dez 05

Como aumentar seus limites diários no Banco do Brasil

7 Comentarios »Postado por GordoGeek em 05/12/2013 às 12:09h

     O que os bancos brasileiros fazem com seus correntistas beira o absurdo. A gente coloca o dinheiro lá, eles ganham uma fortuna movimentando a nossa grana e, quando precisamos usar, nos deparamos com mil dificuldades, seja pra pagar uma conta de consumo, um produto ou fazer um saque. E pior: em menor ou maior escala, acontece com todos os bancos! Ou seja, não tem pra onde correr.

     Durante a Black Friday e Cyber Monday eu fiz várias compras, tinha dinheiro na conta pra pagar tudo, mas os malditos limites diários de pagamentos me impediam de quitar os boletos. Inacreditável! Que raiva que eu passei! E claro, xinguei muito no Twitter. No caso do Banco do Brasil, o suporte me passou algumas diretrizes de como eu podia aumentar tais limites. Sinceramente, não foi pra valores muito elevados, mas já ajudou.

     Conforme eu narro no vídeo acima, o procedimento é um tanto trabalhoso. Você precisa ir várias vezes no mesmo menu e depois se dirigir a uma caixa eletrônico pra confirmar tudo que fiz via internet. A praticidade mandou lembranças!

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nov 19

Estou com problema. Onde e como devo reclamar?

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 19/11/2013 às 10:04h

     Esse é um daqueles posts que eu já deveria ter feito há muito tempo, tamanha é a quantidade de perguntas que me fazem a respeito do tema, principalmente via Twitter e email. Nem sempre eu tenho tempo de analisar todo o relato, até mesmo porque, alguns tem vários parágrafos e demandaria um tempo enorme, coisa que não disponho no momento. Assim, se você me perguntou algo e, ao invés deu te responder um texto igualmente longo, específico pra você, não fique chateado. É apenas falta de tempo mesmo. Mas leia o post até o final que provavelmente sua dúvida será respondida aqui.

     Quem me acompanha no blog e/ ou Twitter por mais de duas semanas certamente me viu reclamar de alguma empresa, produto ou serviço. Muitos consideram isso um mero #mimimi, ou seja, uma reclamação vazia, de uma pessoa com raiva e que não tem o que fazer a não ser xingar nas redes sociais. Pela minha experiência, se você fizer a coisa direita, isso gera um retorno muito positivo pro seu problema. Então, apesar de alguns contatos te chamarem de mimizento, vale a pena reclamar. Mas como?

     A primeira coisa a se fazer, antes mesmo da contratação do serviço ou da compra do produto, é dar uma pesquisada no histórico da empresa. Eu sei que uma grande parcela das compras são feitas no impulso e isso é um problema sério. Você praticamente está pedindo pra ter problemas. Se você perder 5 minutinhos e entrar no ReclameAqui pra ver como a empresa trata seus consumidores, você já vai conseguir escapar de várias roubadas. Nota: não é pelo fato de simplesmente achar o nome da empresa lá, que ela é ruim. Toda empresa tem problemas! Todas! Como ela lida com os problemas e como trata o consumidor é que faz toda a diferença. Veja os índices de resposta, as avaliações dos consumidores e, se possível, leia a resposta dela a alguns casos, pra ver se realmente está empenhada e comprometida em resolver ou se está apelando para resposta padrões apenas pra ganhar tempo.

     Se você contratou algo e deu problema, o primeiro passo é reclamar junto a empresa. Não adianta por a carroça na frente dos bois, dizer que vai processar e os cambau. Não funciona assim, por mais raiva que você esteja. Primeiro faça um contato com a empresa, preferencialmente de uma forma que você possa documentar todo o trâmite, seja através de email ou gravando uma chamada telefônica. Muitas empresas, já tentando dificultar a vida do consumidor, sequer geram número de protocolo em seus formulários de reclamação. É raro quando reclamo de algo via formulário e recebo um email com um número de protocolo e cópia do que foi reportado. Assim, eu geralmente ligo pra empresa e gravo a chamada.

