ago 16

Review do Box MXQ-4K para IPTV, seriados e filmes

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 16/08/2017 às 21:48h

     Há cerca de dois meses eu comprei uma box MXQ-4K pra testar aqui pro canal. Nesse meio tempo, rodei vários tipos de conteúdo, seja via rede local, internet ou através das 4 portas USB 2 que ela tem e possibilitam conectar HD externo ou pendrive. Mas vale a pena gastar R$ 130,00 nessa caixinha multimídia pra ter acesso a IPTV, Netflix, YouTube, Kodi e outros?

     A primeira coisa que devo dizer é: se você é exigente e tem grana pra gastar, vai conseguir comprar coisa muito melhor, como a Xiaomi MiBox. Porém, se a grana está curta e você acha que consegue conviver com as limitações de um aparelho barato, acredito que será uma boa compra.

     Você vai encontrar diversos modelos de aparelhos muito similares a MXQ no Mercado Livre e em sites chineses, como Alibaba, DealExtreme, Gearbest e afins. No chassi, parece tudo a mesma coisa. No interior, podem variar bastante ou nem tanto assim. Não dá pra saber o que cada fabricante coloca dentro da sua caixa.

     Como eu mostro no vídeo, rodar um Android de tablet numa box, onde a interação é basicamente por um controle sem fio, demanda certa paciência. Porém, se o seu foco for rodar vídeo via USB e IPTV, não vai ter muitos problemas. Mas, se o seu foco é Netflix, YouTube e outros, acho que a dor de cabeça não valerá a pena.

TAG(s):
Categoria(s): Gadgets
ago 05

O básico sobre as cafeteiras Nescafé Dolce Gusto

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 05/08/2017 às 15:34h

         Depois de muito tempo namorar uma cafeteira de cápsula, no último Dia das Mães acabei aproveitando uma promoção da Nescafé e comprei a máquina, que acabou saindo quase de graça, em virtude das quase 10 caixas de cápsulas que vieram de brinde.



         Como eu não entendia nada sobre isso, acabei tendo que fazer algumas pesquisas no Google, YouTube, blogs e afins para não comprar gato por lebre. E, assim como eu, acredito que muitos também são leigos no assunto. Dessa forma, queria centralizar, num único vídeo, as principais dúvidas a respeito desse universo. Espero ter contribuído ;)

TAG(s):
Categoria(s): Gadgets
ago 05

         Há mais de 3 anos eu fiz um post aqui blog sobre automação residencial com a tomada inteligente WeMo da Belkin. De lá pra cá, muitos produtos surgiram, a tal internet das coisas ganha cada vez mais espaço na mídia e muita gente está querendo deixar sua casa um pouco mais “inteligente”.



         Um dos grandes problemas da automação residencial é o alto custo (R$ 1.300 por 3 lâmpadas de LED da Philips Hue). A maioria das soluções comerciais que encontramos atualmente no mercado custam um absurdo o e não estão acessíveis a todo mundo. Por isso, os interruptores ITEAD sOnOff são uma alternativa simples e interessante pra quem deseja começar nesse mundo.

         A empresa ITEAD, fabricante da tomada sOnOff, tem diferentes soluções bacanas em seu site, por preços a partir de USD 4,85, o que é muito barato, especialmente pro consumidor americano. Você pode comprar tomadas com ótimo acabamento (similar aos da WeMo), lâmpadas (similar a Philips Hue), um concentrador que pode automatizar todos os sinais sem fio da sua casa (como portões, ar condicionado, etc.), entre outras maravilhas tecnológicas que deixam qualquer geek maluco.

Continue a leitura..

TAG(s):
Categoria(s): Gadgets
ago 05

         Faz muitos anos que compartilho aqui no blog o meu interesse por câmeras, vigilância eletrônica e afins. O começo foi com câmeras analógicas tradicionais e DVR para gravação das imagens. Depois parti para as primeiras câmeras IP XingLing, compradas no DealExtreme, onde eu não consegui achar uma solução interessante para gravação. Agora, estou utilizando câmeras no padrão ONVIF, que gravam localmente num cartão microSD e também tem a possibilidade de trabalhar em conjunto com um NVR.



         A câmera que tenho utilizado atualmente é a do vídeo acima. Sinceramente, eu não sei a marca dela. Isso porque, a cada compra, a mesma câmera vem numa embalagem e versão de software diferente. As vezes chega numa caixa da Jortan, outras da Yoosee e assim por diante. Ou seja, uma verdadeira bagunça.

