jun 30

     A Apple faz produtos maravilhosos, mas de vez em quando ela erra a mão. Seja por algum erro de projeto, no atendimento pós-venda ou simplesmente porque boa parte dos usuários não gostou dos produtos. Talvez esse último tenha sido o caso do novo Final Cut, lançado no último dia 21.

     Pelo que eu andei lendo (e ouvindo, em podcasts), o pessoal mais iniciante viu o Final Cut Pro X com bons olhos. Já os profissionais, pra quem o software realmente se destina, acharam que a Apple deu uma séria pisada de bola e lançou um produto incompleto, pois removeu funções importantes presentes na versão anterior do produto. Talvez ae o problema seja apenas de nome e o produto deveria ser rebatizado como iMovie Pro #TrollFace.

     O fato é que, pelo menos 5.000 usuários participaram de um abaixo-assinado para protestar contra o produto. Dessa vez, parece que a Apple resolveu fazer um mea-culpa, prometendo mudanças e reembolsando quem ficou insatisfeito.

     Se você ainda não viu o que mudou, o que agradou e o que desagradou, configura aqui um review bem completo, em português, feito pela MacWorld.

TAG(s):
Categoria(s): Apple
jun 27

     Semana passada eu estava discutindo (no melhor sentido da palavra) com o @NerdPai e com o @RoniuJ pelo Twitter a respeito do iPhone ser um produto premium. Segundo o @RoniuJ, que mora nos Estados Unidos há algum tempo, esse termo não se aplica a produto e sim a serviço. Ele e o @NerdPai defendem a opinião de que o iPhone não é um produto diferenciado. Eu discordo e vou explicar os motivos.

     A Apple não é uma das marcas mais valorizadas do mundo à toa. Quando a pessoa compra um produto da empresa, não está apenas comprando o produto em si e sim toda a “bagagem” que acompanha a marca, como seu status. Por melhor que sejam os produtos a HTC, Motorola, Samsung e afins, dizer pros amigos que você tem um celular desses grandes fabricantes não tem o mesmo “tchan” que um da Apple. Você pode pensar: “que se foda status, eu me garanto”. Tudo bem, você tem todo o direito de pensar assim, mas existe uma indústria imensa que pensa o contrário, ou você acha que uma bolsa Louis Vuitton custa os olhos da cara apenas porque tem uma qualidade superior?

     Em todo keynote, a Apple faz questão de contestar os números que o Google solta sobre o Android, de que eles tem mais ativações diárias de que o iPhone. A Apple, pra não ficar atrás, junta no mesmo balaio as ativações de iPad, iPhone e iPod Touch, ou seja, todos rodando iOS. O Google, apesar de ter tablets e outros tocadores de mídia rodando Android, até onde me consta, não faz isso. Na verdade a empresa de Mountain View está na liderança, pois tem inúmeros fabricantes embarcando seu software e isso lhe dá mais poder de fogo, além de fornecer poder de escolha aos usuários, que podem escolher não apenas o modelo e fabricante que mais gostam, mas o que podem pagar.

Continue a leitura..

TAG(s):
Categoria(s): Apple
jun 20

     A Apple é uma das empresas mais admiradas do setor de tecnologia na atualidade e seu valor de mercado está em crescente alta, valendo mais de meio trilhão de dólares! Recentemente, o valor total de suas ações supera a de gigantes como IBM (USD 207 bi.), Microsoft (USD 206 bi.), Oracle (USD 173 bi.), Google (USD 168 bi.) e várias outras. Seus consumidores são acima de tudo fãs dos produtos, da seu filosofia de inovação, de seus rostos (como Steve Jobs, John Ive, Scott Forstall e Phill Schiller) e tudo o mais que cerca a marca. Então por que criar um espaço como esse pra ir contra boa parte disso?

     Acredito que, como a enorme maioria das pessoas, eu sempre quis ter produtos da Apple. Além de símbolo de status, são produtos lindos, bem construídos (feitos pra durar) e geralmente mais simples de usar. Por isso, costumam custar bem mais caro que os similares. Mas será mesmo que são isso tudo? Vale pagar mais caro por um produto Apple?

Continue a leitura..

TAG(s):
Categoria(s): Apple
jun 16

     Na semana passada, durante o keynote de abertura da WWDC, Steve Jobs, Scott Forstall e Phill Schiller demonstram pros desenvolvedores ali presentes o novo MacOS Lion, o iOS 5 e o tão esperado serviço de nuvem da Apple, o iCloud. Muita gente ficou super curiosa pra testar, mas como as novidades são limitadas aos desenvolvedores, cá estou eu, usuário devidamente registrado como desenvolvedor, pra tirar algumas dúvidas mais comuns que surgem no Twitter e fica complicado de explicar em 140 caracteres.

     O iCloud será um serviço inicialmente gratuíto, mas limitado a 5GB de espaço. Pra quem precisar de mais, será vendido espaço extra, mas os valores ainda não foram revelados. Até já consta no iOS a opção de comprar mais espaço, direto no seu iPhone ou iPad, sem complicação. Provavelmente irá debitar da sua conta Apple ali configurada, como se fosse um aplicativo ou uma música.

Continue a leitura..

TAG(s):
Categoria(s): Apple
preload preload preload