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Narrativa do roteiro da minha viagem: NYC e DC

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 01/08/2012 às 17:08h

     Depois de quase três semanas da volta ao Brasil, ainda luto pra colocar as pendências do trabalho em ordem. Por isso que ainda não consegui resenhar tudo que comprei, nem escrever tudo que gostaria, apesar das promessas em posts anteriores e das cobranças nos comentários, emails e tweets. Pois bem, desculpa de introdução apresentada, vamos a um dos posts mais aguardados pelo pessoal que pretende viajar e quer algumas dicas do gordo pra incrementar o roteiro. Só lamento que ele ficou pronto somente agora em agosto e a maioria viaja em julho. Mas sei de muita gente que embarca nas próximas semanas, então será uma boa referência.

     Durante a viagem eu publiquei alguns screenshots do que tinha programado pro dia e o pessoal sempre me perguntava: “que app é esse?”. Foi uma das perguntas que mais ouvi e, apesar de responder aos replys, acontece muito no Twitter das pessoas não acompanharem toda a timeline e a mesma pergunta ser feita diversas vezes. O app que usei foi o Wunderlist, um aplicativo multiplataforma (iOS, Android, Web, etc.), que não custa nada e que sincroniza as informações na nuvem entre vários dispositivos, ou seja, você altera algo no seu smartphone e essa informação logo estará atualizada no da esposa. Já aviso: ele não é perfeito, mas é bom. Aliás, se você gosta de reordenar as atividades, verá que ele dá muito crash e encerra do nada (na versão do iOS/ Android). Assim, recomendo que faça esse procedimento na versão Mac/ PC/ Web, deixando para a versão móvel apenas a consulta e efetivação da “tarefa”. Além disso, notei que ele “sumiu” com as minhas tarefas antigas, o que acabou dificultando esse post. Eu achei que seria super fácil fazer esse post, apenas abrindo as tarefas concluídas e colando aqui, mas acabei tendo que recorrer ao Foursquare e Instagram pra lembrar por onde estive, na ordem correta.

     No post em que eu falei sobre os hotéis que fiquei, expliquei que procurei ficar em regiões distintas da cidade pra poder explorar melhor as atrações que queria ir. Assim, evitei tempo perdido em deslocamento. Dessa forma, eu primeiro joguei no Wunderlist todos (ou a maioria) dos lugares que eu queria ir (por sugestão de amigos, porque eu já conhecia, etc.) e depois eu fui agrupando por dia, conforme a localização deles. Aliás, a melhor forma de fazer isso é usando o Google Maps, onde você pode criar pastas por dia e depois ir marcando os pontos que deseja ir. Vai ficar mais ou menos como esse aqui. No caso do app para Android, você tem fácil acesso aos pontos marcados, bastando clicar em Camadas, Meus mapas e escolher os dias que criou na versão web. Já no Maps do iOS, não tem isso e você terá que apelar pro Google Earth, clicando na ferramenta, se logando em Meus Mapas e ae sim, visualizando os pontos.

     Antes de continuar, permita-me tocar novamente no assunto de ficar em vários hotéis. Sei que já narrei isso no outro post, mas muitos tem a falsa impressão que isso é um transtorno. Longe disso. Basta sair cedo do hotel, fazer o check-out, pegar um taxi e ir pro outro hotel. Mesmo que o check-in for apenas depois das 15Hs, você pode deixar as malas no saguão sem problema algum. É um procedimento rotineiro pra eles. Com isso, sua experiência vai ser muito mais completa, pois você vai conhecer mais hotéis e seus arredores, tornando a viagem mais interessante.

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jul 22

Primeiras impressões: fones bluetooth Jabra Sport

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 22/07/2012 às 12:00h

     Comentei no final de maio aqui no blog sobre o fone bluetooth S9 da Motorola. A princípio ele me pareceu muito bom, mas foi sair pras minhas caminhadas e notei que ele picotava demais o áudio. Tentei fazer vários ajustes, testei em diversos equipamentos e o problema era exatamente o mesmo. Logo, cheguei a conclusão que eram os fones e resolvi comprar outro modelo.

