ago 05

         Há mais de 3 anos eu fiz um post aqui blog sobre automação residencial com a tomada inteligente WeMo da Belkin. De lá pra cá, muitos produtos surgiram, a tal internet das coisas ganha cada vez mais espaço na mídia e muita gente está querendo deixar sua casa um pouco mais “inteligente”.



         Um dos grandes problemas da automação residencial é o alto custo (R$ 1.300 por 3 lâmpadas de LED da Philips Hue). A maioria das soluções comerciais que encontramos atualmente no mercado custam um absurdo o e não estão acessíveis a todo mundo. Por isso, os interruptores ITEAD sOnOff são uma alternativa simples e interessante pra quem deseja começar nesse mundo.

         A empresa ITEAD, fabricante da tomada sOnOff, tem diferentes soluções bacanas em seu site, por preços a partir de USD 4,85, o que é muito barato, especialmente pro consumidor americano. Você pode comprar tomadas com ótimo acabamento (similar aos da WeMo), lâmpadas (similar a Philips Hue), um concentrador que pode automatizar todos os sinais sem fio da sua casa (como portões, ar condicionado, etc.), entre outras maravilhas tecnológicas que deixam qualquer geek maluco.

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ago 05

         É cada vez mais frequente você conhecer pessoas que estão cancelando suas assinaturas de TV e dando prioridade para outros meios de consumo de mídia, como Netflix, Amazon Prime e YouTube. Talvez seja porque a TV por assinatura é cara e a crise está pegando (o que faz com que as pessoas cortem custos), talvez seja pelo fato do mesmo programa ser reprisado inúmeras vezes ou ainda pelas propagandas irritantes de perfumes e sites de viagens aumentando consideravelmente. O fato é que os números divulgados pelas empresas e consultorias que acompanham o mercado indicam uma estagnação e em alguns meses até retração do mercado, o que muito preocupa as operadoras de TV.



         Num passado recente, a pirataria das TV por assinatura era feita através de aparelhos decodificadores que ficavam conectados a antenas e recebiam a programação como se fosse um assinante convencional. Porém, os mesmos quebravam a criptografia da operadora através de códigos que recebiam via internet ou através de uma segunda antena. Dependendo da região que você more, pode ser muito comum passar pelas casas e ver duas antenas de TV por assinatura, o que pode gerar um certo estranhamento do tipo “essa pessoa assina Sky e Claro?”. Não! Longe disso.

         O método de obter TV por assinatura pirata que está sendo mais utilizado no momento é o IPTV, que não exige um aparelho decodificador e pode levar mobilidade aos usuários, uma vez que funciona em praticamente qualquer PC, celular ou tablet. Além disso, funciona também em SmartTV e setup box vendidos a partir de R$ 120 em sites como o Mercado Livre. Assim, por um baixíssimo custo, as pessoas conseguem burlar a assinatura, dando um enorme prejuízo as operadoras.

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ago 05

Onde encontrar cartões microSD originais com garantia

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 05/08/2017 às 14:26h

         Faz muitos anos que costumo bater a cabeça contra a parede, me iludindo que os cartões microSD comprados no Mercado Livre, são originais, possuem qualidade, garantia e um ótimo preço. Bom, chega uma hora que a gente cansa de dar soco em ponta de faca e chega a conclusão que o barato realmente sai caro e precisamos resolver o problema da maneira correta.

         Sempre que usei o Mercado Livre para comprar cartões microSD, optava por vendedores com muitos anos na plataforma, com uma reputação excelente e que deixavam claro no anúncio que o produto era original. Bem, infelizmente, mesmo com tudo isso, o que eu recebia eram cartões fora da embalagem, muito porcamente envolvidos num plástico de lixo preto, dentro de um envelope pardo e sem nota fiscal. Como que um comprador que recebe isso consegue qualificar a experiência como positiva, eu não sei dizer. Pra mim é uma verdadeira lástima.

         Eu tenho alguns cartões SanDisk originais que comprei na Amazon quando estive fora do país. Já tive a infelicidade de ter problema com alguns e fui muito bem atendido pelo suporte da empresa, que prontamente me passou instruções de como enviar o produto com defeito e receber outro novo em troca. O que me espantou é que haviam se passados muitos anos e não me foi solicitado sequer a nota fiscal. Assim, apesar de existir várias marcas, acabo sempre optando pela SanDisk.

