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Pegando os pedidos feitos online no Amazon Locker

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 31/08/2015 às 09:11h

     Já tem um tempo (desde setembro de 2011) que a Amazon espalhou armários por diversas cidades americanas, permitindo que os clientes da sua loja online possam retirar os produtos diretamente nesses pontos. Mas eu nunca tinha usado o serviço dos Amazon Locker e decidi conhecer.

     Meu primeiro pedido na Amazon aqui nos Estados foi entregue na casa em Jersey. Como eu passo o dia fora, fiquei na dúvida sobre o que aconteceria se o entregador da UPS aparecesse e não tivesse ninguém. Algumas pessoas no Twitter me disseram que eles tentam mais vezes e outros disseram que eles deixam na frente de casa, dependendo da cidade e do bairro. E foi esse último que aconteceu comigo. Cheguei no final do dia em casa e o pacote estava ali no cantinho. Fiquei imaginando o que teria acontecido com ele se fosse no Brasil.

     Mesmo sabendo que o risco de algo acontecer algo com o pacote é bem baixo, já que os costumes aqui são outros, decidi matar dois coelhos com uma cajadada só e mandar meus outros pedidos pra um Amazon Locker dentro de uma loja 7-Eleven próxima a Port Authority, onde pego o ônibus todos os dias.

     A Amazon vai lhe informando sobre tudo que acontece com seu pedido, seja ele entregue em casa ou no Locker. Nesse último, quando um ou mais ítens estão disponíveis para serem coletados por você, chega um email com um código de autorização. Esse pode ser colocado manualmente na máquina ou então lido pelo leitor de código de barras, que também chega no email.

     Ao entrar com o código, o sistema identifica seus pedidos armazenados ali. No meu caso, eram 4 e cada um estava numa gaveta diferente. Ao ir clicando nos códigos dos pedidos, ele ia abrindo uma gaveta e avisando na tela de que lado do Locker (esquerda ou direita) estava o meu pacote.

     Eu gostei desse sistema de pegar os pedidos num Amazon Locker, já que eles ficam abertos 24 horas, mas é importante ressaltar 2 tópicos. O primeiro diz respeito a sua segurança. Mesmo aqui sendo uma cidade bem policiada, será que é realmente seguro você ir pegar itens de alto valor numa loja de conveniência, onde qualquer um pode decidir te seguir e lhe assaltar? O segundo ponto diz respeito ao tamanho dos pacotes. A Amazon costuma não economizar nisso e manda pacote gigantes, cheio de plástico bolha, mesmo para itens super pequenos, como pendrives ou cartões microSD.

     Em tempo: meus últimos pedidos da Amazon, sejam entregues em casa, sejam pegos no Locker, não vieram com a invoice ou cópia do pedido. Pessoas no Twitter me disseram que isso não é normal e eles costumam sim enviar uma folha com os dados do pedido. Como a Receita Federal brasileira é um órgão extremamente burocrático, estou na dúvida se eles vão aceitar a minha declaração de itens, na volta ao país, com base nos preços que estiverem aparecendo no app da Amazon e da NuBank (meu cartão de crédito).

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Categoria(s): Geral
jan 30

     Como eu fiquei mais de um mês sem gerar conteúdo pro blog e pro Youtube, estou compensando, fazendo algo inédito pra gente: respondendo dúvidas em vídeo. Eu sei que outros canais já fazem isso e resolvemos fazer também, especialmente porque o vídeo do Nokia X, em pouco mais de 24 horas, teve quase 3.000 visualizações e 150 likes. Continuem assim, nos motivando a gerar conteúdo e vamos responder, propiciando o material que vocês tanto gostam ;)

     Peguei algumas dúvidas mais comuns, mas também fiz questão de pegar uma específica de cada canal: Instagram, Youtube e Blog. Também citei nominalmente o Washington Valentin (dúvida via Youtube), a Morena Távora (via Instagram) e o Rodrigo Zaratin (blog). Continuem interagindo e vamos fazer mais respostas nesse formato.

