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Narrativa da hospedagem em minha viagem (NYC e DC)

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 20/07/2012 às 17:07h

     Eu sei que alguns vão pensar “poxa, de novo esse alerta”, mas eu vou fazer em todos posts referentes a viagem pra evitar que nos comentários (como às vezes acontece) alguém venha me chamar de burro e dizer que o post foi uma porcaria, que não ajudou em nada, que eu quero me passar por sabichão e não sei nada, etc. Acreditem, por mais que eu faça os posts pra ajudar, ainda tenho que ler coisas desse tipo. Então, na tentativa de minimizar tais comentários, vou sempre colocá-los no início dos posts. Você, que já leu, pode começar sempre a ler do segundo parágrafo. Isso dito, lá vai: essa série de posts sobre a viagem que fiz são para compartilhar o pouco que sei e tais informações podem não ser as melhores alternativas pra você. Conto com os comentários dos leitores para me corrigirem e enriquecer o conteúdo.

     Conforme já narrei em outros posts, eu decidi viajar meio de supetão, pois estava numa crise de stress aguda no trabalho. Assim, não tive muito tempo de conseguir alguma super promoção. E pior, eu estava com um valor bem baixo para conseguir viabilizar a viagem. Meu orçamento total, incluindo ae passagens, hospedagem, deslocamento, alimentação, etc. eram R$ 4.000,00. Bom, como eu descobri logo depois, esse valor seria insuficiente, especialmente se fosse usado numa só vez, com pagamento à vista. Mas isso eu contar mais tarde.

     Pra variar, recorri aos amigos do Twitter, contando que tava com a grana curta e queria viajar. Dentre as recomendações que recebi, estavam o site AirBNB. Eu já tinha ouvido falar muito por cima de sites como esse, onde as pessoas colocam seus imóveis para alugar, mas nunca tinha sequer entrado em um, que dirá fechado negócio. De cara eu fiquei com o pé atrás de fazer negócio no site, pois a última coisa que queria era chegar no destino e o local não existir, não ser nada daquilo que foi anunciado ou algo do tipo. Porém, pelas minhas pesquisas, o AirBNB se mostrou um serviço confiável, pois ele faz o meio de campo entre você e a pessoa que está alugando o imóvel, mais ou menos como o Mercado Pago e só libera o valor quando está autorizado. Para saber mais detalhes, clique aqui.

     Eu passei pelo menos uma semana navegando pelo site, procurando locais para alugar e achei coisas bem interessantes e, sobretudo, dentro do meu orçamento. Como já disse em outro post, Nova Iorque é uma das cidades mais caras do mundo e ficar bem localizado em Manhattan, quer dizer que você vai pagar uns R$ 500,00 de diária. Já pelo AirBNB, dava pra pegar uma casa compartilhada em New Jersey, Brooklyn, Harlem ou similares a partir de R$ 100,00 por dia. E ainda tem opções de quartos exclusivos dentro de casa compartilhada, a casa inteira, etc.

     Nos vários dias que fiquei procurando coisas pelo site, eu encontrei muita dificuldade de comunicação com algumas pessoas. Assim como ocorre no Mercado Livre, você não tem o contato direto da pessoa. Você tem que por uma pergunta pelo site e aguardar. Algumas pessoas simplesmente não respondiam ou levavam vários dias para tal. Algumas eram até bem rápidas nas respostas, mas eu simplesmente não consegui agendar o que me interessou para as datas que queria. Outro fator que atrapalhou é que o pagamento deveria ser à vista e, se possível, eu gostaria de parcelar.

