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O ReadKit esqueceu de algo básico: respeito

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 26/08/2013 às 10:17h

    A morte do Google Reader deu uma sacudida no “mercado de RSS”. Uma vez que o maior player do mercado decidiu sair da jogo, todos aqueles concorrentes que estavam meio quietos (e até quem não estava nesse mercado), resolveu se mexer, criando suas próprias plataformas, apps e até ecossistemas completos para tentar abocanhar um naco dos clientes do Google.

    Uma coisa que me deixou bem p. da vida foi a atitude do Reeder, que era o meu leitor padrão de feeds no OSX e nos dispositivos da Apple (nos Android já usava o cliente do Feedly), uma vez que ele simplesmente não foi atualizado para suportar o Feedly, deixando quem pagou USD 10 na mão. Claro, se você diluir isso nos meses que o app funcionou é um troquinho, mas a atitude do desenvolvedor não me agradou em nada. Aliás, pelo que andei conversando com amigos, ninguém entendeu ou aceitou bem a atitude, especialmente quando surgiram especulações que teríamos que pagar novamente para comprar a versão do Reeder compatível com Feedly.

    No mês passado eu comentei aqui no blog sobre o ReadKit, que foi o substituto que escolhi ao Reeder no OSX. Mas claro, não foi uma escolha entre os melhores e sim entre os menores piores ou disponíveis, já que não haviam muitos apps para OSX compatíveis com Feedly àquela altura e acompanhar os feeds via navegador estava me deixando p. da vida, pois a produtividade desabou.

    Pra quem ainda não sabe, eu tenho o perfil @GdGkNews, onde faço uma filtragem entre os quase 200 canais de notícias que acompanho diariamente. É uma forma muito mais rápida e dinâmica de disponibilizar notícias do que manter um blog, onde tenho que parar, escrever, buscar imagem pra ilustrar, etc. Compartilhando uma coisa que achei relevante, apenas com um clique, me toma muito mais tempo. E, como muitas das notícias são em inglês, acabo aumentando o público.

    Eu estou testando o iOS 7 e o OSX Mavericks, sistemas ainda em fase beta da Apple. Um dos recursos mais interessantes deles é o auto-update de apps, ou seja, assim que o desenvolvedor publica uma nova versão na loja, os apps são atualizados em meus dispositivos, sem que eu tenha que ficar verificando e fazendo o processo manualmente. Em tese, isso é muito bom, mas na prática, já me deu algumas dores de cabeça, pois pode acontecer da nova versão ter bugs e como não existe um controle de versões na loja, onde o usuário pode voltar pra versão anterior que vinha usando, complica demais.

    Apesar de ainda precisar de algumas melhorias, eu estava bem satisfeito com o ReadKit. Porém, no último update, o desenvolvedor não fez os devidos testes antes de mandar a versão pra loja e acabou me gerando um sério problema. Ao compartilhar uma notícia nas redes sociais, está indo apenas o link e não mais o título da notícia. Pra alguns, isso pode não ser importante, mas pra mim é muito.

    Como já disse acima, eu tenho um perfil no Twitter só pra postar notícias e tenho mais de 12.500 seguidores nele. Se antes, bastava eu apertar um botão para compartilhar algo interessante, agora eu tenho que abrir no navegador, copiar o texto do título, colar na mensagem, etc. Parece bobagem, mas fazendo isso 100 vezes por dia, o tempo que toma é gigantesco, fora que, toda rotina repetitiva, acaba abusando mais de nosso corpo e minha LER já está berrando com isso.

    Muito em breve o iOS 7 e o OSX Mavericks estarão disponíveis ao grande público em suas versões finais e, tenho quase certeza, que muitos usuários vão sofrer com coisas parecidas com o que narrei aqui hoje. A falta de um controle de versão, aliada a desenvolvedores que não tem o devido respeito com seus clientes, testando muito bem os apps antes de publicar, são uma combinação desastrosa para o usuário. Aconselho que, pelo menos no início, não utilizem esse recurso do auto-update, pois veio mais para atrapalhar do que para ajudar.

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jul 14

ReadKit: um leitor de feeds RSS compatível com Feedly

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 14/07/2013 às 00:14h

     A morte do Google Reader movimentou um mercado que até então estava bem parado: o de plataformas de RSS. Não estou falando aqui de clientes de feed RSS, que são os aplicativos que usamos para conectar a plataforma e ler as notícias, mas sim, dos servidores que ficam por trás e fazem tudo funcionar.

     Uma vez que o Google tinha uma plataforma funcional e gratuita, eles praticamente mataram todo um segmento, pois não havia muita brecha para os concorrentes fazerem algo melhor e ainda cobrar por isso. Mas com o anúncio do encerramento do serviço, o mercado se aqueceu novamente e muitas empresas começaram a correr atrás de lançar candidatos a substitutos do Google Reader. Entre os mais conhecidos estão o Feedly, Feedbin, Feed Wrangler, AOL Reader e Digg Reader.

