set 08

Bug chato no Sony Xperia Z2 ao postar foto no Facebook

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 08/09/2014 às 12:33h

     Os smartphones hoje estão cada vez mais caros. Parece que os fabricantes simplesmente perderam a noção de quanto o dinheiro vale. Eu até encaro pagar uma pequena fortuna num aparelho, mas o mínimo que eu espero em troca é um bom funcionamento, sem bugs e que ele me atende de maneira básica. De preferência, fazendo coisas melhores do que alternativas mais baratas fariam. É pedir demais?

     Para a Sony, parece que fazer o básico é algo extremamente difícil e frustrar seu consumidor é algo rotineiro. Eu já fiz alguns vídeos mostrando como o Xperia Z2 se comporta de maneira bem estranha e, mesmo comparando-o com outros aparelhos, inclusive até bem mais baratos, os fãs da empresa não poupam “críticas” nos comentários do canal no Youtube. E eu achava que a Apple era a única empresa que fãs cegos.

     Vamos combinar que tirar uma foto e em seguida querer postá-la nas redes sociais não é nenhuma tarefa pesada, complexa ou que exija um aparelho muito sofisticado, correto? Meu Motorola Moto E de R$ 399 cumpre essa tarefa. Por que então o Sony Xperia Z2, que custa R$ 2.000 a mais, não poderia fazê-la com louvor? Bom, como mostro no vídeo acima, algum bug maluco (no Facebook ou no Z2) fazem o rolo de câmera exibir fotos de maneira totalmente doida, sem uma ordem cronológica. Ele mistura, no topo, fotos de 4 meses atrás, com fotos tiradas na semana passada, fotos de ontem e, não raramente, somem as fotos recém tiradas.

     Não há como negar que o Z2 é um aparelho bonito, bem construído, que salta aos olhos. Mas não podemos deixar que isso prevaleça e impere a máxima de “bonito, mas ordinário”. Se nem o básico ele faz, como considerá-lo um bom aparelho, digno de recomendação? Ele tem um bug bem chato também no Instagram, outro na manipulação de arquivos no cartão de memória, fica super quente por nada, inclusive chegando ao ápice de encerrar o app da câmera, além de vários outros erros que vem e vão, do nada, que ainda não consegui documentar em vídeo.

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set 04

Nike FuelBand conecta no bluetooth, mas não sincroniza?

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 04/09/2014 às 14:43h

     Já tive algumas pulseiras Nike FuelBand. A primeira vendi porque usava bem pouco. A segundo quebrou o único botão que ela tinha. A terceira começou a dar um problema de sincronia com o iPad e quase a mandei pra gaveta da morte antes da hora. Mas tem uma solução pra isso.

     Se você comprou sua pulseira de segunda mão, como eu, é bem capaz que ela chegue até você com os dados do vendedor, vinculado a conta Nike dele. Assim, na hora de parear via bluetooth com seu dispositivo, ele vai parear de boa. Contudo, na hora que abrir o app da FuelBand para sincronizar, dará erro e pior: nenhuma mensagem que avise do que se trata.

     A solução para o problema é bem simples, mas você vai precisar de um computador, já que terá que conectá-la via cabo ao mesmo, abrir o app da FuelBand, dar um reset de fábrica e configurá-la novamente. A partir dae, basta abrir o app no dispositivo móvel e irá sincronizar os dados de boa.

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abr 19

Como resolver ligações mudas no update do Cyanogenmod

4 Comentarios »Postado por GordoGeek em 19/04/2014 às 13:19h

     Vez ou outra que atualizo o Cyanogenmod em meus aparelhos, as ligações ficam mudas. Tanto pra receber, como para originar. Isso acabou me motivando a não mais atualizar a ROM, com medo de acabar acontecendo esse problema, que praticamente inviabiliza o uso do smartphone, uma vez que ficar sem telefone é praticamente impossível, mesmo usando muito pouco.

     Até pouco tempo atrás, quando eu acabava atualizando e acontecia o problema, a única solução que eu conhecia era entrar no TWRP e mandar apagar tudo (Wipe Data/ Factory Reset), o que era extremamente chato, uma vez que tinha que baixar e configurar tudo do zero. Porém, fuçando no TWRP, acabei tentando apenas limpar o cache (Wipe Cache Partition) e para a minha surpresa, resolveu o problema. Eu fiz o teste no Galaxy S4, Galaxy Note 2 e Galaxy Note 3.

