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Problemas com XBMC depois do update do AirPort

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 14/08/2013 às 23:09h

     Aqui em casa eu tenho um ambiente extremamente heterogêneo, tanto na infra-estrutura de rede, quanto nos equipamentos clientes. Assim, quando dá qualquer problema, são horas batendo a cabeça até encontrar uma solução, já que são muitas possibilidades para serem levadas em conta.

     Só pra vocês se situarem um pouco, eu tenho um roteador TP-Link TL-R470T+ para distribuir os IPs e fazer o balanceamento de carga do que vai pra internet, através de 3 links (Speedy, Rádio e 3G). Dele, parte um cabo de rede RJ-45 para um switch gigabit de 24 portas. Nessa “central” estão conectados computadores Mac, PCs, TVs, WDTV, Apple TV, Xbox, NAS, Slingbox, decoder da TV, roteadores sem fio de diversos fabricantes e mais um mundo de coisa. Bom, deu pra entender a complexidade, né?

     Ontem a Apple soltou um update para os AirPort e Time Capsule. Como bom usuário que sou, corri pra atualizar. Não notei nada anormal no uso da rede através dos computadores, mas agora a pouco, mais de 24 horas depois de ter aplicado o update, sentei no sofá pra ver um seriado no Apple TV e pumba: ao tentar conectar no Time Capsule, pedia a senha. Imaginei que o update tivesse mudado algo e coloquei a senha de novo. Falhou. E ae começou o tormento.

     Por medida de contingência, eu tenho o mesmo conteúdo dos discos do Time Capsule num AirPort e também no NAS DNS-320l da D-Link. Parti pra tentar ver o seriado no AirPort e o erro foi o mesmo. Já no NAS, foi normal. Logo, o tal update do dia anterior foi o principal suspeito na investigação do problema.

     Como os computadores (iMac, MacBook Pro e MacBook Air) ficaram o dia todo acessando os arquivos normalmente, imagino que antes de liberar o update, a Apple só tenha testado em computadores da própria marca, ligando o foda-se pra geral. Depois de muito mexer no XBMC dos Apple TV, nos AirPort, na rede e tudo o mais, descobri que a resolução do problema era simples. Mas, até colocar o ovo em pé, Colombo sofreu bacarai.

     Dentro do XBMC, eu tive que ir compartilhamento por compartilhamento (Filmes, Seriados, Fotos, Músicas, etc.) alterando o mapeando de smb://192.168.0.2/compartilhamento/ para smb://gg-tc/compartilhamento/. Curiosidade 1: tentei alterar para afp, o protocolo padrão da Apple, achando que o problema fosse no smb e nada. Curiosidade 2: meu Time Capsule chamada gg_tc e não gg-tc, mas só funcionou dessa última forma.

     Espero que a dica economiza tempo de quem tiver um ambiente similar ao meu. Sei que é bem incomum, mas foram horas perdidas e talvez possa ajudar alguém.

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Categoria(s): Apple
abr 02

Review em vídeo: roteador Draytek VigorFly 210

4 Comentarios »Postado por GordoGeek em 02/04/2013 às 15:06h

     Há algumas semanas o pessoal de marketing da IK1 Tecnologia, representante exclusiva da Draytek no Brasil, entrou em contato conosco pra analisarmos os produtos da marca. É mais um parceiro que vai nos mandar produtos e assim, poderemos conhecer, explorá-los e dar nossa opinião se o produto é para o que você procura ou não.

     Como sou administrador de redes e atuo há bastante tempo na área de tecnologia, a marca é uma velha conhecida. Já usei alguns equipamentos deles em projetos diversos. Aliás, a empresa atua apenas através de revendas autorizadas e não faz venda direta ao consumidor. No site deles tem uma área destinada a localizar as revendas. Uma das que já comprei e dá pra ver os produtos e preços online, sem necessidade de cotação é a FourServ.

