mar 19

Amazon finalmente lança Kindle Paperwhite no Brasil

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 19/03/2013 às 12:02h

     Demorou! Como demorou! Quem aprecia bons momentos de leitura não vai ter mais que pedir favor a um amigo que vai viajar aos Estados Unidos ou pagar um enorme ágio pelo preço praticado no Mercado Livre para ter o melhor e-reader que seu dinheiro pode comprar.

     Novamente a Amazon usou a sua parceira Ponto Frio para vender os aparelhos por aqui. Parece que aquela velha novela da operação nacional começar pra valer ainda vai ter muitos capítulos. Mas vamos ao que interessa: preços!

     Infelizmente o preço não é tão baixo quanto o praticado lá fora (ridiculamente baixo), mas assim como aconteceu com o primeiro Kindle que apareceu oficialmente por aqui, tá bacana e justo. A versão apenas com Wi-Fi está saindo em R$ 479,00 em 12 vezes no cartão ou R$ 431,10 no boleto. Já a versão com 3G, que sinceramente não vale muito a pena, sai por R$ 699,00 em 12 vezes ou R$ 629,10 à vista.

     A Livraria Cultura não perdeu tempo e tratou de baixar o preço do Kobo Glo, dando R$ 50,00 de desconto e agora sai por R$ 399,00 em 10 vezes no cartão. É muito bacana ver a concorrência se movimentando de maneira tão rápida. No passado, quando do lançamento do Kindle no Ponto Frio, em questão de horas, a Cultura também mexeu nas condições de pagamento, estendendo para 10 parcelas ao invés de 3.

     Quando eu comentei sobre essas duas notícias no Twitter, lógico que choveram as velhas perguntas de sempre: “qual vale a pena comprar?”. Pro meu gosto pessoal, mesmo o Kobo Glo sendo mais barato, não compensa. Apesar dos produtos serem muito similares, com leve vantagem ao Kindle Paperwhite, a plataforma da Amazon é o que realmente pesa na balança, sendo muito superior a da Cultura/ Kobo Books. Transferir um arquivo que você já tenha para o Kindle, através da nuvem da Amazon, é incrivelmente fácil. E a sincroniza entre os dispositivos então? É muito melhor!

     Em relação a versão com 3G, que mencionei que não compensa, pra que afinal ela serve? No passado, a Amazon subsidiava (sabe-se lá Deus como) todo o tráfego de internet originado dos seus dispositivos. Isso era excelente porque você teria 3G gratuito com roaming global a custo zero. Evidente que alguém lá parou pra fazer as contas e viu que não era razoável oferecer algo tão bom de graça. Atualmente o 3G serve apenas pra comprar livros, sincronizar o que você está lendo e consultar a Wikipedia.

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jan 13

Review em vídeo do Kindle Paperwhite

6 Comentarios »Postado por GordoGeek em 13/01/2013 às 13:53h

     Nas últimas semanas falamos muito por aqui sobre os e-reader Kindle e Kobo. O @duzis, do Happy Hour Tech, comprou um Kindle Paperwhite, modelo ainda não disponível no Brasil, com o recurso bacana pra ler no escuro. Configura o vídeo abaixo.

     Me chamou muito a atenção a velocidade do aparelho. Se comparado ao Kindle clássico ou Kobo Touch, dá uma diferença gritante. Além disso, o contraste da tela parece ser muito bom. Dá pra ver que a maior quantidade de pixels na tela faz uma boa diferença.

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Categoria(s): Biblioteca Digital
jan 06

Como melhorar a leitura de PDF no Kindle?

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 06/01/2013 às 22:21h

     Sempre ouvi que e-readers como Kindle e Kobo não eram os melhores dispositivos para leitura de PDF. É um tal de ficar dando zoom in e zoom out que até o mais persistente dos monges desiste. Nesses casos, a melhor solução seria um tablet do tipo iPad ou Galaxy. Porém, hoje recebi umas dicas via Twitter e consegui melhorar a leitura de um PDF que tava interessado.

     Como muitos donos de Kindle já devem saber, todo dispositivo Kindle (e também os apps, para Android e iOS) tem um email exclusivo para envio de documentos (algo como [email protected]). Quando se envia um PDF anexado a esse email, ele simplesmente cai no Kindle como um livro digitalizado. Fica horrível de ler, pois as fontes são pequenas e é impossível aumentá-las. No entanto, se no assunto, você colocar a palavra “CONVERT”, ele será convertido e interpretado como um livro, deixando trocar a fonte, espaçamento, etc.