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Categoria(s): Android, Windows Phone
nov 06

Amazon Echo: mais um passo em busca da casa inteligente

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 06/11/2014 às 15:28h

     Muitas empresas estão investindo milhões em pesquisas pra conseguir deixar nossos lares mais “inteligentes”. O Google talvez seja a empresa mais empenhada nessa tarefa, mas a novidade de hoje não veio dela e sim de outra gigante da nuvem: a Amazon.

     O Amazon Echo ainda não está a venda e parece um daqueles produtos do Kickstarter que ainda vão levar anos para sair do papel. O vídeo acima mostra várias interações com o gadget, nos dando várias ideias de como ele seria útil em diversas situações do dia-a-dia, como responder dúvidas, programar lembretes, etc. Tudo com o uso da voz, sem ter que apertar nenhum botão.

     Pra quem não sabe, assim como outras empresas, a Amazon é dona de um banco de dados gigantesco, bem como um poder computacional cavalar, uma vez que é dona do serviço AWS de nuvem. O sistema do Echo parece fazer uso de todo esse poder para ir aprendendo e melhorando diariamente.

     Quem tem um Moto X, sabe como é bacana ter um dispositivo “sempre lhe escutando”, sem precisar apertar nenhum botão para disparar o recurso. Porém, muitas vezes estamos com o smartphone no bolso e a funcionalidade não é como deveria. Para tal, o Echo tem um engenhoso sistema de captação de som, formato por 7 microfones, distribuído pelo corpo do dispositivo.

     O aparelho irá custar USD 199 (USD 99 pra quem tiver Amazon Prime) e ainda está disponível apenas com convite. Não foram dadas maiores informações, mas provavelmente ele só irá funcionar bem nos Estados Unidos, que é o foco da empresa. Ou seja, você pode até comprar o Echo e usar no Brasil (assim como acontece com o telefone, tablet e player multimídia deles), mas o uso será bem menos encantador que na terra do Obama.

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Categoria(s): Android
jun 26

Review em vídeo do Google Chromecast e genéricos

12 Comentarios »Postado por GordoGeek em 26/06/2014 às 10:47h

     Na semana passada eu falei aqui no blog sobre o Chromecast e tentei responder a uma pergunta que recebo diariamente via redes sociais: “vale a pena pagar R$ 199 no Chromecast?”. Agora, complemento o artigo anterior com esses vídeos. Caso ainda não tenha lido o outro post, recomendo que veja também.

     Conforme eu comentei no final do primeiro vídeo, estou seguindo a sugestão de alguns leitores e mudando algumas coisas no canal, a começar pelo tamanho dos vídeos. Era muito frequente meus vídeos passar dos 20 minutos. Em alguns casos, chegavam a até 45 minutos! Isso porque, eu quero passar tudo que acho importante para vocês tomarem uma boa decisão na hora de comprar um produto, mas acabava ficando muito chato e cansativo ver 30 minutos de vídeo numa tacada só.

     Pra eu não reduzir a qualidade do conteúdo, me forçando a cortar muita coisa que acho importante, decidimos dividir os vídeos por tópicos. Dessa forma, não privo o público que quer vídeos longos de ter acesso a toda informação, mas também deixo mais acessível a aqueles que querem algo mais direto ao ponto. Na hora de compartilhar, pra quem tiver uma dúvida específica, também fica melhor.

     Como muitos leitores mais antigos devem saber, moro no interior e aqui não tem GVT, Net, etc. Ou seja, não tenho acesso a banda larga de altas velocidade, como em grandes centros. E, subir vídeos em fullHD, com quase 4GB, usando uma conexão de apenas 1 Mb de upload é bem demorado. Dividindo os vídeos, eu consigo subir um a cada 4 ou 5 horas. Por isso, se você ver menção de um próximo vídeo, mas não encontrá-lo, aguarde! Assine o canal e será avisado quando ele for disponibilizado.