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ago 05

         Faz muitos anos que compartilho aqui no blog o meu interesse por câmeras, vigilância eletrônica e afins. O começo foi com câmeras analógicas tradicionais e DVR para gravação das imagens. Depois parti para as primeiras câmeras IP XingLing, compradas no DealExtreme, onde eu não consegui achar uma solução interessante para gravação. Agora, estou utilizando câmeras no padrão ONVIF, que gravam localmente num cartão microSD e também tem a possibilidade de trabalhar em conjunto com um NVR.



         A câmera que tenho utilizado atualmente é a do vídeo acima. Sinceramente, eu não sei a marca dela. Isso porque, a cada compra, a mesma câmera vem numa embalagem e versão de software diferente. As vezes chega numa caixa da Jortan, outras da Yoosee e assim por diante. Ou seja, uma verdadeira bagunça.

         Diferente das primeiras câmeras IP que comprei, que eram todas da China (especialmente do DealExtreme), as câmeras atuais foram quase todas compradas no Mercado Livre, mas também comprei algumas em distribuidores oficiais. Porém, mesmo nesse último caso, não recebi nota fiscal, manual em português, etc. Ou seja, se você resolver comprar na China pra economizar, no Mercado Livre ou em um distribuidor, provavelmente receberá um produto similar.

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ago 05

Retomando o blog depois de quase 2 anos parado

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 05/08/2017 às 13:55h

     Pessoal, depois de quase 2 anos sem postar com regularidade, pois acabei priorizando apenas o Twitter, estou aos poucos retomando as atividades do blog. Não esperem vários posts diários, como nos auges tempos, mas podem ter certeza que pelo menos uma vez por semana vai ter conteúdo novo.

     Senti a necessidade de voltar a escrever por aqui porque vi que o Twitter, apesar de muito interessante, não conseguia suprir todas as minhas necessidades de passar conhecimento a meu público. Lá, quando o assunto era mais denso, acaba floodando a timeline e isso acabava por incomodar quem me segue com outro interesse, além de ficar limitado a 140 caracteres por postagem, o que detona a diagramação e me faz perder tempo tendo que reorganizar os pensamentos.

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fev 26

Contornando problemas do token pelo Vivo TuGo

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 26/02/2016 às 11:16h

      Ontem eu recebi email de um leitor do blog, me pedindo ajuda para resolver a seguinte situação: ele mora no exterior, mas precisa gerenciar conta em bancos brasileiros. Contudo, tais instituições não oferecem como uma opção de token via SMS, o cadastro de números internacionais. Claro, dá pra usar via aplicativo do banco, mas antes de chegar nessa etapa, o banco exige um número nacional para validação.

      Há alguns meses a Vivo lançou um app chamado Vivo TuGo. Com ele, você “transforma” sua linha tradicional da Vivo numa linha VoIP, podendo usar até 5 dispositivos para fazer e receber, tanto chamadas, quanto SMS. Ou seja, se você estiver fora do país e com acesso a internet, via Wi-Fi ou 3G/ 4G, consegue receber chamadas no seu número brasileiro sem pagar exorbitantes tarifas de roaming.

      No caso do nosso leitor, tem um complicador porque, uma vez cadastrado o número da Vivo na sua conta do banco, é necessário ir até uma agência ou uma das máquinas de auto-atendimento para validar a informação. Contudo, uma vez feito isso, poderá receber os token via SMS em qualquer lugar do mundo, usando seu Vivo TuGo. Como ele virá ao Brasil nas próximas semanas, problema resolvido.

      Se você tiver emigrando do Brasil, coisa cada vez mais comum de se ver, devido as atuais condições político e econômicas, recomendo que compre um chip pré-pago da Vivo, ative o app Vivo TuGo e faça recargas mínimas regulares para manter o número ativo. No caso da Vivo, o mais recomendável são R$ 20, válidos por 90 dias. Se depois desses 3 meses você não recarregar, em até 2 meses eles cancelam a linha.

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dez 30

Evite que o iPhone devore o plano de dados em minutos

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 30/12/2015 às 17:48h

     Depois de quase 3 anos usando Android, minha irmã ganhou um iPhone de natal do meu pai. Ela estava toda feliz, mas pouco tempo, ficou p. da vida pois seu plano de dados, que antes durava o mês todo, estava sendo devorado. Ela chegou a ligar algumas vezes para Vivo, mas a operadora dizia que não poderia fazer nada e o pacote estava mesmo sendo todo consumido em minutos.

