abr 27

O perigo das baterias não removíveis em smartphones

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 27/04/2015 às 19:21h

     Ao comprar um dispositivo eletrônico, uma certeza você pode ter: um dia, a bateria dele vai “arriar”. Ela vai começar a durar menos do que no início e, mais pra frente, vai até parar de funcionar, lhe obrigando a substituição da mesma. Quanto a isso, não resta nenhuma dúvida, né? O que ninguém espera, ao comprar algo com uma bateria dentro é que ela exploda, dentro ou fora da garantia.

     Quando eu comprei meu LG Nexus 4, não foi diferente. Eu sabia que algum dia teria problemas com a bateria, mas não imaginava que ela chegaria a aumentar tanto de volume que colocasse em risco a mim e minha família. Como a gente pode ver no vídeo acima, a bateria está correndo um sério risco de explodir.

     Como eu troco de aparelho com bastante frequência, muitos deles acabam numa gaveta, até que eu consiga-os vender, seja pela OLX, seja pelo Mercado Livre. Eu procuro ligá-los regularmente, fazer um update aqui, dar uma mexida acolá. Como sempre uso os aparelhos com capa, eu não notei o perigo que vinha se formando: a bateria estava se expandindo, como se ela tivesse comido fermento!

     Antes do feriado, eu liguei o Nexus 4 pra fazer o update do Android 5.1 e notei um calombo na parte traseira. Tirei da capa e notei que já havia inclusive uma abertura na lateral. Era como se um monstro crescesse dentro do corpo do aparelho, forçando a tampa traseira pra fora. Como muitos devem saber, o Nexus 4 não tem a bateria removível. Assim, não deu pra tirá-la e simplesmente comprar outra. Assim como também não deu pra tirá-la, impedindo que ela continuasse a crescer. Na volta do feriado, menos de uma semana depois, a abertura já estava bem maior, o que me motivou a colocar o aparelho fora de casa. Uma sábia decisão, já que mais alguns dias depois ela cresceu tanto que estourou o vidro traseiro.

     Entrei em contato com o Procon, com a LG e, como de costume, vou deixando vocês atualizados da situação. Infelizmente, a LG não foi muito sensível ao caso. Acredito que se isso tivesse acontecido no iPhone, solicitariam a coleta do aparelho no dia seguinte. Mas, vamos lá… Minha dica pra vocês é: se tiver um Nexus 4, fique de olho se isso não está acontecendo com ele.

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abr 27

Bateria TP-Link 10.400mAh (Power Bank TL-PB10400)

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 27/04/2015 às 17:45h

     Sou um aficionado não apenas por gadgets em si, mas também por baterias, já que brinquedinho eletrônico não funciona sem energia. Por isso sempre fico de olho no mercado de baterias portáteis. Em 2010, quando fui pra fila do iPad, comprei uma de 8.000mAh da Energizer (excelente autonomia pra época, mas com um carregador monstruoso). Depois ganhei uma de 7.000mAh da Proporta e, mesmo tendo menos potência, era mais simples de carregar (via microUSB mesmo) e tinha 2 saídas USB (2A e 1A).

     Eu já tinha ouvido falar da bateria TP-Link que está no vídeo acima, mas não havia me interessado, pois já tinha muitas baterias aqui comigo. Porém, como o Walmart estava queimando estoque (de R$ 199 por R$ 99) resolvi comprar pra testar. Caso não fosse legal, acabaria dando pro meu pai, que também é outro maníaco por bateria e tem várias na coleção. Ele sempre fica feliz com esses presentes.

     A bateria em si é muito boa e consegue dar de 4 a 5 recargas (de 20% a 90%) no iPhone 6+. Porém, se você deixar os telefones conectados a madrugada toda, é provável que no outro dia de manhã tenha apenas 50% de bateria. Assim, costumo plugar só quando a bateria está bem baixa (cerca de 20 a 30%) e tirar quando se aproxima de estar cheia (80% a 90%). Isso porque o tempo de se carregar uma bateria de 0% a 80% é o mesmo de se carregá-la de 80% a 100%. Então, fica a dica: só plugue na sua bateria externa quando a carga estiver realmente baixa.

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set 08

Primeiras impressões: luva touch e bateria Proporta

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 08/09/2014 às 11:28h

     Essa semana recebi dois novos produtos da Proporta para review, os quais estão no vídeo abaixo. O primeiro deles é uma luva que tem o toque reconhecido em telas touch e o segundo é uma bateria super compacta, do tamanho de um cartão de crédito.

     As luvas custam 18 euros e estão disponíveis em tamanho único, mas em 3 opções de cores: creme e marron, cinza e branco ou vermelho. Pra quem vive em lugares quentes o ano todo, esse produto é totalmente dispensável. Porém, pra quem vive ou viaja para regiões frias, como a Bia Kunze lá em Curitiba, é um acessório muito interessante.