     Foi ae que eu me lembrei que o Hoteis.com parcela a maioria dos locais em até 12 vezes sem juros no cartão. Corri pra lá e comecei a fazer minhas pesquisas, sempre mandando ordenar pelo menor preço. Devido a condição de parcelamento, eu comecei a aumentar meu orçamento, pois teria mais tempo para pagar. Minha prioridade antes era pagar barato e pra isso acontecer, eu teria que abrir mão da localização. Eu nunca tinha andado de metrô em Nova Iorque e teria que fazer uso intenso disso caso ficasse num local mais afastado. Assim, eu acabei aumentando um pouco o orçamento, até uns R$ 350,00 a diária, que eu iria dividir com meu irmão, então daria uns R$ 175,00 pra cada. No caso do AirBNB, eu consegui coisas bem legais na faixa de R$ 215,00 a diária, mas ae seria à vista, em locais não tão bem localizados quantos os hotéis e infelizmente, pras datas que eu iria, não consegui nada.

     Eu já disse isso algumas vezes, mas não custa repetir: os preços variam muito conforme a época do ano, dia da semana, etc. Eu sai do Brasil no dia 02/07 e cheguei em Nova Iorque na manhã do dia 03/07. Meu último check-out foi no dia 16/07, retornando ao Brasil no dia 17/07. Assim, eu tive que pagar 14 diárias. Porém, no meio do caminho, eu decidi não ficar apenas em Nova Iorque e ir também pra Washington, pois meu irmão ainda não conhecia a cidade. Como o Hoteis.com permite o cancelamento das reservas até um dia antes do check-in, assim foi feito.

     O plano inicial era ficar em 4 hotéis diferentes. Muita gente me chamou de louco quando ficou sabendo disso. Como eu sempre vejo uma diferença enorme nos preços dos hotéis, eu queria experimentar desde os mais caros, até os mais baratos, até mesmo pra ter conteúdo pro blog. Viajando com a esposa e dois filhos pequenos é bem mais complicado de arriscar e cair numa roubada do que viajando com o irmão. Assim, decidimos ficar em 2 hotéis bons (Ameritania e Eurostars) e 2 hotéis mais modestos (The Pod e Hotel 31), inclusive com banheiro coletivo. Detalhe: escolhi os hotéis a dedo, conforme as datas mais baratas disponíveis na simulação.

     Outra coisa que levei em conta na hora de escolher os hotéis foi a localização. O Ameritania, onde ficamos 2 dias, tem uma excelente localização, no meio oeste da ilha de Manhattan, próximo ao Central Park, no cruzamento da avenida 9 com a rua 54. O Eurostars, onde passamos 4 dias, fica numa localização oposta, no sul da ilha, bem no distrito financeiro, pertinho da famosa Bolsa de Nova Iorque. O The Pod, onde passamos 3 dias, fica relativamente próximo ao Central Park, mas ao contrário do Ameritania, fica mais ao leste da ilha. Por fim, o Hotel 31, onde acabei cancelando pra ir pra Washington, fica bem perto de Time Square.

     Ae alguns podem me perguntar: “mas porque você fez isso? não dava trabalho ficar mudando de hotel?”. A maioria dos hotéis tem o check-in às 15Hs e o check-out às 12Hs. Assim, muitos hotéis permitem que você deixe as malas guardadas no saguão. Isso geralmente não tem custo. Apenas no último hotel, nos cobraram USD 2 por mala, ou seja, quase nada. Com relação a troca de hotéis, no dia que a gente mudaria de hotel, eu deixava tudo arrumado na noite anterior e era só fechar a mala, descer pro check-out e pegar um taxi para o próximo hotel, onde deixávamos a mala e já saímos pra explorar a região. Aliás, isso foi uma coisa bem legal em mudar tanto de hotel, pois diferente de simplesmente pegar o metrô, taxi ou ônibus pra conhecer uma região, voltando pro seu único hotel, a gente sentia o clima do local em diferentes horários, o que foi muito bacana.