     A bizarrice chegou ao ponto de um dia ela mandar um SMS contratando mais 100MB com a Vivo, deixar o telefone carregar e ir pra piscina. Quando ela voltou, poucos minutos depois, já tinha a mensagem da contratação do pacote e logo em seguida outra mensagem, dizendo que os 100MB haviam sido consumidos. Aparentemente, era um erro da operadora, né? Mas infelizmente, não. O problema eram as configurações nativas do iPhone e de alguns aplicativos, como o WhatsApp.

     No vídeo acima eu dou algumas dicas de como configurar o iPhone e o WhatsApp para que seu plano de dados não seja consumido em pouquíssimo tempo. Com certeza isso deveria vir dessa forma nativamente, sem que o usuário tenha que configurar, já que nem todos sabem dessa problema e como fazer para corrigí-lo. Uma vez que não é assim, divulgue esse post para ensinar os amigos, especialmente os novatos no mundo Apple.

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Categoria(s): Apple
dez 30

Como fazer o plano de dados da Claro funcionar no iPad 3G

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 30/12/2015 às 14:52h

     Fiquei algumas semanas com um problema muito chato: não conseguia usar o 3G/ LTE do meu iPad. Primeiro achei que o modem tinha queimado. Mas ae tentei chips da Tim, Oi e Vivo, chegando a conclusão que o problema só ocorria mesmo com o chip da Claro.

     Procurei um monte no Google e não achei nenhum reporte de problema similar. Mexi um tudo que foi opção, mandando resetar configurações de rede, chegando até a formatar tudo, mas nada de conseguir arrumar. Pior que não dava erro algum ao abrir Facebook, Twitter, Chrome, etc. Só não funcionava. Ae eu resolvi abrir o Safari e me veio uma dica do problema.

     Não faço a mínima ideia do motivo, mas a Claro não autoriza o uso de um chip pré-pago padrão no iPad. O APN padrão bandalarga.claro.com.br não autoriza a navegação. Foi ae que o Everton Favretto apareceu com a solução. Ao trocar o APN por java.claro.com.br, passou a navegar numa boa.

     O problema infelizmente ainda não parece 100% resolvido, porque a Claro dá Facebook e Twitter de graça pros assinantes. Tudo que é consumido pelos apps oficiais, não conta na cota de dados e não é abatido do plano. Nos smartphones, aparece lá no topo “Facebook/ Twitter grátis só na Claro”. Porém, no iPad isso não aparece e a navegação está sendo cobrada. Assim, abri um chamado na Anatel e aguardo a Claro se pronunciar.

     Update 07/01/2016 14:27h => Depois de diversas ligações, a Claro me disse que para resolver a questão, eu teria que migrar meu chip pré-pago para um chip específico para tablet. Nessa modalidade, o chip iria funcionar apenas pra dados e perderia as funções de voz. Um tremendo absurdo!

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Categoria(s): Apple
dez 17

Sobre o Compartilhamento Familiar e Apple ID

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 17/12/2015 às 18:06h

     Ano passado a Apple introduziu no iOS 8 um recurso chamado Compartilhamento Familiar. A nova função facilitou bastante o gerenciamento de compras dentro de uma família, mas ainda está longe de ser perfeito. Vamos falar um pouco sobre isso.

     Aqui em casa eu tenho iPhone/ iPad, a esposa tem iPhone/ iPad e meus dois filhos, um menino de 5 anos e uma menina de 3 anos, tem iPads (totalizando então 4 pessoas/ membros e 6 dispositivos). Além disso, na família, meus pais e irmãos também tem iPad e/ ou iPhone. Infelizmente, a Apple limitou o número de membros de uma família a apenas 6. Claro, isso deve atender a mais de 95% das famílias, mas há casos que o número acaba sendo insuficiente.

     Antes desse recurso estar disponível, eu acabava configurando os aparelhos dos filhos, esposa, pais e irmãos no iTunes do meu iMac. Eu posso ter até 10 dispositivos cadastrados. E bem, esse número, pra mim, também está sempre me criando problemas. Mas, novamente, pra maioria das pessoas deve ser suficiente e é sempre nisso que a Apple pensa: atender a maioria e não a todos.

