dez 17

Sobre o Compartilhamento Familiar e Apple ID

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 17/12/2015 às 18:06h

     Ano passado a Apple introduziu no iOS 8 um recurso chamado Compartilhamento Familiar. A nova função facilitou bastante o gerenciamento de compras dentro de uma família, mas ainda está longe de ser perfeito. Vamos falar um pouco sobre isso.

     Aqui em casa eu tenho iPhone/ iPad, a esposa tem iPhone/ iPad e meus dois filhos, um menino de 5 anos e uma menina de 3 anos, tem iPads (totalizando então 4 pessoas/ membros e 6 dispositivos). Além disso, na família, meus pais e irmãos também tem iPad e/ ou iPhone. Infelizmente, a Apple limitou o número de membros de uma família a apenas 6. Claro, isso deve atender a mais de 95% das famílias, mas há casos que o número acaba sendo insuficiente.

     Antes desse recurso estar disponível, eu acabava configurando os aparelhos dos filhos, esposa, pais e irmãos no iTunes do meu iMac. Eu posso ter até 10 dispositivos cadastrados. E bem, esse número, pra mim, também está sempre me criando problemas. Mas, novamente, pra maioria das pessoas deve ser suficiente e é sempre nisso que a Apple pensa: atender a maioria e não a todos.

     Como sou usuário Apple de longa data, tenho muita coisa comprada na loja deles, sejam apps, músicas, livros, filmes, etc. Sincronizar outra coisa, que não apps, é uma tarefa fácil, pois geralmente não tem updates. Porém, os aplicativos, tem atualizações frequentes e isso acaba gerando alguns probleminhas.

     Por um tempo eu até deixei meu Apple ID logado nos dispositivos dos meus familiares. E, claro, tinha que deixar a senha com eles também. E, obviamente, como tenho um cartão de crédito válido associado a essa conta, imagina o problema de segurança, além de transtornos como crianças (ou adultos) não autorizados fazendo compras pra você pagar, por mais que você avise (“foi mal, cliquei errado”).

     Eu acabei criando um Apple ID pra cada pessoa/ dispositivo e resolvi parcialmente o problema das compras. Porém, sempre que surge um update, eu tenho que acabar colocando minha senha nos dispositivos, pra autorizar. E, como meus pais não moram na mesma cidade que eu, voltamos ao problema anterior.

     O compartilhamento familiar facilitou um pouco as coisas. Com ele, eu pude colocar minha esposa e filhos no grupo. Tudo que eu compro, eles conseguem baixar também, sem terem que pagar nada a mais por isso (inclusive os updates). Funciona assim: se eles vão comprar algo que eu já comprei, o sistema avisa, deixa-os baixar e não cobrando nada deles. Ou então, eles clicam sobre o meu perfil, veem uma lista do que já comprei e basta clicar em cima (privacidade mandou um beijo).

     Muita gente não sabe e imagina que todos os apps comprados por um membro, estão disponíveis para todos os outros. Infelizmente, não. A enorme maioria funciona assim, mas tem alguns poucos que não. Por que? O desenvolvedor, quando submete o aplicativo pra loja, precisa autorizar o recurso. Se ele não deixar, os membros da sua família não terão direito aos apps que você já pagou. Contudo, apenas uma minoria não autoriza. Então, não devemos nos preocupar muito com isso. Só achei que deveria comentar pois esse post pode servir de guia para quem tiver problemas envolvendo o Apple ID e Compartilhamento Familiar.

     A Apple só permite que pessoas com mais de 16 anos criem seus próprios Apple ID, seja no iTunes, seja na App Store, seja via o próprio site do Apple ID ou pelo dispositivo. Menos de 16 anos tem que ter uma conta criada pelo seu responsável.

     Dentro da aba de Compartilhamento Familiar você tem a opção de criar o cadastro da criança. Se tiverem até 13 anos, você deve autorizar todas as compras deles, inclusive as gratuitas. É uma forma dos pais manterem um certo controle sobre o conteúdo que os filhos consomem. Já se eles tem entre 13 e 16 anos, dá pra configurar pra autorizar que baixem apps gratuitos sem pedir senha e sem ter que pedir permissão de um responsável. No caso de você quer que autorizar tudo, o pedido de autorização chega via push num dispositivo (iOS ou Mac) autorizado e o responsável precisa por a senha do Apple ID pra autorizar.