     Uma minoria de desenvolvedores correu e conseguiu tornar a morte do Google Reader o menos traumático possível para os usuários de seus apps, seja para smartphones, tablets ou PC. Porém, a enorme maioria demorou muito e isso causou diversos problemas para os clientes. Talvez o exemplo mais emblemático foi o Reeder, consagrado app de leitura de feeds RSS do mundo Apple, com versões disponíveis para iPhone, iPad e OSX. Até hoje, duas semanas depois do encerramento do serviço do Google, a versão pra Mac ainda não teve update e continua um app zumbi.

     Eu já tinha me decidido pela plataforma Feedly desde o começo, pois já era usuário deles há muitos meses e é uma solução também gratuita. Quando o Reeder parou de funcionar, corri para Mac App Store, digitei Feedly na busca e pasmém: nada. Nenhum resultado! Dae, tive que apelar para a versão web do Feedly, que até quebra um galho, mas é meio bugado e nada produtiva, especialmente pra alguém que gera conteúdo, como é o meu caso. Cheguei a comentar essa semana no Twitter: “o cara que for o pioneiro em lançar um app para OSX que se conecte ao Feedly tá feito!”. Não demorou muito e surgiu o ReadKit.

     O salvador das viúvas é um app bem parecido com o Reeder e apesar de ainda estar um tanto inacabado, é muito melhor que a experiência web do Feedly. Ele tem integração com boa parte das plataformas de RSS, além de serviços como Pocket, Twitter, Facebook, etc. Pra mim, até o momento, é a pedra de salvação e vale os USD 4.99 na Mac App Store.

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mar 14

“Matem o Larry Page! Eu quero a cabeça dele!”

6 Comentarios »Postado por GordoGeek em 14/03/2013 às 05:51h

     Exceto pelo lançamento dos dois belos aparelhos da Motorola, o dia de ontem teve um gosto muito amargo. Primeiro porque escolheram um Papa argentino (#brinks) e segundo porque, num gesto mais do que atrapalhado, a Google anunciou o fim do Google Reader, gerando uma enorme revolta na interbwebz mundial. Vale lembrar que, de 2011 pra cá, a empresa deu o mesmo destino a mais de 70 produtos.

     Talvez a maior parte dos nossos leitores saiba o que é um feed RSS e o que essa notícia representa. Mas, como muitos dos meus seguidores no Twitter demonstraram não entender muito bem o motivo de tanta revolta, permitam-me explicar de maneira simplificada. Ah, não peçam minha cabeça por isso hein… A do Larry Page, CEO da Google, já deve alimentar a boiada por algum tempo. Vocês não precisam da minha ;)

     Antes deu conhecer o recurso de feed RSS, como eu fazia pra ficar por dentro das notícias e visitar meus sites favoritos? A maneira lusitana (beijo aos amigos da terrinha) que eu fazia era agrupar nos Favoritos do navegador os sites por períodos de atualizações (diário, semanal, quinzenal, etc.) e só depois por categorias (Apple, Google, Microsoft, etc.). Assim, todos os dias eu entrava nos favoritos, ia até a pastinha diário e abriu todos os sites. Aos sábados, fazia o mesmo na pastinha de sites com atualização média semanal e assim por diante. Já deu pra entender que isso não era nada produtivo, né?

     Depois de algum tempo surgiu o conceito de newsletter, onde o usuário podia assinar o conteúdo do site e receber um resumo por email. Era melhor, mas longe do ideal. O feed RSS revolucionou a coisa pois, a partir da assinatura de um único link, ele seria avisado, na hora, sobre as atualizações dos sistes que queria acompanhar. Além disso, era muito mais fácil de sincronizar o que já leu, favoritar, compartilhar, etc.

     Existem muitos aplicativos para leitura de feeds RSS. O Google Reader se destaca porque ele é muito mais que isso. O serviço web da Google permite que você cadastre seus feeds e leia online, sem precisar instalar nada. Porém, o mais legal é o fato de você cadastrar os feeds uma única vez, agrupar por categoria e pronto. Se você for ler através da ferramenta do Google ou usando algum outro aplicativo que se comunique com o Reader, seja no tablet, smartphone, PC ou qualquer outra tela, tudo ficará organizado e centralizado. Assim, se você tinha 200 notícias pra ler e leu 60 no celular, ocorre uma sincronia na nuvem e, quando você for pro PC, terá apenas os 140 restantes.