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mar 10

Alerta: fique esperto com a “pegadinha” da Pitzi

14 Comentarios »Postado por GordoGeek em 10/03/2014 às 12:35h

     Já fiz vários posts aqui no blog a respeito da Pitzi. Até então, indicava pra todo mundo, já que sempre que precisei usar, foram muito eficientes. Inclusive, tem um banner deles ae do lado. Esse banner não é pago. Coloquei pra divulgar o serviço, já que toda semana aparece alguém comentando que o celular caiu no chão e não vale a pena arrumar. Algumas vezes, um aparelho de R$ 1.000,00 recebe um orçamento de R$ 800,00 pra trocar uma tela.

     Em virtude das minhas péssimas experiências com as autorizadas da Samsung, decidi que todo aparelho novo que eu comprasse, faria um plano da Pitzi, já que eles arrumam tudo em menos de uma semana, sem muita complicação. Foi assim nas duas vezes que minha esposa derrubou o Galaxy S3 no chão, quebrou a tela e arrumaram muito rapidamente. Em ambos os casos, o plano era super recente e não foi solicitada a nota fiscal de compra. Até mesmo porque, geralmente compro Android semi-novo (porque a depreciação já afetou o preço dele) e nem sempre vem nota fiscal junto.

     Hoje eu fui acionar o serviço porque meu Galaxy Note 3 está uma merda só e se recusaram a atender porque eu não tenho a nota fiscal e sim apenas um “pedido” da loja. Como eu comprei esse aparelho usado, de segunda mão, nem tinha me atentado a isso. E pra piorar, ele é modelo canadense e não brasileiro. Detalhes: quando eu fiz o plano, eles pediram vários dados pra validar o cadastro do aparelho e isso foi feito. Ou seja, foi validado. Em nenhum momento exigiram a nota fiscal pra incluir o aparelho no plano, nem pra começar a cobrar pelo serviço. Só agora, quando eu precisei usar, começaram essa palhaçada. E vejam no email que eu recebi, a frase: “Agora você está 100% protegido contra falhas, acidentes e defeitos e já pode desfrutar da tranquilidade de ser um membro Pitzi! Eba!! :)”. Em nenhum momento me disseram que meu cadastro estava incompleto, dependendo de nota fiscal ou qualquer outra coisa.

     Pra resumir a minha indignação: querem pedir a nota fiscal, fotos de vários ângulos, que se instale um app ou qualquer outra coisa? É legítimo. Mas deixa isso claro! Submeter o aparelho a um processo de validação manual, confirmar a validação, cobrar pelo serviço e na hora que o cliente precisa, criar complicações, eu não acho legítimo. Se o cliente não informou qualquer coisa, não valida o aparelho e não comece a cobrança por um serviço que não irá efetivamente prestar. O Código de Defesa do Consumidor é bem claro: se a empresa errou, seja diretamente ou por omissão (como me parece o caso), ela é obrigada a reparar o problema causado.

     Fico muito triste com esse caso, não apenas por mim, mas pelas dezenas de pessoas que eu apresentei o serviço, como se fosse uma maravilha. Me sinto na obrigação de divulgar esse caso, uma vez que, muitos podem estar na mesma situação: pagando pra ter um serviço de garantia extra e, quando precisar acionar, vão dar com a cara na parede. Eu, como de costume, já usei o Reclame Aqui e Procon. Estou a espera de uma solução.

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jul 11

Empresa sem vergonha da rodada: SanDisk

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 11/07/2013 às 13:15h

     No começo do mês eu contei aqui no blog que a SanDisk soltou alguns cartões de memória que tem problema no controlador e não são compatíveis com todos os aparelhos no mercado, em especial os mais recentes, como o Samsung Galaxy S4. Ao invés de emitir uma nota pública, fazer um recall ou algo parecido (que qualquer empresa idônea faria), eles simplesmente resolveram esconder a sujeira debaixo do tapete.

     A SanDisk é uma marca muito reconhecida mundialmente e é por isso que sempre dei preferência aos produtos da marca. Eu tenho aqui comigo 4 cartões microSD de 64GB (3 comprados na Amazon e 1 no Mercado Livre) e 2 de 32GB (comprados no Mercado Livre). Eu vinha usando os cartões sem problema nos meus dispositivos (2 Galaxy Tab P3100, 1 Galaxy S3, 2 Galaxy Note 2 e 1 RAZR D1). Porém, quando comprei meu Galaxy S4, notei que a todo momento ele ficava falando que o cartão estava danificado. Pra saber se o problema era o cartão ou o S4, testei todos os cartões e notei que o problema acontecia em todos. Tudo levava a crer que o problema era o S4, pois se os cartões funcionavam em outros aparelhos e nenhum funcionava no S4… Mas pesquisando na internet eu descobri que cartões de outros fabricantes funcionavam normalmente no S4, enquanto muitos da SanDisk, não. Ou seja, o problema não era o S4 e sim os cartões mesmo.