     A bateria custa 15 euros e, pelo que vi agora a pouco, infelizmente está fora de estoque. Apesar de ter apenas 680mAh, o que permite uma carga de cerca 40% da bateria do seu smartphone, o fato dela ser do tamanho de um cartão de crédito é algo muito interessante, especialmente pra quem se incomoda em carregar algo maior e mais pesado no bolso.

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ago 22

Acessórios originais para GoPro: carregador dual e LCD

3 Comentarios »Postado por GordoGeek em 22/08/2014 às 11:32h

     Na semana passada eu comprei alguns acessórios para a minha GoPro: tela LCD, carregador dual de bateria, adaptador de microfone (USB/ P2) e dois microfones, sendo um estéreo e outro de lapela. Infelizmente, tanto o adaptador, quanto os microfones, não funcionaram na GoPro. Porém, funcionaram na Sony HDR-AS15 (vídeo aqui). Ainda preciso ver certinho onde está o erro.

     Pra quem não sabe, tanto a GoPro, quanto a câmera da Sony, não vem com um LCD pra gente ver o conteúdo gravado, além do “ao vivo”. Isso porque ambas são destinadas a esportes, geralmente radicais, e o pessoal costuma afixá-las em capacetes, pranchas, etc., tornando o LCD dispensável. Assim, quem tiver a necessidade do mesmo, precisa comprar como acessório. Lá fora custa USD 80 e aqui R$ 399.

     Além do LCD, comprei também um carregador duplo de bateria (USD 30 lá fora e R$ 130 aqui). Infelizmente não dá para plugá-lo direto na tomada, como eu acho que seria o ideal, sendo necessário conectá-lo a um cabo e um carregador USB tradicional. Isso é meio inconveniente, pois são mais coisas pra levar na mochila em uma viagem. Eu tenho um outro carregador de parede (compra na DX), que tem o formato perfeito pra mim. Porém, um deles quebrou o pininho e o outro tá em vias de quebrar também. Dae, minha opção por gastar mais e comprar o original.

     Durante a minha pesquisa pelos acessórios, encontrei alguns LCDs “genéricos” no Mercado Livre. São bem mais em conta (R$ 240), mas não vem com todas as tampas traseiras que a original traz, além do que eu fiquei com medo de danificar a câmera usando algo não oficial. Aliás, o modelo que comprei é a mais recente (Alcdb-304), mas tem alguns antigos (Alcdb-303) um pouco mais baratos.

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ago 05

O que levo na maleta de viagem da GoPro

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 05/08/2014 às 20:40h

     Comprar acessórios originais para a GoPro no Brasil é bastante complicado, pois o preço praticado aqui é bem alto. Nos Estados Unidos é bem mais tolerável, mas ainda assim, caro. Assim, acabei comprando alguns acessórios em sites chineses, como DealExtreme e AliExpress.

     Quando vou para algum lugar fechado, como um aniversário, acabo levando a GoPro no bolso mesmo. E, para não correr o risco de danificar sua lente, comprei um protetor. Já quando vou para locais aberto, como parques, acabo levando toda a maleta, com baterias e cartões extras.

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maio 10

Review da bateria externa Proporta TurboCharger 7000

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 10/05/2014 às 08:52h

     Eu tenho tantas baterias externas que alguns amigos dizem que sou tarado por isso. Mas num mundo onde os gadgets não conseguem ficar mais que algumas horas longe das tomadas, ou você apela pra baterias extras, eu fica sem poder desfrutar dos aparelhos que comprou, especialmente em viagens.

     Minha bateria de maior capacidade é um modelo de 8.000mAh da Energizer. Porém, como ele foi comprado em 2010, já estava obsoleto e não me atendia muito bem. Ao pesquisar alternativas no mercado, encontrei o modelo TurboCharger 7000 da Proporta, que custa em torno de USD 85.

     Sei que muitos vão dizer que existem alternativas mais baratas por ae, como algumas genéricas de sites chineses e no Mercado Livre. Mas eu posso te garantir que, muito raramente, elas tem qualidade. Além do alto risco de ser um produto de baixa qualidade, o que pode colocar em perigo você e seu gadget, é muito comum elas anunciaram certas especificações e não cumprirem. Por isso, resolvi comprar algo de uma marca consagrada.

     Esse modelo da Proporta tem a vantagem de usar um carregador microUSB, ou seja, nada de levar uma fonte extra, como era meu Energizer. Além disso, ele tem 2 portas USB, o que me permite carregar 2 aparelhos ao mesmo tempo, como um tablet e um smartphone. Os 7.000 mAh desse modelo permite quase 4 carga completas num smartphone, então é mais do que suficiente pra ficar tranquilo num dia de uso. Por fim, pelas portas serem padrão USB, são compatíveis com praticamente tudo, diferente de baterias externas tipo case, feitas especificamente para um aparelho.

