maio 07

Sony Xperia Z Ultra: o que é bom e o que é ruim

Comentários desativados em Sony Xperia Z Ultra: o que é bom e o que é ruimPostado por GordoGeek em 07/05/2014 às 13:06h

     Na semana passada eu fiz um post aqui no blog, onde divulguei um vídeo comparativo do Samsung Galaxy Note 3 e do Sony Xperia Z Ultra. Como eu estava com o aparelho há pouco tempo e no vídeo eu mostro ambos os aparelhos, acabei não deixando muito claro pontos positivos e negativos do Xperia. Então, irei fazer isso agora.

     Um dos grandes destaques do aparelho é sua tela fullHD, com resolução de 1080 x 1920 pixels em 6.4 polegadas, o que dá 344 pixels por polegada. Não é a melhor do mercado, pois tem aparelhos que se aproximam dos 500ppi, mas com certeza é uma tela digna de respeito. Você dificilmente notará os pixels na tela, a não ser que se esforce muito para achá-los. A qualidade da tela em si não é espetacular, como do Galaxy S5, devido a diferença na tecnologia empregada, mas nem de longe pode ser considerado ruim. Pelo contrário. Acredito que merece uma nota 9 tranquilo.

     Colocar uma tela gigante num smartphone não é das tarefas mais fáceis. Apesar do aparelho ser muito fino (apenas 0,65cm), ele é um verdadeiro trambolho, tendo 17,94cm de altura, 9,22cm de largura e pensando 212g. Apenas como referência, o iPhone 5S tem 12,38cm de altura, 5,86cm de largura e pesa 112g. Apesar de gostar de smartphones do tipo fablet, até pra mim foi um exagero. Ele cabe nos bolsos, mas fica um pedaço de fora. Quando se está de pé, até vai lá, mas ao se sentar, especialmente no carro, acaba incomodando. Não dá pra dizer que isso é um ponto positivo ou negativo, já que depende do perfil do usuário. Tem gente que vai adorar a tela gigante, outros vão odiar. Mas é algo que não dá pra se ignorar no aparelho. O fato é que ele ainda tem algumas bordas grossas (especialmente na parte debaixo) que poderiam ser menores, deixando o aparelho um pouco menor, o que ajudaria bastante, tanto pra segurá-lo, como para guardá-lo no bolso.

     Um aspecto a se destacar no bicho é sua beleza de construção! Pra quem, como eu, ficou anos comprando os plásticos da Samsung, foi uma super mudança. Ele é todo de vidro (como era o iPhone 4S, mas sem as bordas de metal) e apesar de grande é bem fino. Infelizmente eu já deixei ele cair algumas vezes e graças a meu anjo protetor não teve nenhum dano. Além disso, se você quer um aparelho com resistência a poeira e até a 30 minutos debaixo d’água (certificação IP58), pode contar com ele. Pode parecer bobagem, mas grande parte dos aparelhos que vão pra assistência é devido a contato com água, seja de piscina, privada (urghhh) ou uma chuva mais intensa.

     Com exceção da porta p2 para o fone de ouvido, todas as outras portas do aparelho tem uma tampinha de vedação. Assim, não entra água nele. Não sei ao certo porque o fone P2 não precisa da tampa e a porta microUSB sim, mas o fato é que ficar abrindo e fechando a tampa na hora de carregar é algo chato. O smartphone até lhe dá alertas avisando pra fechar bem a tampa quando você tira o carregador. Seria legal um carregador por indução nativo. Seria uma enorme praticidade pro usuário, além de evitar que a maldita tampa dê problema no médio prazo, deixando entrar água no mesmo. Aliás, a escolha do local onde por a entrada P2 foi horrorosa. Ela fica na lateral direita, bem no topo. Atrapalha demais quando se quer ouvir música com o aparelho no bolso. Claro, um fone bluetooth resolve, mas foi uma escolha muito infeliz e que merecia ser citada aqui.

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maio 03

Review comparativo: Galaxy Note 3 x Xperia Z Ultra

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 03/05/2014 às 09:52h

     Depois de muito sofrer com a péssima qualidade dos produtos da Samsung, no final do ano passado eu fiz uma resolução de ano novo, dizendo que não compraria mais nada da marca em 2014. Mas sabe como são essas promessas, né? Logo no começo do mês eu comprei duas TVs de 60” da marca e logo em seguida um Galaxy Note 3. Claro, ambos estavam num preço irresistível, mas isso não justifica e quebrei a promessa.