     Eu entrei em contato via chat com a SanDisk, reportei o meu problema e eles reconheceram um problema no controlador dos cartões microSD de 32GB e 64GB. Ainda de acordo com eles, foi um “pequeno lote”, mas se eu tenho 6 cartões e isso acontece com 100% deles, ou eu sou a pessoa mais azarado do mundo ou o lote com problema não é tão pequeno assim. Mas como eles assumiram o problema e disseram que iriam trocar por novos, totalmente compatíveis, sem custo algum, considerei o caso resolvido.

     Vários dias se passaram desde o meu contato inicial, muitos emails foram trocados e, a cada dia, eles me pedem mais e mais informações. Me pediram várias fotos dos cartões, eu mandei. Pediram as invoices de compra, eu mandei. Me ligaram pra esclarecer novamente o problema, eu narrei. Hoje, eu recebo um email dizendo que (pasmém, não é brincadeira), como meu email de contato é de uma empresa (a minha empresa por sinal – @whinston.com.br), eu não sou um consumidor final e não posso ter suporte com eles. Ou seja, eu comprei como pessoa física, paguei como pessoa física, tô usando como pessoa física e não vão me dar suporte porque eu mandei o email pro suporte deles com o meu @whinston.com.br e não com um @gmail ou @yahoo.

     Eu já estava p. da vida por me sentir enganado, pois a empresa em nenhum momento fez um anúncio público do problema, para tirar do mercado todos os produtos com problema. Segundo porque mentiram ao dizer que era um pequeno lote. Terceiro porque, para eles enviarem novos produtos, sem o defeito, eu teria que destruir meus cartões atuais e ficar 10 dias sem. E agora, no ápice da palhaçada, esse negócio de negar o suporte porque meu email é da empresa.

     Como eu não sou o otário que eles pensam que eu sou, já reclamei no Procon e no ReclameAqui. Se o Procon não conseguir resolver o caso, não vou pensar 2 vezes em acionar o Juizado Especial Civil, como eu já fiz contra Mercado Livre, Samsung, Mandic e outras várias que me trataram como idiota.

     Se você tem um cartão de memória SanDisk, esteja ele com problema ou não, reclame com eles. Isso é vício oculto! Amanhã ou depois você compra um aparelho mais recente e não irá funcionar, lhe obrigando a comprar um novo produto, sendo que se fosse outro fornecedor, iria funcionar normalmente. E fica a minha recomendação: não compre produtos SanDisk, a não ser que você goste de ser tratado como idiota quando precisar de suporte.

     Update 17/07/2013 18:35h => Pessoal da SanDisk me ligou para pedir desculpa e dizer que houve um lamentável engano no tratamento da minha ocorrência. Segundo me passaram, todos meus cartões com defeito serão trocados num prazo de 48 horas.

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jul 03

Problemas com cartões microSD SanDisk no Galaxy S4?

7 Comentarios »Postado por GordoGeek em 03/07/2013 às 13:42h

     Narrei recentemente aqui no blog meus problemas com o Samsung Galaxy Note 2, que está na autorizada da empresa pela segunda vez e nem sinal de vir reparado. Pra não ficar sem um bom aparelho, que atenda minhas exigências diárias (eu tenho um Motorola RAZR D1 de backup, mas ele é bem fraco), acabei aproveitando uma excelente promoção do Galaxy S4 na eFácil e comprei o modelo 4G pra mim. Em tempo: eu cheguei a cogitar outros aparelhos, como o Motorola RAZR HD, pedi um pra resenha, mas não passou no meu teste. Configura em detalhes aqui os motivos.

     Eu farei um vídeo do gadget ainda essa semana, mas como estou passando por um problema bem chato nele (e que pode afetar outras pessoas), resolvi fazer esse post antes do review. Segundo a SanDisk, um pequeno lote dos cartões microSD de 32GB e 64GB da marca apresentam problema no Galaxy S4. Eles já estão cientes desse problema, que é causado por incompatibilidade no controlador e estão providenciando a troca dos cartões, sem custo para o cliente. Infelizmente não está havendo uma espécie de recall, com ampla divulgação, então algumas pessoas podem vir a ter problema (agora ou no futuro) e vão ficar perdidas, sem saber o que houve. Assim, espalhe esse post, pois vai evitar dor de cabeça pras pessoas.

