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Finalmente o review do Samsung Galaxy Tab 7”

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 06/06/2011 às 02:47h

     Eu já fui até a sede da Apple em Cupertino e fiquei várias horas rondando por lá pra ver se me deparava com Steve Jobs. Nesse mesmo local, fui até a lojinha da empresa e comprei várias canequinhas, canetas, bonés, camisetas e afins. Eu já passei uma madrugada gelada na fila pra comprar o iPad no dia do lançamento em Nova Iorque. Tenho vários produtos da Apple, como várias gerações de iPods e iPhones. Tenho AirPort Extreme, Express, Apple TV, MacBook, Mac mini e iPad. Já li quase uma dezena de livros sobre a Apple e seus fundadores. Todo dia de keynote pra mim é sagrado e dou um jeito de matar algumas horinhas do trabalho pra assistir. Sou um fanboy? Muitos podem me considerar, mas geralmente o fanboy é aquele cara que é cego pela marca, não a critica e sai no braço com quem discorda dele. Definitivamente, esse não sou eu.

     Quem me acompanha no blog e/ ou no Twitter sabe que eu sempre meti o pau na Apple quando achei que era o caso (e não foram poucas vezes). Uso jailbreak em meus gadgets porque não concordo com várias posições que a empresa tenta impor a seus usuários, limitando-os, muitas vezes sem o menor sentido. Por outro lado, é inegável que o pessoal da Maçã faz produtos incríveis e mesmo sendo caros, são muito bons. Óbvio, nem tudo é perfeito e de vez em quando surge um recall aqui e uma patada em usuário acolá. O mundo é assim, mas a empresa está acima da média.

     Desde que comprei meu iPhone, nunca cogitei trocar por outro aparelho. A mesma coisa com o MacBook e o iPod. Não, pelo menos, pra ser meu gadget principal. Porém, sempre que possível, comprei gadgets de outros fabricantes pra explorar e conhecer quais eram seus diferenciais, o que tinha de bom e ruim, como todo bom geek gosta de fazer. Foi assim com o Zune, o HTC Magic, depois o Nexus One, o tablet Xing Ling do DealExtreme e mais recentemente com o Galaxy Tab e o Motorola Xoom. Não fechar os olhos pro mundo é algo extremamente saudável e isso não é prova de “vira casaca” ou insatisfação com a Apple.

     Como já comentei por aqui, comprei um Galaxy Tab de 7” recentemente e muita gente ficou espantada com essa minha decisão. Eu sempre quis por as mãos nesse gadget. Infelizmente, como morador de uma cidade no interior, era impossível fazer test-drive por aqui e mesmo quando ia para cidades maiores, nunca achava o bicho diponível numa bancada pra testes. No entanto, vários meses se passaram, o iPad 2 deu as caras no Brasil, vários outros tablets rodando Android estão pipocando e o preço do tablet antigo da Samsung desabou. Os usados então, como esse que comprei, baixaram pra menos de R$ 1.000,00 na versão nacional (com TV) e pra menos de R$ 850,00 a versão americana.

     A maior parte das pessoas vem me perguntar: “mas e ae: é melhor que o iPad?”. Eu até cogitei em por o título desse artigo como: “não é a mamãe”, justamente com uma foto do Baby Sauro (#OldSchool), um simpático dinossauro que sempre saudava seu pai com a frase: “não é a mamãe”. É difícil dizer se o Galaxy Tab é melhor que o iPad, pois eles são muito diferentes. Eu tentei montar esse post no formato de pontos fortes e pontos fracos, mas confesso que, depois de escrever 5 ítens que tinham pontos positivos e negativos em ambos, resolvi mexer no modelo.