     Como sou usuário Apple de longa data, tenho muita coisa comprada na loja deles, sejam apps, músicas, livros, filmes, etc. Sincronizar outra coisa, que não apps, é uma tarefa fácil, pois geralmente não tem updates. Porém, os aplicativos, tem atualizações frequentes e isso acaba gerando alguns probleminhas.

     Por um tempo eu até deixei meu Apple ID logado nos dispositivos dos meus familiares. E, claro, tinha que deixar a senha com eles também. E, obviamente, como tenho um cartão de crédito válido associado a essa conta, imagina o problema de segurança, além de transtornos como crianças (ou adultos) não autorizados fazendo compras pra você pagar, por mais que você avise (“foi mal, cliquei errado”).

     Eu acabei criando um Apple ID pra cada pessoa/ dispositivo e resolvi parcialmente o problema das compras. Porém, sempre que surge um update, eu tenho que acabar colocando minha senha nos dispositivos, pra autorizar. E, como meus pais não moram na mesma cidade que eu, voltamos ao problema anterior.

     O compartilhamento familiar facilitou um pouco as coisas. Com ele, eu pude colocar minha esposa e filhos no grupo. Tudo que eu compro, eles conseguem baixar também, sem terem que pagar nada a mais por isso (inclusive os updates). Funciona assim: se eles vão comprar algo que eu já comprei, o sistema avisa, deixa-os baixar e não cobrando nada deles. Ou então, eles clicam sobre o meu perfil, veem uma lista do que já comprei e basta clicar em cima (privacidade mandou um beijo).

     Muita gente não sabe e imagina que todos os apps comprados por um membro, estão disponíveis para todos os outros. Infelizmente, não. A enorme maioria funciona assim, mas tem alguns poucos que não. Por que? O desenvolvedor, quando submete o aplicativo pra loja, precisa autorizar o recurso. Se ele não deixar, os membros da sua família não terão direito aos apps que você já pagou. Contudo, apenas uma minoria não autoriza. Então, não devemos nos preocupar muito com isso. Só achei que deveria comentar pois esse post pode servir de guia para quem tiver problemas envolvendo o Apple ID e Compartilhamento Familiar.

     A Apple só permite que pessoas com mais de 16 anos criem seus próprios Apple ID, seja no iTunes, seja na App Store, seja via o próprio site do Apple ID ou pelo dispositivo. Menos de 16 anos tem que ter uma conta criada pelo seu responsável.

     Dentro da aba de Compartilhamento Familiar você tem a opção de criar o cadastro da criança. Se tiverem até 13 anos, você deve autorizar todas as compras deles, inclusive as gratuitas. É uma forma dos pais manterem um certo controle sobre o conteúdo que os filhos consomem. Já se eles tem entre 13 e 16 anos, dá pra configurar pra autorizar que baixem apps gratuitos sem pedir senha e sem ter que pedir permissão de um responsável. No caso de você quer que autorizar tudo, o pedido de autorização chega via push num dispositivo (iOS ou Mac) autorizado e o responsável precisa por a senha do Apple ID pra autorizar.

     Eu sou assinante do plano familiar do Apple Music. Apesar dos meus filhos praticamente não usarem, o plano familiar custa “apenas” USD 3 a mais que o individual e permite que todos os membros do Compartilhamento Familiar tenham acesso ao serviço. Logo, sai muito mais barato que Spotify, Deezer, etc., mesmo com o dólar nas alturas.

     Agora voltamos ao “problema” com meus pais e irmãos. Eu queria criar um único Apple ID pra todos eles, já que, como disse antes, cada conta pode ficar logada em até 10 aparelhos. Assim, eu permitiria que eles tivessem acesso a meus apps (tanto a instalação de novos, quanto updates), além do Apple Music. Mas estou tentando achar a melhor forma de fazer isso.

     Se eu criar um Apple ID de uma “identidade fake”, que tenha até 13 anos, eles não vão conseguir baixar nada sem que eu autorize e eu não quero eles me ligando a todo momento pra eu autorizar isso. Vai ser chato pra mim e pra eles. Logo, descartei isso.