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jan 14

Vale a pena comprar uma GoPro pra usar na rotina?

5 Comentarios »Postado por GordoGeek em 14/01/2014 às 10:13h

     Já tem um tempo que ouvi falar das famosas câmeras da GoPro, sempre quis comprar uma, mas era barrado pelo meu lado racional, já que a câmera é bem cara e indicada pra quem faz esportes radicais, como pular de paraquedas, fazer trilha de moto, etc. Até que, no final do ano, apareceu a oportunidade de comprar uma usada através de um seguidor do Twitter (por um preço bem legal) e acabei metendo a cara.

     Meu primeiro uso da GoPro foi no carro, algo muito popular na Rússia e em alguns países onde ocorrem muitos acidentes e você acaba sendo vítima de golpistas. Depois de alguns dias usando a câmera no carro, quando não era possível usá-la (seja porque estava sem bateria ou porque estava com a esposa), confesso que me senti um pouco inseguro ao sair de carro. É muito legal poder filmar todo seu trajeto no carro, sabendo que, se alguém fizer uma merda, você vai ter meios de provar que o errado não era você. Fora, claro, pegar alguma cena inusitada, que geralmente não daria pra pegar seu celular e flagrar o momento, sem por sua segurança em risco.

     Outro uso que comecei a fazer pra GoPro foi na piscina. Não fico usando ela o tempo todo, mas já me acostumei a deixá-la num cantinho e, quando quero capturar algum momento, corro pra pegá-la. É bem bacana capturar momentos com a família, especialmente com os filhos pequenos. Esses registros ficam muito divertidos. Meus filhos adoram ficar revendo no iPad.

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nov 07

     Ano passado eu comprei uma câmera Nikon S9300 na Bestbuy. Na ocasião, a câmera custava uns R$ 1.200,00 por aqui e paguei cerca de metade disso, então foi uma boa compra. Porém, uns 4 meses depois, o Magazine Luiza fez uma promoção da mesma câmera por um preço similar ao que paguei lá fora (R$ 704) e comprei uma pros meus pais. Há uns dias, foi o Walmart que fez a promoção, jogando o preço lá pra baixo: meros R$ 370,00. Comprei, tentei revender no Mercado Livre por R$ 500,00 (o preço de mercado dela ainda passa dos R$ 700,00), não consegui e acabei dando de presente.

     A minha antiga câmera da Sony, usada tanto em viagens, como para os vídeos do blog, era bacana, mas estava perdendo o foco com muita facilidade, o que virava um verdadeiro tormento nos meus vídeos, pois só gerava irritação e me fazia perder tempo. Eu demorei a trocá-la porque tinha dois carregadores de parede, três bateria e quatro cartões de memória. Eu ia pegar uma câmera Sony para aproveitar tudo que eu já tinha, mas não rolou encontrar uma de boas especificações e custo legal, então acabei indo de Nikon mesmo.

     Na própria Bestbuy eu comprei uns acessórios, como um case, duas baterias e dois cartões SD de 16GB. Na ocasião os cartões foram bem caros, pois tem uma velocidade de acesso elevada, que era o mais indicado para vídeos em fullHD. Esses, foram da SanDisk, uma marca bem conhecida. Porém, as baterias só tinha genérica e acabei comprando. Qual não foi minha surpresa em, alguns dias depois, vê-las estufando ao ponto de nem entrar mais na câmera.

     É muito difícil encontrar acessórios oficiais da Nikon no Brasil. Tive que entrar em contato com o fabricante e pedir por autorizadas. Cotei em três delas o carregador de parede e a bateria, pois meus pais estavam sem esse “kit básico”, que é muito necessário em qualquer viagem. Porém, acabei deixando quieto, uma vez que o carregador era uns R$ 160,00 (paguei uns USD 20) e a bateria era R$ 150,00 (paguei uns USD 30). Ambos com a mísera garantia legal de 90 dias.

     Como a falta dos acessórios estava me gerando inúmeros problemas, resolvi fazer um teste e comprar algumas “similares” no DX. Eu comprei 4 modelos pra testar. O melhor delas foi essa, que custa menos de R$ 20,00 e tem frete grátis (nada foi taxado pela Receita Federal). As outras eu achei bem ruinzinhas e nem vou dar o link. Uma delas inclusive se parece muito com a que eu comprei na Bestbuy e estufou.

     Pode ser que daqui uns dias (semanas, meses, etc.?) a bateria estufe, como a minha antiga? Pode. Mas até o momento, estou bem contente com a compra. A autonomia dela é muito boa, aguentando 40 minutos contínuos de gravação em fullHD. Claro, ninguém (normal) grava tudo isso contínuo e, se você for gravando, batendo foto, desligando e repetindo o processo, vai durar mais. Porém, como no blog eu costumo fazer vídeos contínuos, esse número serve de referência.