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Categoria(s): Gadgets
fev 28

Enviando conteúdo por email para o Kobo Glo

6 Comentarios »Postado por GordoGeek em 28/02/2014 às 16:50h

     Ano passado eu fiz alguns comparativos entre Kindle e Kobo aqui no blog. Até hoje os posts ainda são bem acessados, apesar de não terem passados por atualização. Mas nos últimos dias a Livraria Cultura baixou o preço do Kobo Glo em quase 50% e muita gente veio me perguntar se valia a pena. Apesar deu estar bem satisfeito com o Kindle Paperwhite, acabei comprando um pra brincar novamente. Por 10 parcelas de R$ 24,90, tava muito atraente.

     Uma das coisas que mais gosto no Kindle não é o seu hardware em si, mas a plataforma da Amazon. Apesar dela ser mais fechada que a dos concorrentes, só aceitando compras na própria Amazon, existem recursos bem interessantes pra se colocar conteúdo no aparelho, como o email [email protected], no qual você manda coisas pra ele e tudo fica disponível na nuvem, podendo ser baixado de qualquer aparelho com o app do Kindle, como um smartphone ou tablet. Além disso, tudo que é enviado pra lá cai automaticamente no Kindle quando esse conecta via Wi-Fi. Ou seja, fica tudo muito prático!

     Apesar do Kobo ter uma plataforma mais aberta, suportando livros no formato ePub de praticamente qualquer loja (não ficando restrito a Cultura), colocar conteúdo nele sempre foi muito chato pra mim. Isso porque, tirando as compras feitas via Wi-Fi na própria Cultura, qualquer outra teria que ser feita via cabo USB no computador. Sei que algumas pessoas acham isso prático, mas eu não sou um deles. Prefiro muito mais como é na Amazon. E isso foi um dos fatores que mais pesou contra o Kobo. Porém, hoje eu recebi uma dica de um serviço bem legal no Twitter e ao testá-lo, vi que usar o Kobo pode se tornar tão fácil quanto o Kindle.

     O serviço em questão é o site Send to Kobo e foi passado pelo Raphael Costa. Eu não entendi qual o modelo de negócios deles, uma vez que nada é cobrado e não existem propagandas. Para usar, basta fazer um rápido cadastro no site e você receberá um email do tipo [email protected], parecido com o [email protected] Esse será o destino para enviar o material que você quer colocar no Kobo. Assim como na Amazon, você precisa cadastrar os emails que podem enviar conteúdo pra lá. Isso é excelente pra evitar spam, mas ao mesmo temo permite que amigos possam te enviar coisas.

     Infelizmente tem um procedimento meio chato pra ser feito antes de tudo funcionar magicamente como é no Kindle. Não é complicado, mas é um passo a mais que não tem no ambiente da Amazon. Você precisará por um arquivo dentro do seu Kobo, conforme o FAQ explica. Eu tentei fazer no Mac e não consegui, pois não eram listadas as pastas do Kobo. Ae fui pra um PC com Windows e apareceu. Foi só jogar o arquivo lá, retirar o cabo, o Kobo deu reboot, mandei sincronizar e o conteúdo apareceu nele.

     Como dica extra, caso você tenha um Kobo e queira comprar livros na Amazon, Cultura, iBook Store e outras lojas, você pode usar essa dica que dei pra quebrar o DRM dos livros e assim jogá-lo no Kobo. Como é “fair use”, ou seja, você tá consumindo algo pelo qual pagou, eu não vejo muito problema ético nisso.

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Categoria(s): Gadgets
set 25

Mayday: um recurso que a Apple deveria copiar

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 25/09/2013 às 18:13h

     Um dos keynotes que mais gosto de assistir são da Amazon, a gigante do varejo online americano. Infelizmente, esse ano Jeff Bezos resolveu ser discreto (o que não combina muito com ele) e anunciou os novos Kindle Fire HDX apenas em entrevista e não em um grandioso evento. Mas, nem por isso, o que foi apresentado é sem graça, pelo contrário. No vídeo abaixo vocês podem ver três exemplos do uso de uma tecnologia presente nos dispositivos: o Mayday.

     Se você não entendeu ou não pode ver os vídeos porque está no trabalho, no metrô ou algo assim, permita-me explicar. O que a Amazon fez foi colocar um botão de ajuda em seus tablets. Ao pressioná-lo, rapidamente aparece um atendente pra lhe ajudar, 24 horas por dia, sete dias por semana. E mais, esse atendente pode interagir contigo, lhe mostrando na tela como proceder ou, se você não quiser aprender e quiser ver tudo resolvido rapidamente, ele mesmo assume o comando.

