mai 05

Cuidado: o Deezer pode consumir toda a sua cota do 3G

Comentários desativadosPostado por GordoGeek em 05/05/2014 às 15:32h

     No mês passado eu tive um dissabor muito grande com o Deezer. Eu tinha acabado de renovar o meu plano 3G (R$ 11,90/ mês no Vivo Sempre) e, ainda no carro, recebi um SMS. Como estava dirigindo, deixei pra lá e só fui verificar o que era quando cheguei ao meu destino. Pra minha surpresa, era a operadora me avisando que eu tinha atingido a minha franquia de dados e minha navegação estava sendo reduzido para 32kbps.

     Fiquei muito p. da vida, pois como já relatei, eu tinha acabado de começar uma nova franquia no dia anterior. Ao verificar nas configurações do Android quais eram os apps que estavam consumindo os dados do 3G, me deparei com o aplicativo do Deezer. Sozinho, ele baixou quase 200MB do 3G em questão de minutos, no trajeto que fiz da minha casa para o local do compromisso. Ou seja, ou ficava mais quase um mês sem internet (porque vamos combinar que 32kbps você não faz nada) ou renovava o plano. Tive que gastar mais R$ 11,90 pra não ficar na mão.

     Hoje, novamente, aconteceu o mesmo problema com a minha franquia. E, novamente, o problema foi com o app do Deezer. Quando o smartphone estava em casa, no Wi-Fi, ele estava sincronizando minhas playlist. Porém, quando coloquei-o no bolso pra sair, ele não detectou o fim do Wi-Fi e continuou a tarefa no 3G, esgotando meu plano de dados em poucos minutos. Não deu nem tempo de chegar no meu destino, a operadora já enviou o fatídico SMS novamente.

     Ao comentar do problema no Twitter, o suporte do Deezer me recomendou usar o modo Offline. Sinceramente? Esperava muito mais deles. Primeiro, o reconhecimento de culpa, pois no Spotify isso não acontece. Se o app está sincronizando e percebe que o Wi-Fi está indisponível, ele para de baixar, pra não comprometer a franquia do 3G. Segundo, seria de bom tom me oferecer um promocode pra compensar o prejuízo que tive. Terceiro, seria adequado eles divulgarem aos usuários que isso pode acontecer, evitando dissabores como os que eu tive.

     Em resumo: se você tem o hábito de sincronizar playlists pra ouvir offline, justamente para não ficar dependendo do 3G, fique muito esperto, pois caso contrário você terá graves problemas com a sua franquia de dados, já que o app do Deezer não é esperto o suficiente para entender que não está mais numa cobertura Wi-Fi.

     Essa foi a gota d’água pra eu cancelar meu plano do Deezer. Eu já estava insatisfeito com outros fatores (que falo mais abaixo), mas diante desse problema se repetindo e de uma falta de perspectiva que isso seja corrigida, já que o suporte praticamente lavou as mãos, não me resta outra alternativa senão usar apenas o Spotify.

     Pra quem ficou curioso sobre os outros motivos, vamos a eles. Primeiro, a falta de uma plano familiar. Sim, eu sei, no Spotify também não tem. Porém, no Rdio tem. Com algo em torno de R$ 50,00 mensais eu consigo ter 5 contas, o que atende a toda a família. O desconto é muito bom e não vale a pena fazer planos individuais. Sobre o ambiente de cada um, é totalmente separado e ninguém interfere nas músicas ou playlists do outro.

     Uma outra coisa que aconteceu comigo ainda ontem é que, sabe-se lá o motivo, o Deezer resolveu gravar as músicas em cache no armazenamento local do telefone e não no cartão microSD. Quando eu mandei mover pro cartão, ao invés dele jogar tudo que já tinha baixado pro cartão, ele apagou tudo, sem me dar qualquer aviso prévio de que isso seria feito. Ou seja, uma semana baixando músicas offline a toa. Começou tudo do zero. Burrice demais na minha opinião.