     Eu sou assinante do plano familiar do Apple Music. Apesar dos meus filhos praticamente não usarem, o plano familiar custa “apenas” USD 3 a mais que o individual e permite que todos os membros do Compartilhamento Familiar tenham acesso ao serviço. Logo, sai muito mais barato que Spotify, Deezer, etc., mesmo com o dólar nas alturas.

     Agora voltamos ao “problema” com meus pais e irmãos. Eu queria criar um único Apple ID pra todos eles, já que, como disse antes, cada conta pode ficar logada em até 10 aparelhos. Assim, eu permitiria que eles tivessem acesso a meus apps (tanto a instalação de novos, quanto updates), além do Apple Music. Mas estou tentando achar a melhor forma de fazer isso.

     Se eu criar um Apple ID de uma “identidade fake”, que tenha até 13 anos, eles não vão conseguir baixar nada sem que eu autorize e eu não quero eles me ligando a todo momento pra eu autorizar isso. Vai ser chato pra mim e pra eles. Logo, descartei isso.

     Eu cheguei a pensar que tinha resolvido o caso criando um fake com 14 anos, pois pensei que eles poderiam baixar os apps gratuitos por si mesmos e os pagos eu teria que autorizar. Mas não funciona assim. Se eu deixo uma opção marcada, eles não podem baixar nada sem eu autorizar. Se desmarco, eles podem baixar tudo (inclusive apps pagos, o que eu não quero) sem eu autorizar. Assim, ainda não achei como fazer. Se você tiver uma ideia, me fale.

     Uma coisa importante a respeito do Apple Music. Você talvez tenha pensado: “vou deixar cada um com seu Apple ID, logado no iCloud e uma conta única na Apple Store, já que são menus diferentes dentro do iOS”. Eu também pensei isso. Porém, o Apple Music é um serviço da loja, mas é vinculado a conta do iCloud. Logo, não rola deixar um login diferente pra cada.

     Hoje é menos necessário que no passado, mas antigamente, era mandatório se ter um Apple ID vinculado a uma iTunes Store de outro país, como os Estados Unidos. Isso porque, na loja brasileira, não havia jogos e mais um monte de apps. Assim, sem um Apple ID gringo, você perderia boa parte de graça de se ter um dispositivo Apple. Logo, tenho um grande histórico de apps comprados lá.

     Quando vi o recurso do Compartilhamento Familiar ser anunciado, logo pensei: acabou a putaria de ter que ficar me logando com várias Apple ID (de vários países) pra fazer os udpates nos meus dispositivos. Coloco todos eles na minha família e resolvo o problema. Nananinão! A Apple só permite que os membros da família tenham Apple ID do mesmo país. Logo, nada de 4 Apple ID brasileiros e um gringo.

     Você deve estar pensando: gordo folgado, não quer nem ter um trabalhinho extra pra ter tudo atualizado. O problema é que, quando eu dou logout do Apple ID no iOS, ele mata tudo que baixei do Apple Music. Ae eu coloco a conta gringa, atualizo, tiro a conta, volto a do Brasil e tenho que baixar tudo de novo no Apple Music. Imagina fazer isso toda vez que tem um update de app que você comprou na conta americana. Chato pra caralho, né? Por isso que deixo baixo os updates pelo iTunes do iMac e depois sincronizo por lá. Ae ele manda pros dispositivos a versão mais nova. Porém, quando faço isso, todas as músicas do Apple Music no iTunes também vão pro saco. Assim, resolvi que não vou manter cache das músicas no iMac.

