dez 02

Alguns comentários sobre o Microsoft Lumia 435 DTV

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 02/12/2015 às 17:23h

     Há alguns meses eu comprei alguns modelos de Lumia pra fazer um super comparativo. Porém, a preguiça bateu forte e acabei deixando isso pra lá. Mas ontem, um amigo me pediu uma opinião sobre o Lumia 435 DTV e resolvi fazer ao menos um vídeo sobre ele.

     O aparelho basicão da Microsoft surgiu em promoção nessa semana em virtude da Black Friday/ Cyber Monday e as pessoas ficaram se perguntando se valia a pena pagar R$ 300 por ele. Vale! Veja o vídeo acima e tire suas próprias conclusões. Ah… Se gostou, deixa o joinha que me ajuda muito.

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jan 28

Vale a pena pagar cerca de R$ 200 no Nokia X?

4 Comentarios »Postado por GordoGeek em 28/01/2015 às 15:39h

     Há quase um ano a Nokia anunciava o Nokia X, um aparelho que aparentemente roda Windows Phone, mas debaixo do capô, o que move o gadget é uma versão modificada (fork) do Android. Esse era um dos planos B da finlandesa pra tirar o pé da lama, antes de ser engolida pela gigante Microsoft.

     Apesar do projeto ter sido rapidamente abortado, logo após Redmond ter assumido o controle da Nokia, alguém da subsidiária brasileira deve ter visto aquelas pilhas de aparelhos mofando em algum galpão e resolveu colocá-los no mercado, baratinho, pra desová-los. Mas vale a pena pagar cerca de R$ 200 num aparelho descontinuado?

     Pra quem, como eu, é amante de tecnologia, é a chance de ter um aparelho emblemático em casa. Mas e todos os outros meros mortais? Se você for um hard-user, acostumado a aparelhos topo de linha, com certeza o Nokia X não é pra você. Ele vale a pena pra quem tem uma verba muito limitada e quer um aparelho básico, com acesso a redes sociais, comunicadores instantâneos, etc.

     Atualmente você pode encontrar no varejo aparelhos como o Lumia 530 na faixa de R$ 300 e o Motorola Moto E na faixa de R$ 400. Então será que não vale a pena gastar “um pouco” mais e pegar aparelhos “melhores”? Pelos meus testes, acho que a performance do Nokia X é bem interessante. Como dá pra ver no vídeo, não possui a mesma fluidez de outros aparelhos citados, mas com um pouco de paciência, dá pra usar numa boa. E, o preço dele, está extremamente interessante, pelo que entrega de experiência de uso.

     Update 28/01/2015 17:58h => Infelizmente, “alegria de pobre dura pouco”. O preço de R$ 199 era, pelo visto, apenas uma promoção e ela acabou. Agora, o preço do Nokia está por volta de R$ 400, o que o torna inviável, já que, nesse cenário, compensa pegar um Lumia ou um Moto E.

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out 02

Primeiras impressões do Novo Moto G DTV 2014

5 Comentarios »Postado por GordoGeek em 02/10/2014 às 16:18h

     No ano passado a Motorola anunciou em novembro um dos seus melhores produtos até hoje: o smartphone Moto G. O aparelho fez um enorme sucesso por possuir um excelente custo x benefício, sendo campeão de vendas e críticas, seja dos veículos especializados, seja dos próprios consumidores. Agora em setembro, ela anunciou a segunda geração dos aparelhos. Será que acertou de novo?

     Muita gente critica a Apple quando essa lança novos iPhones “apenas” melhorados, não promovendo uma verdadeira revolução ano após ano. O que a Motorola fez com a segunda geração do Moto G foi exatamente isso: uma melhoria e não uma revolução. Ou seja, ela ouviu os consumidores e lhes entregou um produto parecido, porém melhor ao do ano anterior, sobretudo focando naquilo que seu cliente realmente queria.

     Em maio desse ano, quando a empresa anunciou o Moto E, ela já havia disponibilizado uma nova versão do Moto G, com microSD e 4G, duas das coisas mais pedidas pelos consumidores. Nos modelos anunciados em setembro, infelizmente não veio o 4G, mas vieram a TV digital, suporte a cartões microSD, tela maior, uma câmera melhor e o mesmo preço incrível para a categoria.

     Além do 4G, algumas pessoas reclamaram que tanto a CPU, como a memória RAM, permaneceram a mesma. Ora, upgrade, todo mundo deseja, mas será que ele é realmente necessário, ainda mais num produto com boa performance e que faz de tudo para se manter acessível? Com uma CPU Qualcomm Quad core de 1.2GHz e 1GB de RAM, era desejável, mas não imprescindível um upgrade. E a Motorola fez o mais lógico: focou no preço.

     Eu já usei (e tenho ainda na gaveta) vários smartphones topos de linha lançados no Brasil, como o Samsung Galaxy Note 3, o Galaxy S5 e o Sony Xperia Z2. Contudo, conforme eu escrevi nesse outro post, eu abri mão deles pela fluidez que encontrei no Motorola Moto X e no LG Nexus 5. Contudo, mexendo no Moto G de segunda geração, fiquei tentado a trocar o Nexus 5 por ele, uma vez que ele oferece boa performance, microSD, dual chip e TV, coisas que eu aprecio num aparelho.