     Se por algum motivo, você gostar mais do aplicativo Send to Kindle, basta fazer um pequeno ajuste e ele também fará a conversão antes de enviar. É um pouco mais chato que o email e sinceramente, não sei quem iria preferir usar o app, mas fica a dica.

     Queria agradecer ao @PabloSaraiva e ao @BugHead pelas dicas. Graças a eles, consegui ler o PDF que pretendia de maneira mais agradável e menos sofrível. Ah, curioso pra ver a diferença? Aqui é sem conversão e aqui convertido.

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Categoria(s): Dicas
jan 04

Cadê o review comparativo entre Kindle e Kobo?

3 Comentarios »Postado por GordoGeek em 04/01/2013 às 21:57h

     Pouco antes do natal eu comprei um Kobo na Livraria Cultura. Depois de vencido o prazo de entrega, entrei em contato e me disseram que não tem previsão de entrega. Curioso, já que, quando comprei o produto, era clara a indicação no site que tinha o produto em estoque. Me recordo claramente disso pois modelos de outras cores, não tinham.

     Achei uma profunda falta de respeito para com o consumidor os caras saberem que não tem o produto em estoque, vender, depois ficar enrolando pra dar uma satisfação. Se eu não tivesse reclamado, ficaria esperando o produto chegar até quando?

     Quem me conhece sabe que eu sou bem cricri e isso não vai ficar assim. Na segunda-feira irei reclamar no Procon e vou abrir processo no Juizado Especial Civil, pois quero ser indenizado pela palhaçada. Aliás, como de praxe, já fiz a reclamação no site ReclameAqui, para que outros consumidores não caiam nessa roubada.

     Faz quase 2 semanas que venho anunciando no Twitter que comprei o produto pra fazer o review comparativo com o Kindle, todos os dias as pessoas me perguntam a respeito e, devido a extrema incompetência da Livraria Cultura, meu trabalho foi prejudicado. Assim, peço desculpas por não poder cumprir a promessa feita.

     Acredito que meu caso pode ficar de lição pra quem tava na dúvida entre Kindle e Kobo. O Ponto Frio me pediu 5 dias pra entregar e entregou em 2. A Livraria Cultura pediu 12 dias, não entregou e nem teve o cuidado de me avisar. Tremendo #fail

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dez 27

Motivos para NÃO comprar um Kindle

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 27/12/2012 às 22:18h

     Nas últimas semanas os brasileiros foram “presenteados” com a abertura de várias lojas virtuais de livros vinculadas a grandes empresas, como Apple, Amazon e Google. Com elas, também chegaram ao mercado nacional os e-readers Kobo (Livraria Cultura) e Kindle (Amazon). E assim, diariamente, venho recebendo perguntas do tipo: “Devo comprar um Kindle? Vale a pena?”.

     Apesar de adorar tecnologia, gadgets e novidades em geral, nesse post eu vou fazer a vez do advogado do diabo e defender o “atraso”, ou seja, os motivos para ainda preferir os livros físicos aos digitais e assim, não comprar um e-reader, seja o da Amazon ou qualquer outro.

     Em primeiro lugar, temos o preço do dispositivo em si. Nem acho o Kindle a R$ 299,00 caro, levando-se em conta que lá fora a mesma versão custa USD 89. Se você fizer uma conversão rápida, com o câmbio a R$ 2,10, acrescentar frete, impostos, custos financeiros do parcelamento em 10 vezes e a margem do varejo (no caso, o Ponto Frio), verá que não existe abuso algum ae (diferente do iPhone 5, cof, cof, cof). Mas que justificativas eu posso dar pra minha mãe que investir essa grana num aparelho é uma boa coisa?

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dez 21

Cultura Kobo ou Amazon Kindle? Qual a melhor opção?

12 Comentarios »Postado por GordoGeek em 21/12/2012 às 21:33h

     Já tem anos que algumas empresas vendem livros virtuais por aqui. Porém, recentemente grandes players entraram no Brasil, como a Amazon, Apple (iBook Store) e Google (Play), deixando a dúvida no ar: onde é melhor comprar? Qual o melhor dispositivo?

     Vamos começar respondendo a primeira pergunta: onde é melhor comprar os livros? É bem comum as lojas virtuais terem os e-books por preços muito similares. A loja que costuma ser mais careira é a Apple, tanto no valor de capa em si, como no final, acrescido de conversão do valor em reais e impostos. Pra piorar, a loja da Apple é uma das poucas que atualmente vendem o conteúdo com DRM, o que dificulta a leitura num dispositivo que não seja da empresa da Maçã.

