fev 15

Saiba como quebrar o DRM de livros da Google Play

4 Comentarios »Postado por GordoGeek em 15/02/2013 às 01:51h

     Na semana passada eu escrevi aqui no blog sobre como quebrar o DRM de livros comprados na Amazon. A intenção do artigo não foi incentivar a pirataria, uma vez que os livros já foram devidamente pagos, mas como possuem proteção de direitos autorais e estão num formato incompatível com leitores de ePub (como o Kobo), o “truque” ensinado foi necessário pra ajudar quem pagou por algo e não conseguiu usufruir do produto.

     Hoje eu estou supondo que o cenário seja o oposto do anterior: alguém que tenha comprado livros na loja da Google e tenha um dispositivo Kindle. Eu tenho um Galaxy Tab de 7” e gosto muito dele pra vários usos. Porém, por mais que eu tentasse, não consegui me adaptar ao leitor de ebooks da Google. Ele é lento, os recursos são limitados e meio confusos. O recurso que mais me interessou (leitura de textos com voz) não está disponível na minha língua. Assim, nada melhor do que ler num ereader com tela e-ink, como Kindle, Kobo, etc.

     Como o meu Galaxy Tab tem root, eu tenho acesso a todo sistema de arquivos do mesmo. Assim, naveguei por ele até a pasta onde ficam os livros, mas ao invés de encontrar apenas um arquivo epub pra cada livro, achei dezenas de .html num diretório de nome muito estranho (um por livro). Assim, esse tutorial (com várias imagens) tem a intenção de guiá-lo nesse procedimento usando apenas o computador, não sendo necessário nenhum tablet ou smartphone.

     Caso você não tenha lido o artigo anterior e feito as modificações necessário no Calibre, você terá que implementá-las primeiro. Feito isso, volte pra cá. É importante dizer que a primeira etapa desse tutorial abrange como conseguir o arquivo .epub e a segunda, como quebrar seu DRM e ter acesso ao arquivo .mobi (Kindle) ou qualquer outro compatível pelo Calibre.

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fev 07

Saiba como quebrar o DRM de livros da Amazon

12 Comentarios »Postado por GordoGeek em 07/02/2013 às 00:21h

     Nas últimas semanas eu fiz uma série de artigos, inclusive com muitos vídeos, comparando os leitores de livros digitais Kobo (distribuído no Brasil pela Livraria Cultura) e Kindle (da gigante americana Amazon). Dois fatores contam muito a favor do Kobo: o leitor e cartões microSD (que permite expandir a capacidade de livros disponíveis no dispositivo para a ordem de milhares) e sua maior compatibilidade com os formatos de e-books vendidos, inclusive o famoso ePub.

     Eu testei o Kobo Touch e o Kobo Glo por alguns dias e infelizmente não me adaptei. Pra quem vai comprar todo conteúdo a ser lido pela Livraria Cultura ou Kobo Books, a experiência pode ser positiva. Porém, pra quem já tem conteúdo comprado em outras lojas (como a Amazon) ou vai colocar outros tipos de documentos, como trabalhos de faculdade, artigos científicos e outros, o Kindle é bem mais interessante. Isso porque, ao contrário do Kobo, o e-reader da Amazon sincroniza suas notas, destaques e posição que parou a leitura em todo o tipo de documento e não apenas em livros comprados na loja deles. Ou seja, muito mais flexível! Além disso, todos os documentos ficam disponíveis na nuvem da Amazon e basta um clique para baixá-los em um novo dispositivo.

     Eu sou um fã declarado do Kindle, mas confesso que a Livraria Cultura saiu na frente, trazendo aparelhos com mais recursos ao público brasileiro. A Amazon está comercializando apenas a versão mais simples do seu e-reader, sem a tela touch e sem iluminação própria. Dessa forma, não querendo mais aguardar a boa vontade de empresa americana, muitos leitores acabaram comprando versões do Kobo, mesmo que esse não fosse seu dispositivo favorito.

     Essa semana alguns leitores me pediram pra fazer um artigo explicando como quebrar o DRM dos livros comprados na Amazon. Não que eles estejam com intenção de piratear os livros (alguns até podem estar), mas a maior parte deles vai fazer o chamado “fair play use”, ou seja, eles compraram os livros na Amazon, mas como atualmente tem aparelhos Kobo e esse não é capaz de ler os livros com DRM da concorrente, é necessário esse pequeno “truque” para que eles tenham acesso a um conteúdo que eles já pagaram e não seria justo ter que comprar novamente na Livraria Cultura.