         Diferente das primeiras câmeras IP que comprei, que eram todas da China (especialmente do DealExtreme), as câmeras atuais foram quase todas compradas no Mercado Livre, mas também comprei algumas em distribuidores oficiais. Porém, mesmo nesse último caso, não recebi nota fiscal, manual em português, etc. Ou seja, se você resolver comprar na China pra economizar, no Mercado Livre ou em um distribuidor, provavelmente receberá um produto similar.

Continue a leitura..

TAG(s):
Categoria(s): Gadgets
ago 26

Mini drone Parrot: review do robozinho Jumping Sumo

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 26/08/2015 às 01:50h

     Me aponte um geek que não sonha em ter robôs em casa e lhe direi que ele é um geek fajuto! Pra quem nasceu nos anos 80, como eu, ver tantos “brinquedos” com alta tecnologia hoje em dia é um sonho que parecia muito distante. E olha que nem cheguei aos 40! Provavelmente, meus filhos vão ter disponíveis coisas que ainda nem conseguimos imaginar quando chegarem na minha idade.

     Faz anos que sonho em comprar um drone, mas como a Anac não regulamentou o uso no país e ouvi casos que a Receita Federal anda aprendendo os brinquedos de quem compra no exterior, tive que deixar quieto, mesmo vendo drones com câmera a partir de USD 200. Assim, me contentei com o Jumping Sumo, um robozinho de USD 160 e que, se não voa, ao menos dá uns saltos animais.

     O Jumping Sumo é fabricado pela Parrot, uma marca bastante conhecida quando o assunto é drone. Ele foi apresentado na CES desse ano e fiquei babando. Eu comprei ele ontem na Bestbuy e dei uma brincada no quarto da casa onde estou ficando. Apesar de não ter muito espaço, foi uma boa diversão.

     O robozinho cria uma rede Wi-Fi e você se conecta nela com seu dispositivo, que pode ser iOS ou Android, tablet ou celular. Depois, abre o app e pode fazer algumas configurações (como trocar o nome da rede Wi-Fi) ou já sair rodando com ele. É muito fácil de controlar, com uma “manivela” que vai pra frente e pra trás no lado esquerdo e outra que faz os movimentos laterais na direita. É possível dar uma volta de 180 graus facilmente, apenas com um movimento. Além disso, ele vem com animações e pulos pré configurados, bastante apertar um único botão.

     A primeira parte chata do brinquedo é seu preço: USD 160. A segunda é que ele parece bem frágil, especialmente as rodas, feitas de um material que lembra isopor ou EVA (não sei quantos pulos ele aguenta). Terceiro é a autonomia de bateria, limitada em apenas 15 minutos e leva insanas 2 horas de uso pra carregar. Por fim, a qualidade da câmera é SD e, como é feita a transmissão via Wi-Fi, deixa um pouco a desejar.

     Se você não se importar nem um pouco com a atual taxa de câmbio e tiver dinheiro pra gastar, pode comprar que vai se divertir. Compre também umas peças extras (caso as que vem com ele não aguentem) e umas baterias adicionais também. Mas, se você é como eu e tem que pesar muito o custo x benefício (dólar subindo diariamente), melhor não encarar a brincadeira.

TAG(s):
Categoria(s): Gadgets
ago 26

Misfit Bolt: review da lâmpada bluetooth inteligente

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 26/08/2015 às 01:34h

     Pra quem é geek e gosta de ter um monte de coisas tecnológicas integradas a casa, as lâmpadas inteligentes são um recurso de saltar aos olhos. Você consegue acender, apagar, controlar a intensidade, programá-las por horário e, em alguns casos, até mudar de cor. Ah, algumas, integradas ao app do celular, ainda permitem ficar trocando de cor conforme a música que se está ouvindo. Muito legal!

     Talvez as lâmpadas inteligentes mais famosas que você já deve ter ouvido são as Philips Hue. No Brasil, o kit com HUB e três lâmpadas sai por R$ 1.249. Cada lâmpada extra sai por R$ 229. Aqui nos Estados Unidos, o kit sai por USD 199 e cada lâmpada por USD 20.

     Existem vários produtos para automação, que podem utilizar vários tipos de protocolos. Um dos mais comuns é o ZigBee. Nesse caso, você irá precisar de um equipamento que será o roteador dos dispositivos que você deseja conectar. Assim, paga-se um pouco mais no kit inicial, pois inclui o HUB, mas os demais acessórios saem mais em conta, pois a tecnologia mais cara está embarcada no roteador. Por outro lado, existe também os dispositivos que não exigem HUBs e, por isso, eles são mais complexos (e mais caros).