     Já no que tange a dispositivos, se você não considera a leitura num tablet/ smartphone algo agradável e prefere um e-reader com tela de tinta eletrônica, as duas opções mais conhecidas por aqui são o Amazon Kindle e o Cultura Kobo. Nos últimos dias eu tenho recebido muitas perguntas a respeito de que dispositivo comprar e esse post é pra dar um panorama geral de prós e contras de cada um deles.

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dez 10

Primeiras impressões do Kindle de 4. geração em vídeo

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 10/12/2011 às 16:04h

     Recentemente o nosso colaborador Pedro Alves escreveu por aqui sobre a experiência dele com o Kindle, o qual ele comprou utilizando os serviços da Skybox. Não gosto de fazer posts similares sobre o mesmo produto, mas não me contive, tamanha foi a minha admiração por esse pequeno notável.

     No vídeo acima, com pouco mais de 10 minutos, eu procurei resumir minhas primeiras impressões e passar informações gerais sobre o produto, especialmente pra quem já ouviu falar, mas ainda tem muitas dúvidas. Nos próximos dias eu quero fazer novos vídeos para explicar coisas específicas, como a sincronia de feeds.

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nov 11

Minhas impressões do Kindle de quarta geração.

21 Comentarios »Postado por Pedro Alves em 11/11/2011 às 17:32h

     Como publiquei há algumas semanas, comprei um Kindle de quarta geração e trouxe para o Brasil utilizando os serviços da Skybox. Já estou com ele a cerca de três semanas e me sinto impelido a compartilhar com meus leitores a deliciosa experiência que tenho tido.

     Acredito que a Amazon tem desenvolvido um espirito muito parecido com o da Apple no quesito “minimalismo”. Tenho consumido seus produtos mais intensamente nos últimos meses e sempre fico satisfeito com a maneira extremamente eficiente, intuitiva e harmoniosa que funcionam. Apesar de eu não lidar com essa área, essa boa fama tem acompanhado a empresa mesmo no ramo empresarial quando falamos de sua cloud, como o GordoGeek já comentou aqui no blog.

     A primeira geração do Kindle chegou em 2007. Pode não ter sido o primeiro gadget voltado para a leitura de livros digitais (assim como o iPod não foi o primeiro tocador de MP3), mas sem dúvida nenhuma é o mais conhecido e mais importante. A motivação principal de quem usa um Kindle deve ser apenas uma: leitura. Então navegar pela internet, ouvir músicas, assistir filmes ou jogar Angry Birds são atividades completamente dispensáveis ao gadget.

     No final de Setembro, a Amazon anunciou a quarta geração de Kindles. Dessa vez tivemos um modelo simples, dois com tela sensível ao toque (Wifi e Wifi+3G) e um terceiro modelo mais próximo ao iPad, o Kindle Fire. Esse terceiro modelo é talvez o mais ambicioso dos três, já que de Kindle só tem o nome. Desde o início a proposta de um Kindle foi bem clara: leitura. Portanto ler e-mails, navegar na internet, ouvir música, assistir filmes e jogar Angry Birds sempre foram consideradas atividades fora das ambições do aparelho. Com o modelo Fire as coisas parecem poder mudar um pouco de foco. Ele não possui a famosa tela E ink, e em funcionalidades se aproxima muito do iPad e outros tablets mais populares. Quem sabe seja um primeiro passo da Amazon em tentar abocanhar um mercado maior.

Não, essas unhas não são minhas

     Pois bem, já fazia algum tempo que eu estava namorando um Kindle. Sempre adorei a ideia de poder carregar toda a minha biblioteca no bolso sem precisar carregar toneladas de livros. Com meu iPad achei que veria esse problema resolvido, mas infelizmente não foi o caso. Ler no iPad é tudo, menos confortável. A tela retro iluminada cansa a vista demais em leituras longas. Além disso, por ser um gadget extremamente conectado e interativo, eu sempre tive uma facilidade enorme em perder a concentração. Sempre recebo alguma notificação de algum app, ou então no meio da leitura era seduzido pela facilidade de acessar algum site e quando ia perceber já tinha perdido muito tempo fazendo outras coisas. Isso sem contar que o iPad é muito pesado! Segurar aquele trambolho pode até ser muito bonito na keynote da Apple, mas na prática você pode condenar seu braço se segura-lo por mais de 10 minutos em frente ao rosto. O que eu queria com o Kindle era mobilidade em carregar meus livros, facilidade em acessa-los e acima de tudo que o gadget me proporcionasse conforto na leitura.

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set 28

Lançamentos da Amazon vão emparedar a Apple?

