ago 05

         Faz muitos anos que compartilho aqui no blog o meu interesse por câmeras, vigilância eletrônica e afins. O começo foi com câmeras analógicas tradicionais e DVR para gravação das imagens. Depois parti para as primeiras câmeras IP XingLing, compradas no DealExtreme, onde eu não consegui achar uma solução interessante para gravação. Agora, estou utilizando câmeras no padrão ONVIF, que gravam localmente num cartão microSD e também tem a possibilidade de trabalhar em conjunto com um NVR.



         A câmera que tenho utilizado atualmente é a do vídeo acima. Sinceramente, eu não sei a marca dela. Isso porque, a cada compra, a mesma câmera vem numa embalagem e versão de software diferente. As vezes chega numa caixa da Jortan, outras da Yoosee e assim por diante. Ou seja, uma verdadeira bagunça.

         Diferente das primeiras câmeras IP que comprei, que eram todas da China (especialmente do DealExtreme), as câmeras atuais foram quase todas compradas no Mercado Livre, mas também comprei algumas em distribuidores oficiais. Porém, mesmo nesse último caso, não recebi nota fiscal, manual em português, etc. Ou seja, se você resolver comprar na China pra economizar, no Mercado Livre ou em um distribuidor, provavelmente receberá um produto similar.

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ago 09

Update: correria, NAS, Cubieboard, TP-Link e outros

4 Comentarios »Postado por GordoGeek em 09/08/2013 às 16:19h

     No começo de abril eu fiz um post aqui explicando um pouco o motivo da falta de posts. Pra quem não leu, vou ser breve no resumo: falta de tempo. Sim, a mesma “desculpa” padrão de 9 entre 10 blogueiros/ podcasters não profissionais. Como a gente não consegue tirar nem uma fração do necessário pra se manter uma família com o blog, já que anunciantes querem te pagar R$ 0,02 por clique efetivo num banner, não tem outra forma. Temos que nos concentrar no que nos provê o sustento.

     Isso dito, esse é uma espécie de post tudo em um. Muitas pessoas acabam conhecendo alguns produtos por aqui, quando faço o post de primeiras impressões, mas ficam na dúvida se vale a pena comprar o produto, já que geralmente prometo fazer um vídeo depois de mais tempo de uso e quase nunca consigo honrar o prometido. Ae, as cobranças via emails e Twitter só crescem. Aliás, não tem mais cobranças via comentários porque deu algum problema no sistema que usávamos, tentei várias horas resolver, não consegui e desisti. Novamente: desculpe. Mas não tenho todo o tempo do mundo pro blog, que é um passatempo e não um trabalho.

     Como eu não tô dando conta de testar direito nem o que eu compro, não estou pedindo mais nada pra assessorias e recusando as ofertas que me fazem, pois não seria justo ficar com um produto, não testá-lo em sua totalidade e emitir uma opinião. A empresa que contratou a assessoria não espera que a gente fale bem do produto. Bom, algumas até esperam, rs. Mas o mínimo que devemos é falar nossas impressões. E sem tempo, fica difícil. Assim, prefiro que o aparelho vá pra outro blog que tenha o devido tempo.

     A respeito do NAS da D-Link, eu queria ter feito testes mais profundos, especialmente com velocidade de cópia, comparando com outras soluções, como o Time Capsule e o AirPort Extreme. Infelizmente ainda não consegui tempo pra isso, mesmo depois de algumas semanas usando o produto. Tem horas que ele tá rápido, outras que tá lento. Precisava realmente desligar tudo da rede, isolar ele num ambiente controlado e fazer os testes. Idem pros outros equipamentos que serviriam de referência, pra ser o mais justo possível e não deixar variáveis externas interferirem nos números. Não é simplesmente pegar meia dúzia de arquivos e copiar, pois cada equipamento tem uma função e carga de trabalho dentro da minha rede. Se eu fizesse algo simplório, os números seriam completamente distorcidos.

     Eu optei pelo D-Link porque foi relativamente barato, se comparado a outros fabricantes, suportava 2 discos de 4TB cada e tinha recursos extras bacanas, como cliente de torrent, servidor de FTP, sistema compatível com Time Machine, etc. A maioria das coisas, de forma bem razoável e tem um custo x benefício bom. Não é um produto excelente. Se você procura por isso, prepara-se pra gastar 4 vezes mais. Mas, na medida do possível, me atendeu.

     Sobre o Cubieboard, muita gente acaba comprando a plaquinha para usar de Media Center. Não foi o meu caso. Apesar dele ter vindo com Android instalado e eu ter feito alguns testes rodando Netflix, arquivos de vários formatos, tanto local como na rede, achei pouco prático o fato dele não reconhecer as interfaces USB Wi-Fi e Bluetooth, que me possibilitariam controlá-lo por um controle remoto ou smartphone. Nas semanas que ele ficou com Android, tive que mexer nele com teclado e mouse com fio.