     O que mais me irrita no entanto é a limitação de se fazer streaming para mais de 3 dispositivos. Vejam bem a explicação. Não é a capacidade de se fazer cache (gravar músicas offline) em mais de 3 dispositivos, já que praticamente todos os serviços de streaming tem essa limitação. O problema é não se conseguir ouvir mais que 30 segundos em outros dispositivos, um fator limitante presente apenas no Deezer. Em outros serviços você consegue ouvir normalmente, desde que outro aparelho não esteja usando na mesma hora (simultâneo). Recentemente o Deezer lançou uma função rádio que permite o streaming de mais de 30 segundo, mas convenhamos, eu pago esse serviço para ouvir as músicas que eu gosto e não uma rádio. Inútil pra mim!

     Nem tudo são flores no Spotify. Não é um serviço perfeito. Ainda está meio em beta no Brasil, ele não permite mudar a cache de lugar, não tem plano familiar pra economizar, mas pensado prós e contras, ele me parece ser o melhor disponível atualmente. O acervo é bom, ele não vai fazer a cagada de consumidor toda a sua franquia do 3G e existem playlists para praticamente todo o tipo de situação, que facilitam muito no dia-a-dia.

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nov 19

Qual o melhor plano de internet para uso esporádico

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 19/11/2013 às 16:13h

     No post anterior eu respondi dúvidas de leitores sobre o plano TIM Beta, mostrando porque eu o acho super interessante, a ponto de tê-lo em vários dos meus dispositivos, mesmo a sua ativação custando R$ 100,00, que não é qualquer troquinho de pinga. Mas, como sei que nem todos querem fazer um investimento “tão elevado” assim, seja porque fizeram as contas e acham que não compensa, seja porque fazem um uso muito esporádico do plano 3G, vamos ver outras opções.

     Se você fica a maior parte do tempo numa área com cobertura Wi-Fi (seja em casa, no trabalho, faculdade, shopping, etc.), talvez seja pouco interessante manter um plano pós-pago pra ter dados no smartphone. A grande maioria das linhas móveis ativas no Brasil (80%) são no modelo pré-pago. As três maiores operadoras que atuam praticamente em todo o território nacional (Claro, TIM e Vivo), tem planos de internet 3G bem acessíveis. Porém, todos tem um valor de franquia absurdamente baixo, algo como 10MB por dia, o que não dá praticamente pra nada. É claro, você continua a navegar depois de ultrapassar a cota, mas o valor cai pra um valor tão desprezível (mais ou menos 32kbps) que a impressão que passa é que a internet não está mais disponível. Tudo que você tenta abrir vai se arrastando e você acaba desistindo.

     Devo salientar que tanto a TIM como a Claro, quando o cliente pré-pago faz o primeiro acesso a internet, eles já o colocam automaticamente num plano padrão, mas só cobram o dia que usar, o que acho ideal pra alguém com o perfil que descrevi no parágrafo de cima. No caso da Vivo, eles começam a cobrar R$ 4,90 por MB trafegado (o que daria R$ 49,00 por 10MB), podendo resultar num saldo zerado em pouquíssimo tempo. Como atualmente os smartphones e tablets ficam todo o tempo consumindo dados, mesmo quando você não está explicitamente exigindo algo deles (num email, rede social, navegador, etc.), isso é uma tremenda armadilha.

     Vamos começar pela TIM, a operadora dos homens de azul. A internet diária custa R$ 0,50, com limite de 10MB a até 500kbps e depois cai pra 50kbps (achei essa informação nas letrinhas miúdas do contrato em PDF disponível no site da operadora). Conforme dito antes, pra você aderir a esse pacote (Infinity Web), não precisa fazer nada. Logo no seu primeiro acesso a internet, eles vão te colocar nesse pacote. Porém, se você estiver disposto a gastar R$ 1,99 pra dar um “upgrade” num dia especial, seja numa viagem ou na espera de uma consulta médica, enviando um torpedo com ATIVARMODEM para 1616, você contrata o TIM Web Modem, que tem 80MB de franquia a até 1Mbps e depois reduz pra 100kbps. Apesar do nome, funciona também em smartphones e tablet (cláusula 2.1 do contrato já citado). Se você não desativar esse pacote, todo dia que você acessar a internet será cobrado R$ 1,99 e não mais R$ 0,50. Assim, lembre-se de desativar se for o caso.