     Me disseram no Twitter que a Nokia tem fones muito bons e que não apresentam o problema que eu tive. Me falaram também que o Motorola S10 era muito superior. Porém, como não achei fones bluetooth Nokia na B&H, Bestbuy, Radioshark e J&R, resolvi partir logo pro Jabra Sport, que também me recomendaram. Sobre o S10, eu não quis arriscar comprar outro Motorola e ter o mesmo problema, mesmo podendo trocar depois.

     Eu comprei o Jabra na Apple Store SoHo e logo que sai da loja eu fui fazer o teste. Voltei pro hotel ouvindo músicas e podcast e a qualidade foi surpreendente. Porém, como uso óculos, notei que o formato dos fones não eram dos melhores. Assim, ao invés de ter ido a loja trocar por outra, acabei enrolando e voltei com ele pro Brasil, onde o vendi por aqui. Pelo visto, ainda vou ficar com meus velhos fones de fio.

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jul 22

Primeiras impressões: relógio Nike+ SportWatch

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 22/07/2012 às 11:59h

     Já falamos bastante aqui no blog a respeito do Motorola MotoACTV, um relógio inteligente que além de monitorar os exercícios, ainda sincroniza com aparelhos Android para baixar atualizações de Twitter, Facebook, etc. Cheguei a testar um relógio inteligente da Sony também, mas era tão ruim, que nem tive motivação pra escrever sobre ele. E o Nike+ SportWatch? Será que se destaca nesse mercado?

     Apesar de ter comprado meu Motorola MotoACTV no Brasil, não recebi nota fiscal dele. Assim, não o levei para os Estados Unidos. Lá eu fiquei boa parte da viagem sem relógio e faltando uns 3 dias para volta, fui até um Bestbuy comprar um microfone e acabei comprando também o Nike+ SportWatch por USD 169.99, além de um Nike Sensor (aquele que vai no tênis) por USD 19.

     Apesar de mais leve, discreto e bonito que o MotoACTV, eu não gostei do relógio da Nike e acabei vendendo-o com pouquíssimo tempo de uso. Eu ainda acho que o modelo da Motorola, apesar de custar um pouco mais, é muito mais completo. No caso do SportWatch, além do GPS integrado, ele também sincroniza com o sensor do tênis e com um frequêncímetro, pra monitorar os batimentos cardíacos. Porém, das várias cintas que eu tenho, nenhuma foi identificada como compatível. Ou seja, eu teria que comprar outra, sendo que estou muito satisfeito com meu MotoACTV. Deixei pra lá…

     Uma vantagem que eu vi no SportWatch é a duração da bateria. Se usado apenas como relógio, ela chega a uma semana ou mais. Já no monitoramento diário de uma atividade de uma hora, aguenta uns 3 a 4 dias. É bem mais que o relógio da Motorola, mas não foi motivo suficiente para me conquistar. Afinal, já estou acostumado a recarregar o telefone todo dia e posso viver fazendo o mesmo com o MotoACTV.

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jul 22

Primeiras impressões: suporte veicular Xtand Go

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 22/07/2012 às 11:58h

     Desde que comprei meu primeiro iPhone, acho que já tive uns 5 suportes veiculares, dos mais variados modelos e marcas. Nenhum chegou a durar mais que 6 meses. Quando eu o deixava colado no vidro, o sol acabava estragando a borracha. Quando eu colocava do lado das portas ou no porta luvas, sempre o encontrava quebrada (misteriosamente, nunca era ninguém, simplesmente quebrava. Ahan..).

     Eu já tinha desistido de comprar suporte veicular, mas quando me deparei com o Xtang Go da Just Mobile na B&H Photo, acabei mudando de ideia. Por ele ser pequeno e desmontável, estou botando fé que ele vai durar mais. Todos os meus outros suportes tinham partes que não eram tão flexíveis e eram geralmente grandes e desajeitados. Espero estar com a razão, pois ele me custou cerca de USD 35.