     O fato é que acabei instalando o Debian na Cubieboard, pois eu queria preencher algumas lacunas que o NAS da D-Link deixou. Em primeiro lugar, o NAS tem um cliente de torrent, mas ele funciona apenas com torrents públicos e uso muito mais torrents privados. Se você não entende nada disso, recomendo que leia esse outro artigo onde explico um pouco mais sobre o assunto.

     Além dessa função, o Cubie por aqui ainda está fazendo proxy transparente para navegação na rede, otimizando os acessos, já que ele faz uma cache pra toda a rede. Também age como servidor de FTP para as minhas câmeras, coisa que eu poderia fazer com o NAS da D-Link, mas não deu muito certo porque ele não permite algumas configurações avançadas que preciso, além de ter um limite máximo de 10 conexões e eu tenho mais câmeras do que isso. Por fim, eu queria ter instalado um HD de notebook na entrada SATA dele, mas não rolou. Quando eu conecto o HD, ele não liga. Provavelmente a plaquinha não tá mandando energia suficiente para o conjunto. Eu já coloquei várias fontes lá e nada. Assim, eu tô usando usando o NAS da D-Link pra ser o destino de gravação do Cubie.

     Eu iria comprar o Cubieboard A20, que é mais poderoso que a versão A10 que eu tenho, mas não consegui. O aparelho esgotou em todos os lugares. Porém, hoje eu recebi um contato do fornecedor que comprei a A10, dizendo que vai me presentear com um, já que eu divulguei o trabalho deles e contribui com um vídeo que eles usaram no site. Provavelmente vou instalar Linux nele também, porque monitorando o uso do meu A10, vejo que a CPU dele está sempre no gargalo. Já adianto que pra mediacenter não é muito recomendado, porque o Netflix não funciona nesse modelo (apenas no A10).

     Sobre o roteador da TP-Link que postei na semana passada, algumas pessoas já tinha me adiantado, antes mesmo da compra, que ele não era lá essas coisas. Como o produto não era muito caro, resolvi pagar pra ver. No final, ainda não me decidi se valeu ou não a pena, pois ele tem altos e baixos.

     O roteador trás enorme na caixa que faz balanceamento de link. Na verdade, essa função é a mais fraca dele. Funciona muito mal e não aconselho pra quem queira pegar 2 ou mais links, achando que vai somá-los num único de velocidade superior. Porém, quando um link cai, ele percebe isso e não deixa quem tava usando esse link sem internet. No entanto, na hora que o link volta, ele demora a mandar o fluxo original pra esse destino, o que é um tanto chato. Mas, vamos lembrar que é um equipamento de menos de R$ 130,00! Tem equipamentos de milhares de reais que fazem isso com perfeição.

     Antes de comprar o TP-Link, eu tinha 3 redes Wi-Fi: Speedy, Via Rádio e 3G da TIM. Quando eu precisava trocar de rede, tinha que me conectar diretamente no roteador sem fio delas. Com isso, eu perdia acesso a todos os outros computadores e equipamentos da minha rede. Era um inferno! Agora, eu entro no TP-Link e digo: esse equipamento agora sai pelo Speedy e não mais pelo Via Rádio. Geralmente isso funciona de imediato. Tem horas que demora alguns segundos e outras só reiniciando. Mesmo assim, tá melhor do que era antes.

     Acho que ainda vale a pena comentar sobre o caso do meu Galaxy Note 2. pra quem não se lembra, ele foi três vezes pra autorizada, sendo que da última ainda não voltou. Das duas primeiras ele ficou cerca de 20 dias e voltou com o mesmo problema. Parece que nem tinham mexido. Porém, essa semana, o pessoal que cuida do perfil da Samsung no Twitter, vendo minhas insistentes reclamações, me ligaram pra ajudar. Hoje, retornaram dizendo que foi autorizada a troca por um novo, que deve chegar entre 10 a 20 dias úteis. É muito? Sim. Deu trabalho? Deu. Mas pra quem estava desde junho sem o aparelho, já tinha usado ReclameAqui, Procon e a perspectiva era enfrentar meses no Juizado Especial Civil, melhor assim.

     Outra coisa que muita gente andou me perguntando é sobre os cartões da SanDisk com problema. Eu mandei tudo pra eles em julho, conforme me solicitaram, o prazo que me deram vence hoje e nem sinal dos novos cartões. Sinceramente, tô tão atolado que não tive tempo de brigar mais por isso. Vou esperar até o final do mês e, se ae não chegar, vejo o que vou fazer.