     Já no caso da Claro, a operadora do garoto propaganda flagrado com …, bom deixa pra lá. O plano padrão deles também custa R$ 0,50 e te dá direito a navegar por 10MB até 500kbps, caindo pra 32kbps depois disso (contrato aqui, cláusula 6.1). Os mais atentos devem ter notado que as condições são muito similares aos da TIM. E fica ainda mais parecido, porque eles também tem um plano diário por R$ 1,99 com 80MB de franquia pra navegar a até 1.5Mbps e depois reduz pra 64kbps. Infelizmente, só tem como contratar via SAC (1052) e não está disponível para smartphone (somente tablet e modem), conforme contrato aqui. Se a ativação fosse feita via SMS, como na TIM, não duvido que daria pra burlar isso. Mas por ser via telefone, o atendente barra a ativação ao consultar seu plano.

     A Claro ainda permite que o cliente contrate um pacote de internet por 15 ou 30 dias, o que é interessante se você for sair de férias. O primeiro lhe dá direito a 150MB em 500kbps por R$ 6,90 e o segundo a 300MB na mesma velocidade por R$ 11,90. Se o seu uso for contínuo, acaba compensado, tanto pelo desconto (30 x R$ 0,50 = R$ 15,00 sendo maior que R$ 11,90) e também pelo fato que são 300MB distribuído no mês. Claro, 30 x 10MB dão os mesmos 300MB, mas o controle é feito de forma diferente e os dias que não usar, não consome a franquia.

     Por fim, vamos falar da Vivo, que até pouco tempo era considerada disparada a melhor operadora do Brasil e depois que caiu no colo da Telefonica virou uma porcaria absurda. Mas, no quesito cobertura, ainda parece ser a melhor. Lá, conforme eu já alertei antes, se você colocar o chip sem um plano específico no celular ou tablet e estiver com a opção de dados ativa (vem assim por padrão), vão começar a te cobrar R$ 4,90 por MB. Então pelo amor de Deus, não faça isso e avise os amigos!

     O plano da Vivo que a maioria do pessoal está fazendo (inclusive eu) é o Vivo Sempre Internet que custa R$ 9,90 por mês, o que dá R$ 0,33 ao dia. Porém, diferente de Claro e TIM, você não paga somente o dia que usar. Senão tiver plano algum e navegar, como eu disse várias vezes aqui, são R$ 4,90 por MB. Nesse plano mensal a franquia é de 200MB em até 256kbps e depois cai pra 32kbps. Se você comparar com as outras operadoras, o plano é pior em vários aspectos, como flexibilidade, franquia e velocidade máxima. Pra contratar deve-se enviar um SMS para 1515 com a palavra INTERNET. Caso você estoure a franquia, existe um macete meio lusitano. Você envia CANCELAR para 1515, espera alguns minutos, depois contrata o pacote novamente, enviando INTERNET para 1515. Friso que esse é um plano mensal, logo, se você for usar esporadicamente, lembre-se de desativá-lo, senão vai ocorrer uma cobrança recorrente todos os meses.

     Caso você esteja disposto a pagar R$ 2,99 pra ter direito a 150MB por até 2 dias, basta enviar DIARIO para o número 8200. Se você ativar o plano às 00:01h do dia 19, você poderá desfrutar desse pacote até o dia 20 às 23:59. Depois disso, voltará a ser cobrado o valor sem pacote ou do pacote anterior. Assim, diferente dos pacotes da Claro e TIM, você não precisa cancelar nada depois do uso. Eu fiz o teste aqui com smartphone e funcionou numa boa (1 e 2).

     Update 19/11/2013 17:42 => O @evefavretto me avisou no Twitter que a Vivo está alterando sua política de para clientes sem pacote de internet. Pelo que simulei no site, eles estão fazendo essa alteração de forma gradual e por estado. Pelo que vi, até o começo de janeiro, todos os clientes já estarão com a mudança ativa. Assim, eles cobraram R$ 0,99 por 15MB em 300kbps. Novamente, pior que a concorrência.

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nov 19

Por que o plano TIM Beta é muito interessante

5 Comentarios »Postado por GordoGeek em 19/11/2013 às 14:22h

     Ano passado eu fiz o primeiro post aqui no blog sobre o TIM Beta. Ontem eu comentei sobre um problema no meu chip e surgiram várias dúvidas de leitores, especialmente sobre o valor de adesão do plano, que não é nada barato (R$ 100,00). Resolvi fazer um novo post pra tirar as dúvidas que surgiram.