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jul 21

Primeiras impressões do MiFi TMobile e Clear

7 Comentarios »Postado por GordoGeek em 21/07/2012 às 23:08h

     Depois de muito sofrer com a minha câmera velha de guerra da Sony, esse é o primeiro vídeo com a novíssima Nikon Coolpix S9300. Pelo que eu notei, ainda preciso mexer um pouco mais nos ajustes de foco. Ela não ficou perdida, como a Sony ficava, mas focou no fundo e não no aparelho que eu estava segurando em mãos.

     No vídeo acima eu mostro um pouco mais sobre os MiFi, os aparelhos que compartilham a internet 3G/ 4G via Wi-Fi, funcionando como roteador portátil. Eu já havia falado um pouco sobre eles nesse outro post. Agora, em vídeo, faço explicações adicionais sobre seu funcionamento, planos, preços, etc.

     Update 22/07/2012 11:48Hs => Conforme comentei no vídeo, tentei fazer o desbloqueio do modem da TMobile. A princípio, funcionou, pois a mensagem de SIM Lock sumiu. Porém, agora ele fica procurando sinal e não encontra. Tentei chips das operadoras Tim, Claro e Vivo. Não sei se existe algum outro bloqueio, via firmware, ou se é por problemas técnicos, referentes as frequências de banda de cada operadora.

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jul 21

GoGo Air: conectado a internet a 30.000 pés

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 21/07/2012 às 15:14h

     Já faz tempo que eu queria testar o sistema de internet dos aviões, mas nunca tinha dado a sorte de pegar um voo onde o sistema estava disponível. Nessa última viagem eu consegui encontrar 3 trechos onde eu pude avaliar o serviço. Já adianto: a hora passa muito mais rápido quando estamos conectados a 10.000 metros de altitude.

     Eu sinceramente não sei se existe um outro serviço disponível, além do Gogo Air. Até onde eu pude perceber, me parece ser o único. Pelo menos essa foi a impressão que tive ao ver anúncios nos aeroportos, nas aeronaves e no próprio site da empresa, que lista as companhias aéreas parceiras. Na própria página de usuário da Delta me foi dada a opção de contratar o Wi-Fi de forma antecipada (pela Gogo), mas fiquei com receio de chegar na hora, não ter disponibilidade e eu pagar a toa. Assim, preferi comprar já embarcado, com a certeza que iria funcionar, usando meu cartão de crédito internacional.

     Algumas pessoas acharam o valor da conexão cara, quando eu comentei a respeito no Twitter. Bom, barato não é, mas devemos lembrar que, quando estamos viajando, os preços das coisas são geralmente mais caros e vivemos numa realidade alternativa durante alguns dias. “Ah, olha esse chaveiro na lojinha do museu por USD 12. Tão linda.. E tá baratinha!”. Poxa, quase R$ 30,00 num chaveiro feito na China, que não vai durar 6 meses? Mas isso a gente só vê depois que a viagem termina, rs.

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jul 21

Boingo: acesso Wi-Fi em aeroportos por USD 7.95

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 21/07/2012 às 14:52h

     Em todas as vezes que fui aos Estados Unidos, eu sempre usei os serviços da Boingo, especialmente nos aeroportos. Apesar deles alegarem que tem dezenas de milhares de hot-spots espalhados pelo mundo, é muito raro eu ativar o programa deles e encontrar uma rede associada. Já nos aeroportos, quase todos tem, especialmente lá fora.

     Como eu costumo ficar menos de um mês viajando, eu opto pelo plano de USD 7.95 por mês, que me dá direito a conectar até 2 dispositivos móveis simultâneas. Detalhe: só dá pra colocar smartphones, tablets, etc. Nada de computadores, mesmo sendo notebooks. Acredito que essa política é porque os computadores geralmente puxam mais dados e acabariam congestionando a rede. Nesse caso, o plano para computador é outro e custa USD 9.95 também pra 2 dispositivos simultâneos.