     Transcorrido alguns dias (geralmente o prazo dado pela empresa) e o problema não foi sanado, recomendo recorrer ao já citado Reclame Aqui, pois muitas empresas mantém uma equipe dedicada a receber e resolver as reclamações vindas do site. Quando você liga num SAC, geralmente, o esse primeiro atendimento é feito por funcionários do mais baixo escalão. Tiveram um péssimo treinamento e não tem autonomia alguma. É mais comum que funcionários mais bem treinados e com maior autonomia respondam as reclamações vindas de sites como o Reclame Aqui, Procon, Anatel, etc.

     Se o seu problema for com uma empresa de telecomunicações, seja fixa, móvel ou tv, recomendo também reclamar junto a Anatel. Já disse algumas vezes que a agência reguladora é totalmente omissa e não tá muito a fim de ajudar. Porém, você deve ter paciência e seguir os trâmites corretos. Entre em Fale Conosco, faça seu cadastro e deixe sua reclamação. Geralmente um funcionário da empresa vai te ligar em até 5 dias, mas costuma ocorrer antes. É comum que os problemas sejam resolvidos nessa etapa, pois a operadora já viu que você não é um “migué qualquer” e está disposto a criar problemas pra eles, então eles estarão mais bem disposto a resolver. Caso mesmo assim, não dê certo, Procon neles.

     Caso o seu problema seja com o setor bancário, outro campeão de reclamações nos órgãos de defesa do consumidor, eu recomendo uma reclamação junto ao Banco Central, que também pode ser feita via internet, clicando aqui. Coloque seus dados, escolha o banco e deixe sua reclamação. Em alguns minutos você irá receber um email do BACEN confirmando que notificou a instituição, te passando o protocolo e dizendo o prazo que eles tem pra responder. O mais comum é alguém da ouvidoria do banco colocar meio kilo de rola na bunda do seu gerente e ele vai te ligar todo disposto a ajudar. No setor bancário, os funcionários vivem numa corda bamba. As cobranças são gigantescas e cada pisada de bola pode ser mais uma chance da guilhotina. Então, use e abuse desse método.

     Apesar de algumas empresas ignorarem sumariamente o Procon, as mais sérias, vão fazer o possível para que sua reputação não seja maculada por uma reclamação desse nível. O Procon do Estado de São Paulo possui um atendimento online, onde você pode deixar sua reclamação via formulário, evitando que você tenha que ir fisicamente ao local. Dependendo do problema, eles vão te mandar um email pedindo alguns documentos e fazem tudo por lá. Alguns poucos casos vão te pedir pra ir até o Procon da sua cidade. Pela minha experiência, a maioria das compras online eles resolvem tudo online. Infelizmente, pra outros estados, você terá que perder um tempinho indo fisicamente até o local. Mas, recomendo que o faça, pois o índice de resolução de problemas é alto.

     Se você já fez tudo isso e, infelizmente, não teve o seu problema resolvido, não resta outra alternativa senão entrar com uma ação contra a empresa. Aliás, se a empresa não responde ao Procon ou se não resolve o problema de forma satisfatória, é justamente essa a recomendação que virá no termo que vão enviar pra você. Geralmente, o problema pode ser resolvido através do Juizado Especial Civil (JEC) e não precisa de advogado. No meu caso, eu tenho um escritório que me presta assessoria, então eu marco uma reunião, conto o caso, mando os documentos e eles resolvem tudo. Nunca tive tempo/ paciência de fazer tudo eu mesmo, mas já tive dezenas de relatos no Twitter de pessoas que fizeram tudo por conta própria e, ou ganharam a causa, ou a empresa propôs um acordo que acabou se mostrando vantajoso.