     O primeiro aparelho que nós recebemos foi o Draytek VigorFly 210, um roteador sem fio pequeno, mas poderoso. Como digo no vídeo acima, ele não é tão pequeno quanto outros competidores, como o AirPort Express, mas esse não é o seu foco. A marca Draytek é bastante conhecida pelos profissionais, mas não vem a mente dos consumidores residenciais com facilidade. Um dos motivos é o preço dos produtos, que geralmente ficam acima das soluções residenciais oferecidas por empresas como D-Link, TP-Link, Asus, etc.

     Apesar de voltado para o público corporativo, o VigorFly 210 é bonito. O mesmo já não podemos dizer da sua interface, que é bem espartana. A performance e área de cobertura do sinal Wi-Fi são o ponto alto do produto, que fazem valer o preço mais elevado. Muitos usuários que compraram produtos facilmente encontrados em hipermercados e são um pouco mais geeks, já me procuraram pra saber que tipo de equipamento seria melhor pra eles, já que os de entrada não atendem tão bem suas expectativas. É nesse mercado que a Draytek trabalha: quem precisa de mais.

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fev 25

SSID Seletor: mudança rápida de rede Wi-Fi no Android

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 25/02/2013 às 12:06h

     Já comentei em alguns artigos aqui no blog que fiz várias experiências com roteadores Wi-Fi em casa. Quando eu vi que, com aparelhos mais baratos, a coisa não tava funcionando como eu queria, acabei indo para aparelhos mais caros e profissionais. Infelizmente, a melhora não foi muita. Atualmente eu tenho um Time Capsule no escritório, conectado a um switch gigabit de 24 portas e ao modem DSL. No térreo, tenho um AirPort Extreme e no sótão eu tenho um AirPort Express. Em tese, era pra tudo funcionar a mil maravilhas, né? Mas não funciona tão bem quanto eu gostaria.

     Alguns roteadores, geralmente da mesma marca, conseguem trabalhar num modo em que se usa o mesmo nome de rede Wi-Fi (ex.: GG_Network) nos três equipamentos ligados a mesma rede e tudo funcionaria magicamente. Como já explicado, atualmente aqui em casa é tudo da Apple e não funcionava muito bem. Era comum eu estar com o aparelho bem perto do AirPort Express e o mesmo ainda estar conectado ao AirPort Extreme de outro andar, com o sinal super fraco. Assim, resolvi colocar os aparelhos pra trabalhar com nomes de redes diferentes, de modo que eu pudesse forçar com que eles se conectassem onde eu quisesse. Mas ae surgiu um problema: quando eu mudo de cômodo, tenho que ficar selecionando que rede eu quero.

     Nos meus aparelhos Android eu consegui agilizar a troca de rede Wi-Fi com o SSID Selector (R$ 2,00 na Google Play). Infelizmente ele não automatiza completamente a tarefa de escolher a rede Wi-Fi com o melhor sinal, mas ele cria um widget com todos os roteadores que você tem disponível, permitindo que você alterne entre eles com um único clique, sem ter que entrar em configurações, rede, etc. Ele tem também um botão que faz a verificação do melhor sinal e se conecta nele, o que é muito bacana.

     Eu já testei vários apps na Google Play, gratuitos e pagos, mas não encontrei nada melhor que o SSID Selector, especialmente um que tenha a função de mudança automática de rede. Eu até cheguei a colar etiquetas NFC em alguns cômodos, de forma que eu só encosto o aparelho nela e já mudo pra melhor rede ali disponível, mas ainda assim, levantar so sofá pra ter que ir até a etiqueta inteligente é pouco cômodo. Então, continuo na procura de algo mais automatizado. Se alguém conhecer, por favor me indique.

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Categoria(s): Android
set 20

Como usar o AirPort Extreme com o Apple TV?

3 Comentarios »Postado por GordoGeek em 20/09/2011 às 12:35h

     Recentemente eu troquei o equipamento que faz o monitoramento de casa (vou detalhar em outro post) e finalmente consegui desativar o antigo servidor Windows. Mas e o compartilhamento de arquivos? Quem assumiu essa função na rede? O AirPort Extreme, claro!