     Pra quem está totalmente por fora do que é o plano TIM Beta e como ele funciona, vamos as explicações. O plano surgiu há anos anos com o nome de “Bloqueia Véio”, numa campanha de marketing da operadora. Depois de um tempo o plano mudou pro nome atual. Quem já estava no plano, recebeu o status de “TIM Beta Lab” e ganhou convites para chamar amigos para o plano. Os amigos entravam como “TIM Beta” e não tinham o status de Lab, como seus amigos. Logo, não tinham convites pra distribuir para outros amigos. Porém, se forem “hard user” do plano, mais cedo ou mais tarde, acabam subindo um degrau e passam a ser Lab também.

     Quando um amigo te manda um convite, você precisa entrar no site e fazer o cadastro. O envio do chip é um processo lento e pode demorar até 40 dias. Algumas vezes, sabe-se lá Deus o motivo, ele nunca chega. Nem adianta reclamar na operadora, Anatel e o diabo a quatro. Eu mesmo já tive problemas com isso e não consegui resolver, por mais que eu tentasse, até que eu resolvi desistir desse esquema de convites.

     Em julho do ano passado, me falaram que eu poderia migrar para o plano Beta, já sendo cliente da TIM. No entanto, teria que pagar R$ 100,00 de adesão. Pode parecer um absurdo, mas ao longo do texto você vai entender que não é assim tão caro quanto parece. Caso você já seja cliente TIM e queira manter o número, é possível. Se quiser pegar um chip completamente novo, seja ele SIM normal, microSIM ou nanoSIM, basta ir numa loja e comprar por R$ 10,00. Por fim, caso queira fazer a portabilidade do seu número de outra operadora pra TIM e depois migrar o Beta, também dá.

     Uma vez que você já está como cliente da operadora, seja antigo, novo ou de portabilidade, basta você ter mais de R$ 100,00 em crédito e ligar para o *144, pedindo a migração de plano. Caso não tenha esse saldo, faça uma recarga antes de ligar. Na hora o atendente vai te confirmar que os R$ 100,00 serão debitados a título de migração e fará a mudança. Segundo eles, pode demorar até 2hs, mas geralmente são 5 minutos.

     O TIM Beta tem algumas vantagens em relação aos demais planos da operadora, inclusive os pós-pagos. Conheço muita gente do pós que migrou para o Beta, tamanha as vantagens. A título de comparação, vamos pegar o plano Infinity Pré, que é o padrão no qual todo novo cliente TIM fica vinculado. A operadora cobra o valor de R$ 0,25 por chamada realizada para outro TIM, usando o DDD 41, não importa a duração. No TIM Beta o valor são os mesmos R$ 0,25, mas não por chamada e sim por dia. Ou seja, você pode fazer 100 chamadas pra outro TIM, no Brasil todo, sem se preocupar com a duração delas, pagando apenas R$ 0,25. Ou seja, se você liga muito, acaba valendo a pena pagar o valor da adesão, pois rapidamente você recupera o seu investimento. Basta fazer as contas.

     Como eu tenho um perfil de falar muito pouco ao telefone, usando mais internet, o que mais me interessa no TIM Beta é o pacote de 3G. No TIM Infinity Pré você contrata 10MB de internet por R$ 0,50 por dia. Depois dessa franquia, continua a navegar, mas numa velocidade sofrível. No TIM Beta, por contrato, essa franquia também existe, mas se você não abusar, a TIM não vai te limitar. Eu tenho o plano há quase 2 anos e nunca sofri com isso. Uso tranquilamente 1GB de 3G a uma velocidade média de 1Mbps, sem redução. E o valor do pacote ainda é a metade do Infinity Pré, saindo por apenas R$ 0,25 o dia que usar. Eu conheço casos de gente que abusou, colocando o chip como modem e acabou tendo a velocidade reduzida. Se a sua intenção for essa, provavelmente vai dar com os burros n’água. Mas pra um uso razoável (1GB é bem razoável hein) no smartphone, tranquilo.