     Assim como aconteceu no ano passado, quando Jeff Bezos apresentou tablets com um hardware bem bacana a um custo bem atraente, esse ano não foi diferente. Tivemos dois modelos sendo anunciados, sendo um de 7” (1920×1200) e outro de 8.9” (2560×1600). Ambos tem resolução acima de 320ppi, ou seja, o que a Apple chama de Retina, algo que o iPad mini não trás. E, debaixo do capô, temos as poderosas CPU Qualcomm Snapdragon 800 (Quad core de 2,2GHz), GPU Adreno 330 e 2GB de RAM. Os preços começam em USD 229 no modelo de 7” com 16GB e USD 379 no 8.9” também de 16GB.

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Categoria(s): Android, Apple
mai 13

Kindle sem dicionário? Veja como resolver o problema.

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 13/05/2013 às 16:13h

     Há alguns meses eu comprei um Kindle Paperwhite, mas como estava passando por uma época profissional muito complicada, ficando totalmente sobrecarregado, ele acabou ficando durante muito tempo na gaveta. Nos últimos dias, estava doente e acabei ficando de cama, com febre, praticamente um inválido. E acabei pegando meu Kindle novamente para colocar a leitura em dia. Foi ae que notei que tinha algo errado com ele.

     Todos os modelos de Kindle, inclusive os aplicativos, tem dicionários gratuitos. Porém, no meu Paperwhite, além de não aparecer nada, pedia para que eu comprasse um. Achando esse comportamento muito estranho, abri uma reclamação no site da Amazon e algum tempo depois eles me ligaram. Pra quem ainda não teve essa experiência, os atendentes falam o português com dificuldade e tem sotaque, ou seja, apesar da boa vontade deles em resolver, a comunicação não é das melhores. Por quase 1 hora, fiz diversos procedimentos no aparelho e nada resolveu.

     O que acabou resolvendo meu problema foi criar uma nova conta na Amazon, sem a necessidade de colocar cartão de crédito ou nada assim. Fiz uma bem simples. Ae desvinculei minha conta antiga no Kindle, colocando a nova. Abri um livro qualquer, cliquei numa palavra e logo ele começou a baixar o dicionário. Ao término do download, lá estava o dicionário instalado. Voltei a minha conta antiga e ficou tudo bem.

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Categoria(s): Dicas
mai 10

Como configurar a rede Wi-Fi no Kindle

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 10/05/2013 às 16:34h

     Há algum tempo eu dei um Kindle de presente pro meu pai. Pra facilitar, criei uma conta Amazon pra ele e deixei tudo configurado, pra ele só ligar, escolher o livro e ir direto ao ponto. Porém, recentemente surgiu a necessidade dele trocar a rede Wi-Fi no dispositivo, o que não é um procedimento complicado, mas para um leigo, necessita de uma explicação extra.

     No vídeo acima eu ensino como configurar o Kindle numa rede Wi-Fi. Adicionalmente, ensino como configurar um smartphone Android como um roteador Wi-Fi, de forma a compartilhar a conexão 3G com o Kindle. Isso é especialmente útil se a versão do seu leitor de e-books não tiver 3G e quiser atualizar o seu conteúdo em qualquer lugar.

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Categoria(s): Dicas
mar 19

Amazon finalmente lança Kindle Paperwhite no Brasil

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 19/03/2013 às 12:02h

     Demorou! Como demorou! Quem aprecia bons momentos de leitura não vai ter mais que pedir favor a um amigo que vai viajar aos Estados Unidos ou pagar um enorme ágio pelo preço praticado no Mercado Livre para ter o melhor e-reader que seu dinheiro pode comprar.

     Novamente a Amazon usou a sua parceira Ponto Frio para vender os aparelhos por aqui. Parece que aquela velha novela da operação nacional começar pra valer ainda vai ter muitos capítulos. Mas vamos ao que interessa: preços!