     Um outro problema que a Apple ainda precisa resolver são as compras feitas dentro de aplicativos (in-app purchase). Eu imaginei que meus familiares teriam acesso a elas também, sem precisar da minha senha. Infelizmente, não tem. Quando clicam no botão de restaurar compras in-app, o sistema não identifica que a conta em questão pertence a minha família e, como eu já paguei por elas, eles também teriam acesso. Nesses casos, eu preciso logar minha conta no dispositivo deles e clicar em restaurar as compras. Contudo, ae eles perdem o cache do Apple Music também. Chato!

     Espero ter esclarecido algumas coisas sobre Apple ID e Compartilhamento Familiar pra vocês. Quem ainda não usa o recurso, recomendo que ativem, pois facilita muito o gerenciamento, especialmente se a sua família tem até 6 membros.

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Categoria(s): Apple
nov 19

Como usar o Apple Music no cartão de memória

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 19/11/2015 às 23:44h

     Recentemente a Apple liberou uma versão do seu serviço de música por streaming para Android, cumprindo o que havia prometido anteriormente. Contudo, ele ainda é beta e, assim como acontece na versão pra Mac e iOS, ainda é um tanto bugado.

     É natural que um produto/ serviço recém lançado tenha bugs. Sou desenvolvedor e sei bem do que estou falando (carinha de culpado). Também já estou nessa #VidaDeTI há muito tempo pra saber que esperar que um produto novo seja melhor que um já bem estabelecido no mercado é um tanto utópico.

     Deixando as instabilidades do serviço e do app de lado, vamos ao assunto principal do post: uma vez que a primeira versão do app para Android não trouxe a opção do usuário escolher onde manter as músicas offline, como hackeamos isso, nos permitindo salvar as músicas no generoso cartão microSD ao invés do minguado espaço interno do smartphone?

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Categoria(s): Android, Apple
ago 17

Cuidado com o golpe do iPhone roubado e recuperado

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 17/08/2015 às 21:09h

     Recentemente eu postei aqui no blog algumas considerações a cerca da inutilidade do recurso “Find My iPhone”. Nos comentários, um leitor deixou uma importante dica que gostaria de compartilhar com vocês.

     O recurso de segurança da Apple tem um mecanismo onde o usuário informa que o aparelho foi perdido e, caso ele entre na internet (seja via rede de celular ou Wi-Fi), o mesmo envia um comunicado para o dono. Porém, os bandidos estão usando de muita criatividade para enganar os usuários.

     Quando um iPhone é roubado e está com os recursos de segurança devidamente ativados, mesmo que o bandido zere todo o aparelho, não conseguirá ativá-lo novamente sem a senha do dono. Com isso, ou ele vende o aparelho a preço de banana ou desmonta e vende as peças. Como a cara de pau não tem limites, especialmente no Brasil, conheço casos até de ligarem pro dono pedindo a senha.

     Nesse cenário, pra tentar vender o iPhone totalmente funcional (não bloqueado) e lucrar mais, a bandidagem acabou criando o seguinte golpe: eles clonaram o site do iCloud e enviam links falsos para o email do usuário que teve o aparelho roubado. Ao clicar no link, pensando ser o aviso da Apple, ele acaba informando sua senha do iCloud e ae o bandido desbloqueia o aparelho. Criminoso, mas brilhante, não?

     Eu acredito que boa parte dos usuários acabem por cair nesse golpe. Primeiro porque muitos são leigos e segundo porque, no calor do momento, querem entrar logo no site e ver a localização do aparelho, antes que o bandido o desligue novamente. Assim, ele acaba não se atentando para os detalhes de segurança, que validariam que o site é ou não da Apple.

     Em tempo: me enviaram uma reportam sobre isso. Veja aqui.

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Categoria(s): Dicas
ago 10

O Find My iPhone da Apple é realmente útil? NÃO!

4 Comentarios »Postado por GordoGeek em 10/08/2015 às 10:05h

     Não é raro, especialmente nos dias de hoje, com celulares custando mais de R$ 3.000,00, que os mesmos sejam alvos fáceis para bandidos. Eles são pequenos, leves e podem ser facilmente roubados/ furtados. Mas a Apple tem um grande sistema de proteção, que inibe esse tipo de crime, deixando o usuário mais seguro. Né? Tadinho de você que respondeu que sim ;)

     Hoje em dia, praticamente todo smartphone, desde o mais baratinho, até o mais topo de linha, tem algum sistema de rastreamento embutido. Tanto a Europa, como os Estados Unidos, pressionaram as fabricantes e adotarem tecnologia visando diminuir o roubo de aparelhos. Assim, Android, iOS e Windows Phone, acabam trazendo ferramentas que dificultam a revenda de aparelhos roubados e também ajudam na recuperação do item.