     Pra finalizar, vamos fazer uma continha básica. Supondo que você use internet todos os dias e faça 10 chamadas por dia, no Beta você vai pagar apenas R$ 0,50 (R$ 0,25 do 3G e R$ 0,25 das 10 chamadas). No plano TIM Infinity Pré você vai pagar R$ 3,00 (R$ 0,50 do 3G e R$ 2,50 pelas 10 chamadas). Ou seja, dá uma diferença de R$ 2,50 por dia. Assim, em 40 dias você paga o investimento de R$ 100,00 pra migrar de plano e o resto é lucro, fora que a internet 3G do plano TIM Beta é muito superior, tanto em velocidade, como em franquia. E obviamente, quanto mais chamadas você faz, menor será o tempo de retorno do seu investimento na migração.

     Acho que vale uma ressalva importante: devemos sempre lembrar que a TIM é “a TIM” e a cobertura deles não é das melhores. Eu recomendo que a pessoa compre um chip comum (R$ 10,00), coloque num aparelho secundário e verifique, nas áreas onde costuma ir (casa, trabalho, faculdade, clube, etc.) como é o sinal. Se for sofrível, melhor não passar raiva. Se for boa, vale a pena migrar. No meu caso, que uso mais de um aparelho e tenho sempre um backup, não me preocupo muito com a cobertura, pois sei que nunca vou ficar na mão.

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mai 22

Como criar uma contingência de internet usando o 3G

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 22/05/2013 às 12:55h

     Muita gente sofre com conexões de internet, que acabam ficando lentas (em determinadas horas do dia, como depois das 19h), instáveis (perda de pacotes, alta latência, etc.), com falhas no roteamento (impedindo que acessem determinados sites e serviços), etc. Eu mesmo tenho uma conexão Speedy da Vivo e em várias ocasiões ela acaba ficando mais lenta que um 3G da TIM. Por mais absurdo que isso possa parecer, acontece bastante aqui comigo. Mas como podemos criar uma contingência quando isso acontece e precisamos trabalhar usando a internet?

     No mês passado eu resenhei aqui no blog o Draytek VigorFly 210, um equipamento muito bom, mas um pouco salgado, especialmente para o mercado residencial. Entre as características que gostei estava o fato dele suportar um modem 3G e comutar para essa conexão sempre que a principal (via cabo na porta WAN) ficasse indisponível.

     Comecei a procurar alternativas mais em conta, achei vários roteadores com essa função, mas fiquei com receio de não serem compatíveis com meu modem 3G, que vai espetado na porta USB. Como o vendedor me garantiu que era compatível, acabei comprando um modelo TL-MR3420 da TP-Link. Afinal, senão funcionasse, eu iria devolver. Assim, fiz a compra na semana passada e ontem fiz a instalação. Pra minha sorte, realmente era compatível e já estou rodando com a solução.

     Como eu não queria mexer na minha infra-estrutura de rede atual, eu acabei fazendo o seguinte: coloquei o TP-Link bem ao lado do Time Capsule. No equipamento da Apple, que antes autenticava a conexão PPPoE do Speedy, eu coloquei para ficar com DHCP na WAN. Essa porta, eu conectei na porta LAN 1 do TP-Link que ficou autenticando o Speedy na porta WAN e conectado ao 3G via USB. Dessa forma, não precisei alterar mais nada na minha rede para criar a contingência, deixando o Speedy como principal e, caso ele falhe, muda automaticamente pro 3G. Eu também posso fazer isso manualmente, caso o Speedy esteja ativo, mas lento demais ou com problemas de roteamento, perda de pacotes, alta latência, etc.

     Durante alguns meses, eu usei meu Galaxy Note 2 como roteador Wi-Fi em casos de contingência. Porém, essa não é a solução ideal. Primeiro que ele não tem potência de sinal Wi-Fi suficiente. Segundo, porque ele não suporta muitos equipamentos conectados nele. Terceiro, porque ele só fornece a internet via Wi-Fi, ou seja, os equipamentos conectados via cabo, ficam fora da internet. Quarto, quando eu mudava o iMac pra acessar a internet via Wi-Fi do Android, perdia acesso a rede local via RJ-45. Ou seja, os problemas eram diversos e acabei resolvendo todos com esse roteador de menos de R$ 150,00 (com frete Sedex incluso).