     Eu cheguei a pensar que tinha resolvido o caso criando um fake com 14 anos, pois pensei que eles poderiam baixar os apps gratuitos por si mesmos e os pagos eu teria que autorizar. Mas não funciona assim. Se eu deixo uma opção marcada, eles não podem baixar nada sem eu autorizar. Se desmarco, eles podem baixar tudo (inclusive apps pagos, o que eu não quero) sem eu autorizar. Assim, ainda não achei como fazer. Se você tiver uma ideia, me fale.

     Uma coisa importante a respeito do Apple Music. Você talvez tenha pensado: “vou deixar cada um com seu Apple ID, logado no iCloud e uma conta única na Apple Store, já que são menus diferentes dentro do iOS”. Eu também pensei isso. Porém, o Apple Music é um serviço da loja, mas é vinculado a conta do iCloud. Logo, não rola deixar um login diferente pra cada.

     Hoje é menos necessário que no passado, mas antigamente, era mandatório se ter um Apple ID vinculado a uma iTunes Store de outro país, como os Estados Unidos. Isso porque, na loja brasileira, não havia jogos e mais um monte de apps. Assim, sem um Apple ID gringo, você perderia boa parte de graça de se ter um dispositivo Apple. Logo, tenho um grande histórico de apps comprados lá.

     Quando vi o recurso do Compartilhamento Familiar ser anunciado, logo pensei: acabou a putaria de ter que ficar me logando com várias Apple ID (de vários países) pra fazer os udpates nos meus dispositivos. Coloco todos eles na minha família e resolvo o problema. Nananinão! A Apple só permite que os membros da família tenham Apple ID do mesmo país. Logo, nada de 4 Apple ID brasileiros e um gringo.

     Você deve estar pensando: gordo folgado, não quer nem ter um trabalhinho extra pra ter tudo atualizado. O problema é que, quando eu dou logout do Apple ID no iOS, ele mata tudo que baixei do Apple Music. Ae eu coloco a conta gringa, atualizo, tiro a conta, volto a do Brasil e tenho que baixar tudo de novo no Apple Music. Imagina fazer isso toda vez que tem um update de app que você comprou na conta americana. Chato pra caralho, né? Por isso que deixo baixo os updates pelo iTunes do iMac e depois sincronizo por lá. Ae ele manda pros dispositivos a versão mais nova. Porém, quando faço isso, todas as músicas do Apple Music no iTunes também vão pro saco. Assim, resolvi que não vou manter cache das músicas no iMac.

     Um outro problema que a Apple ainda precisa resolver são as compras feitas dentro de aplicativos (in-app purchase). Eu imaginei que meus familiares teriam acesso a elas também, sem precisar da minha senha. Infelizmente, não tem. Quando clicam no botão de restaurar compras in-app, o sistema não identifica que a conta em questão pertence a minha família e, como eu já paguei por elas, eles também teriam acesso. Nesses casos, eu preciso logar minha conta no dispositivo deles e clicar em restaurar as compras. Contudo, ae eles perdem o cache do Apple Music também. Chato!

     Espero ter esclarecido algumas coisas sobre Apple ID e Compartilhamento Familiar pra vocês. Quem ainda não usa o recurso, recomendo que ativem, pois facilita muito o gerenciamento, especialmente se a sua família tem até 6 membros.

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Categoria(s): Apple
dez 15

Vale a pena migrar da sua operadora para a OI?

4 Comentarios »Postado por GordoGeek em 15/12/2015 às 12:43h

     Há algumas semanas, TIM e OI lançaram novos planos com tarifas bem agressivas para falar com outras operadoras. Com isso, muita gente ficou na dúvida se vale a pena fazer a migração, mesmo que cada vez mais a tendência seja usar menos minutos e mais internet. Ninguém gosta de puxar o extrato e ver que pagou R$ 1,80 numa chamada de menos de um minuto pra outra operadora.

     Sempre fui usuário das três maiores operadoras: Vivo, TIM e Claro. Contudo, deixava sempre uma de principal e duas de backup. A principal ficava no meu telefone principal (recebendo recargas mensalmente e tendo um plano de internet também mensal) e as duas de backup eu fazia o mínimo de recargas possíveis, apenas pra manter a linha ativa e usava os serviços (geralmente internet) diários, quando a linha principal falhava. Eram usos bem esporádicos.

