dez 10

     Recentemente o nosso colaborador Pedro Alves escreveu por aqui sobre a experiência dele com o Kindle, o qual ele comprou utilizando os serviços da Skybox. Não gosto de fazer posts similares sobre o mesmo produto, mas não me contive, tamanha foi a minha admiração por esse pequeno notável.

     No vídeo acima, com pouco mais de 10 minutos, eu procurei resumir minhas primeiras impressões e passar informações gerais sobre o produto, especialmente pra quem já ouviu falar, mas ainda tem muitas dúvidas. Nos próximos dias eu quero fazer novos vídeos para explicar coisas específicas, como a sincronia de feeds.

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nov 11

     Como publiquei há algumas semanas, comprei um Kindle de quarta geração e trouxe para o Brasil utilizando os serviços da Skybox. Já estou com ele a cerca de três semanas e me sinto impelido a compartilhar com meus leitores a deliciosa experiência que tenho tido.

     Acredito que a Amazon tem desenvolvido um espirito muito parecido com o da Apple no quesito “minimalismo”. Tenho consumido seus produtos mais intensamente nos últimos meses e sempre fico satisfeito com a maneira extremamente eficiente, intuitiva e harmoniosa que funcionam. Apesar de eu não lidar com essa área, essa boa fama tem acompanhado a empresa mesmo no ramo empresarial quando falamos de sua cloud, como o GordoGeek já comentou aqui no blog.

     A primeira geração do Kindle chegou em 2007. Pode não ter sido o primeiro gadget voltado para a leitura de livros digitais (assim como o iPod não foi o primeiro tocador de MP3), mas sem dúvida nenhuma é o mais conhecido e mais importante. A motivação principal de quem usa um Kindle deve ser apenas uma: leitura. Então navegar pela internet, ouvir músicas, assistir filmes ou jogar Angry Birds são atividades completamente dispensáveis ao gadget.

     No final de Setembro, a Amazon anunciou a quarta geração de Kindles. Dessa vez tivemos um modelo simples, dois com tela sensível ao toque (Wifi e Wifi+3G) e um terceiro modelo mais próximo ao iPad, o Kindle Fire. Esse terceiro modelo é talvez o mais ambicioso dos três, já que de Kindle só tem o nome. Desde o início a proposta de um Kindle foi bem clara: leitura. Portanto ler e-mails, navegar na internet, ouvir música, assistir filmes e jogar Angry Birds sempre foram consideradas atividades fora das ambições do aparelho. Com o modelo Fire as coisas parecem poder mudar um pouco de foco. Ele não possui a famosa tela E ink, e em funcionalidades se aproxima muito do iPad e outros tablets mais populares. Quem sabe seja um primeiro passo da Amazon em tentar abocanhar um mercado maior.

Não, essas unhas não são minhas

     Pois bem, já fazia algum tempo que eu estava namorando um Kindle. Sempre adorei a ideia de poder carregar toda a minha biblioteca no bolso sem precisar carregar toneladas de livros. Com meu iPad achei que veria esse problema resolvido, mas infelizmente não foi o caso. Ler no iPad é tudo, menos confortável. A tela retro iluminada cansa a vista demais em leituras longas. Além disso, por ser um gadget extremamente conectado e interativo, eu sempre tive uma facilidade enorme em perder a concentração. Sempre recebo alguma notificação de algum app, ou então no meio da leitura era seduzido pela facilidade de acessar algum site e quando ia perceber já tinha perdido muito tempo fazendo outras coisas. Isso sem contar que o iPad é muito pesado! Segurar aquele trambolho pode até ser muito bonito na keynote da Apple, mas na prática você pode condenar seu braço se segura-lo por mais de 10 minutos em frente ao rosto. O que eu queria com o Kindle era mobilidade em carregar meus livros, facilidade em acessa-los e acima de tudo que o gadget me proporcionasse conforto na leitura.

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out 20

     Sempre me considerei um geek do tipo “early-adopter”. Desde o inicio de minha independência financeira me esforcei em botar as mãos nas mais recentes novidades tecnológicas, seja por que realmente achei que facilitariam minha vida ou apenas porque eu sentia aquele tesão nerd em testar novidades e conhecer as direções em que a tecnologia caminha.

     Contudo, por acaso do destino, eu nasci, cresci e continuo no Brasil. Os mais nacionalistas poderiam me citar centenas de vantagens por isso, mas jamais poderiam dizer que esse é um país rico em tecnologia. Um entusiasta, como eu, sempre se viu fora da rota de novidades. Os novos gadgets sempre são lançados primeiro lá fora e, quem sabe, chegam aqui depois de alguns meses e com preços astronômicos.

     Para quem assim como eu não tem a oportunidade de fazer viagens para a américa do norte e Europa com alguma frequência, só resta contar com as poucas lojas online que enviam para o Brasil. Isso, é claro, dificilmente escapa do pagamento de altos fretes e impostos alfandegários absurdos. Mas e se houvesse outra opção?

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out 09

     Tem vários anos que decidi parar de comprar aparelhos de som automotivo mais incrementados. Já tive o som do carro roubado algumas vezes e, como o seguro tradicional não cobre, resolvi por sempre um aparelho mais simples e usar o iPhone para enviar o conteúdo.

     Já deve ter uns 4 anos que uso aqueles transmissores de FM para enviar o som sem fio para os auto-falantes do carro. A vantagem é que funciona em qualquer aparelho, do carro ou não (seu radinho de bolso também funciona) e costumam ser baratos. Eu comprei alguns no DealExtreme, mas ultimamente vinha usando um que comprei em 2009 numa Apple Store. A parte ruim da história é que, não é de hoje, achar uma frequência livre para conseguir transmitir tem se tornado algo muito complicado, especialmente em viagens pela rodovia, onde cada cidade que passa acaba interferindo justamente naquela frequência que você havia achado. É mudar, andar alguns kilômetros e ter que trocar novamente. Se você tem alguém no banco do passageiro, ainda dá-se um jeito. Mas quando está sozinho, ficar mexendo nisso é extremamente perigoso e não recomendado.

     Há algumas semanas eu finalmente tomei a decisão que já deveria ter tomado há muito mais tempo: comprei um som automotivo com bluetooth. Se você acha que eu gastei os tubos nisso, não foi bem assim. Eu pesquisei muito até achar o mais barato. Quando eu comprei, o H-Buster HBD-8300BT estava saindo por apenas R$ 170,00 na Americanas.com. Atualmente ele está em R$ 239,00.

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