     Existe também um plano de uso por hora, que custa USD 1.99 e é compatível apenas com dispositivos móveis da Apple (iPod, iPhone e iPad). Entre pagar USD 1.99 pra uma hora e USD 7.95 pra um mês todo, eu sempre acabou optando pelo segundo. Só que detalhe: quando você faz um plano mensal, pagando no cartão ou Paypal, ele entra como um contrato e, caso você não cancele, todo mês vai gerar cobrança. Eu já tive muitos problemas com eles pra cancelarem a cobrança no cartão. Assim, de uns tempos pra cá, faço sempre no Paypal, pois é bem mais fácil cancelar. Basta entrar na conta, procurar o último lançamento deles, pedir o detalhamento e depois cancelar contrato. Simples assim.

     Na maior parte dos aeroportos que estive, existe uma (ou mais) conexão grátis. Porém, algumas eram tão lentas que ficava inviável o uso. Outra sequer conectavam, por não pegar IP ou algo assim. Outras, pediam tantas informações de cadastros, que dava preguiça. Na sala de embarque de Guarulhos, eu criei a conta no sistema da Infraero, fornecendo os dados do meu bilhete, mas a navegação tava tão ruim que eu optei em usar o 3G do Tim Beta.

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jul 21

Check-in da Delta: iPads disponíveis para uso gratuito

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 21/07/2012 às 14:07h

     Quando desembarquei no aeroporto de LaGuardia (Nova Iorque) no dia 03/07, uma coisa me chamou a atenção logo que sai do avião e passei pelo saguão: haviam dezenas de iPads em balcões espalhados pelas bancadas. Como eu estava há quase 24Hs fora de casa, morto de cansaço e preocupado em pegar logo minhas malas, eu nem tive muita paciência e tempo para me aproximar e ver a novidade. Porém, como minha volta também foi via LaGuardia, eu tive tempo suficiente para explorar o ambiente.

     Apesar do meu voo decolar de LaGuardia apenas às 18Hs, eu acabei saindo do hotel por volta das 14Hs. Imaginei que talvez o trânsito pudesse me atrapalhar e não queria correr o risco, até mesmo porque era um voo com conexão. Cheguei no aeroporto cerca de 45 minutos depois, fiz o check-in e me dirigi logo a área de embarque. Aliás, vale uma curiosidade: o check-in da Delta é feito por máquina que emitem o bilhete e fazem a leitura do passaporte ali mesmo. Porém, como meu passaporte é o antigo (verde), a máquina não lia por nada. Pedi ajuda a um funcionário, que também tentou fazer a leitura e não conseguiu. Ae ele me encaminhou para o balcão de atendimento especial.

     Uma vez na sala de embarque, que estava lotada, consegue achar uma cadeira pra me acomodar. Estava com uma mochila leve, com meu MacBook Air, iPad e carregadores. Enrolei ali por uns minutos, esperando alguém sair de uma das bancadas que tinham o iPad. Nesse meio tempo, fiquei só no “rabo de olho”, observando como as pessoas operavam o equipamento. Como havia um leitor de cartões logo ao lado, imaginei que o serviço fosse pago e a liberação ocorresse mediante o pagamento. Porém, logo vi que as pessoas simplesmente sentavam e começam a usar, o que me deixou ainda mais curioso.