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mar 29

Wondershare: retirando DRM das músicas e vídeos

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 29/03/2011 às 14:56h

     Depois de testar quase duas dezenas de aplicativos para remover o DRM das músicas wma baixadas no Zune, afim de poder ouví-las no meu iPhone, finalmente encontrei um que realmente funciona: Wondershare Media Converter.

     Além de remover DRM das músicas da Microsoft, o software também remove o DRM das músicas da iTunes Store e também trabalha com vídeos. Infelizmente, ele é mais lento do que eu gostaria, pois ele não altera o arquivo original, apagando o DRM e sim, lê o arquivo todo e converte para um formato sem DRM. Uma música de 4 minutos costuma demorar cerca de 35 segundos. Ao menos toda informação de tags da música é recriada no novo arquivo, ou seja, basta você jogar pro iTunes e o arquivo estará identificado corretamente, com nome da música, álbum, cantor, etc.

     O software infelizmente só tem versões pra Windows. Dos vários que testei, tinham alguns pra Mac, mas nenhum funcionou adequadamente. Caso queira testar, você pode baixar no site do fabricante. A versão completa custa USD 39.95, mas se você é daqueles que vive no lado negro da força, pode encontrá-lo facilmente em sites de torrent, como o The Pirate Bay. Mas não faça isso, ok? Já que você comprou a música, pagou o direito autoral, vai piratear o software pra que?

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jan 14

iTunes Store: ‘naba’ oculta

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 14/01/2009 às 00:37h

     A iTunes Store foi um dos serviços mais brilhantes lançados pela Apple e Deus sabe o quanto isso deve ter sido difícil de acontecer, pois as gravadores se cagavam de medo de adotar esse modelo de negócios, onde uma pessoa podia comprar apenas uma música por USD 0.99 ao invés de ter que levar o albúm inteiro por USD 9.99. Contudo, Steve Jobs ligou seu campo de distorção de realidade e conseguiu fazer com que elas aceitassem. Evidente, com algumas condições…

     Com a possibilidade do usuário comprar apenas as músicas que interessavam, sem ter que levar o CD todo, as gravadores já ficaram muito preocupados, mas outro fato ainda despertava o receio delas: a pirataria. E para isso, a Apple teve que criar um DRM (Digital Rights Management) que as deixasse mais calmas e confiantes que isso não colocaria seus negócios no ralo.

     Uma das boas notícias que surgiram na MacWorld 2009 foi o anúncio do fim do DRM para boa parte do acervo disponível na iTunes Store a partir de abril. De lambuja, veio a flexibilização dos preços, que agora vão de USD 0.69 a USD 1.29. E claro, para aqueles que já tem suas músicas compradas com DRM e quiserem fazer a ‘libertação’, uma taxinha de USD 0.29. Algumas pessoas já pararam para fazer as contas e se todos que compraram uma música fizerem o procedimento, serão mais alguns bilhões de dólares para o bolso das gravadoras.

     Hoje tomei conhecimento de que a Apple irá ‘marcar’ as músicas sem DRM com a conta do cliente da iTunes Store (através do email de cadastro), de forma que se alguém começar a jogar as músicas em redes P2P, fique fácil localizar a origem da mesma. Eu tenho absoluta convicção que em breve irão desenvolver algum crack para quebrar isso, até mesmo podendo ser incorporado a própria iTunes. Evidentemente que apenas os mais desinformados vão ser penalizados caso ‘mijem fora da bacia’.

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jan 06

DRM: será o fim?

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 06/01/2009 às 12:55h

     Sempre que se fala em DRM, a Apple tira o corpo fora e diz que por ela, isso não mais existiria e que só é dessa forma por imposição dos seus parceiros (leia-se gravadoras e estúdios).

     Hoje estão surgindo rumores que muito provavelmente a Apple vai expandir o conteúdo sem DRM ou até mesmo ‘liberar geral’, deixando todo o conteúdo da iTunes Store livre de DRM.

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nov 26

Drops de Maçã – Episódio 00g (Beta)

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 26/11/2008 às 19:55h

     Assuntos abordados: Campus Party, IBM x Apple, iMac Multitouch by LG, Quicktime e DRM, Pentágono bloqueia pen-drive, celulares Omnia, Porsche, revolvér-celular, câmera do iPhone, SaveMyDocs, My-Mood, Top-Secret, Lenovo.

Episódio 00g – MP3

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