fev 06

     No final de setembro de 2011 a Amazon fez um evento para apresentar sua nova linha Kindle. Entre os lançamentos, estavam o novo Kindle (aquele com tela e-ink) e o tão esperado tablet, o Kindle Fire. Apesar de todos o rotularem de “iPad Killer”, a “pegada” do produto não é bem por ae. No entanto, ele está vendendo muitíssimo bem.

     O aparelho que está conosco para testes foi gentilmente cedido pelo @AleChumer do @CPV Vestibulares. Ele comprou o Kindle Fire recentemente numa viagem que fez para os Estados Unidos por USD 199. Como o Kindle é um produto muito focado no mercado americano, o Ale ficou um pouco frustrado com isso e algumas limitações impostas pela Amazon. Muitos dizem que a gigante do varejo online americano está vendendo o produto abaixo do seu custo, apostando no lucro com a venda do conteúdo disponível em sua loja online. Não seria de se estranhar se isso fosse verdade, pois o mercado de videogames pratica algo similar.

     Acredito que a frustração do Ale foi em grande parte porque ele está acostumado a produtos de ótima qualidade, como o iPad e o iPhone. Não que o Kindle Fire seja porcaria, como muitos Xing Ling que vemos por ae, mas o foco do produto é atender um público que não está querendo gastar USD 500 num tablet. Assim, não dá pra ser muito exigente e esperar tudo de primeira. Eu até fiquei impressionado com o que a Amazon conseguiu fazer nesse produto. Acredito que outros milhares de consumidores também, já que ele teve uma boa aceitação. Mas não vejo ele roubando vendas de quem já experimentou um iPad e pode pagar por ele. São públicos diferentes.

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Categoria(s): Android
dez 10

     Recentemente o nosso colaborador Pedro Alves escreveu por aqui sobre a experiência dele com o Kindle, o qual ele comprou utilizando os serviços da Skybox. Não gosto de fazer posts similares sobre o mesmo produto, mas não me contive, tamanha foi a minha admiração por esse pequeno notável.

     No vídeo acima, com pouco mais de 10 minutos, eu procurei resumir minhas primeiras impressões e passar informações gerais sobre o produto, especialmente pra quem já ouviu falar, mas ainda tem muitas dúvidas. Nos próximos dias eu quero fazer novos vídeos para explicar coisas específicas, como a sincronia de feeds.

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Categoria(s): Objetos de Desejo
nov 11

     Como publiquei há algumas semanas, comprei um Kindle de quarta geração e trouxe para o Brasil utilizando os serviços da Skybox. Já estou com ele a cerca de três semanas e me sinto impelido a compartilhar com meus leitores a deliciosa experiência que tenho tido.

     Acredito que a Amazon tem desenvolvido um espirito muito parecido com o da Apple no quesito “minimalismo”. Tenho consumido seus produtos mais intensamente nos últimos meses e sempre fico satisfeito com a maneira extremamente eficiente, intuitiva e harmoniosa que funcionam. Apesar de eu não lidar com essa área, essa boa fama tem acompanhado a empresa mesmo no ramo empresarial quando falamos de sua cloud, como o GordoGeek já comentou aqui no blog.

     A primeira geração do Kindle chegou em 2007. Pode não ter sido o primeiro gadget voltado para a leitura de livros digitais (assim como o iPod não foi o primeiro tocador de MP3), mas sem dúvida nenhuma é o mais conhecido e mais importante. A motivação principal de quem usa um Kindle deve ser apenas uma: leitura. Então navegar pela internet, ouvir músicas, assistir filmes ou jogar Angry Birds são atividades completamente dispensáveis ao gadget.

     No final de Setembro, a Amazon anunciou a quarta geração de Kindles. Dessa vez tivemos um modelo simples, dois com tela sensível ao toque (Wifi e Wifi+3G) e um terceiro modelo mais próximo ao iPad, o Kindle Fire. Esse terceiro modelo é talvez o mais ambicioso dos três, já que de Kindle só tem o nome. Desde o início a proposta de um Kindle foi bem clara: leitura. Portanto ler e-mails, navegar na internet, ouvir música, assistir filmes e jogar Angry Birds sempre foram consideradas atividades fora das ambições do aparelho. Com o modelo Fire as coisas parecem poder mudar um pouco de foco. Ele não possui a famosa tela E ink, e em funcionalidades se aproxima muito do iPad e outros tablets mais populares. Quem sabe seja um primeiro passo da Amazon em tentar abocanhar um mercado maior.

Não, essas unhas não são minhas

     Pois bem, já fazia algum tempo que eu estava namorando um Kindle. Sempre adorei a ideia de poder carregar toda a minha biblioteca no bolso sem precisar carregar toneladas de livros. Com meu iPad achei que veria esse problema resolvido, mas infelizmente não foi o caso. Ler no iPad é tudo, menos confortável. A tela retro iluminada cansa a vista demais em leituras longas. Além disso, por ser um gadget extremamente conectado e interativo, eu sempre tive uma facilidade enorme em perder a concentração. Sempre recebo alguma notificação de algum app, ou então no meio da leitura era seduzido pela facilidade de acessar algum site e quando ia perceber já tinha perdido muito tempo fazendo outras coisas. Isso sem contar que o iPad é muito pesado! Segurar aquele trambolho pode até ser muito bonito na keynote da Apple, mas na prática você pode condenar seu braço se segura-lo por mais de 10 minutos em frente ao rosto. O que eu queria com o Kindle era mobilidade em carregar meus livros, facilidade em acessa-los e acima de tudo que o gadget me proporcionasse conforto na leitura.

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set 29

     Diferente da Apple, que mantém um rigoroso controle do seu ambiente, o mundo Android é “livre”, como muitos adoram apregoar. Tal liberdade permite coisas bizarras, como operadoras que removem o Gmail de seus aparelhos. Além disso, apesar do Google manter uma loja oficial (Android Market), várias outras empresas mantém lojas próprias, como é o caso de operadoras, fabricantes e até grandes varejistas, como a Amazon.

     Pro desenvolvedor, já não bastasse todas as intempéreis de desenvolver pra um ambiente que roda nos mais diversos aparelhos, com enormes variedades de tamanho de telas, capacidade de processamento e afins, ainda tem a complicação extra de existirem diversas lojas pra colocar o seu produto, sendo que cada uma delas tem suas regras específicas. Apesar de muitos criticarem o controle que a Apple exerce em sua loja, uma coisa é fato: além de ser muito mais fácil de trabalhar com uma única empresa, é lá que o dinheiro está de verdade.

     Quando uma plataforma é criada, a falta de aplicativos é algo ruim para o consumidor, mas muito benéfica para o desenvolvedor. Quem sai na frente acaba colhendo frutos por isso. Eu lembro as primeiras semanas com o iPad em mãos. Não tinha praticamente opção. Se queria um leitor de feeds, haviam 2 ou 3. Hoje, existem centenas. Na tentativa de se destacar, alguns desenvolvedores acabam caindo em tentação e acabam colocando seus negócios em risco.

     Desde que a Amazon App Store foi criada, todos os dias eu tenho um motivo pra mexer no meu Android, pois diariamente ela libera um aplicativo pago de graça. Ontem eu fiquei na dúvida se a Amazon bancava isso pro desenvolvedor e perguntei no Twitter. Dae, me indicaram esse link, que não é recente (já tem 2 meses) e fiquei pasmo ao saber o que realmente acontece na loja deles. Se você acha que a Apple é f…, espere até ler isso.

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Categoria(s): Android
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