     Eu já prometi um post com todas as atrações que fizemos e o roteiro dos dias. Em breve vou publicar. Mas por enquanto, vale dizer que ficando em 4 pontos distintos da cidade, o nosso roteiro ficou extremamente eficiente e podíamos mudar de atração ou ficar um pouco mais nela, conforme o nosso interesse na hora. “Ah, tá chato aqui, vamos pra próxima”. Ou “Tá muito maneiro aqui, vamos ficar um pouco mais”. Em muitos dias a gente acabava fazendo tudo que foi planejado pro dia e ainda um pouco do próximo, tamanho foi o sucesso da logística na hora do roteiro. E outra: como estávamos quase sempre perto do hotel, não ficávamos carregando sacolas, pois quando começava a pesar nos braços, era só ir pro hotel, deixar e sair de novo.

     Já disse que resolvemos ir pra Washington, do nada e cancelamos um hotel, né? Pois bem, não sei se por culpa do Hoteis.com ou do Itaú, o fato é que me disseram que o estorno seria feito em até 3 dias. Demorou quase 3 semanas. Mas ocorreu. O problema é que, se eu tivesse contando com esse limite pra reservar outro ou para as compras, tinha me lascado. Aliás, vale muito a pena tocar num ponto importante: a garantia deixada no hotel. Mesmo que você já saia do Brasil com tudo pago, como foi o meu caso, na hora do check-in todos os hotéis vão lhe pedir um cartão como garantia, caso você resolva tocar o terror no quarto ou sabe-se lá o motivo. Dependendo do hotel, dos dias que vai ficar, etc. (não sei muito bem como é feito o cálculo), não é incomum o hotel lançar USD 1,000 no seu cartão. Esse valor será estornado se nada ocorrer, mas o fato é que vão te comer esse limite na hora do check-in. Ou seja, se você tá indo com R$ 5.000,00 de limite no cartão e cada hotel lançar USD 1,000, adeus comprinhas, pois seu limite vai abaixar. Outra coisa: caso não tenha limite no cartão, não deixam fazer o check-in, mesmo estando tudo pago. E nesse caso, ou você deixa USD 1,000 em espécie ou vaza. Quem já viajou sabe que isso acontece, é prática comum, mas muitas vezes a gente esquece disso.

     Ainda falando do cancelamento pra ir pra Washington, lá em DC eu fiquei em 2 hotéis diferentes, pois peguei uma baita promoção no Hyatt de Arlington (próximo ao Pentágono) e não queria deixar de “viver como rico por 1 dia”. Porém, isso se mostrou sendo uma puta cagada, pois eu paguei barato do hotel, mas fiquei longe de todas as atrações da cidade e toda vez que ia ou voltava de táxi, além de não ser tão fácil de achar como em Nova Iorque, gastava uns USD 20. Por sorte, o outro hotel que fiquei foi o Renaissance (tô metido hein, rs). Na volta pra cidade do Batman, onde eu fiquei mais um dia antes de voltar ao Brasil, ficamos no Radisson Lexington, próximo ao The Pod, que ficamos antes de ir pra DC.

     Agora que já dei um panorama geral dos hotéis, vamos começar o detalhamento. Eu vou por o link do hotel, pra vocês poderem clicar pra verem fotos, onde fica no mapa, ver quanto está a diária hoje, etc.

     O primeiro hotel que ficamos após a chegada foi o Ameritania At Times Square, localizado em 230 W 54th Street – New York/ NY – 10019. Preparados pra cairem pra trás pra saberem quanto eu paguei por 2 dias? A bagatela de R$ 867,44, em 12 vezes de R$ 78,28, sendo R$ 433,72 a diária. O hotel é super bem localizado, próximo de tudo que há de legal pra se fizer em midtown, mas realmente é caro. O quarto que ficamos tinha apenas uma cama (mais barato), mas era relativamente grande e confortável. A decoração, tanto do quarto, como do hotel, era bem legal, o banheiro era bem espaçoso (o quarto nem tanto, mas padrão NYC), tinha cofre gratuito, mas a internet era cobrada, tanto no quarto, como no lobby. Como já disse, era próximo de tudo e tinha Starbucks na esquina, além de loja da AT&T, Bank of America, etc. Valeu a pena? Bem, como eu iria pagar em 12 vezes, dei meio uma ligada no foda-se, mas foi bem salgado.