     Como uma “punição divina”, logo nos primeiros dias de uso do Galaxy Note 3 eu tive problemas, conforme relato nesse outro post. Não vou me alongar aqui, então quem quiser saber mais sobre isso, por favor veja o outro artigo. O aparelho foi pra uma autorizada, voltou um outro e apesar de ter resolvido o problema original, ele retornou com outros. Assim, enchi o saco definitivamente e parti pra outro telefone monstruoso, o Sony Xperia Z Ultra.

     Eu não me recordo de já ter comprado um smartphone da Sony. Sinceramente acho que esse foi meu primeiro. Justamente por isso, tinha minhas dúvidas sobre essa compra. Além de que, os reviews que eu tinha lido não me incentivaram muito. Apesar de estar acostumado com telas grandes, partir pra algo de mais de 6” é assustador. Mas como um amigo estava vendendo e aceitou me enviar pra testar, acabei topando.

     Não vou dar muitos spoilers aqui no texto, pois quero que todos vejam o vídeo (que dão muito trabalho de pesquisa, gravação, edição e principalmente tempo de upload), mas o fato é que nenhum dos dois aparelhos me agrada 100%. Nem perto disso. Ambos tem seus prós e contras, como deixo claro no vídeo. Pra saber qual é o melhor, você terá que ver o que é realmente importante para o seu uso.

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abr 24

     Alguns irão dizer que eu não tenho sorte. Eu prefiro dizer que eu insisto no erro em comprar porcarias da Samsung. Há alguns meses eu comprei um Galaxy Note 3 e tive alguns problemas que podem ser facilmente encontrados no Google. Ou seja, não sou o único (azarado). Dá pra se ver centenas de casos iguais, o que me faz chegar a conclusão que nem num aparelho de R$ 3.000,00 a Samsung consegue usar hardware de qualidade, entregando uma boa experiência a seus consumidores.

     Um dos problemas que eu tive com meu Galaxy Note 3 era ele ficar reiniciando do nada, conforme narrei nesse outro post. Provavelmente isso era sinal de memória NAND indo pro saco, além de uma verificação estúpida de região da Samsung. Como eu amenizei o problema? Tem no outro post. Mas como eu tinha um plano da Pitzi, acabei enviando pra eles e me enviaram um novo, sem o problema.

     Outro problema que eu tinha no aparelho antigo e achei que seria resolvido no novo é com o Wi-Fi instável/ caindo/ lento. É algo irritante e que quase me fez jogar o aparelho contra a parede inúmeras vezes. Segui tudo que era sugerido em vários fóruns gringos (como desativar economia de energia e procura automática de redes), sem sucesso. Recentemente eu notei que o problema só se manifesta nos roteadores no padrão 2.4GHz. Como aqui em casa tenho vários roteadores, pra melhorar a cobertura, tenho optado em usar os de 5.8GHz, mesmo quando o sinal é fraco. Pelo menos assim, o problema não acontece. A solução definitiva foi comprar novos roteadores no padrão 5.8GHz. Devia mandar a conta pra Samsung, mas como eles mal conseguem fazer dinheiro vendendo smartphones e ainda vão ter que pagar alguns bilhões em multas por copiar a Apple descaradamente, deixa que eu mesmo pago, Sammy.

     Como na minha casa/ empresa eu que mando na rede, fica “fácil” resolver. É “só” por a mão no bolso e trocar os equipamentos. Mas e em outros locais que eu frequento, onde eu não sou o dono da rede e elas podem operar 2.4GHz? Bem ae eu tomei no cu, como todo mundo que compra um equipamento Samsung deve estar acostumado, pois em alguma fase do seu relacionamento com a empresa, invariavelmente você também vai acabar tomando. Porém, uma forma de amenizar o problema é instalando o app WiFi Fixer.

     Segundo estatísticas da Google Play, o app já está chegando a casa de 1 milhão de instalações, ou seja, parece que tem bastante gente por ae sofrendo com o problema. Mas o que ele realmente faz? Diferente do que o nome sugere, ele não mexe em alguma configuração obscura e resolve o problema do Wi-Fi. Ele na verdade roda uma verificação cada 30 segundos, testando se consegue enviar dados via Wi-Fi. Caso não, ele derruba o sinal e se conecta novamente. Isso resolve o problema, por alguns minutos, até ele acontecer novamente. O meu caso aqui, mesmo com o sinal no máximo, o aparelho simplemente não consegue enviar dados no Wi-Fi e fica num estado zumbi, que só resolve desligando e religando o Wi-Fi. O que esse app faz é automatizar isso pra você. Em resumo: uma gambiarra.