     Antes de passar o procedimento para troca, vale a pena citar que esse problema com o cartão microSD não foi o único que tive. No começo do ano eu importei várias etiquetas NFC e vinha usando no meu Galaxy S3 e posteriormente no Galaxy Note 2, conforme esse outro post sobre alguns usos da tecnologia NFC. Porém, qual não foi a minha surpresa ao saber que as tais etiquetas também eram incompatíveis com o Galaxy S4. Ou seja, parece que a Samsung se esqueceu daquela palavrinha mágica “retrocompatibilidade”, que é fazer algo mais novo ainda funcionar com as antigas. Ou seja, vou ter que comprar novas TAGs NFC.

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set 25

Algumas pisadas de bola da Samsung

4 Comentarios »Postado por GordoGeek em 25/09/2012 às 13:06h

     Já falei bastante aqui no blog e no Twitter sobre a Samsung. Tenho vários aparelhos da marca, como o Galaxy Tab tradicional, Galaxy Tab 2, Galaxy S, Galaxy X e Galaxy S3, além de já ter tido vários outros, como Galaxy Note, Galaxy Tab 10, etc. Apesar da minha fama de Apple fanboy, tô mais com cara de Samsung fanboy. Porém, nem tudo são flores nessa relação.

     Eu já havia decidido fazer esse post na noite de ontem e hoje pela manhã vi uma notícia que reforçou o meu desejo. Foi descoberta uma falha gravíssima em aparelhos da empresa que rodam a interface TouchWiz, aquela customização nojenta que já foi tema de post aqui ainda esses dias. Ou seja, além de piorar a experiência como um todo, ainda coloca o usuário em perigo.

     Um problema bastante recorrente nos fabricantes de aparelhos Android é a demora na atualização dos dispositivos. Aliás, um dos motivos pra tanta demora é justamente o monte de lixo que eles colocam em cima do Android disponibilizado pela Google. Com isso, muitos usuários acabam apelando pra formas alternativas de terem a versão mais recente do sistema rodando em seus smartphones. Muitos dos procedimentos não são fáceis e alguns até causam perda da garantia. Mas o que fazer se a empresa promete o update pra dia X, passam-se meses e nada?

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out 29

     Como alguns devem saber, desde o princípio da noite de quinta-feira o UOL Host está com vários serviços indisponíveis, entre eles, o de Cloud Computing. Fomos profundamente afetados por isso, bem como dezenas de outros profissionais e milhares de clientes. Achei bem curioso o fato de praticamente não ter visto notícia a respeito disso em lugar algum. Sempre que acontece qualquer problema com outras empresas, como Vivo, Blackberry, Twitter e afins, por mais rápido que seja, pipocam inúmeras notícias nos meus feeds. Dessa vez, nada.. Fico me perguntando se isso aconteceu porque os editores acharam que não tem relevância ou se é porque o UOL é um grande grupo da internet brasileira e ninguém quer mexer nesse vespeiro.

     O assunto que quero tratar nesse post é sobre a forma com que a empresa UOL Host vem agindo diante dessa situação. Começamos uma discussão no Twitter, mas como é muito difícil fazer uma discussão pautada em argumentos usando apenas 140 caracteres, achei melhor vir para o blog. Peço desculpas à aqueles que gostam de ver por aqui notícias de tecnologia ligadas a Apple e afins, mas se vocês continuarem a leitura, verão que não se trata de um #mimimi localizado e sim algo que vale a pena debater.

     Em resumo, a discussão surgiu quando eu comentei algo a respeito das atitudes do UOL Host: “o que a empresa faz não é uma pura e simples propaganda enganosa, onde ela anuncia que um iogurte tem 500gr e entrega 400gr. ela está cometendo estelionato, pois anuncia a sua infra como sendo uma coisa extremamente segura e confiável, mas não investe o suficiente para entregar o que vende, colocando vários negócios (e famílias que depende dele) em risco”. Segundo consta no dicionário, estelionato é quando alguém (ou alguma empresa) comete fraude em contrato, documento, etc., induzindo ao erro a outra parte para com isso, obter vantagem ilícita. Bom, não sou advogado e nem nunca frequentei a faculdade de direito, mas interpretendo o texto, parece ter sido exatamente isso que a empresa fez.

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