     Pra muita gente, especificação é um negócio pouco importante. A própria Apple, em seus anúncios, nem toca no assunto de velocidade de clock e memória RAM. Se esse for o seu caso, pule para o próximo parágrafo. Senão, anote ae: a CPU é single core (hoje a maioria é dual-core) de 1.2GHz (a versão nacional é 200MHz mais potente que a gringa e bate até a do iPad 1) e tem 512MB (o dobro do iPad 1). A bateria tem 4.000mAh, o que garante, em tese, uma autonomia de 7 horas (contra 10 do iPad). A tela possui tecnologia Gorilla Glass (mais resistente a impactos e riscos), com 1024 por 600 de resolução em 7” de área. Ele pesa apenas 380 gramas (quase a metade do iPad), mas confesso que estranhei um pouco o seu peso, pois como já tinha aquele tablet XingLing, que tinha o corpo plástico, leve e vagabundo, a diferença foi gritante. A construção e acabamento do Samsung nem se comparam! Maiores informações, direto no site da Samsung.

     Talvez o ponto que mais chame a atenção num primeiro momento, seja o tamanho do gadget. Alguns podem vê-lo como ponto positivo e outros como negativo. Atualmente as telas de tablets tem em torno de 10” e parece que se firmaram como um padrão de mercado. A própria Samsung está prestes a lançar a nova versão do tablet e ela será de 10.1”. Se por um lado a tela de 7” permite um dispositivo menor, mais leve e portanto, mais portátil, por outro lado, algumas pessoas podem não ficar lá muito confortáveis com o tamanho da tela. Eu tinha enorme receio sobre o tamanho da tela e confesso que, pelo meu uso nesses dias (menos de uma semana), são raros os momentos (leia-se apps) que sinto desconforto. Até o momento eu tô encarando o tamanho diminuto como positivo. Não era incomum eu sair com o iPad e ele acabava indo pra bolsa da esposa ou no porta-mala dos carros (olha o perigo), pois era muito incômodo ficar segurando-o por ae, sempre com uma das mãos ocupadas, especialmente quando se tem um filho pequeno. Claro que não dá pra por o Galaxy no bolso de uma calça jeans, mas numa bermuda mais larga ou num paletó, cabe perfeitamente.

     Um outro ponto dúbio é o fator da versão nacional do tablet vir com TV digital e analógica. Eu poderia ter comprado a versão americana, mais barata, mas eu queria a nacional. Por várias vezes eu fiquei esperando a esposa fazer compras no shopping ou simplesmente ser atendido num consultório médico e já tinha lido todos os meus feeds, olhado o Twitter, jogado e não tinha mais o que fazer. Nessas horas, a TV é um atrativo, por mais desinteressante que a programação da TV aberta seja. Como ponto negativo, devo ressaltar que a recepção não é das melhores. Aqui em casa funciona bem, já no emprego da minha esposa é horrível (mesmo a digital, que cai toda hora). O fato é que, tanto o Galaxy Tab, como o smartphone Galaxy S, que tem o recurso de TV, serão os primeiros e últimos (dos grandes fabricantes) a terem tal função. Aliás, dá pra gravar o programa que você está assistindo e também agendar gravações por data e hora.

     Eu poderia colocar essa função apenas como positiva, mas não seria justo. Apesar do Galaxy Tab vir com um fone com fio e outro bluetooth, eu não sou daqueles que acha confortável ficar com esse troço na orelha. Assim, o fato do dispositivo funcionar como telefone, fazendo e recebendo chamadas e SMS, evita que você precise carregar um segundo aparelho, além de facilitar, por exemplo, na renovação de planos de dados pré-pagos, onde você deve mandar um SMS pelo próprio aparelho. No iPad, todo santo mês, eu tenho que tirar o chip, por no iPhone e revalidar o plano. Parece simples, mas para pessoas mais leigas, como meu pai, é um tremendo desconforto. Por outro lado, falar com um aparelho desse tamanho na orelha é um mico que você provavelmente não gostaria de passar. Mesmo assim, considero mais como positivo do que negativo, até mesmo porque, ele tem A-GPS, coisa que apenas o iPad 3G (R$ 300,00 mais caro que o modelo WiFi) tem.

     Outro ítem que eu poderia por como positivo são o Flash e o Adobe Air. Eles permitem acesso a vários conteúdos que, originalmente, não dá pra ter no iPad. Porém, o fato deles serem bugados, com falhas de segurança, lentos e instáveis, não permite classificá-lo apenas como positivo. De toda forma, dá pra você configurar que os sites abrirão sem o recurso do Flash e quando necessário, você autoriza o uso.