     Como costuma acontecer com quase tudo que a Google cria, o Reader se destacou e acabou ganhando a preferência dos usuários. Com isso, a concorrência simplesmente sucumbiu e praticamente deixou de existir. Dessa forma, todos os grandes aplicativos clientes de feed RSS, adotaram o Google Reader como base para funcionar. Ao abandonar o Reader, o Google simplesmente leva para o túmulo não apenas os eu serviço, mas dezenas de aplicativos e outros serviços que dependiam dele para funcionar. Dae o motivo de tanta revolta.

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fev 18

Como enviar conteúdo (sem cabos) para ler no Kindle

5 Comentarios »Postado por GordoGeek em 18/02/2012 às 15:02h

     Faz pouco mais de 3 meses que comprei um Kindle (veja o review aqui) e agora faço parte dos milhares (milhões?!?) de fãs do aparelhinho. Claro, ele é extremamente simples e não se compara a um iPhone ou iPad, mas o charme do gadget é outro. Ele é super leve, fino, barato, lhe proporciona um conforto visual incrível em longas jornadas, além de ter uma autonomia de bateria maravilhosa e recursos muito bacanas para os amantes da leitura.

     Nos primeiros dias com o Kindle eu pesquisei e aprendi como enviar conteúdo pra ele. Uso bastante o Calibre para converter livros de outros formatos (comprados legalmente – ou não, rs) para ele e depois enviar para meu email na Amazon, que faz o restante do trabalho, enviando para o aparelho. Claro, dependendo do formato, nem preciso usar o Calibre. Basta mandar um email com os documentos que quero em anexo e eles aparecem no Kindle, sem cabos. Se você usa iPhone ou iPad, o aplicativo do Kindle pra eles também acessa esse conteúdo, apesar de não sincronizar as notas muito bem.

     Devido a meus hábitos em consumir conteúdo, fico sempre antenado no Reeder e Twitter. Não gosto de ficar lendo notícia “velha”. Enquanto estou programando, faço pequenas pausas pra ler as novidades. Assim, ler as notícias apenas uma vez ao dia, seja no final de noite ou durante o café da manhã, não faz parte dos meu hábitos. Sei que muita gente faz isso e seria até mais produtivo, mas minha hiperatividade não me permite ter essa rotina. Claro, os textos mais longos são enviados para o Instapaper ou Read It Later e leio em momentos mais sossegados.

     Apesar do Kindle ser um gadget incrível, mesmo em sua versão 3G, ele não é o melhor dispositivo para navegar na internet. Pra suprir essa “falha”, existem inúmeros serviços e ferramentas. Muita gente me pergunta como ler feeds RSS no Kindle e nesse artigo eu vou compartilhar alguns dos meus hábitos com vocês.

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fev 18

Instapaper versus Read It Later: quem leva a melhor?

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 18/02/2012 às 13:57h

     Há quase dois anos eu escrevi um post aqui no blog, fazendo uma comparação entre os aplicativos Instapaper e Read It Later. Na ocasião eu acabei optando pelo Instapaper e desde então, vinha utilizando o serviço como padrão para arquivar o conteúdo que gostaria de ler mais tarde. Porém, há cerca de dois meses eu decidi abrir mão do Instapaper em favor do Read It Later. Não foi uma decisão fácil e vou explicar aqui meus motivos.

     Quem ainda não conhece nenhum dos serviços e está um tanto perdido sobre a utilidade deles, permita-me dar uma breve situada sobre o que eles fazem. Atualmente eu acompanho cerca de 150 sites de notícias de tecnologia no meu Google Reader. No Mac, iPad e iPhone eu uso o aplicativo Reeder e no Android (tablet e smartphone) uso o Feedly. Já usei vários aplicativos para leitura de RSS e sem dúvida o Reeder (apesar de alguns pequenos problemas) é de longe o melhor. Não achei nada similar a ele para Android e venho me contentando com o Feedly, pelo qual não sou apaixonado, mas consigo me virar bem. Mas isso é assunto pra outro post. O fato é que na correria do dia-a-dia não dá pra fazer longas pausas durante o dia pra ler um artigo mais longo. Por isso, passo rapidamente pelas notícias e vou marcando pra ler depois as que mais me interessam. É exatamente esse o propósito dos aplicativos citados. Mas não seria mais fácil apenas marcar no próprio aplicativo de RSS? Até certo ponto, sim, mas ambos os serviços tem características interessantes, como o fato de dar uma limpada no conteúdo, tirando aquelas propagandas chatas da página, bem como arquivar todo o conteúdo do artigo offline no dispositivo, permitando que ele seja lido mesmo sem conexão com a internet. Claro, atualmente os planos de internet móvel são bem acessíveis, mas um fato importante é que nem sempre eles são tão rápidos e disponíveis quanto gostaríamos.