     Infelizmente o preço não é tão baixo quanto o praticado lá fora (ridiculamente baixo), mas assim como aconteceu com o primeiro Kindle que apareceu oficialmente por aqui, tá bacana e justo. A versão apenas com Wi-Fi está saindo em R$ 479,00 em 12 vezes no cartão ou R$ 431,10 no boleto. Já a versão com 3G, que sinceramente não vale muito a pena, sai por R$ 699,00 em 12 vezes ou R$ 629,10 à vista.

     A Livraria Cultura não perdeu tempo e tratou de baixar o preço do Kobo Glo, dando R$ 50,00 de desconto e agora sai por R$ 399,00 em 10 vezes no cartão. É muito bacana ver a concorrência se movimentando de maneira tão rápida. No passado, quando do lançamento do Kindle no Ponto Frio, em questão de horas, a Cultura também mexeu nas condições de pagamento, estendendo para 10 parcelas ao invés de 3.

     Quando eu comentei sobre essas duas notícias no Twitter, lógico que choveram as velhas perguntas de sempre: “qual vale a pena comprar?”. Pro meu gosto pessoal, mesmo o Kobo Glo sendo mais barato, não compensa. Apesar dos produtos serem muito similares, com leve vantagem ao Kindle Paperwhite, a plataforma da Amazon é o que realmente pesa na balança, sendo muito superior a da Cultura/ Kobo Books. Transferir um arquivo que você já tenha para o Kindle, através da nuvem da Amazon, é incrivelmente fácil. E a sincroniza entre os dispositivos então? É muito melhor!

     Em relação a versão com 3G, que mencionei que não compensa, pra que afinal ela serve? No passado, a Amazon subsidiava (sabe-se lá Deus como) todo o tráfego de internet originado dos seus dispositivos. Isso era excelente porque você teria 3G gratuito com roaming global a custo zero. Evidente que alguém lá parou pra fazer as contas e viu que não era razoável oferecer algo tão bom de graça. Atualmente o 3G serve apenas pra comprar livros, sincronizar o que você está lendo e consultar a Wikipedia.

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fev 15

Saiba como quebrar o DRM de livros da Google Play

4 Comentarios »Postado por GordoGeek em 15/02/2013 às 01:51h

     Na semana passada eu escrevi aqui no blog sobre como quebrar o DRM de livros comprados na Amazon. A intenção do artigo não foi incentivar a pirataria, uma vez que os livros já foram devidamente pagos, mas como possuem proteção de direitos autorais e estão num formato incompatível com leitores de ePub (como o Kobo), o “truque” ensinado foi necessário pra ajudar quem pagou por algo e não conseguiu usufruir do produto.

     Hoje eu estou supondo que o cenário seja o oposto do anterior: alguém que tenha comprado livros na loja da Google e tenha um dispositivo Kindle. Eu tenho um Galaxy Tab de 7” e gosto muito dele pra vários usos. Porém, por mais que eu tentasse, não consegui me adaptar ao leitor de ebooks da Google. Ele é lento, os recursos são limitados e meio confusos. O recurso que mais me interessou (leitura de textos com voz) não está disponível na minha língua. Assim, nada melhor do que ler num ereader com tela e-ink, como Kindle, Kobo, etc.

     Como o meu Galaxy Tab tem root, eu tenho acesso a todo sistema de arquivos do mesmo. Assim, naveguei por ele até a pasta onde ficam os livros, mas ao invés de encontrar apenas um arquivo epub pra cada livro, achei dezenas de .html num diretório de nome muito estranho (um por livro). Assim, esse tutorial (com várias imagens) tem a intenção de guiá-lo nesse procedimento usando apenas o computador, não sendo necessário nenhum tablet ou smartphone.

     Caso você não tenha lido o artigo anterior e feito as modificações necessário no Calibre, você terá que implementá-las primeiro. Feito isso, volte pra cá. É importante dizer que a primeira etapa desse tutorial abrange como conseguir o arquivo .epub e a segunda, como quebrar seu DRM e ter acesso ao arquivo .mobi (Kindle) ou qualquer outro compatível pelo Calibre.

Continue a leitura..

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