     No mês passado minha irmã foi vítima de um assalto em São Paulo e levaram o iPhone 4 dela. Ok, já era velhinho, mas era dela. E comprar um novo hoje em dia, não é tarefa muito fácil, ainda mais com o dólar que não para de subir e a Apple sendo “obrigada” a reajustar os preços.

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Categoria(s): Apple
jun 29

     Tá querendo comprar um relógio inteligente da Samsung, mas ainda não se definiu pelo Gear 2 ou Gear Fit? Vou mostrar, numa série de 3 posts, um pouco sobre esses smartwatches disponíveis no mercado brasileiro, com pagamento em R$, nota fiscal e garantia. O primeiro vídeo da série você acompanha abaixo:

     Nesse primeiro de 3 vídeos eu dou um panorama geral sobre a “wearable computing” (computação vestível), comento sobre a Nike Fuelband, o Motorola Moto ACTV e dou dicas importantes sobre os Gear 2 e Gear Fit, já que muita gente não sabe sequer que eles não são compatíveis com qualquer aparelho, como iPhone e Android de outros fabricantes, que não a Samsung.

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Categoria(s): Android
mai 23

GordoGeek e NerdPai participando do programa Encontro

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 23/05/2014 às 17:00h

     Na semana passada recebi – com surpresa e muita alegria – um convite da produção do programa “Encontro com Fátima Bernardes” (da TV Globo) para participar do “Dia do Orgulho Nerd”. Uma equipe do programa veio até em casa na segunda-feira, fizeram algumas imagens e estava programado de ir ao ar na quinta-feira. Eu e o @NerdPai nos encontramos em Campinas e voamos até o Rio de Janeiro na quarta-feira. Porém, como estava rolando greve de ônibus e São Paulo virou de pernas pro ar, tiveram muitas entradas de link e isso impossibilitou nossa participação. Algumas pessoas, que estavam sabendo do programa, ficaram bastante frustradas com o acontecido, mas em TV, especialmente ao vivo, isso acontece e temos que compreender.

     Acima eu fiz um vídeo pra mostrar um pouquinho da experiência de ter ido ao Projac. Na viagem, aproveitei para ir com o @NerdPai até o shopping Village Mall, onde está instalada a primeira loja da Apple no Brasil. Lá, encontramos o @Cocatech e depois saímos pra jantar. Se por um lado ficamos um pouco triste por não termos participado, por outro ficamos muito contentes pela visita, pelo tratamento sem igual da excelente equipe do programa (extremamente atenciosos) e por termos encontrado amigos no Rio. Aliás, um abraço para os amigos “smurfs da Maçã”.

     A produção do programa me convidou pra voltar ao Rio de Janeiro nessa segunda-feira (26/5), para participar ao vivo na terça-feira (27/5). Então, anote ae na agenda, fale pros amigos, etc.

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jan 16

Americanas/ B2W vendendo cabo Lightning pirata

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 16/01/2014 às 07:49h

     Já tem anos que recorro ao site chinês DealExtreme para comprar acessórios para smartphones e tablets. Já comprei inúmeras capas, carregadores, cabos e afins. Porém, as minhas últimas compras de cabos e carregadores não foram muito úteis, principalmente depois que a Apple implementou um recurso para detectar cabos piratas (não autorizados).

     Uma vez que comprar tais acessórios na DX seria jogar dinheiro fora, optei então em comprar na Americanas, uma loja virtual do maior grupo do varejo eletrônico do país, a B2W. O valor de etiqueta do cabo era de quase R$ 80,00, mas estava em promoção no saldão por 50%. Comprei dois, sendo um pro meu iPad e outro pro da esposa.

