo da programação, esse é um dos menores computadores do mundo. Em uma placa de circuito do tamanho de um cartão de crédito, temos uma CPU ARM fundida com uma GPU com capacidade de rodar videos 1080p, uma porta HDMI, duas portas USB 2.0, uma porta ethernet 10/100 Mbps, saída de vídeo RCA e uma porta P2 para saída de áudio. E tudo isso em seu modelo principal com 512 MB de RAM por £25. Continue a leitura..
Há quase 5 meses a Amazon apresentou seus novos modelos de Kindle ao mundo. Entre eles estava o Paperwhite, um grande aprimoramento no famoso leitor de livros digitais da empresa, que ganhou maior contraste e definição de tela, além de uma tecnologia de iluminação muito bacana, que permite ao usuário ler num ambiente sem iluminação.
Um dos maiores “defeitos” dos e-readers até o meio do ano passado era o fato da tela de tinta eletrônica proporcionar um conforto muito grande na leitura, mas apenas quando houvesse luz presente, seja ela natural ou artificial. Por um lado, esse era um “problema” herdado dos livros tradicionais. De outro, os usuários já estavam se acostumando ao fato de que um tablet possui iluminação própria e não depende de uma luz acesa no ambiente. Nem de longe as telas de LCD possuem o conforto proporcionado pelo e-ink, mas tinham esse diferencial. No entanto, a tecnologia presente no Paperwhite acabou tirando esse trunfo dos tablets.
A Amazon não é a única (e nem foi a primeira) a colocar essa tecnologia no mercado. Outros leitores com tela e-ink, tais como Nook GlowNight e Kobo Glo já tem características similares. A empresa de Jeff Bezos no entanto parece ter feito o serviço melhor, além de contar com uma plataforma e software bem melhores (na minha opinião, claro).
Meu contato com os aparelhos da Barnes & Noble foi bem superficial. Brinquei com eles durante uma visita a loja física, no final do ano passado. Já o Kobo, tenho mais experiência. Porém, acredito que posso afirmar com convicção que, se você está convencido que precisa de um e-reader, o Kindle Paperwhite é a melhor escolha que você pode fazer. Veja no vídeo porque essa foi a minha escolha.
Todos os dias os leitores me perguntam: porque eu devo comprar um e-reader e não um tablet? Bem, cada caso é um caso. Assim como não gosto de dizer que o melhor smartphone é um Android ou iPhone sem conhecer o perfil da pessoa. Pra quem gosta de fazer várias anotações, precisa ler PDF e não usa muito em ambientes abertos, com muita claridade, o tablet é uma boa. Porém, pra quem gosta apenas de ler e prefere ambientes mais claros e agradáveis, como deitado na rede, tomando sol, etc., os leitores de livros eletrônicos, como Kobo e Kindle, são uma boa pedida.
No vídeo acima eu comparei diferentes dispositivos expostos a um ambiente externo, sem cobertura, pegando os raios do sol direto sobre eles. Foram testados um iPad com tela retina, um Galaxy Tab, um smartphone RAZR i, o Kobo e o Kindle. Se vocês estiverem vendo o vídeo na resolução máxima, observem que praticamente não dá pra ver o que tem nas telas LCD. Com muita atenção aos detalhes, dá pra ver que realmente tem um texto nele, mas é quase impossível de ler. Já nas telas e-ink, a visualização é perfeitamente, independente do ângulo de visão do leitor.
Na semana passada a Livraria Cultura anunciou a disponibilidade de dois novos leitores de livros eletrônicos em seu site: o Kobo mini (R$ 289,00) e o Kobo Glo (R$ 449,00). Eles já constavam no site, juntamente com o Kobo Touch (R$ 399,00), mas com um anúncio de “em breve”. Todos estão disponíveis para a compra com pagamento facilitado (em até 10 parcelas iguais no cartão). Apesar da promessa de entrega apenas para o dia 27/1, para a minha felicidade, a entrega aconteceu bem antes (22/1).
Um dos maiores “defeitos” apontados pelas pessoas que conheço nos e-reader tradicionais é a impossibilidade de ler no escuro, o que não acontece num tablet. Assim, os fabricantes correram pra dar um jeito nessa lacuna. A Amazon lançou o Kindle Paperwhite, a Barnes & Noble apresentou o Nook GloLight e a Kobo o modelo Glo, que foi o modelo que comprei e demonstro nesses vídeos.
Eu adorei a adição dessa nova característica. Fiz testes durante o dia de ontem e achei bem confortável e prática. Com apenas 20% de brilho, a leitura é muito agradável e não atrapalha o parceiro na cama, pois a luz emitida é mínima. Porém, todos os defeitos já citados nos meus outros vídeos do Kobo, permanecem, como podemos ver no segundo vídeo.
Já tem alguns meses que todos os dias recebo a mesma pergunta dos leitores via Twitter: “S3 ou iPhone 5?”. Mas de umas duas semanas pra cá, o que mais ouço mesmo é “Kindle ou Kobo?”. Pra satisfazer a curiosidade da galera (e a minha própria) eu acabai comprando um e-reader da Amazon e outro da Livraria Cultura.
Conforme já expliquei aqui nesse outro post, o comparativo atrasou um pouco porque a Livraria Cultura não cumpriu o prazo prometido. Assim, eu fiquei com o Kindle mais dias do que o Kobo. Na verdade, eu não estou com o Kobo nem há 24 horas, ou seja, ainda não aprendi macetes e truques que podem ser útil na minha avaliação. Estou contando que os donos do aparelhos usem o espaço para comentários ae embaixo para me puxar a orelha caso eu diga alguma besteira e, especialmente, pra me dar algumas dicas.
Esse é o quarto Kindle que eu compro. Já tive um Kindle de quarta geração, um Kindle Touch, um Kindle Touch com 3G e agora o Kindle de quinta geração, que é o modelo vendido no Brasil. Assim, eu já aprendi a me virar bem com ele, o que lhe confere certa vantagem na minha avaliação, pois pode acontecer que algumas dificuldades que encontrei no Kobo, sejam pura falta de experiência em saber configurá-lo de forma adequada. Portanto, tenham isso em mente ao ver o vídeo.
No final de 2011 eu fiz o primeiro vídeo review do Kindle, um modelo clássico de quarta geração. Meses depois, comprei um Kindle Touch e fiz um vídeo comparativo entre os modelos. Hoje, falaremos sobre o Kindle de quinta geração, vendido no Brasil pelo Ponto Frio por R$ 299,00 ou 12 parcelinhas de R$ 24,92.
Minha ideia era fazer um vídeo comparativo entre o Amazon Kindle e o Cultura Kobo, já que recebo muitas dúvidas de leitores, perguntando sobre qual modelo escolher. Porém, como já expliquei aqui nesse outro post, a Livraria Cultura me enrolou e estou sem o dispositivo para resenha. Caso a empresa resolver parar de me fazer de trouxa e o produto chegue por aqui, farei um novo vídeo.
Em abril eu dei de presente de aniversário pro meu pai um Fitbit Ultra. Como o produto chegou meio em cima da hora, acabou não sobrando tempo para que eu pudesse resenhá-lo. Como diz o ditado “antes tarde, do que nunca”, segue abaixo um vídeozinho sobre o produto.
Em resumo, o Fitbit Ultra é um passômetro moderninho, que sincroniza os dados com o computador e depois com seu perfil na nuvem. Assim, você terá um histórico detalhado de quanto você costuma andar por dia, incluindo passos, calorias queimadas, km andados, etc.