     Sobre o meu processo contra a Vivo, ainda não foi marcada audiência. Acho que nem vai, pois o juiz optou por fazer um julgamento com base nas provas apresentadas. A Vivo, desorganizada como ela só, anexou ao processo dois canhotos de notas fiscais assinadas por mim. Porém, não eram dos produtos que não entregaram e sim de outros produtos que comprei com eles. Não sei se tentaram fraudar a parada, se são muito burros, se quiseram ver se colava ou o que. O fato é que o caso ainda está andando.

     Tem ainda o meu processo contra o Mercado Livre. Assim como no caso da Vivo, ainda tá correndo e o juiz dispensou audiência. A alegação do Mercado Livre é que bloquearam minha conta porque eu violei os termos de uso, anunciando um produto por um preço muito baixo. Oi? A intenção não é vender? Vou vender num preço mais alto, se posso fazer mais barato, por qual motivo? Detalhe: ignoraram que o próprio comprador tinha me qualificado como positivo e autorizado a liberar a grana. E tem mais, só me responderam depois de meses, quando o processo deve ter chegado pra eles, pois até então, estavam me ignorando.

     Deu pra ver, num post com mais de 1.500 palavras, que a correria aqui realmente está grande, né? Se você deixou comentário no Instagram, no Twitter, mandou email e não teve resposta, ao invés de nutrir o seu ódio por esse gordo tecnológico, tenta se por um pouco no meu lugar e ver que as coisas não estão fáceis.

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jun 22

Review do D-Link ShareCenter DNS-320L

10 Comentarios »Postado por GordoGeek em 22/06/2013 às 15:57h

     Essa semana eu comprei o D-Link ShareCenter DNS-320L por R$ 399,00 via Mercado Livre. Acabei escolhendo ele e não outras marcas bastante conhecidas como Drobo, Synology e outras por um motivo simples: preço. Basta uma rápida pesquisa pelas marcas citadas e você vai encontrar preços que passam facilmente dos R$ 1.500,00.

     Quando eu comentei que estava comprando um NAS, muita gente me perguntou porque não usar um PC para a mesma função e, novamente, a resposta é preço. Dessa vez, da energia. Enquanto um dispositivo dedicado como esse NAS gasta em torno de 20w de energia, um PC gasta uns 80w. Isso, no final do mês, acaba dando uma diferença de uns R$ 30,00 na conta. Parece pouco, mas em um ano, você praticamente pagou o investimento feito na compra do NAS.

     Esse equipamento da D-Link é bem bonitinho, tem baixo consumo de energia e é um dos poucos a suportar HDs de 4TB. Como ele tem duas baias, dá pra chegar a 8TB. Caso queira usar como RAID, espelhando a informação de um em outro, permanecem os 4TB, mas aumenta-se a segurança das informações. Porém, ele tem USB 2 (e não 3, como seria desejável) e notei alguns problemas com o software. Além de só ter opção de inglês, estou tendo graves problemas no acesso dos dados, pois nem sempre ele respeita as permissões configuradas e um usuário acaba vendo informação que não deveria ou o contrário, não vê o que deveria.

     Conforme eu deixei claro no vídeo, esse é um vídeo de primeiras impressões. O equipamento está comigo não tem nem uma semana e ainda vou explorá-lo mais, buscar em fóruns, ligar na assistência pra ver se isso é bug ou erro de configuração, etc. A princípio, eu não recomendaria a compra do equipamento. Quem sabe essa opinião mude…

     Update 27/08/2013 16:54 => Demorei muitos meses pra fazer um teste de performance, que muitos me pediram. Isso ocorreu porque não era simplesmente pegar uma pasta, copiar e marcar o tempo. Para ser o mais correto possível, tinha que desligar tudo na minha rede, de forma que outros dispositivos não acessem o NAS e o Time Capsule, gerando uma distorção nos resultados.

     Isso dito, o meu Time Capsule é um modelo 2012 e além do HD interno de 2TB, tem também um HD de 3TB plugado via USB. Já no NAS, tenho um HD de 2TB num slot e outro de 3TB em outro. Já comprei dois novos HDs de 4TB, que é capacidade máxima do dispositivo, mas o vendedor do Mercado Livre está me enrolando pra enviar. Como o preço dele é bem abaixo dos outros e ele possui boas qualificações, resolvi esperar ao invés de pedir o dinheiro de voltar e comprar com outro.

     Usei nos meus testes uma pasta de 1.75GB com 99 itens diversos, tendo fotos, vídeos, músicas e documentos. A cópia no Time Capsule demorou 1:23 minuto no HD interno e mais de 3 minutos na porta USB. No caso da NAS, demorou bem menos, sendo 59 segundos no HD de 2TB e 45 segundos no de 3TB.