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jan 28

     Antes de mais nada, quero assumir que eu sou realmente uma besta. No ano passado eu disse que em 2014 eu não compraria nada da Samsung e, logo nos primeiros dias, comprei um Galaxy Note 3. Permitam-me gastar mais 2 minutos do seu tempo pra explicar os motivos. Primeiro, porque não queria comprar mais nada da marca e segundo porque comprei.

     Eu tenho (e tive ainda mais, que foram vendidos) vários dispositivos da Samsung, sejam smartphones (Galaxy S, S2, S4, S4, Note 1, Note 2, Note 3, etc.), tablets (Galaxy Tab TV, P3110, P3110, Note 8, Tab 3, etc.), TVs, etc. As autorizadas da marca são simplesmente horríveis. Todos sabem do notório problema de “morte súbita” com o Galaxy S3. A Samsung trocou os aparelhos em alguns países, menos no Brasil, pois claro, brasileiro é consumidor de segunda linha. Por sorte, eu pago o seguro da Pitzi e eles arrumam tudo que aparece em 1 semana. Além do problema no S3, tive também no Note 2, que ficou indo e vindo 3 vezes em 2 meses nas autorizadas. Por isso, havia desistido da marca.

     Eu gostei do Galaxy Note 3, mas pelo preço que apareceu no Brasil (quase R$ 3.000,00), mais o histórico de problemas com a marca, não iria comprá-lo. Porém, um seguidor me ofereceu um por R$ 1.600,00. Dessa forma, eu resolvi comprar. Mas logo de cara, os problemas começaram, como narrei nesse vídeo que coloquei no Youtube.

     A forma mais fácil de resolver meu problema seria enviar pra Pitzi e em uma semana o aparelho estaria arrumado. Mandar pra autorizada, nunca mais. Porém, como não quero ficar sem o aparelho, estou me virando com ele. Agora, o problema só se manifesta durante o boot. Ele fica em looping e não liga. Depois de muitos testes, descobri que se eu tirar o cartão microSD, o cartão SIM da operadora, ligá-lo, colocar em modo avião, desligar, recolocar tudo, ligar e tirar do modo avião, ele não fica mais em looping. É uma tremenda gambiarra, mas funcionou comigo.

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jan 16

Comparativo em vídeo: iPad mini x iPad mini Retina

4 Comentarios »Postado por GordoGeek em 16/01/2014 às 16:06h

     Desde que comprei meu iPad mini Retina e comentei sobre isso no Twitter, recebi dezenas de mensagens perguntando se valia a pena trocar o antigo pelo Retina ou não. O certo é que ambos os aparelhos são muito bons e valem um pouco da nossa atenção, mesmo daqueles que (como eu) são mais apaixonados pelos doces do que pelas maçãs.

     Eu comprei o iPad mini 64GB 3G numa promoção da Black Friday do Submarino. Saiu meros R$ 1.299 (o preço do 16GB Wi-Fi) em 15 vezes. Ou seja, um baita preço! Realmente irresistível. Eu não tinha planos de comprar um iPad mini, pois já tenho alguns tablets Android (e um iPad 64GB de terceira geração), mas me vi diante de uma situação que, caso não comprasse, provavelmente iria me arrepender muito.

     Mesmo eu usando o iPad mini bem pouco, acabei comprando também o iPad mini Retina 64GB LTE. De novo, graças a uma promoção. Eu consegui um cupom de desconto do Walmart (em virtude de compensação por uma cagada que eles fizeram) e acabou saindo pra mim R$ 1.599,00. Nem nos Estados Unidos se consegue com esse valor.

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jan 16

Review combo: Galaxy Tab 3 e Galaxy Note 8

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 16/01/2014 às 13:02h

     Como fazia muito tempo que não gravava vídeos, devido a falta de tempo, hoje resolvi tirar algumas horas pra isso. Então, coloquei todos os tablets que tenho aqui na bancada e fiz um comparativo entre eles, de forma que o usuário consiga ter uma melhor impressão de tamanho e jeitão de cada um.

     O começo do vídeo (até 5 minutos) é o mesmo do já postado no comparativo entre os Nexus 7 2012 e 2013. Porém, a partir dae eu falo um pouco sobre o Samsung Galaxy Tab 3 e o Galaxy Tab 8. Que fique claro que são aparelhos bem distintos, especialmente na faixa de preço. Eles ficaram no mesmo vídeo única e exclusivamente para facilitar meu trabalho.

     Apesar da correria, vou tentar gravar um vídeo complementar a esse daqui 2 semanas. Nesse novo vídeo quero responder algumas dúvidas de vocês, sobre coisas que não citei nesse ou falei muito rapidamente. Por favor usem os comentários para deixar as sugestões do que querem ver no próximo vídeo sobre o Galaxy Tab 3 ou o Galaxy Note 8.