     Por muito tempo eu usei a Vivo como operadora principal, deixando TIM e Claro de backup. Porém, devido a queda acentuada de qualidade na Vivo, acabei rebaixando-a para backup e promovi a Claro para principal. Mas, tanto Vivo, como Claro, não possuem boas tarifas para falar com outras operadoras e isso era um enorme problema pra mim.

     Como meu plano da TIM era o Beta (100MB de internet por apenas R$ 0,50, o que dá R$ 1GB por R$ 5), acabei comprando um chip novo pra ativar o plano de R$ 7 por semana que dá direito a 150MB de internet, SMS ilimitados e 100 minutos pra falar com qualquer operadora no Brasil todo. Parecia uma grande oferta, mas a cobertura da TIM inviabilizou as coisas. Tentei durante longas 3 semanas e passei muita raiva, conforme relatei aqui nesse outro post. Assim, decidi fazer um teste com Oi, que até então, nunca tinha testado e não sabia da cobertura deles.

     Eu moro no interior e aqui não tem loja própria de nenhuma operadora. Só tem autorizadas, que geralmente só fazem serviços mais simples. Porém, nem isso a Oi tem aqui. Não sabia nem onde comprar um chip. Tentei em vários varejos da internet (como Magazine Luiza, Submarino, Americanas, etc.) e na hora de fechar a compra, dizia que o produto não podia ser enviado pro meu CEP. Ou seja, um primeiro passo nada simples, né? Sem o chip, sem serviço.

     Acabou que encontrei um chip pra comprar (infelizmente, nada de nanoSIM) numa farmácia. O chip custou módicos R$ 10 e veio já com o novo plano deles (que custa R$ 10 por semana) ativo. Logo, o chip acabou saindo de graça. Importante ressaltar que aqui na minha cidade, um chip geralmente sai por R$ 30 e não vem um bônus tão generoso quanto esse da OI. Recentemente tive que trocar chips da Claro e TIM, cada um saiu por R$ 30 e não ganhei nada de bônus.

     Uma coisa que muita gente não se dá conta é o seguinte: de nada adianta a oferta ser boa, se você não conseguir usá-la. Por que eu digo isso? A TIM tinha uma oferta excelente, mas a cobertura é sofrível. Quase nunca tem sinal e quando tem, fica em GPRS. Completar ou receber chamadas é um parto. De cada 7, 1 completa. Assim, não adianta migrar pra operadora e só passar raiva. O barato vai sair caro.

     A não ser que você já conheça muito bem os serviços da operadora que pretende migrar, jamais peça portabilidade do seu número pra ela, sem antes testá-la. Se não sabe como é o sinal onde você costuma estar, tente usar esse site da Anatel pra saber onde a operadora tem suas ERB (Estações Rádio Base), que nada mais são do que as antenas e os equipamentos que te conectam a rede delas.

     Depois de me lascar com a TIM, estava meio na dúvida se valeria a pena ir pra OI. Porém, como vi no site da Anatel que as antenas da OI geralmente estão próximas as da Claro e nesse, eu tenho bom sinal, era uma boa primeira impressão. Não é sempre que o sinal vai ficar igual, porque é algo mais complexo que isso. As operadoras podem usar frequências diferentes e isso vai afetar diretamente o nível do sinal. Além disso, uma operadora pode estar sobrecarregada numa determinada área e outra livre, o que também vai afetar a qualidade final do serviço prestado.

     Se você tiver um outro aparelho pra por o chip da operadora que pretende ir, podendo deixar ele ligado durante um período, sem afetar sua outra linha, é a melhor coisa. Assim, você faz um teste real, de pelo menos uma semana e vê como ela se comporta. Se sair tudo bem, ae você pensa em migrar, fazer portabilidade, etc.

     Caso não tenha outro aparelho, programe alguns alertas em seu celular (8hs, 12hs, 15hs, 18h e 21h) pra tirar o seu chip principal e por o chip da operadora que quer conhecer. Faça umas chamadas, teste a internet, etc.

     No caso da OI, eu achei bem interessante a proposta deles, pois como já disse mais acima, com R$ 10 você compra o chip e já tem esse novo plano ativo por 1 semana. Você terá 300 SMS, 400MB de internet e 75 minutos (pra qualquer operadora no Brasil todo) pra fazer o teste, sem precisar fazer uma recarga.