     O segundo hotel que ficamos foi o Eurostars Wall Street, localizado em 129 Front St – New York/ NY – 10005. O preço de 4 diárias foi de R$ 1.392,72, em 12 vezes de R$ 116,06, sendo R$ 348,18 a diária. Esse hotel é bem fora dos padrões de Nova Iorque e é super espaçoso. Além de uma cama bem ampla e confortável, tinha um espaço razoável nas laterais (geralmente as camas são quase coladas na parede), além de um pequeno hall com frigobar (também bem incomum em hotéis americanos), além de uma sala super espaçosa, com sofás deliciosos de se esparramar no final do dia. O banheiro era mais modesto que o do Ameritania, mas razoável. O hotel tem um jeitão bem executivo, talvez por estar bem próximo da Bolsa de Nova Iorque. Na esquina tinha uma Starbucks, mas pra minha surpresa, ela fechava aos finais de semana. Pelo preço que pagamos da diária, quase R$ 100,00 mais em conta que o primeiro, foi um bom custo x benefício.

     Depois de passar 2 dias próximo do Central Park e 4 dias lá onde o diabo perdeu as botas (rsrs), voltamos pro centro da Ilha, mas no lado oposto do Ameritania, que ficava no oeste. O The Pod Hotel New York fica na 230 E 51st St – New York/ NY – 10022. Pelas 3 noites que ficamos nele, pagamos R$ 988,23, ou 12 vezes de R$ 82,35, sendo R$ 329,31 a diária. Esse foi o primeiro hotel com banheiro compartilhado que fiquei e, pelo menos nesse caso, nada a temer, pois tinham praticamente 4 quartos pra cada banheiro e eles quase sempre estavam desocupados (tem um LED indicador no quarto pra saber), além de serem bem limpos. Apesar de não ter banheiro no quarto, tinha uma pia, então já ajudava. No lobby do hotel tinham 4 iPads liberados pra quem quisesse usar, além de internet Wi-Fi à vontade nas áreas comuns e nos quartos. O hotel é bem legal, com uma rapaziada bem jovem, tem um lobby bacana, um local de café ao ar livre muito legal e um terraço que não tem a vista mais bela do mundo, mas é bacana. O que complicou um pouco é que o quarto era bem pequeno, ficando bem difícil de transitar por ele com as malas no chão, além é claro de dormir em beliches. Mas em resumo, pela localização e pelo custo, acho que valeu a pena ter ficado lá.

     Pouco mais de uma semana ficando em NYC, fomos de Megabus (tem outro post sobre isso) para Washington DC. O primeiro hotel que ficamos foi o Hyatt Regency Crystal City, em 2799 Jefferson Davis Hwy – Arlington/ VA – 22202. Ficamos apenas um dia e pagamos R$ 238,03. Nesse caso, como era promoção, não consegui parcelar. Esse foi um dos hotéis mais luxuosos que ficamos e apesar de bem fora de mão, tinha um quarto grande, a maior cama de todos os hotéis que ficamos, além de uma pequena sala e piscina. Acho que não comentei isso, mas quase todos os hotéis tinha academia (não que isso me interesse muito, rs). Apesar de ter pago barato pra ter ficado num hotel dessa categoria, a localização me ferrou. Era longe de tudo e como já estava cheio de bolhas, não dava pra ficar andando longas distâncias. Ae, tinha que apelar pra taxi e como já adiantei, não é tão fácil achar táxi em DC como em NYC. Eu acabei pegando um cartão com um taxista e quando necessário, chamava na central. Valeu pela experiência de ter ficado num excelente hotel, mas no geral foi fria e não faria isso de novo.

