ago 30

O que fazer para não quebrar seu drone no primeiro voo

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 30/08/2017 às 01:23h

     Quando a DJI lançou o Mavic Pro oficialmente no Brasil, ele chegou pela bagatela de R$ 9.000,00 nos revendedores autorizados. Atualmente, você já consegue encontrar o Mavic por metade desse valor e o Phantom 3 Standard na casa dos R$ 2.000,00. Mesmo assim, não estamos falando de um “brinquedo” dos mais baratos e alguns cuidados são necessários antes de sair voando por ae. Esse post me baseando no Mavic Pro, porém, a maioria das dicas é válida para toda a linha DJI e também outros drones.

    Minha primeira dica pra quem compra um drone é ler esse outro post onde eu descrevo os trâmites burocráticos para voar um drone no Brasil. Sem isso, você pode dar o azar de ser pego numa fiscalização e perder o aparelho, além de responder um processo, o que não é nada agradável (e barato).

     Isso dito, acredito que 99,99% das pessoas que compra um drone, seja para recreação, seja para trabalho, ficam contando os minutos e olhando o tracking do pacote de hora em hora, pra conseguir por as mãos no bichinho e sair voando. Porém, todo esse entusiamo é um tremendo perigo, pois torna as pessoas negligentes e acabam pulando etapas importantes antes da decolagem.

     A primeira recomendação que dou para os droneiros de primeira viagem é carregar a bateria do drone, controle remoto e o celular que será utilizado para a visualização e apoio da operação. Isso porque, mesmo que sua intenção seja fazer um primeiro voo muito curto, podem ocorrer imprevistos e, sem experiência e sem bateria, as coisas ficam muito mais difíceis.

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ago 23

Como regularizar seu drone pra voar tranquilo

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 23/08/2017 às 00:52h

     Muita gente ainda não sabe, mas não basta apenas carregar seu drone, buscar um local pra decolar e sair brincando. Antes de dar o pontapé inicial, você precisa seguir alguns procedimentos relativamente simples, mas que muita gente tem deixado de lado, o que pode causar problemas legais, apreensão do equipamento, entre outras dores de cabeça.

     A primeira coisa é ter um drone homologado pela Anatel. Mesmo que você tenha comprado seu drone fora do pais, se o modelo é vendido aqui oficialmente, seja pela própria fabricante, seja por revendas autorizadas, muito provavelmente ele já possui a homologação na agência reguladora responsável por equipamentos que emitam radiofrequência. Assim, não há com o que se preocupar, pois o fabricante já enviou pra Anatel tudo que era necessário. Porém, se o seu drone não é vendido oficialmente por aqui, será necessário homologá-lo preenchendo um cadastro e pagando uma taxa de R$ 200,00.

     Uma vez que o drone possui autorização da Anatel, agora você precisa cadastrá-lo na ANAC, outra agência reguladora, dessa vez, da aviação civil. Se o seu equipamento tiver menos de 250g, está livre do cadastro. Se tiver acima disso, até 25Kg, precisa fazer um breve cadastro aqui. Feito isso (não leva 5 minutos), imprima a matrícula da sua aeronave e leve sempre com você nos voos. Importante frisar que essa autorização é válida apenas para voos até 120 metros. Se a intenção é voar acima desse teto, serão necessários licença, habilitação e certificado médico aeronáutico.

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ago 26

Mini drone Parrot: review do robozinho Jumping Sumo

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 26/08/2015 às 01:50h

     Me aponte um geek que não sonha em ter robôs em casa e lhe direi que ele é um geek fajuto! Pra quem nasceu nos anos 80, como eu, ver tantos “brinquedos” com alta tecnologia hoje em dia é um sonho que parecia muito distante. E olha que nem cheguei aos 40! Provavelmente, meus filhos vão ter disponíveis coisas que ainda nem conseguimos imaginar quando chegarem na minha idade.

     Faz anos que sonho em comprar um drone, mas como a Anac não regulamentou o uso no país e ouvi casos que a Receita Federal anda aprendendo os brinquedos de quem compra no exterior, tive que deixar quieto, mesmo vendo drones com câmera a partir de USD 200. Assim, me contentei com o Jumping Sumo, um robozinho de USD 160 e que, se não voa, ao menos dá uns saltos animais.

     O Jumping Sumo é fabricado pela Parrot, uma marca bastante conhecida quando o assunto é drone. Ele foi apresentado na CES desse ano e fiquei babando. Eu comprei ele ontem na Bestbuy e dei uma brincada no quarto da casa onde estou ficando. Apesar de não ter muito espaço, foi uma boa diversão.

     O robozinho cria uma rede Wi-Fi e você se conecta nela com seu dispositivo, que pode ser iOS ou Android, tablet ou celular. Depois, abre o app e pode fazer algumas configurações (como trocar o nome da rede Wi-Fi) ou já sair rodando com ele. É muito fácil de controlar, com uma “manivela” que vai pra frente e pra trás no lado esquerdo e outra que faz os movimentos laterais na direita. É possível dar uma volta de 180 graus facilmente, apenas com um movimento. Além disso, ele vem com animações e pulos pré configurados, bastante apertar um único botão.

     A primeira parte chata do brinquedo é seu preço: USD 160. A segunda é que ele parece bem frágil, especialmente as rodas, feitas de um material que lembra isopor ou EVA (não sei quantos pulos ele aguenta). Terceiro é a autonomia de bateria, limitada em apenas 15 minutos e leva insanas 2 horas de uso pra carregar. Por fim, a qualidade da câmera é SD e, como é feita a transmissão via Wi-Fi, deixa um pouco a desejar.

     Se você não se importar nem um pouco com a atual taxa de câmbio e tiver dinheiro pra gastar, pode comprar que vai se divertir. Compre também umas peças extras (caso as que vem com ele não aguentem) e umas baterias adicionais também. Mas, se você é como eu e tem que pesar muito o custo x benefício (dólar subindo diariamente), melhor não encarar a brincadeira.

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