     O novo plano mais barato da OI custa R$ 10. Achei meio caro, pois são R$ 40 mensais e eu estava acostumado a por só R$ 25 por mês na Vivo ou Claro. Apesar do pacote ser muito bom, eu queria pagar um pouco menos. Eles poderiam ter um plano de R$ 7 por semana (o que daria R$ 28 por mês e não R$ 40), como a TIM e outras empresas tem. Mas se você pensar que vai ter 300 minutos pra qualquer operadora, mais 1.6GB de internet, 1.200 SMS e acesso a rede Oi Wi-Fi, parece troco de pinga.

     Outros planos da OI estão disponíveis aqui. O Controle (com obrigação mensal) mais vantajoso é o de R$ 44,90. Custa “apenas” R$ 4,90 a mais do que manter o semanal de R$ 10 e você ganha 2GB de internet (versus 1.6GB do outro). Se você fala pouco, tem o mensal de R$ 34,10 com 1GB de internet e minutos a parte (R$ 0,30 o minuto pra qualquer operadora). Pra quem fala mais, tem o que custa R$ 10 a mais e tem os mesmos 2GB, mas com o dobro de minutos (500).

     Uma coisa que achei estranho na OI foi a demora pra ativar o meu chip. Foram quase 8hs tentando usar, depois de cadastrar meu CPF e receber mensagem que estava sendo processado. Tive um problema parecido com a TIM também e esse durou quase 2 semanas. Então, 8hs é fichinha. Mas é algo incômodo pra quem quer comprar um chip e sair falando.

     A OI tem um site para os clientes consultarem os serviços, extratos, fazer recargas e afins. Ele é bonitinho e simples. Porém, os extratos disponíveis para a consulta são o dia atual menos 3 dias. Ou seja, se hoje é dia 15/12, só pode consultar até 12/12. Meio antiquado, né?

     A empresa também disponibiliza um app para celular, mas até o momento não consegui usar. Ele dá um erro e pede pra tentar mais tarde. Como contratei a linha tem menos de 24hs, ainda não consegui testar. Talvez nos próximos dias (ou horas) o sistema libere meu número.

     Uma coisa que eu detestei na TIM foi que não tinha como saber quantos minutos eu ainda tinha pra falar. Na OI, eles enviam um SMS quando você desliga a chamada, informando quantos minutos da sua franquia ainda tem. Além disso, se quiser saber essa informação (e outras, como o pacote de dados), basta ligar pra um número e receberá um SMS com todas as informações. Parece básico, mas na TIM eu não conseguia acesso fácil a isso.

     A OI tem nove opções de recarga, que vão de R$ 12 a R$ 200. No caso de R$ 12 e R$ 17, não tem bônus algum e os créditos são válidos por apenas 1 mês. Já nas recargas de R$ 20 e R$ 25, são válidos por 45 dias e você ganha um bônus de 100MB de dados. Com R$ 30, R$ 40 e R$ 50, também tem bônus de 100MB e os créditos duram 3 meses. Por fim, R$ 100 ou R$ 200 duram 6 meses e também tem o bônus de 100MB.

     O sinal da OI tem se mostrado muito melhor que o da TIM aqui pra mim. Claro, pra você pode ser diferente, então vale a pena consultar o site que passei e, quem sabe, comprar um chip pra testar na prática. Mas pra mim, aparentemente, resolveu o problema. Geralmente fica acima de 3 barrinhas no H+. Até o momento não tive nenhum problema pra receber ou fazer chamada.

     Já no uso de dados, aqui na minha cidade, nenhuma operadora tem 4G. Mas a Claro costuma atingir de 5Mb a 12Mb mesmo no 3G (H+). A TIM fica em torno de 1Mb, quando tem bom sinal 3G, o que é bem raro. Já a Vivo, anda uma lástima e não passa de 100kbps. A OI, tem oscilado de 300kbps a 3Mb, mesmo de madrugada, o que me deixou espantado, já que era pra ser rápido, uma vez que tem pouca gente usando.

     Estou cruzando os dedos pra OI manter a qualidade atual por muito tempo, pois assim vou conseguir parar com a putaria de múltiplos chips e ter uma qualidade mínima aceitável. Mas só o tempo dirá. Espero ter contribuído com as informações citadas e, se você é usuário da OI ou vai migrar pra ela, deixe seu comentário ae embaixo pra ajudar mais leitores.

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