     Um breve comentário sobre a câmera do Moto G: a anterior era bem fraca e a nova, além de mais megapixels, está mais rápida e com uma qualidade superior. Não dá pra comparar com aparelhos topo de linha, mas a câmera passou de ruim para aceitável.

     Apesar de estar com o aparelho a menos de um dia e esse ser um post de primeiras impressões, por tudo que li do aparelho e vi de amigos que já tem o Moto G, acredito que possa recomendá-lo a boa parte das pessoas que procura um smartphone bacana, num custo não muito elevado. Se vou gostar dele depois de 1 semana de uso intenso, só o tempo dirá. Mas as primeiras impressões foram, novamente, muito boas. Palmas para a Motorola, que até bem pouco tempo era ofuscada pela Samsung e conseguiu dar a volta por cima.

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mai 13

Motorola anuncia Moto E dual-sim/ TV e Moto G com 4G

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 13/05/2014 às 10:47h

     No ano passado o CEO da Motorola veio ao Brasil para fazer o lançamento mundial da linha Moto G, um smartphone de baixo custo que agradou bastante o mercado e teve críticas muito positivas. Apostando num mercado que quer pagar ainda menos por um telefone, a empresa trouxe esse ano a linha Moto E, que foi anunciada hoje de manhã numa coletiva em São Paulo. O Henrique Cunha esteve lá para nos representar e colher as novidades.

     Durante os últimos dias, vazaram muitas informações sobre o Moto E, inclusive através de lojas parceiras. Se foi intencional ou não, como forma de jogar mais lenha na fogueira dos rumores e gerar mídia, ninguém sabe. Mas testes nos aparelhos ainda não rolou e tenho minhas dúvidas se uma CPU dual-core vai conseguir ter um desempenho tão bom (ou ao menos razoável) como teve o Moto G. Talvez o 1GB de RAM consiga aguentar o tranco, mesmo com uma CPU mais fraca.

     Outra dúvida que tenho é com relação a linha de produtos da Motorola. A empresa parece que deixou de lado (ao menos por enquanto) os aparelhos topo de linha e resolveu apostar nas categorias de entrada e intermediária. Atualmente você ainda consegue encontrar nas lojas o RAZR D1 e D3, além de 5 versões de Moto G (Single, Dual, Colors, Music e Brasil), Moto X e com a chegada dos Moto E, complicou ainda mais. O que comprar? Diferente da Apple, que não dá muita opção ao consumidor, a Motorola parece que optou pela mesma estratégia da Samsung, deixando o consumidor bem a vontade pra ver o que se encaixa melhor no seu perfil e no seu bolso.

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mai 27

Considerações sobre o Motorola RAZR D1

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 27/05/2013 às 11:50h

     Já tem quase 3 meses que estou com o Motorola RAZR D1 (comprei logo que foi anunciado) e não tive tempo de gravar um review ou fazer um post sobre ele. Como o aparelho tem um excelente custo x benefício e estou sempre indicando-o via Twitter, me vi obrigado a fazer esse post com algumas considerações sobre ele, de forma a otimizar o meu tempo quando eu indicá-lo.

     O aparelho tem um visual muito parecido com seu “irmão mais nobre”, o RAZR i, mas ao segurá-lo, você nota que as aparências enganam. O acabamento do RAZR D1 não é nada premium, feito de plástico. Porém, ele tem uma excelente pegada e é resistente. Nesse tempo todo que está comigo, já caiu no chão algumas vezes e não tem um risquinho sequer. Se fosse um iPhone 4S/ 5 ou Galaxy Note/ S4 que tivesse caído, provavelmente estaria chorando por ter que gastar R$ 800,00 num reparo. Lembra aqueles aparelhos mais antigos, que virava e mexia beijava o chão e não acontecia nada.

     Além do material pouco refinado, algumas outras coisas contam contra o aparelho: tela, espaço em tela e câmera. O ponto negativo mais grave é a tela, que tem apenas 3.5” (mesmo tamanho dos iPhones antigos), com uma resolução que beira o ridículo (320 x 480), usando uma tecnologia muito defasada (TFT). Imaginem eu comutando meu trabalho diário entre um Galaxy Note 2, com tela de 5.5” (ultra HD Amoled) e um RAZR D1. Chega a ser bizarro!

     A Motorola teve que fazer alguns sacrifícios para conseguir um preço baixo no RAZR D1. Um dos cortes mais significativos foi no espaço interno, pois ele vem com apenas 4GB. Apesar de pouco, consegui instalar quase tudo que tenho no Note 2, como Twitter, Facebook, Instagram, Foursquare, Getglue e vários outros apps e joguinhos. Ele ainda tem suporte a cartões microSD, mas como esse serve basicamente para levar documentos e multimídia, a instalação dos apps fica limitado ao armazenamento nativo. Isso pode ser um problema dependendo do perfil do usuário. Acredito que para a maioria, não atrapalhe tanto. Basta saber dosar.

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