     Conforme eu expliquei aqui nesse outro post, apesar do AirPort Extreme possuir apenas uma conexão USB, você pode fazer uso de mais de um HD externo nessa porta. A solução é usar um simples hub energizado, vendido no Mercado Livre por menos de R$ 30,00. Detalhe: tem que ser energizado, ok? Os tradicionais não rolam.

     Essa dica vale também pra quem, como eu, está rodando o MacOS Lion em seus computadores. A Apple foi obrigada a fazer alterações no protocolo SMB e isso acabou trazendo inúmeros problemas de compatibilidade pro usuário. Ou seja, por padrão, seu Apple TV não vai conseguir acessar os arquivos num computador rodando Lion.

     O protocolo padrão de compartilhamento de arquivos da Apple é o AFP (Apple Filing Protocol). É possível configurar para que seu Apple TV jailbroken consiga trabalhar com esse protocolo. As informações que eu utilizei foram desse site e funcionou perfeitamente. Em resumo, basta instalar o NitoTV e depois ativar o “plugin” do AFP. Boa sorte!

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Categoria(s): Apple, Dicas
jul 18

Compartilhando informações sobre pendrives, HDs e SDs

14 Comentarios »Postado por GordoGeek em 18/07/2011 às 01:44h

     Conforme comentei bastante pelo meu Twitter, recentemente fiz algumas comprinhas tecnológicas, como um iMac, um switch gigabit, um HD de 3TB e dois discos externos de 2TB da Samsung. Ao tentar ligar o HD de 3TB no meu servidor Dell, acabou dando problema e ele não reconheceu mais que 740GB. Tentei novamente no meu Atom e esse só reconheceu 2TB. Como eu também comprei um DVR Stand Alone e pretendo desativar meu servidor (para economia de energia), comecei a repensar minha estratégia de armazenamento de dados e backup.

     Como herança da minha época de usuário Windows, sempre particionei meus HDs dos Macs em dois volumes, sendo um pro sistema (cerca de 100GB) e outro pra dados (com o restante). Como já deve imaginar, no volume do sistema eu instalo o MacOS e os aplicativos. Já no volume de dados, mantenho meus documentos, músicas, vídeos, fotos, etc. Eu costumo fazer isso pois, caso tenha que formatar o computador, mantenho os meus dados onde estão, formato o volume do sistema e reinstalo. Porém, comecei a me questionar se essa é a forma mais inteligente de trabalhar.

     O iMac que comprei foi o modelo entrada, com 4GB de RAM e 500GB e HD, por R$ 3.999,00. A Apple cobra R$ 700,00 adicionais para fazer um upgrade para 8GB de RAM. Nesse modelo de entrada a Apple não permite customizar mais disco. Já no modelo seguinte, que vem com 1TB, o upgrade para 2TB fica em R$ 525,00. Eu comprei 16GB no Mercado Livre por menos de R$ 500,00. Fiz upgrade, vendi os 4GB que vieram com ele e bola pra frente. Já o disco, não é nada fácil fazer upgrade. O procedimento é complicadíssimo e a Apple introduziu medidas que dificultam o uso de discos “genéricos”. Dessa forma, ainda fiquei com o problema de falta de espaço.

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mai 06

AirPort Extreme: nem tão bom assim

21 Comentarios »Postado por GordoGeek em 06/05/2011 às 17:16h

     Ontem eu escrevi aqui no blog sobre o AirPort Extreme, o roteador sem fio topo de linha da Apple. Pelos meus testes, a uma curta distância, a performance do equipamento é mesmo sensacional. Porém, ocorre uma degradação severa de performance conforme se distância da base e nem precisa ser tanto assim.