     Como eu não achei nenhum HUB na Bestbuy, eu acabei comprando a lâmpada Bolt da Misfit. Ela trabalha usando o protocolo bluetooth, muito comum em tablets e smartphones. Dessa forma, ela independente de um HUB. Porém, o lado negativo: cada lâmpada custa USD 50 e não USD 20, como as mais em conta, que trabalham conectadas a um HUB ZigBee.

     Num primeiro momento, eu achei que não precisar de HUB fosse uma coisa boa. Porém, se você pretende colocar várias lâmpadas, a solução fica bem mais salgada. Na Amazon, por exemplo, você compra um kit com HUB e duas lâmpadas por menos de USD 50. Ou seja, numa solução de pequeno porte, pra um apartamento, algo usando apenas 15 lâmpadas, sairia USD 750 com lâmpadas independentes ou USD 350 com HUB, sendo USD 50 do kit inicial e mais USD 300 (15 x USD 20) das demais lâmpadas. Ou seja, menos da metade! E quanto maior a solução, menor o custo.

     Introduzido o assunto, vamos falar do produto que eu realmente comprei e gravei o vídeo vinculado a post. A Misfit é bem conhecida pelas suas soluções de wereables, como suas pulseiras baratas. Eu não sabia que eles tinham soluções de automação até ver essa lâmpada na Bestbuy.

     A configuração e uso da lâmpada no iPhone foi bem simples. Tudo funcionou conforme o esperado. Mas no Android… Ah, o Android… Muitas vezes ele perdia a conexão bluetooth, mesmo próximo da lâmpada. Ae ele não controlava direito a intensidade da luz, a mudança de cor, etc. Mas no iPhone, como já dito, tudo funcionou adequadamente.

     Como eu não conhecia os benefícios de se usar um HUB, acabei comprando essa solução que me pareceu mais simples. Ao começar a pesar custo x benefício, vi que não valia a pena e acabei comprando um kit compatível com a WeMo na Amazon. Deve chegar nos próximos dois dias. Assim, vou acabar dando outro “return” na Bestbuy e pegar o dinheiro de volta.

TAG(s):
Categoria(s): Gadgets
ago 26

Jabra Rox: review dos fones de ouvido bluetooth

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 26/08/2015 às 01:32h

     Em 2013, depois de testar vários fones de ouvido bluetooth e ficar frustrado com o áudio picotando enquanto eu caminhava, resolvi investir USD 99 num bom fone de ouvido e optei por um Jabra Sport quando visitei uma loja da Apple. A qualidade do áudio e autonomia de bateria eram muito boas, mas ele não se encaixava direito nas minhas orelhas e ficava competindo por espaço com meus óculos. Ae, acabei vendendo-o dias após voltar ao Brasil.

     Já ciente que a marca é confiável e faz produtos de qualidade, resolvi comprar um outro fone de ouvido deles, mas que não tivesse a mesma característica do anterior: ficar ruim em quem usa óculos. Assim, quando vi o modelo Rox ontem numa Bestbuy, fiquei encantado e acabei comprando-o. Confesso que fiquei na dúvida se ele não ia ficar caindo do ouvido a todo momento, já que ele não tem um suporte para a orelha, mas como eu poderia devolver na loja caso não gostasse, paguei pra ver.

     A primeira coisa que impressiona no produto é sua leveza. A segunda, seu minimalismo. Você olha para o produto e parece que está faltando algo, de tão pequeno. Mas não, está tudo ali dentro mesmo, miniaturizado. A porta microUSB, por exemplo, que permite o carregamento dos fones, fica discretamente oculta em um dos fones. Você deve abrí-lo ao meio e ae aparece a portinha. Sensacional.

     Num primeiro momento, usando os fones com a borracha padrão, ele não parava no ouvido. Ae fui trocando até achar uma mais confortável e que ficasse bem preso. Pro meu uso, que são caminhadas leves, acredito que está perfeito. Porém, pra quem pratica exercícios mais intensos, talvez ele não vá ficar muito firme e vá dar umas escapadas conforme o movimento da cabeça for mais intenso.

     A qualidade do som é muito boa. O som é limpo e não abusa de graves. Mesmo sendo bem pequeno, ele tem um sistema Dolby, autonomia de quase 6 horas de uso, é resistente a água e suor, além de suportar tecnologia NFC que permite pareá-lo a smartphones Android de forma mais fácil, só encostando na traseira do mesmo.