     Falando em conteúdo, sabe aqueles seus vídeos (seriados, filmes, etc.) que precisam ser convertidos pra rodar no iPad? Então, no Galaxy Tab rodam tranquilo, inclusive com o arquivo de legenda separado. Basta ter o mesmo nome, jogar no mesmo diretório e boa. Não precisa baixar codec ou programa adicional. Eu sei que tem alguns apps que fazem isso no iPad, mas estou sempre comparando com os recursos nativos, ok?

     Um recurso super “bobinho”, mas que pra mim foi extremamente útil é o fato de poder “travar” a tela. Com um toque no power, ativa-se e outro desativa-se o bloqueio. Mas pra que serve isso? Bom, eu tenho um filho de 9 meses e sempre colocamos ele pra ver desenhos no iPad. Porém, ele adora meter os dedinhos onde não deve e quando faz isso, ele sempre dá um jeito de pausar o desenho. Se fosse no Galaxy, bastaria por o desenho, travar e tela e deixó-lo apertar onde quisesse na tela, pois não iria interromper a reprodução.

     Outra coisa bacana no Galaxy, que não é padrão em outros dispositivos com Android: screenshots. Eu já tive que fazer “jailbreak” (modo root) de alguns aparelhos com Android só pra poder baixar aplicativos de screenshots, pois nativamente não tinha esse recurso. No Galaxy é simples, com no iPad, bastando pressionar o botão voltar e o power.

     Quem tem um iPad sabe que a bateria dura bastante, mas para carregá-la, vai um bom tempo (acima de 2 horas e meia). O Galaxy Tab, além de carregar mais rápido, tem um recurso singelo, mas super interessante, que é o alerta ao término da carga completa.

     Uma coisa que vem aparecendo cada vez mais no iOS, mas ainda de maneira muito tímida, são as customizações. Até pouco tempo atrás, o usuário sequer poderia escolher o papel de parede. Claro, tinha sempre a opção de se fazer jailbreak, mas estou sempre me referindo ao aparelho nativo, sem hacks. No Android, além de vários temas, inclusive com papéis de paredes animados (bem bonitões), existem mil widgets pra você ter acesso rápido a vários recursos, como previsão do tempo, RSS, calendário, desativação/ ativação de recursos como WiFi, Bluetooth, GPS, modo avião, brilho, tethering, travar a rotação da tela, comutar de 3G pra EDGE, etc. Essas “frescurinhas” podem deixar seu aparelho mais lento e aumentar o consumo de bateria. Meu Galaxy Tab costuma dar boot em 45 segundos, mas só consigo usá-lo pra valer depois dos 2 minutos, quando ele carrega tudo que configurei. Por outro lado, quantas vezes precisamos dar boot no aparelho? O mais comum é ele ficar em standby.

     Apesar da versão 4 do iOS ter dado uma boa melhorada na parte de execução de múltiplos apps, não podemos chamar aquilo de multitarefa. Aliás, o próprio Unix que roda debaixo do capô do iOS permitiria isso, tanto que é possível ativar via hacks do jailbreak, mas Cupertino resolveu criar uma outra forma de fazê-lo, via APIs. Sinceramente, resolve bem em alguns casos e talvez para a maioria das pessoas, mas para os heavy-users, como eu, isso é uma piada. O Android permite a execução de múltiplos aplicativos ao mesmo tempo, de forma realmente multitarefa. Porém, o que poderia ser apenas positivo, pode acabar se tornando negativo, pois se você sair abrindo muita coisa, o uso da memória RAM dispara e o dispositivo fica lento. Nada que um bom aplicativo para gerenciar a memória não resolva, mas usuários leigos podem ter dificuldade ao lidar com isso.

     Talvez tudo mude com a chegada do iOS 5 e o sistema venha a suportar mais customizações, widgets e um sistema aprimorado de notificação, entre várias outras coisas. Falando nelas, notificações é algo que no iOS é uma piada. Conforme chegam novas, as antigas são simplesmente perdidas e você não tem como acessar um histórico. Ridículo, pra dizer o mínimo. No Android, elas chegam de forma discreta, não paralizando o que você tá fazendo pra clicar em um Ok ou algo assim, como acontece no iOS. Além do mais, elas ficam agrupadas por aplicativos e são facilmente acessadas. Na versão 3.0 do Android (Honeycomb), isso é ainda melhor, mas nem vamos entrar em detalhes, já que no Galaxy Tab a versão do Android é a 2.2 (Froyo).