     No nosso segundo dia na capital americana, saímos de Arlington e fomos realmente para Washington. O hotel que ficamos foi o The Mayflower Renaissance Washington, que fica em 1127 Connecticut Ave Nw 1127 Connecticut Ave Nw – Washington/ DC – 20036. Por 2 diárias a gente pagou R$ 548,52, ou 12 parcelas de R$ 45,71, o que deu R$ 274,26 de diária. Detalhe: eu só consegui esse valor pois eram dias especiais, com promoção e tal. O comum desse hotel era mais de R$ 450,00 a diária. O hotel é bem localizado, com um lobby gigantesco e muito bem decorado. Ao subir pros quartos, logo que sai do elevador tem outro lobby, com sofás confortáveis, vasos com flores, etc. Os corredores são gigantescos e dá pra se perder. Nosso quarto tinham uma cama de tamanho média e o quarto não era muito grande. O banheiro era bem razoável, mas nada além disso. Tivemos uma puta decepção com esse hotel porque nos 2 dias que ficamos lá, avisaram que iria faltar água no banheiro das 23Hs às 5Hs. Por isso, a gente não podia ficar até muito tarde na rua, senão dormiríamos suado e sem banho. Será que era por isso que pegamos o hotel em promoção? Não sei, mas faria sentido. Só fiquei puto e me senti enganado porque não fui avisado. A localização do hotel era excelente e acabou valendo a pena pelo que pagamos.

     Na volta para Nova Iorque, ficamos a última noite no Radisson Lexington Hotel New York, na 511 Lexington Ave at 48th. St. – New York/ NY – 10017. Pagamos R$ 305,92, ou 12 parcelas de R$ 25,49. O hotel também é bem localizado, mas foi o único que cobrou pra gente deixar as malas. Tá certo que foram só USD 2, mas achei meio deselegante. O quarto era bem apertado, com a cama praticamente colada na parede, o que dificultava o acesso pra ir ao banheiro e tal. Pra abrir uma mala, tinha que se fechar outra, pois não cabiam as duas abertas no chão. Como complicador, haviam poucas tomadas no quarto e estavam muito mal posicionadas. Em 2009, quando viajei com a família, meus pais e meu irmão ficaram nesse hotel, num quarto gigantesco, inclusive com 2 banheiros. Certamente eles não pagaram esse mesmo valor que paguei, mas vale a citação. O valor é justo por ter banheiro no quarto e ser bem localizado, mas o quarto em si é minúsculo.

     Esse foi um dos posts que fui mais cobrado pra fazer e levou quase 3 horas para escrevê-lo, portanto, espero que apreciem e seja útil pra vocês. Como disse mais acima, eu queria ter ficado em outros hotéis, inclusive mais baratos, mas quando apareceu a chance de parcelar e pagar mais facilitado, eu acabei optando por fugir de grandes roubadas, afinal, o motivo principal da viagem é que eu estava estressado, precisando descansar e não queria me meter em frias.

     Já falei isso algumas vezes, mas não custa repetir, pois acredito que vou ler coisas assim nos comentários: “poxa, você pagou X no hotel tal, por que não ficou mais nele ao invés de ter pago um pouco mais barato no hotel Y, que nem banheiro no quarto tinha?”. Bem, os preços das tarifas muda muito de acordo com a época, dia da semana, promoções, etc. Acreditem, quem acompanhou a saga da viagem no Twitter, inclusive na preparação, viu que foram dias e mais dias dedicado a entrar em sites e comparar alternativas. Claro que não sou perfeito, erros acontecem, poderia ter feitos escolhas melhores, mas no geral, foram hotéis legais, bem localizados, que me permitiram conhecer as cidades de ângulos diferentes. Numa viagem em família, ainda mais com criança, dificilmente eu trocaria tanto de hotel, mas sozinho ou com alguém disposto, é bem interessante fazer o que eu fiz.

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