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jan 16

Comparativo em vídeo: Nexus 7 2012 x Nexus 7 2013

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 16/01/2014 às 11:52h

     A linha Nexus de tablets é muito pouco conhecida aqui no Brasil, já que o Google resolveu ignorar completamente o mercado. A versão 2012 demorou muitos meses pra ser anunciada e foi feito uma trapalhada danada, um total desencontro de informações entre assessorias, Google e Asus (que fabrica o aparelho). Por fim, como já havia um lote importado, ele acabou sendo “queimado” rapidamente por R$ 999,00 pelo Walmart. A versão 2013, mesmo lançada já tem 6 meses, ainda não deu as caras por aqui.

     Como já tem um tempo que não gravo vídeos de tablets, estava com vários aqui e aproveitei para fazer um rápido comparativo de performance e “form factory” entre eles, começando pelo Galaxy Tab 3, um tablet de entrada da Samsung. Mostrei também o Samsung Galaxy Note 8, que é bem mais poderoso e se equipara em performance ao Nexus 7 2013. Além disso, aproveitei pra pincelar sobre o iPad mini e o iPad mini Retina, já que muitos tem me perguntando se vale a troca.

     Apesar da correria, vou tentar gravar um vídeo complementar a esse daqui 2 semanas. Nesse novo vídeo quero responder algumas dúvidas de vocês, sobre coisas que não citei nesse ou falei muito rapidamente. Por favor usem os comentários para deixar as sugestões do que querem ver no próximo vídeo sobre o Nexus 7.

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jan 13

Comparativo: Go Pro Hero 3 x Galaxy Note 3 x Nikon S9300

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 13/01/2014 às 11:47h

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dez 23

Como instalar o Cyanogenmod no Galaxy Note 8 GT-N5110

5 Comentarios »Postado por GordoGeek em 23/12/2013 às 14:00h

     Conforme contei no post anterior, eu fiz o desbloqueio de bootloader do meu Galaxy Note 8, já visando instalar o Cyanogenmod nele, com a intenção de rodar um Android mais novo no bichinho. Caso o seu dispositivo não esteja com o bootloader desbloqueado, faça isso primeiro.

     Meu objetivo era colocar o Cyanogenmod 11, baseado no Android KitKat. Porém, depois de diversas tentativas mal sucedidas (acredito que pela versão do bootloader), decidi colocar uma versão um pouco mais antiga do Cyanogenmod mesmo, baseada no Android Jelly Bean (4.3).

     A primeira coisa a ser feita é baixar esse arquivo do Cyanogenmod 10. Depois, baixe o Google Apps para Android 4.3. Uma vez baixados, coloque-o no cartão microSD do Galaxy Note.

     Na etapa final, desligue o aparelho. Depois de alguns segundos ligue-o novamente em restore mode (botões de power + volume pra cima + home ao mesmo tempo). Aguarde carregar o CWM. Escolha “factory reset”, depois selecione o arquivo do Cyanogenmod 10. Por fim, escolha o arquivo do Google Apps.

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dez 23

Como fazer root no Galaxy Note 8 GT-N5110

4 Comentarios »Postado por GordoGeek em 23/12/2013 às 13:53h

     Recentemente eu comprei um Galaxy Note 8 por um preço legal durante a Black Friday. Eu achei o formato do dispositivo bacana e com uma pegada bem interessante. Porém, a Samsung “se esqueceu” de lançar update pra ele e eu, que não gosto de ficar com dispositivo desatulizado, resolvi colocar o Cyanogenmod nele. Porém, como alguns já devem saber, o primeiro passo pra isso é desbloquear o bootloader e providenciar o modo root.

     O procedimento usado aqui não é diferente de outros que já expliquei, como para o Galaxy Tab P3100. Se quiser ver em vídeo, dê uma procurada no sistema de localização do blog. Não é nada complicado, mas talvez os mais iniciantes vão se sentir mais a vontade vendo um vídeo do que lendo um tutorial.

     A primeira coisa a ser feita é baixar o arquivo que irá substituir o bootloader do Galaxy Note. Descompacte o pacote. Depois, desligue o dispositivo e ligue-o novamente em modo de download, segurando os botões power + volume para baixo + home ao mesmo tempo. Em seguida, aperte volume para cima e conecte no USB do computador (tem que ser Windows).

     Num PC com Windows, abra o Odin, confirme que ele identificou seu gadget e clique em PDA, onde você vai escolher o arquivo CF de bootloader. Clique em “start”, aguarde alguns poucos segundos e ele estará desbloqueado e com root.

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