     Falando em Froyo, essa foi a versão que trouxe oficialmente o tão esperado recurso de compartilhamento de internet 3G via WiFi (tethering) ao Android. Antes disso, só era possível via hacks e com o aparelho em modo root (tipo um jailbreak). Claro que atualmente o iOS já tem tal recurso, mas devemos lembrar que só é possível compartilhar a internet do iPhone. Mesmo no iPad 3G, você não tem como compartilhar sua conexão via WiFi (sabe-se lá Deus porque).

     Sobre o formato do aparelho em si, uma coisa que era comum quando ele foi lançado e acabou “caindo” nas novas versões são os botões sensíveis ao toque. Eu adorei! Além do botão home (como no iPad), o Galaxy Tab trás ainda um de opções, um voltar e outro pesquisar. No iPad, se você está dentro de uma aplicação, vários níveis “a dentro” e o desenvolvedor não se preocupou em por um botão voltar, danou-se. No Galaxy, talvez pelo uso de alguma API do Android, não importa onde você esteja, mas pressionando o botão voltar, você sempre “sobe um nível” de onde estava. Acredite, pode parecer besteira, mas no uso diário, quebra um galhão.

     Outra coisa bacana e está presente em vários Android é o Swype. Eu já tinha ouvido falar sobre ele, mas nunca tinha testado. Pra quem não sabe, explicar via texto é bem complexo. Em vídeo é muito mais simples, mas tentarei resumir. Além do modo tradicional de digitação, onde você pressiona o dedo sobre as teclas que quer escolher, no Swype você mantém o dedo na tela e vai deslizando sobre as teclas, até formar a palavra. Ae você pode pensar: “mas vai virar uma bagunça, pois o dedo passa em cima de várias letras, como ele sabe o que eu quero dizer?”. Toda vez que eu demonstro o recurso, as pessoas me perguntam isso e ficam fascinadas como funciona bem. É o tipo de recurso que, depois que se usa, ficar sem é algo muito penoso.

     O Galaxy Tab tem apenas 16GB de memória interna, o que é muito menos que a versão de 64GB do iPad, que já tinha essa opção desde a primeira geração. Porém, o tablet da Samsung trás o trunfo de ter um leitor de cartões microSD (suporte até 32GB). Esse pode ser um diferencial muito grande para as pessoas, pois podem tirar as fotos da máquina e passá-las diretamente pro tablet, sem depender de acessórios. Além disso, dá pra expandir a capacidade do dispositivo e também facilita a troca de informações com outros dispositivos.

     Falando em fotos, o Galaxy Tab tem câmera frontal e traseira. Apesar da baixa resolução (3MP), a câmera traseira faz fotos razoavelmente boas e vídeos ídem (720p). Uma coisa chata, mas que não depende muito do aparelho em si, é o fato da versão do Skype pra ele não suportar vídeo-chamada. Alguns outros programas, como o Fring, suportam, mas vamos encarar o mundo real: a maioria das pessoas usa Skype!

     Vamos começar a um pouco mais mal do que bem do Galaxy? Rs.. Eu nunca gostei do Android, mas devo dizer que no Galaxy ele está mais palatável. E olha que a versão que roda aqui nem é a feita especificamente pra tablets. Porém, o que mais me deixa maluco no Android não é o sistema em si e sim os aplicativos. Claro que tem muito lixo na App Store, mas eu tenho a impressão que o fato da Apple ter de dar o aval pra liberar o aplicativo, induz os desenvolvedores a terem um pouco mais de cuidado. No Market (a loja do Android), as coisas são mais liberadas e passa qualquer tralha, inclusive vírus e malwares. Mas deixando os perigos de lado, os aplicativos em si parecem que são mais mal acabados e mal feitos. Se você nunca teve um tablet, talvez nem note isso. Porém, se você está vindo do iPad, é muito provavél que vai sentir falta de alguns apps que não tem versão para Android. É claro que tem sempre os similares, mas não será a mesma coisa. Resta saber se você irá se adaptar ou não.