     Conforme dá pra ver no vídeo acima, logo que se conecta o cabo no iPad, ele dá uma mensagem, dizendo que o acessório não é compatível. Que não era da Apple, evidentemente eu já sabia. Porém, a empresa licencia a tecnologia para diversos fabricantes fazerem cabos compatíveis. O anúncio (e a caixa do produto) eram claros, dizendo que eram compatíveis. Ou seja, propaganda enganosa da brava!

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Categoria(s): Apple
dez 04

Pagou mais caro e o preço caiu. Pode devolver?

3 Comentarios »Postado por GordoGeek em 04/12/2013 às 00:24h

     Hoje eu fiz uma rápida pesquisa no Twitter sobre o tema desse artigo, pra confirmar uma teoria que eu tinha. Se você compra algo e, poucos dias depois, vê o preço desabar, qual sua reação? Acha justo tentar negociar junto a loja algum desconto ou deixa pra lá?

     Eu sou conhecido por ser “early adopter”, ou seja, comprar as coisas antes da maioria das pessoas. Se por um lado eu consigo satisfazer meu lado geek e por as mãos no produto rapidamente, não raramente, eu acabo tomando na cabeça. Seja porque aparecem problemas inesperados, seja por mudanças nas condições comerciais, etc. Vejamos o caso do Moto G, que eu descobri que ele não tinha o cliente VoIP/ SIP nativo e também era problemático ao instalar aplicativos fora da loja, via .apk. E o que dizer dos bugs recentes do PS4 e Xbox one?

     Voltando ao foco do texto de hoje, vamos falar de preço. No mesmo Moto G, eu tive problema quando comprei diretamente no site da Motorola, no dia do lançamento. Depois de fechar a compra, chegou um email dizendo que o prazo era de absurdos 21 dias úteis. Além disso, horas depois, varejistas começaram a vender o mesmo produto com prazo de entrega menor e muito mais barato. Imagina a minha raiva e frustração em “prestigiar” a empresa no dia do lançamento, no site oficial e me deparar com uma situação dessas. Lembro ainda o caso do Moto X, que quem comprou na pré-venda pagou R$ 1.799,00 e no lançamento foi pra R$ 1.499,00. Por sorte, a Motorola teve o bom senso de estornar os R$ 300,00 de diferença sem criar grandes dificuldades.

     Na minha pesquisa rápida ontem a tarde, cerca de 78% das pessoas disseram que não pensariam duas vezes em brigar pelo desconto. Até mesmo porque, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) é claro quanto a isso. O consumidor tem o direito de arrependimento de qualquer compra fora do estabelecimento (seja via internet, telefone ou porta a porta) em até 7 dias depois do recebimento (não é da compra, como alguns pensam). Ou seja, se você comprou algo por R$ 999,00 e no dia seguinte vê o produto por R$ 799,00, pode cancelar e comprar na mais barata. O bom senso mandaria a loja fazer como a Motorola e te dar o desconto, evitando cancelar um pedido e fechar um novo, mas nem todas as empresas pensam assim.

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out 27

Indiegogo: o iWatch que a Apple ainda não lançou

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 27/10/2013 às 14:16h

     Muito se fala do tal iWatch, o suposto relógio inteligente que a Apple estaria trabalhando. Ninguém sabe se ela realmente está trabalhando em algo dessa natureza, mas tudo indica que sim. As recentes contratações da empresa dão a entender que o projeto é real e não seria “apenas” um relógio, mas um completo sistema de monitoramento de nossa saúde, além de ter um apelo bem fashion/ pop.

     A Apple não é conhecida por ser uma empresa que abre muitos mercados. Talvez pelas péssimas experiências do passado (Newton, câmera digital, etc.), ela agora deixa os concorrentes perderem dinheiro no árduo de trabalho de preparar o mercado e quando esse já está maduro, ae sim ela entra com seu produto, geralmente uma implementação muito bem feita, casadinha com hardware e softphone, propiciando uma experiência muito boa, que se destaca dos concorrentes e é um sucesso.