     Com nosso câmbio bem desfavorável e a moeda brasileira levando um baile do dólar, vale a pena pagar mais de R$ 400 no Jabra Rox? Sim! E olha que é difícil o velho ranzinza mão de vaca aqui dizer que algo vale a pena hein. O produto não é perfeito, mas me agradou bastante. O ponto negativo principal é o fato de, pra ele não ficar caindo, ter que colocá-lo bem fundo no ouvido e isso abafa completamente os sons externos, se tornando algo perigoso pra quem vai usá-lo na cidade e está sujeito a ser atropelado, pra dizer o mínimo.

     Uma última ressalva pra você pensar: no Brasil, o salário mínimo está em torno de R$ 800. Ou seja, um fone desses é meio salário mínimo. Aqui nos Estados Unidos, o salário mínimo (USD 8 a hora) dá uns USD 1,600. Ou seja, USD 100 num fone de ouvido bom, que certamente vai durar alguns anos, é algo muito barato. Vejo muitos fones nessa faixa de preço aqui, mas também vejo uns mais tops (de USD 300, USD 400, etc.), não apenas nas vitrines, mas também nas ruas. É comum ver pessoas no metro usando fones da Beats, Bose, etc. Já imaginou isso em São Paulo? Você ficaria sem o pescoço!

TAG(s):
Categoria(s): Gadgets
ago 25

Breve análise da Microsoft Band: uma grande bosta

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 25/08/2015 às 00:11h

     Desde que a Microsoft anunciou a sua pulseira, em outubro e 2014, eu estou doido para testá-la. Isso porque ela tem GPS e monitor cardíaco embutidos (o que permite sair pra treinar apenas com ela, sem levar celular), ter vários sensores (inclusive um medidor de raios ultravioletas), além de ser multiplataforma e funcionar com iOS, Android e Windows Phone. Ou seja, tinha tudo pra ser um excelente produto, apesar de caro (USD 200/ R$ 854 na cotação de hoje do meu cartão). Vamos aos vídeos então:

     Logo ao tirar da caixa, senti o primeiro defeito: o peso. Estou acostumado a usar gadgets vestíveis nos dois braços, sendo o Pebble no esquerdo e a Mi Band na direita. Já testei alguns outros relógios e pulseiras inteligentes e nunca peguei um tão pesado como esse. Pra quem tá acostumado e não usar nada nos braços ou a usar uma pulseira mais leve, vai ser um choque. Evidente que, pra quem curte relógios maiores (um abraço pro Faustão), isso não será problema.

     Como a Microsoft só vende a pulseira nos Estados Unidos, tive dificuldades em baixar os apps nos respectivos aparelhos. Tive que apelar pra gambiarras. No caso do iPhone, como desloguei a minha conta da iTunes brasileira, pra logar na americana, adeus meu cache de músicas offline do Apple Music. Isso me deixa muito p.! e contou pontos negativos pra mim.

     Uma vez baixado o app, tive enormes dificuldades em parear a pulseira com o telefone. O que deveria ser uma coisa simples e usual, levou mais de 1 hora. Pode ser porque eu estou usando o iOS 9? Pode, mas eu fiz o pareamento de uma caixa de som bluetooth de USD 10 e foi de boa. Por que um relógio de USD 200 deu tanto trabalho? Fiquei tentando entender, mas ainda não cheguei a conclusão alguma.

     Depois do parto que foi pra conseguir parear, abri o app e me deparei com algo confuso e mal feito, bem no estilo de app feito pra uma plataforma e portada para outra. O que era pra ser um trunfo (funcionar em várias plataformas), se tornou um ponto negativo pra jogar na planilha.

     Quando finalmente coloquei a pulseira no pulso, notei que ela fica estranha, já que a tela é plana e não curva, como de outros relógios e pulseiras. Algumas pessoas me disseram que eu deveria usar a tela para baixo e eu fiz isso, mas ae criamos outro problema: atrapalha a digitação. A tela fica raspando na superfície do notebook e isso não é nada legal. Faz um barulho irritante, machuca o pulso e provavelmente iria danificar a tela do relógio e raspar todo notebook com o tempo.

     Depois dessa breve saga, eu já estava deveras brochado em continuar testando o produto. Mesmo a Best Buy me dando 14 dias para me arrepender, o que me permitiria talvez mudar de ideia em relação ao produto, estava tão frustrado, por algo que eu queria testar a meses e que se mostrou bem abaixo das expectativas, que resolvi dar um reset, voltá-la para a caixa e devolver.

     Depois de uns minutos, acabei tirando-a da caixa de novo e tentando mais uma vez me acostumar com ela, fechando os olhos pros pontos negativos. Configurei-a de novo, testei as notificações, dei uma volta no quarteirão pra ver o monitoramento e finalmente fui dormir com ela. Ae veio outra frustração: eu tenho que ativar um modo noturno quando vou pra cama. Por que diabos a minha Mi Band da Xiaomi, que custa USD 18, detecta quando eu vou dormir e a Microsoft Band, de USD 200, não? Muito pouco inteligente. E, do jeito que eu sou esquecido, acabaria perdendo o registro de algumas noites.