     Uma tremenda palhaçada da Samsung foi o maldito cabo proprietário. Nesse ponto muitos podem dizer: “mas o da Apple também é”. Sim, mas a Apple é aquele cocô em seguir padrões, que todo usuário já conhece. Se a pessoa optou pela Samsung, é porque ela quer mais liberdade e ter que carregar cabos específicos é uma chatice. Pior: conectado ao computador, ele apenas sincroniza e não carrega o gadget! Pra carregar, só na tomada mesmo.

     É natural que muitas pessoas tenham certa aversão ao iTunes. Eu mesmo, no começo, odiava o fato de ter que usar aquele programa pra tudo. Porém, conforme o tempo foi passado, aprendi a dar valor ao iTunes, com sua integração com a loja e a toda a facilidade que ele trás. No mundo Android não tem muito disso. A idéia é você fazer tudo direto do dispositivo e sincronizar muito pouco. Se você é usuário de PC, a Samsung ainda pensou em você e o Kies roda legal nele. Porém, no Mac, a versão ainda é beta e sequer reconheceu o Galaxy Tab. Eu sei que tem outros programas “genéricos”, mas são tão toscos se comparados ao iTunes.

     Uma coisa bem chatinha e que não sei se vou me acostumar fácil é com o email. Apesar de usar conta do Google, a falta do recurso de agrupamento por thread é um problema. Já uso isso há anos no computador e há alguns meses no iPad e iPhone. Não ter esse recurso no Galaxy é como voltar no tempo.

     A coisa mais imbecil que eu vi no Galaxy Tab foi o fato de, colocando ou retirando o SIM Card do aparelho, ele dá uma mensagem que irá reiniciar e, sem lhe dar opção, começa o procedimento. Pra que isso? Não sei, mas pra mim, é tosco e atrapalha. Claro, ninguém fica removendo o SIM Card toda hora, mas não precisava disso.

     Quanto a capa que vem com o aparelho, ela o deixa com a aparênci de uma pequena agenda. É discreta, mas bonita. Muita gente reclamou da posição de abertura, que ao contrário do padrão, da esquerda para a direita (como um livro), é da direita para a esquerda. Porém, com pouco tempo de uso de acostuma. Afinal, a gente sempre manda a tampa pra trás mesmo, então pouco importa pra que lado ela abra. Com isso, ela protege todos os botões e os compartilhamentos que dão acesso ao microSD e ao SIM Card, que ficam no canto direito.

     Outra coisa chata nos Androids anteriores ao Honeycomb é que para remover um aplicativo, você precisa percorrer um caminho um tanto chato, bem diferente do iOS, que é só pressinar o ícone do aplicativo por alguns segundos e depois clicar no X.

     Quando comecei a escrever esse artigo eu queria fazer algo pequeno, num determinado formato e que fosse definitivo algo definitivo para a escolha do usuário. Acho que não consegui nenhum desses ítens, rs. Porém, apesar de longo, acredito que eu tenha esclarecido várias dúvidas que sempre me perguntam e dado uma visão clara sobre as funções do aparelho, bem como uma leve comparada com o iPad.

     É muito diferente você pegar um produto numa loja, brincar 5 minutos e realmente comprá-lo e usá-lo durante alguns dias. Confesso que, apesar da espectativa, eu esperava que usuaria o Galaxy Tab mais na rua e deixaria o iPad pra casa, por causa da facilidade no transporte. Porém, desde que o Galaxy chegou, há 2 dias, eu não liguei meu iPad. Tentei usar apenas o novo tablet para o que eu costumava fazer com o iPad e ele se saiu muitíssimo bem. Eu recomendo a compra, especialmente se você conseguir achá-lo por um bom preço, como eu achei.

     Pretendo ir atualizando esse artigo conforme eu for usando mais o Galaxy e novos assuntos pertinentes forem surgindo, bem como dicas de aplicativos que estou usando. Aliás, acredito que até 4. feira meu Motorola Xoom chega e teremos outro review por aqui. Fiquem ligados!

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