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mai 01

Quer usufruir do Netflix? Não compre o Boxee Box.

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 01/05/2012 às 07:13h

     Conforme comentei anteriormente aqui no blog, comprei um D-Link Boxee Box. Hoje eu recebi o produto e gostei de várias coisas nele, mas que foram completamente ocultadas por um enorme problema: não funciona Netflix. O pior de tudo foi o posicionamento por parte da D-Link ao explicar os motivos do não funcionamento. Eu sinceramente não gosto de me relacionar com empresas com esse tipo de postura e penso em devolver o produto.

     Se você der uma rápida procurada no Google pelo Boxee Box, vai ver que existem dezenas de matérias anunciando a chegada do produto e dizendo que o mesmo seria compatível com o Netflix. Na prática, infelizmente isso não acontece, o que motivou inúmeras reclamações contra a D-Link no site ReclameAqui. Pelo que pude notar, a empresa tem entrado em contato com os consumidores e alegando que, por motivos contratuais, não pode habilitar o serviço aqui.

     Como eu já havia antecipado no outro post, o Boxee Box é um minicomputador equipado com uma CPU Intel Atom e roda uma versão modificada do Linux. O usuário final nem fica sabendo disso, pois quando o aparelho inicia, ele cai direto na interface do Boxee. Assim, é de se imaginar que ele rode tudo como num computador. Ao tentar entrar no site da Netflix, ele carrega normal, permite que faça o login, mas ao clicar em qualquer ítem, ele avisa que o dispositivo não é compatível.

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mai 06

AirPort Extreme: nem tão bom assim

21 Comentarios »Postado por GordoGeek em 06/05/2011 às 17:16h

     Ontem eu escrevi aqui no blog sobre o AirPort Extreme, o roteador sem fio topo de linha da Apple. Pelos meus testes, a uma curta distância, a performance do equipamento é mesmo sensacional. Porém, ocorre uma degradação severa de performance conforme se distância da base e nem precisa ser tanto assim.

     No local padrão onde o roteador fica em casa, num outro piso, há cerca de 10 metros do meu escritório, o D-Link copiou 4,5GB de arquivos em 15 minutos. Já o AirPort Extreme, pro meu total desgosto, levou cerca de 1 hora. Ou seja, muito pior.

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mai 05

O AirPort Extreme é isso tudo? Confira aqui o review.

3 Comentarios »Postado por GordoGeek em 05/05/2011 às 23:32h

     Há anos eu ensaio comprar um AirPort Extreme, mas o seu alto custo sempre me desmotivou. Acabei “sofrendo” várias vezes usando roteadores mais baratos, de marcas bastante conhecidas, como D-Link e Linksys. Até que, no mês passado, resolvi usar a comissão do blog pela venda de produtos da própria Apple pra efetivar a compra. Aliás, obrigado a quem sempre compra na Apple através de nossos banners. Isso é muito importante pra nos deixar motivados a postar por aqui.

     Já convencido que eu deveria investir num equipamento melhor, minha dúvida agora era se escolhia o AirPort Extreme ou o Time Capsule, que é basicamente o AirPort Extreme com HD integrado. Minha razões pela escolho do AirPort Extreme estão aqui nesse outro post, que fiz no mês passado. Em resumo, pesou muito a desconfiança sobre a durabilidade do equipamento, como vocês podem ver melhor os motivos no outro post.

     Decidido a comprar o produto, fui na Apple Store Online e fechei o pedido, mas fiz um erro na hora de colocar a ordem e optei pelo pagamento à vista. Como não existe desconto pra essa forma de pagamento, queria alterar para 12 vezes sem juros no cartão. Liguei no pós-venda cerca de 10 minutos depois do pedido colocado, mas fui informado que eles não poderiam mudar. Eu teria que cancelar o pedido e colocar outro. Pior, me informaram que o pedido já tinha sido processado e eles iriam despachar o pedido, cobrar no meu cartão e depois eu teria que remetê-lo de volta, pedindo reembolso. Burrice, não? Mas não adiantou argumentar.

     Só pra variar, houve um problema com a famosa Rapidão Cometa, empresa responsável pelas entregas da Apple no Brasil. Estouraram prazo, não repassaram informação correta pra Apple na devolução, etc. Um verdadeiro desprazer que poderia ter sido evitado se a Apple tivesse o mesmo cuidado que tem com seus produtos, na escolha dos seus fornecedores e na flexibilidade dos seus procedimentos. Mas bem, esse post é pra falar do AirPort Extreme. Vamos a análise!

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