     O projeto do vídeo ae em cima tem o nome bem sugestivo (Angel) e vai de encontro com os rumores sobre a provável pulseira da Apple. Ela monitora exercícios, pulsação, temperatura e nível de oxigênio no sangue. Por usar bluetooth 4.0, o consumo de energia dela é bem baixo (autonomia média de uma semana) e pode usar essa comunicação com o smartphone para disparar alertas remotos, como avisar a uma equipe médica que um paciente está com alguma anormalidade.

     Eu já tive alguns modelos de monitores cardíacos e aprendi que nem todos são compatíveis com apps populares, como o Runkeeper. Tive um que só funcionava no app do próprio fabricante, o que era horrível pra mim. No caso do Angel, ele será bem aberto a integração com vários dispositivos e já nasce compatível com vários nomões do mercado, como o próprio RunKeeper, Endomondo, Wahoo Fitness e Strava.

     Se você quiser comprar a sua com desconto, na fase de arrecadação, é bom correr pois resta menos de uma semana. Nessa fase ele custa USD 135 e depois subirá para USD 149. O projeto já obteve toda a grana que esperava (254% a mais na verdade) e não vou achar estranha se a Apple resolver comprar a empresa. Aliás, na página do projeto existe uma comparação do Angel com outros produtos bem conhecidos no mercado, como a Nike Fuelband, Fitbit Flex e Jawbone Up. Claro, ele chuta a bunda de todos esses.

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out 14

Apple cobrando erroneamente por apps já pagos

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 14/10/2013 às 13:46h

     Já tem alguns meses que meu iPhone 4S e meu iPad 3 ficam em seus respectivos docks, ao lado do iMac, no escritório. Não me dou nem mais ao trabalho de tirá-los de lá a noite ou nos finais de semana, já que tenho preferido usar o Android, seja no Galaxy S4, Note 2, Nexus 7, etc.

     Hoje de manhã eu recebi um email da Apple, dizendo que eu supostamente comprei o app Picframe no dia 12/10/2013. Já seria estranho, pois como disse anteriormente, nem mexo mais direito nos aparelhos com iOS e nem passei perto deles na data mencionada. Porém, o mais bizarro, é que eu já tinha comprado o app há quase 2 anos.

     Minha suspeita é que, como meus dispositivos estão com o iOS 7 e ele tem aquele recurso de update automático, ocorreu algum erro no sistema de update e a Apple resolveu cobrar novamente por um app que eu já tinha instalado e só deveria ser atualizado (sem cobrar novamente). Repito: eu nem passei perto dos meus aparelhos com iOS no final de semana, data na qual a empresa alega que eu comprei o app.

     Uma das coisas que mais gosto da plataforma do Google e que vejo como enorme diferencial em relação a Apple é a loja. Ok, os apps são mais feios sim, mas a transparência e respeito que o usuário do Android tem são muito maiores. Primeiro, quando eu compro qualquer coisa, recebo um email sobre isso de imediato. Assim, qualquer problema, posso tomar medidas mais efetivas. Na Apple, não sei ao certo o motivo, eles esperam alguns dias. Eu acredito que seja para não cobrar pequenos valores no cartão. Então eles esperam alguns dias pra ver se o usuário fará uma nova compra e cobrar tudo junto, diminuindo as taxas que eles pagam. Mas isso é apenas suposição.

     Outra enorme vantagem, que já foi motivo de post aqui no blog é a regra dos 15 minutos. Se você comprar um app na loja, usá-lo e não gostar, você tem 15 minutos para devolver, apenas clicando num botão de estorno. Não precisa preencher formulário, não precisa dizer o motivo, não precisa esperar pra ser reembolsado, não precisa tentar convencer um funcionário da loja, etc. Simples e direto. Não gostou, clica aqui e o estorno ocorre na hora. Na Apple, você é jogado de um canto a outro, em várias páginas, precisa preencher formulário, aguardar 48 horas, etc. Perdi quase 20 minutos tentando achar onde reclamar e, quando consegui, nem um protocolo me passaram. Horrível!

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Categoria(s): Android, Apple
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