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jul 20

Narrativa da hospedagem em minha viagem (NYC e DC)

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 20/07/2012 às 17:07h

     Eu sei que alguns vão pensar “poxa, de novo esse alerta”, mas eu vou fazer em todos posts referentes a viagem pra evitar que nos comentários (como às vezes acontece) alguém venha me chamar de burro e dizer que o post foi uma porcaria, que não ajudou em nada, que eu quero me passar por sabichão e não sei nada, etc. Acreditem, por mais que eu faça os posts pra ajudar, ainda tenho que ler coisas desse tipo. Então, na tentativa de minimizar tais comentários, vou sempre colocá-los no início dos posts. Você, que já leu, pode começar sempre a ler do segundo parágrafo. Isso dito, lá vai: essa série de posts sobre a viagem que fiz são para compartilhar o pouco que sei e tais informações podem não ser as melhores alternativas pra você. Conto com os comentários dos leitores para me corrigirem e enriquecer o conteúdo.

     Conforme já narrei em outros posts, eu decidi viajar meio de supetão, pois estava numa crise de stress aguda no trabalho. Assim, não tive muito tempo de conseguir alguma super promoção. E pior, eu estava com um valor bem baixo para conseguir viabilizar a viagem. Meu orçamento total, incluindo ae passagens, hospedagem, deslocamento, alimentação, etc. eram R$ 4.000,00. Bom, como eu descobri logo depois, esse valor seria insuficiente, especialmente se fosse usado numa só vez, com pagamento à vista. Mas isso eu contar mais tarde.

     Pra variar, recorri aos amigos do Twitter, contando que tava com a grana curta e queria viajar. Dentre as recomendações que recebi, estavam o site AirBNB. Eu já tinha ouvido falar muito por cima de sites como esse, onde as pessoas colocam seus imóveis para alugar, mas nunca tinha sequer entrado em um, que dirá fechado negócio. De cara eu fiquei com o pé atrás de fazer negócio no site, pois a última coisa que queria era chegar no destino e o local não existir, não ser nada daquilo que foi anunciado ou algo do tipo. Porém, pelas minhas pesquisas, o AirBNB se mostrou um serviço confiável, pois ele faz o meio de campo entre você e a pessoa que está alugando o imóvel, mais ou menos como o Mercado Pago e só libera o valor quando está autorizado. Para saber mais detalhes, clique aqui.

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jul 20

Super baterias externas da Energizer XP8000/ XP18000

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 20/07/2012 às 15:44h

     Já comentei aqui no blog que sou meio fanático por baterias. Não é questão de desvio psicológico e sim de pura necessidade, afinal, a grande maioria das pessoas reclama que a carga da bateria nunca dura o quanto precisam, especialmente em smartphones.

     Além das baterias extras no formato de case, como as da Mophie e similares, há alguns anos eu comprei uma “super bateria” externa XP8000 da Energizer, com autonomia de 8.000mAh, ou seja, praticamente 5 vezes a autonomia dessas baterias tipo case. Ela não é muito pequena, mas com um pouco de esforço, cabe no bolso. Além de carregar smartphones, usando a porta USB, ela ainda vem com uma bolsinha cheia de conectores de todos os tipos, que carrega inclusive notebooks, câmeras, players, etc.

     Hoje me perguntaram a respeito dessa bateria no Twitter e foi por isso que resolvi escrever o post sobre ela. O modelo XP8000 (USD 80) pesa 220 gramas e mede 11 x 7.3 x 2.3 cm. Como eu disse, não é exatamente pequena, mas cabe no bolso da calça jeans. Já o modelo XP18000 (USD 150), pesa 520 gramas e mede 18 x 11 x 2cm, ou seja, quase o dobro da primeira, o que dificulta bastante levá-lo no bolso, mas nada impede que você a carregue numa maleta de notebook, câmera fotográfica ou similar.

     Nessa última viagem que fiz, a XP8000 foi extremamente útil, pois fiquei longe da tomada por um longo período. Entre espera no check-in, voo, espera para conexão, voo de novo, transfer pro hotel e tudo o mais, foram quase 24 horas longe da tomada e eu consegui recarregar o smartphone várias vezes. Ao longo da viagem, plugava o MiFi (roteador 4G/ 3G sem fio) tanto da TMobile quanto da Clear e passava o dia todo conectado. Sem dúvida, um excelente investimento pra quem não quer ficar sem bateria na rua.

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