4 Comentarios »Postado por GordoGeek em 28/09/2011 às 12:21h

     Fonte de rumores e muita espectativa durante vários meses, o tablet da Amazon foi finalmente revelado numa apresentação que acabou agora a pouco em Nova Iorque. Não só o tablet foi revelado (e se chama Kindle Fire), como também toda a família de e-readers foi renovada. Mas isso, de alguma forma, vai impactar as receitas crescentes da Apple com o iPad? O que isso muda na sua vida?

     Começando pelos e-readers, eu sempre quis ter um Amazon Kindle. A leitura nele é extremamente agradável, especialmente se forem textos longos. Todos sabemos que o iPad não foi feito pra textos longos, ainda mais dependendo das condições do ambiente. É praticamente impossível usar o iPad num parque ou algo assim. É extremamente desagradável. Assim, os leitores de e-books tem um público cativo: quem gosta de ler em qualquer lugar e não apenas dentro de ambientes fechados. Eu ainda não comprei o meu porque o conteúdo em português não justifica tal investimento. Até leio em inglês, mas não seria agradável.

     Na apresentação, Jeff Bezos fez questão de tocar no ponto que não é apenas a Apple que revoluciona mercados (sem citá-la, claro). Quanto a Amazon lançou o Kindle, haviam muitas pessoas descrentes quanto ao seu sucesso. Muitas pessoas preferem o papel físico, seja do jornal, livro ou revista. Porém, as vendas cresceram muito nos últimos 4 anos e atualmente a venda de e-books já supera a de livros físicos na Amazon. O acervo também cresceu e passou de 90.000 há 4 anos para mais de 1 milhão. Ou seja, o Kindle tem força e acima de tudo, muitos fãs. É um produto muito bem aceito em seu nicho.

     Ao contrário de outras empresas, a Amazon não força o consumidor a comprar o seu equipamento para ter acesso ao conteúdo da loja. Existe versão do aplicativo para vários dispositivos. Você compra um vez e lê onde quiser, tudo devidamente sincronizado. Você pode começar a ler um livro no iPad e quando estiver no parque, sob a luz do sol intenso, pode sacar seu Kindle e continuar a leitura de forma muito fácil.

     Os antigos Kindle eram pequenos, mas como não possuiam tela sensível ao toque, vinham com um teclado que ocupava uns 30% do seu tamanho. O que a Amazon fez? Removeu o teclado, deixando o aparelho ainda mais portátil. O Kindle tradicional (com alguns botões na parte inferior) custará USD 79 e o Kindle Touch, com tela sensível ao toque, USD 99. Já se você quiser ter um dispositivo com acesso à internet grátis pelo resto da vida em mais de 100 países (inclusive no Brasil), o modelo 3G custa USD 149.

     Eu gostei dos novos modelos de e-readers, mas o que todo mundo tava esperando era realmente o tablet. O Kindle Fire tem tela de 7” IPS e processador dual-core (não se sabe ao certo o clock e nem a quantidade de RAM). Não foi dito nada oficialmente a respeito, mas é bem claro que a escolha da tela teve a ver com o preço. Quanto maior a tela, maior o custo e a Amazon, sabiamente, conseguiu colocar no mercado um produto bacana pela metade do preço do principal concorrente. Mas ae, muita gente vai dizer: “mas caramba, 7” é muito desconfortável, não gostei”. Já pensando nisso, a Amazon desenvolveu um novo browser que, segundo eles, vai otimizar muito a navegação, pois funcionará como uma espécie de proxy (o Opera Mini faz isso), analisando e formatando o conteúdo antes de exibí-lo ao usuário.

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mai 03

Análise em vídeo do Nook Color com Android 2.3.3

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 03/05/2011 às 12:01h

     O Nook Color, e-Reader da Barnes & Noble, está cada vez mais deixando a categoria de apenas leitor digital e partindo pro lado das tablets, concorrendo com iPad, Samsung Galaxy Tab, Motorola Xoom e outros. Além dos upgrades oficiais, liberados pelo fabricante, a comunidade tem implementado melhorias bastante bacanas, como vemos no vídeo abaixo:

     Já tem um tempinho que eu queria comprar o bichinho pra testar (custa USD 250 lá fora ou uns R$ 1.000,00 no Mercado Livre) e dei a sorte do Daniel Amaro já ter comprado pra me dar referências (ótimos) do brinquedo. Pedi pra ele nos fazer um vídeo demonstrando o aparelho e ae está. Valeu, Daniel!

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Categoria(s): Android, Gadgets
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