     Atualmente ambos os serviços vão além de simples aplicativos. Eles são verdadeiras plataformas e possuem APIs para integração com diversos outros serviços. Vários aplicativos (como alguns leitores de RSS, clientes de Facebook e Twitter, entre outros) permitem que determinado conteúdo seja exportado tanto para Instapaper ou Read It Later. Assim, é raro hoje em dia que alguém tenha que optar por um ou outro porque determinado aplicativo não tem suporte a um deles. Porém, algo que me incomoda bastante no Instapaper é o fato do desenvolvedor focar apenas a plataforma iOS, ignorando completamente a plataforma Android. Sinceramente, eu prefiro a plataforma da Apple, mas não gosto de me ver obrigado a ter que usar determinada plataforma porque o desenvolvedor quis assim. É como ser obrigado a usar Windows, porque a empresa quis diminuir os custos com o site e o fez compatível apenas com Internet Explorer, desprezando as outras plataformas. Claro que hoje em dia boa parte das empresas tem sites compatíveis com quase todos os navegadores, mas no passado nem sempre foi assim e a comparação é justamente essa. Estou abrindo mão do Instapaper mais por uma questão filosófica do que de recursos.

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dez 10

Primeiras impressões do Kindle de 4. geração em vídeo

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 10/12/2011 às 16:04h

     Recentemente o nosso colaborador Pedro Alves escreveu por aqui sobre a experiência dele com o Kindle, o qual ele comprou utilizando os serviços da Skybox. Não gosto de fazer posts similares sobre o mesmo produto, mas não me contive, tamanha foi a minha admiração por esse pequeno notável.

     No vídeo acima, com pouco mais de 10 minutos, eu procurei resumir minhas primeiras impressões e passar informações gerais sobre o produto, especialmente pra quem já ouviu falar, mas ainda tem muitas dúvidas. Nos próximos dias eu quero fazer novos vídeos para explicar coisas específicas, como a sincronia de feeds.

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jul 06

3 Column Reader dá uma bela tunada no seu Google Reader

5 Comentarios »Postado por GordoGeek em 06/07/2011 às 23:57h

     Hoje eu vi uma notícia no MacMagazine que me chamou muito a atenção. Apesar de ser fã do Reeder, tanto no Mac, como no iPad e iPhone, instalei essa extensão no Safari e no Chrome pra dar uma explorada.

     Se você também é fã do Reeder, vai notar uma leve (mentira, muita, rs) semelhança. Como o nome do plugin já dá a entender, ele tabula suas notícias do Google Reader em três colunas, facilitando a navegação e deixando a leitura muito mais agradável. Faça o teste!

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mar 31

Voice Brief: o que era pra ser e o que realmente é

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 31/03/2011 às 13:56h

     Há alguns dias li a respeito do Voice Brief, um app para iPhone que lê conteúdo em texto, proveniente de feeds RSS, Twitter, Facebook, previsão de tempo, cotação de moeda, etc. O diferencial dele é que ele gera uma voz sintetizada, dispensando que você dedique sua atenção para ler o conteúdo, algo muito bom pra quem tem deficiência visual ou está sempre com as mãos ocupadas, como no trânsito.

     Como não lembrava o nome do aplicativo e não tinha usado o recurso de Wish List do iTunes, acabei perguntando no Twitter o nome do aplicativo, mas ninguém sabia do que eu tava falando. Depois de alguns dias procurando no Google, eis que o achei. Acabei comprando-o hoje, por USD 1.99. O download é bem grandinho, chegando quase a 250MB.

     Estava super empolgado pra testar o aplicativo, mas as decepções foram aparecendo pouco a pouco. Primeiro, os feeds não são integrados a uma conta do Google Reader, ou seja, precisa cadastrá-los manualmente e eles não ficarão sincronizados com meu leitor padrão de feeds, o que é muito chato, pois não quero ouvir novamente o conteúdo que eu já li.

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out 24

Alertas de Novos Posts no Twitter

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 24/10/2010 às 20:05h

     Galera, apenas ontem eu notei que o blog não estava enviando pro Twitter as notificações de novos posts. Acredito que isso acontecia por conta de algum update que fiz no WordPress ou ainda no sistema no autenticação do Twitter (mais provável).

     O fato é que agora está tudo corrigido e quem gosta de acompanhar as novidades via Twitter e não pelo feed, está tudo ok novamente.

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maio 11

Leia os feeds do PontoGeek com mais facilidade

2 Comentarios »Postado por idan em 11/05/2009 às 21:53h

Fala, Galera!

É com orgulho que eu anuncio o primeiro projeto do PontoGeek, um leitor dinâmico de RSS por widget.

Se você como todo mundo, gosta de ter um widget para cada feed, separadamente, o PontoGeek RSS  Reader é uma mão na roda. Com uma interface bem simples (tudo programado por mim no Dashcode), ele mostra todos os feeds do blog, e leva atualizações de instantes em instantes, assim você não perde nada. 

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