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mai 10

Como configurar a rede Wi-Fi no Kindle

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 10/05/2013 às 16:34h

     Há algum tempo eu dei um Kindle de presente pro meu pai. Pra facilitar, criei uma conta Amazon pra ele e deixei tudo configurado, pra ele só ligar, escolher o livro e ir direto ao ponto. Porém, recentemente surgiu a necessidade dele trocar a rede Wi-Fi no dispositivo, o que não é um procedimento complicado, mas para um leigo, necessita de uma explicação extra.

     No vídeo acima eu ensino como configurar o Kindle numa rede Wi-Fi. Adicionalmente, ensino como configurar um smartphone Android como um roteador Wi-Fi, de forma a compartilhar a conexão 3G com o Kindle. Isso é especialmente útil se a versão do seu leitor de e-books não tiver 3G e quiser atualizar o seu conteúdo em qualquer lugar.

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abr 02

Review em vídeo: roteador Draytek VigorFly 210

4 Comentarios »Postado por GordoGeek em 02/04/2013 às 15:06h

     Há algumas semanas o pessoal de marketing da IK1 Tecnologia, representante exclusiva da Draytek no Brasil, entrou em contato conosco pra analisarmos os produtos da marca. É mais um parceiro que vai nos mandar produtos e assim, poderemos conhecer, explorá-los e dar nossa opinião se o produto é para o que você procura ou não.

     Como sou administrador de redes e atuo há bastante tempo na área de tecnologia, a marca é uma velha conhecida. Já usei alguns equipamentos deles em projetos diversos. Aliás, a empresa atua apenas através de revendas autorizadas e não faz venda direta ao consumidor. No site deles tem uma área destinada a localizar as revendas. Uma das que já comprei e dá pra ver os produtos e preços online, sem necessidade de cotação é a FourServ.

     O primeiro aparelho que nós recebemos foi o Draytek VigorFly 210, um roteador sem fio pequeno, mas poderoso. Como digo no vídeo acima, ele não é tão pequeno quanto outros competidores, como o AirPort Express, mas esse não é o seu foco. A marca Draytek é bastante conhecida pelos profissionais, mas não vem a mente dos consumidores residenciais com facilidade. Um dos motivos é o preço dos produtos, que geralmente ficam acima das soluções residenciais oferecidas por empresas como D-Link, TP-Link, Asus, etc.

     Apesar de voltado para o público corporativo, o VigorFly 210 é bonito. O mesmo já não podemos dizer da sua interface, que é bem espartana. A performance e área de cobertura do sinal Wi-Fi são o ponto alto do produto, que fazem valer o preço mais elevado. Muitos usuários que compraram produtos facilmente encontrados em hipermercados e são um pouco mais geeks, já me procuraram pra saber que tipo de equipamento seria melhor pra eles, já que os de entrada não atendem tão bem suas expectativas. É nesse mercado que a Draytek trabalha: quem precisa de mais.

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mar 26

Vendo: Galaxy Tab P3100 e Galaxy Note N7000

3 Comentarios »Postado por GordoGeek em 26/03/2013 às 09:55h

     Eu sempre vendo meus gadgets através do OLX/ Toda Oferta/ Bom Negócio.com, divulgando basicamente via minha conta no Twitter. Esses dias eu recebi uma puxada de orelha de um leitor do blog que reclamou que só fica sabendo o que estou vendendo depois que já conclui o negócio. Como nem todo mundo tem tempo (ou simplesmente não gosta) de acompanhar redes sociais, vou usar esse espaço pra esse pequeno anúncio.

     Atualmente eu tô com NOVE tablets em casa e OITO smartphones. Mesmo pra um geek, é muita coisa! São vários iPads, Galaxy Tab, Nexus, Galaxy Note, iPhone, etc. E todos sabemos como um gadget perde valor com o tempo, né? Por isso, vou me desfazer de alguns, começando com um Galaxy Tab P3100 (modelo com 16GB, 3G e telefone) e um Galaxy Note N7000. Caso você não conheça os aparelhos, basta clicar no link em cima deles e veja os reviews que fiz.

