fev 07

Saiba como quebrar o DRM de livros da Amazon

12 Comentarios »Postado por GordoGeek em 07/02/2013 às 00:21h

     Nas últimas semanas eu fiz uma série de artigos, inclusive com muitos vídeos, comparando os leitores de livros digitais Kobo (distribuído no Brasil pela Livraria Cultura) e Kindle (da gigante americana Amazon). Dois fatores contam muito a favor do Kobo: o leitor e cartões microSD (que permite expandir a capacidade de livros disponíveis no dispositivo para a ordem de milhares) e sua maior compatibilidade com os formatos de e-books vendidos, inclusive o famoso ePub.

     Eu testei o Kobo Touch e o Kobo Glo por alguns dias e infelizmente não me adaptei. Pra quem vai comprar todo conteúdo a ser lido pela Livraria Cultura ou Kobo Books, a experiência pode ser positiva. Porém, pra quem já tem conteúdo comprado em outras lojas (como a Amazon) ou vai colocar outros tipos de documentos, como trabalhos de faculdade, artigos científicos e outros, o Kindle é bem mais interessante. Isso porque, ao contrário do Kobo, o e-reader da Amazon sincroniza suas notas, destaques e posição que parou a leitura em todo o tipo de documento e não apenas em livros comprados na loja deles. Ou seja, muito mais flexível! Além disso, todos os documentos ficam disponíveis na nuvem da Amazon e basta um clique para baixá-los em um novo dispositivo.

     Eu sou um fã declarado do Kindle, mas confesso que a Livraria Cultura saiu na frente, trazendo aparelhos com mais recursos ao público brasileiro. A Amazon está comercializando apenas a versão mais simples do seu e-reader, sem a tela touch e sem iluminação própria. Dessa forma, não querendo mais aguardar a boa vontade de empresa americana, muitos leitores acabaram comprando versões do Kobo, mesmo que esse não fosse seu dispositivo favorito.

     Essa semana alguns leitores me pediram pra fazer um artigo explicando como quebrar o DRM dos livros comprados na Amazon. Não que eles estejam com intenção de piratear os livros (alguns até podem estar), mas a maior parte deles vai fazer o chamado “fair play use”, ou seja, eles compraram os livros na Amazon, mas como atualmente tem aparelhos Kobo e esse não é capaz de ler os livros com DRM da concorrente, é necessário esse pequeno “truque” para que eles tenham acesso a um conteúdo que eles já pagaram e não seria justo ter que comprar novamente na Livraria Cultura.

Continue a leitura..

TAG(s):
Categoria(s): Dicas
preload preload preload