Há cerca de dois anos montei um media center utilizando um Mac mini – que fica ligado 24/7 – conectado a uma televisão, alguns HDs externos e um sistema de som 7.1. Nele concentro toda a minha biblioteca com fotos, músicas, vídeos pessoais, filmes e seriados. Sempre que quero assistir qualquer coisa basta me conectar ao Mac mini e transmitir por streaming, jogar na TV ou colocar pra tocar em algum ponto da casa usando o AirPlay ou AirTunes.
Contudo, meu media center não estava completo até pouco tempo. Ainda faltava uma maneira de conseguir capturar o sinal da TV e salvar em algum HD para assistir posteriormente. Fazendo isso eu teria vantagens óbvias, como por exemplo não ser tão dependente dos horários inflexiveis das emissoras.
Acredito que boa parte dos geeks já tem ou sonha muito em ter uma central de entretenimento em casa, com direito a TV de tela grande, video-game de última geração e todo seu conteúdo digital – sejam fotos, músicas, filmes, seriados, etc. – organizados e disponível em poucos cliques. Se você não tem isso ainda, eu até entendo, pode ser questão de bolso. Mas se você não tem por questão de gosto, então peço que nos devolva sua carteirinha de geek :)
Alguns adoradores da Maçã, como eu, tem em casa uma central de mídia baseada no MacMini. Porém, deixar um equipamento de R$ 2.000,00 (ou mais, dependendo do modelo) para essa função é algo que sempre me cortou o coração. Eu queria algo barato, mas igualmente fácil de mexer. Uma das opções disponíveis no mercado brasileiro é o WD TV (veja review do Zumo clicando no link). Porém, o que me chamou a atenção mesmo foi a versão mais nova do produto, lançada hoje nos EUA.
Se você não se contenta com pouco e acha a qualidade dos projetos 800×600 um verdadeiro lixo, saiba que você já tem opção de um projetor com resolução FullHD (1080p): Optoma HD20.
Tirando a resolução máxima, os outros ítens não são muito impressionantes: 1.700 de lumens, contraste de 500:1 e saída HDMI 1.3.
Pelo visto não foi apenas a Apple que “descobriu” que o formato SD é extremamente popular. A fabricante de TVs Cello também resolveu adotar o SD em sua linha de televisores, possibilitando assim gravar a programação diretamente nos cartões de memória.