     Ambos os aparelhos estão em muito bom estado (basta ver os vídeos dos reviews), são modelos nacionais, ainda em garantia e tem nota fiscal. Os dois também estão rodando o Cyanogenmod 10.1, que é baseado no Android 4.2.2, ou seja, o mais recente. Se você não gosta do TouchWiz da Samsung, customização de operadoras ou fabricantes, é uma boa. Além disso, sempre que sai uma nova versão do Android, em poucos dias, basta atualizar o Cyanogenmod que você estará atualizado.

     Tô pedindo R$ 1.000,00 pelo Galaxy Note N7000 (NF de 30/08/2012 no valor de R$ 1.159,29) e R$ 800,00 do Galaxy Tab P3100 (NF de 19/09/2012 no valor de R$ 1.004,36). O interessado deve entrar em contato comigo, preferencialmente usando o [email protected], pra gente poder acertar os detalhes em privado. No email, me envie o CEP pra eu calcular o custo do envio via PAC e SEDEX. O valor deve ser pago à vista antes do envio. Como acredito que os anos me deram uma boa reputação, não vou apelar pra métodos de pagamento de terceiros, como PagSeguro, que comem 10% de comissão, seguram a grana por semanas e só enrolam.

     Update 01/04/2013 15:30h => Eu vendi o Galaxy Tab P3100. Ainda tenho outros 3 dele aqui, mas não penso em vender por agora. Já o Galaxy Note N7000, ainda está a venda. Pra dar uma ajudada, baixei ele pra R$ 950,00.

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nov 13

VivoON x Vivo Sempre: qual o melhor plano para celular?

3 Comentarios »Postado por GordoGeek em 13/11/2012 às 11:29h

     Já comentei por aqui que por muitos meses eu usei o plano VivoON, sendo que desisti dele quando a operadora passou a cobrar os acessos fora das redes sociais, deixando de ser vantajoso pra mim (e para muitos). Comecei então a usar o Vivo Internet Sempre, que me dá 200MB de franquia de internet 3G (até 1Mbps), reduzindo para 32kbps depois dessa cota atingida. Como trabalho em home-office e tenho internet sempre disponível via Wi-Fi, essa cota de tráfego me serve bem, desde que eu tenha um uso moderado, não deixando pra atualizar apps via 3G, ler os feeds completos com fotos e vídeos, etc.

     Há alguns meses, além do plano de internet 3G, ativei na minha linha do smartphone o pacote Vivo Sempre, que me permite falar com qualquer Vivo, seja local ou no Brasil todo, pagando apenas R$ 0,05 o minuto. Além disso, posso enviar SMS pra qualquer operadora por R$ 0,05 e ligações para telefones fixos custam R$ 0,35 o minuto. Ou seja, pra quem fala bastante, acaba compensando mais esse pacote do que o VivoON. E, apesar deu não ser muito esse público, como as ligações estavam muito baratas, acabei me acostumando a ligar pra familiares todos os dias, mesmo quando não tinha nada importante pra falar.

     No final do mês passado eu acabei voltando a ativar o VivoON na minha linha, conforme eu narrei aqui no blog. Minha intenção era não ter a velocidade reduzida após atingir a cota dos 200MB. Porém, eu senti um efeito colateral grave, que é o motivo desse post.

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out 29

Update: Como anda o plano VivoON (3G/ SMS/ Minutos)

3 Comentarios »Postado por GordoGeek em 29/10/2012 às 13:35h

     Já falamos várias vezes sobre o plano VivoON por aqui. Eu usei o plano por quase 2 anos e quando a Vivo começou a cobrar pelos acessos fora das redes sociais e email, acabei pulando fora. Na época, recebi vários outros reportes de usuários dizendo que isso realmente tava acontecendo. Contudo, alguns outros, até hoje, dizem que conseguem acessar todo conteúdo da internet sem cobrança extra.