     Por fim, existem rumores de que a Microsoft irá lançar novos telefones highend em breve, bem como um novo Surface e uma Band 2. Com isso, em apenas um mês, eu já ficaria com um produto defasado. Espero que alguém lá em Redmond perceba todas as cagadas que foram feitas na primeira versão do produto e as corrijam. Quem sabe eu não compro a nova versão no futuro.

TAG(s):
Categoria(s): Gadgets
abr 27

Bateria TP-Link 10.400mAh (Power Bank TL-PB10400)

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 27/04/2015 às 17:45h

     Sou um aficionado não apenas por gadgets em si, mas também por baterias, já que brinquedinho eletrônico não funciona sem energia. Por isso sempre fico de olho no mercado de baterias portáteis. Em 2010, quando fui pra fila do iPad, comprei uma de 8.000mAh da Energizer (excelente autonomia pra época, mas com um carregador monstruoso). Depois ganhei uma de 7.000mAh da Proporta e, mesmo tendo menos potência, era mais simples de carregar (via microUSB mesmo) e tinha 2 saídas USB (2A e 1A).

     Eu já tinha ouvido falar da bateria TP-Link que está no vídeo acima, mas não havia me interessado, pois já tinha muitas baterias aqui comigo. Porém, como o Walmart estava queimando estoque (de R$ 199 por R$ 99) resolvi comprar pra testar. Caso não fosse legal, acabaria dando pro meu pai, que também é outro maníaco por bateria e tem várias na coleção. Ele sempre fica feliz com esses presentes.

     A bateria em si é muito boa e consegue dar de 4 a 5 recargas (de 20% a 90%) no iPhone 6+. Porém, se você deixar os telefones conectados a madrugada toda, é provável que no outro dia de manhã tenha apenas 50% de bateria. Assim, costumo plugar só quando a bateria está bem baixa (cerca de 20 a 30%) e tirar quando se aproxima de estar cheia (80% a 90%). Isso porque o tempo de se carregar uma bateria de 0% a 80% é o mesmo de se carregá-la de 80% a 100%. Então, fica a dica: só plugue na sua bateria externa quando a carga estiver realmente baixa.

Continue a leitura..

TAG(s):
Categoria(s): Gadgets
mar 23

Notebook Bom, Bonito e Barato (BBB) existe ou é mito?

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 23/03/2015 às 17:56h

     Já tem alguns meses que eu estava a procura de um notebook pra minha esposa e outro pro meu avô. As necessidades dos dois são basicamente a mesma, mas o da minha esposa eu queria caprichar um pouco mais, pois ela pode precisar de um pouco mais de potência. Já meu avô, qualquer coisa que não trave e abra Facebook e Powerpoint (aqueles famosos anexos dos emails) estava de bom tamanho.

     No universo de notebooks rodando Windows, as possibilidades são praticamente infinitas. Eu me segurei pra não comprar algumas opções super baratas, como alguns CCE e Positivo girando na casa dos R$ 600, inclusive com tela touch. Porém, pelo que andei lendo (faz tempo que estava fora do mundo Windows), pegar algo com menos de 2GB é pedir pra ter problemas. Especialmente se levarmos em conta que o Windows 10 chega ainda esse ano e provavelmente vai exigir mais do sistema, além de ser um upgrade gratuito.

     Resolvi abrir mão de uma tela touch, apesar de ficar bastante atraído por elas, pois os modelos de marcas mais conhecidas (Dell, Lenovo, Asus, etc.) com tela touch e hardware um pouco melhor eram bem mais caros. Eu dei sorte de comprar ambos os notebooks em promoção. O do meu avô (Asus X552EA-SX188H) tem um preço médio de R$ 1.100 e paguei R$ 850. O da minha esposa (Lenovo G40 i5), atualmente vale em torno de R$ 2.000 e paguei R$ 1.150. Ou seja, excelentes descontos.

     Se você não quer pagar muito caro e ter uma máquina de um fabricante conhecido, com uma boa garantia, uma boa performance para tarefas cotidianas e acadêmicas, recomendo que fique de olho em promoções do Asus que comprei para o meu avô. Com certeza você vai conseguir usar a suíte Office, se divertir em redes sociais e aproveitar de recursos multimídias (YoYube, Netflix, etc.) pagando relativamente pouco.

TAG(s):
Categoria(s): Computadores
preload preload preload