     Espero que esse artigo tenha lhe inspirado a lutar por seus direitos. Eu sei que vivemos num país de merda, onde a maioria das empresas não trata o consumidor com o devido respeito. Apesar de termos várias operadoras de telefonia, vejo casos absurdos em todas elas. Pagamos uma carga tributária altíssima e não contamos com o respaldo do governo e suas agências para intervir a nosso favor. Mas, mesmo com todas essas adversidades, não deixe que as empresas passem por cima dos seus direitos. Reclame! Corra atrás! O brasileiro é um povo que reclama muito em redes sociais, mas não toma nenhuma atitude mais definitiva pra realmente resolver o problema. Só “xingar muito no Twitter” não vai resolver (na maioria dos casos). Agregue a essa reclamação outras atitudes, como as que citei aqui. As empresas tem pleno conhecimento que muitos clientes não estão disposto a correr atrás dos seus direitos e é por isso mesmo que estamos nessa situação lamentável. Pra elas, fica muito mais barato pagar os processos que perdem do que tratar a todos com respeito. A partir do momento que a conta dos processos começar a ficar alta demais, todos seremos beneficiados com uma mudança de postura por parte das empresas. Corra atrás!

     Em tempo: você pode entrar com uma ação no JEC sem ter usado os outros métodos (Reclame Aqui, Anatel, Procon, etc.) pra tentar resolver? Sim, pode. Mas num país onde os processos se acumulam aos milhões, o juiz verá seu caso com outros olhos se ver que você tentou praticamente de tudo pra resolver e só recorreu a Justiça em último caso. Coloque-se no lugar do juiz. Imagina que você tem a mesa abarrotada de processos e você abre um e vê alguém pedindo uma indenização de R$ 5.000,00 por um produto não entregue e a pessoa nem sequer se deu ao trabalho de ir ao Procon. O que ele vai pensar de você? No mínimo, que você não fez a coisa direito. Em alguns casos, quem sabe, que você é um oportunista querendo ganhar um dinheiro fácil. Por isso, reforço: siga todos os trâmites que recomendei. Caso tudo o mais falhar e você precise do JEC, as chances de ganhar serão maiores. Aliás, não basta “apenas” ter razão. Você precisa comprovar os fatos. Ou seja, reuna a máxima documentação possível, para que você dê pouco espaço pra defesa do réu trabalhar, explorando as brechas que você deixou no processo.

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mar 04

Entendendo como funciona o sonho americano

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 04/03/2013 às 04:27h

     Quando eu digo que pagar R$ 2.500,00 num iPhone é coisa de estúpido, 99% da internet vem com a resposta: “você diz isso porque não tem dinheiro pra comprar um”. Bom, não vou ficar me gabando da minha condição financeira, mas sério que você acha que eu não tenho míseros R$ 2.500,00 pra comprar algo que eu queira e ache que vale a pena?

     Eu não comprei (e nem comprarei) o iPhone 5 nesse preço injustificado porque acho que não vale. Na época que o iPhone 5 foi lançado, eu comprei um Galaxy S3 usado pela metade do preço do telefone da Apple. E sejamos francos: senão faz tudo que um iPhone faz, chega muito perto. Em alguns pontos, é até muito superior. Mas o que isso tem a ver com o título do post e o vídeo acima?

     Estou longe de ser alguém que só faça compras conscientes, mas ultimamente eu venho me perguntando muito: “eu preciso mesmo disso? isso vale o que tão pedindo por ele?”. Numa sociedade de consumo desenfreada como a nossa, vale muito a pena você ver o desenho acima (muito bem feito e divertido por sinal) e depois refletir um pouco sobre o rumo das coisas.

     O mais interessante é a citação de Benjamin Franklin no final: “he who sacrifices freedom for security deserves neither”. Ou seja, “aquele que sacrifica a liberdade por segurança, não merece nenhum dos dois”. Lembra um pouco o que muitos alegam ser o motivo pra continuarem nas mãos da Apple e não optarem por um Android, não? Daria pra fazer um monte de coisas que eles gostariam de ter, a Apple não entrega em seu ecossistema, mas o medo é tão grande, que preferem serem prisioneiros vivendo uma falsa felicidade do que uma liberdade com riscos.

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nov 14

Firefox dominando

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 14/11/2008 às 13:52h

     Enquanto o browser do Google fez um certo barulho enquanto foi lançado e depois praticamente sumiu, o Firefox segue firme e avante, mês a mês, ganhando market-share. A notícia é muito boa, pois quanto mais gente usar, mais as empresas de desenvolvimento terão que levar isso em consideração na hora de fazer seus sites.

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