     No final de semana eu estive conversando com o pessoal via Twitter e alguns usuários me disseram que tem a seguinte prática: eles fazem a recarga de R$ 25,00 mensais pra manter a internet 3G do VivoON e a operadora vai cobrando tudo que é acesso fora de redes sociais e email (conforme o contrato). Porém, quando o saldo chega a zero, eles continuam a acessar. Assim, se você usa o chip num tablet, não tem problema. Mas se for usado num smartphone, especialmente pra quem liga muito, isso pode ser uma dor de cabeça, pois com saldo zerado, não vai poder ligar pra alguns destinos. Como o VivoON desconta as ligações pra outro Vivo (e SMS) do bônus e não do saldo, ainda dá pra continuar fazendo chamadas dentro da rede da operadora.

     Uma outra coisa que vale a pena citar é que a Vivo costuma bloquear o acesso a sites de vídeo sob demanda, como Youtube e Netflix, quando os clientes do VivoON estão sem saldo. Para contornar esse problema, você pode apelar pra VPN, burlando o bloqueio da operadora.

     Se você estiver disposto a gastar um pouco mais e evitar dores de cabeça, ainda dá pra combinar o VivoON com o pacote Vivo Internet Sempre de R$ 9,90 (expliquei sobre ele aqui), o que fará com que a operadora não desconte do saldo seus acessos a internet, uma vez que existe um plano 3G na linha. Nesse plano, a cota de 3G até a velocidade de 1Mbps seria de 200MB, depois caindo para 32kbps. Porém, conforme pude apurar em testes, nesse combo, ao passar do limite, a velocidade não é reduzida. #FikDik

     Update 13/11/2012 10:50H => Já tem mais duas semanas que venho utilizando o combo VivoON + Vivo Internet Sempre, passei de 1GB de tráfego e a velocidade não caiu. Todos os meses eu coloco R$ 25,00 e a Vivo debita R$ 12,00 do VivoON e R$ 9,90 do 3G, ou seja, R$ 21,90 será comido para renovação dos pacotes, onde eu tenho internet ilimitada sem redução de velocidade. Os R$ 3,10 que sobram da recarga entram no saldo pra outras operadoras. Importante: o Vivo ON não é interessante pra quem fala muito, pois os R$ 20,00 de bônus dão apenas uns 10 minutos de ligações locais pra outro Vivo, enquanto o plano Vivo Sempre custa apenas R$ 0,05 o minuto, independente se é local ou DDD.

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set 14

Vivo Internet 3G Plano Diário: R$ 2,99 por 150MB

23 Comentarios »Postado por GordoGeek em 14/09/2012 às 17:33h

     Já comentei algumas vezes aqui no blog que trabalho com sistemas de missão crítica e fico de plantão 24 horas por dia, 7 dias por semana. Para que eu não fique preso feito um escravo a mesa do escritório, eu tenho 3 planos pré-pagos de internet 3G (Tim, Vivo e Claro), em 3 smartphones diferentes (Galaxy X, Galaxy SIII e iPhone 4S).

     Por mais incrível que possa parecer, mesmo tendo 3 operadoras, tem alguns locais onde nenhuma das operadoras funciona bem. A Tim é a minha linha principal, não pela qualidade e sim pelas baixíssimas tarifas do plano Tim Beta: R$ 0,25 por dia de ligação pra outro Tim, R$ 0,25 por dia de ligação local pra outra operadora, R$ 0,25 por dia de internet e R$ 0,50 por dia de SMS pra qualquer operadora. Isso se eu usar. Senão usar, não paga. E onde pega 3G, funciona acima de 1Mb. O duro é achar onde pega bem. Na maioria fica em EDGE, GPRS ou sem sinal, inclusive em áreas centrais.

     Como contingência secundária eu tenho usado a Vivo, que geralmente tem a melhor cobertura em qualquer lugar do Brasil. É raro ver alguém falar mal da cobertura da empresa. Usei durante muitos meses o plano Vivo On, mas quando a operadora começou a cobrar acessos a web a parte, eu parei. Hoje eu tenho o plano Vivo Sempre, onde pago R$ 0,05 por minuto de ligação outro Vivo ou R$ 0,05 por SMS pra qualquer operadora. Pra ter acesso a esse plano, paga-se uma única vez R$ 7,90 e precisa de uma recarga mínima de R$ 25,00 por mês. Desse valor, debita-se R$ 9,90 pra internet 3G, com 200MB de franquia a 1Mb e depois reduz pra míseros 32kbps.

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