     Eu queria muito ter comprado o kit de acessórios todos oficiais da Nikon. Juro que queria. Mas quando eles me pedem R$ 150,00 numa bateria que me custa (com frete) R$ 20,00, não tem como aceitar. O mesmo vale para o carregador, que também ficou abaixo dos R$ 20,00.

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fev 28

Review em vídeo do Motorola RAZR MAXX

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 28/02/2013 às 18:24h

     Apesar de não ser um smartphone lançamento, já tinha um bom tempo que eu queria testar o Motorola RAZR MAXX. Infelizmente não tive a chance de fazê-lo antes, mas passei alguns dias com um e gostei tanto que estou pensando em trocar meu Samsung Galaxy Note N7000 num MAXX. Aliás, se souber de alguém, me dê um toque ;)

     O RAZR MAXX foi lançado no final de 2011 e portanto, não é nenhum topo de linha atualmente. Porém, isso tem seu lado bom: o preço não é mais aquele de lançamento, beirando os R$ 2.000,00. Mesmo assim, as especificações dele não deixam muito a desejar pra um smartphone intermediário, com CPU com 2 núcleos de 1.2GHZ, 1GB de RAM, 16GB de espaço interno, capacidade pra cartões microSD de até 32GB, tela de 4.3” com resolução de 540 por 960 pixels (256 PPI) e câmera traseira de 8 MP.

     Como estou com um Galaxy Note N7000 no momento, usei-o como parâmetro de comparação, até mesmo porque eles foram lançados na mesma época e tem especificações técnicas bem similares. Aliás, o preço também é praticamente o mesmo no varejo. Seja nos testes de benchmark, seja no uso real, o desempenho de ambos é muito similar e não senti grandes diferenças em favor de um ou de outro, sendo que ambos se comportam bem para um aparelho intermediário.

     O ponto mais forte do RAZR MAXX é sua bateria de de 3.300mAh, o que lhe confere uma autonomia que eu nunca tinha visto num smartphone. Esses equipamentos sofrem pra chegar ao final do dia com alguma carga. No caso do MAXX, se você for um usuário que não fica toda hora consultando o aparelho, poderá ficar até dois dias sem colocá-lo pra carregar. Num uso moderado, com a tela ligada por quase 5 horas, dá pra tirar da tomada às 6h da manhã, ir trabalhar e voltar pra casa com uma carga ainda em torno de 40%. Se o seu uso for bem intenso, é provável que ele chegue em casa por volta de 10%. Ou seja, se você não abre mão de autonomia de bateria e não quer sair por ae com carregadores e baterias auxiliares, o RAZR MAXX é pra você.

     Update 01/03/2013 00:30h => O Submarino está com uma excelente promoção do RAZR MAXX por R$ 936,22 no Cartão Submarino. Vale muito a pena se você quiser um aparelho com uma bateria Highlander! Já se você quer um aparelho com 4G, mesmo com uma autonomia de bateria menor, o RAZR HD também está com excelente preço, saindo a R$ 1.325,22 no boleto.

     Update 01/03/2013 00:35h => Caso você queira um smartphone um pouco mais poderoso, com CPU de quatro núcleos (o RAZR MAXX é dual), o LG P880 está por R$ 1.169,22.

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fev 18

Motorola RAZR i: um bom aparelho intermediário?

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 18/02/2013 às 14:09h

      Diferente do mundo Apple, onde as escolhas são bem restritas, o universo Android é repleto de opções, com lançamentos praticamente todas as semanas, em todos os segmentos: entrada (~R$ 600,00), intermediário (~R$ 1.000,00) e topo de linha (~R$ 2.000,00). Se por um lado isso gera uma confusão danada na cabeça das pessoas, que não sabem ao certo o que comprar, por outra, proporciona uma maior liberdade de escolha, inclusive pra quem não quer (ou não pode) gastar os tubos com um celular.

      No final do ano passado, a assessoria da Motorola me enviou um RAZR i para testes, conforme resenhei aqui nesse outro post. Eu gostei tanto do aparelho que acabei comprando um pra mim, aproveitando uma bela promoção do Submarino, mas na cor branca. Fiquei com ele por praticamente dois meses e dei adeus a ele hoje.

      Tendo sempre em mente essas três faixas de preços, que são categorias distintas, o Motorola RAZR i é um bom aparelho pra quem não pretende gastar muito. O maior destaque dele é sua bateria de longa duração, que chega a durar até dois dias com uso moderado. Se o uso for intenso, ele dura um dia inteiro, o que é praticamente uma façanha nos dias atuais, onde muitos usuários reclamam que, senão derem uma recarga ao longo do dia, chegam em casa sem bateria.

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Categoria(s): Android
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