     No local padrão onde o roteador fica em casa, num outro piso, há cerca de 10 metros do meu escritório, o D-Link copiou 4,5GB de arquivos em 15 minutos. Já o AirPort Extreme, pro meu total desgosto, levou cerca de 1 hora. Ou seja, muito pior.

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mai 05

O AirPort Extreme é isso tudo? Confira aqui o review.

3 Comentarios »Postado por GordoGeek em 05/05/2011 às 23:32h

     Há anos eu ensaio comprar um AirPort Extreme, mas o seu alto custo sempre me desmotivou. Acabei “sofrendo” várias vezes usando roteadores mais baratos, de marcas bastante conhecidas, como D-Link e Linksys. Até que, no mês passado, resolvi usar a comissão do blog pela venda de produtos da própria Apple pra efetivar a compra. Aliás, obrigado a quem sempre compra na Apple através de nossos banners. Isso é muito importante pra nos deixar motivados a postar por aqui.

     Já convencido que eu deveria investir num equipamento melhor, minha dúvida agora era se escolhia o AirPort Extreme ou o Time Capsule, que é basicamente o AirPort Extreme com HD integrado. Minha razões pela escolho do AirPort Extreme estão aqui nesse outro post, que fiz no mês passado. Em resumo, pesou muito a desconfiança sobre a durabilidade do equipamento, como vocês podem ver melhor os motivos no outro post.

     Decidido a comprar o produto, fui na Apple Store Online e fechei o pedido, mas fiz um erro na hora de colocar a ordem e optei pelo pagamento à vista. Como não existe desconto pra essa forma de pagamento, queria alterar para 12 vezes sem juros no cartão. Liguei no pós-venda cerca de 10 minutos depois do pedido colocado, mas fui informado que eles não poderiam mudar. Eu teria que cancelar o pedido e colocar outro. Pior, me informaram que o pedido já tinha sido processado e eles iriam despachar o pedido, cobrar no meu cartão e depois eu teria que remetê-lo de volta, pedindo reembolso. Burrice, não? Mas não adiantou argumentar.

     Só pra variar, houve um problema com a famosa Rapidão Cometa, empresa responsável pelas entregas da Apple no Brasil. Estouraram prazo, não repassaram informação correta pra Apple na devolução, etc. Um verdadeiro desprazer que poderia ter sido evitado se a Apple tivesse o mesmo cuidado que tem com seus produtos, na escolha dos seus fornecedores e na flexibilidade dos seus procedimentos. Mas bem, esse post é pra falar do AirPort Extreme. Vamos a análise!

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mar 06

Método lusitano: driblando o bloqueio da XBox Live

5 Comentarios »Postado por GordoGeek em 06/03/2011 às 00:54h

     Antes de mais nada, desculpa aos amigos portugueses pelo título do post, mas é um “vício” antigo, dos tempos das aulinhas de Clipper quando eu tinha uns 10 anos. Meu professor sempre brincava: “vamos fazer primeiro pelo método lusitano, depois vamos pro método fácil, pra vocês darem valor em cada recurso.”

     Eu fiz questão de deixar claro já no título do post que essa solução não é das mais práticas (nem fácil, nem barata). Se o seu objetivo é apenas contornar bloqueios como o da Netflix, leia esse outro post sobre o USVideo.org, que seu problema será resolvido de forma bem mais fácil. Infelizmente, os métodos de verificação geográfica da XBox Live são mais “cascudos” e me obrigaram a fazer essa imensa gambiarra que irei narrar por aqui.

     Desde antes de ter descoberto o USVideo, eu vinha tentando compartilhar a internet do MacOS, de forma a compartilhar o túnel da VPN com outros dispositivos na rede. Não sei se todos sabem, mas o MacOS permite que você compartilhe a internet de forma bem fácil, usando como origem da conexão o cabo de rede, por exemplo, mandando via WiFi (modo Ad-Hoc) para outro dispositivo. Porém, quando você adiciona VPN nesse cenário, tudo vira um verdadeiro inferno.

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