jan 29

     Há cerca de um mês meu pai comprou um Galaxy e, como grande parte das pessoas que usa seu primeiro smartphone, apenas as funções básicas de telefone são utilizadas. Nesse final de semana ele veio passar o final de semana em casa e dei uma aditivada no celular, instalando widgets, aplicativos (Twitter, Facebook, etc.) e fazendo uns ajustes.

     Como ele tava vindo de um celular bem antigo, acabou importando os contatos usando algum software tosco e acabou virando uma bagunça só, duplicando contatos, trocando números, etc. Quando vi ele corrigindo os números na telinha do aparelho, sugeri a ele que fizesse isso pelo Gmail, pois é menos desagradável. Contudo, quando acessei a aba contatos do Gmail (no notebook dele), notei que os contatos do celular não estavam lá, apesar da conta Google estar configurada.

     Depois de uma rápida pesquisada, vi que o Android infelizmente não sincroniza os contatos nativos do aparelho pra nuvem. Eu achei que isso fosse automático. Infelizmente não é assim que acontece e também não achei nenhum aplicativo que fizesse isso de forma fácil, seja ele nativo ou no Market. Inclusive, se alguém conhecer uma forma mais fácil, por favor deixe nos comentários.

     A forma que acabei fazendo foi entrar no aplicativo contatos do Galaxy, clicando nas Opções, Importar/ Exportar, Enviar cartão de visita via/ Selecionar tudo/ Enviar/ Gmail. Com isso, foi criado um arquivo .vcf com todos os contatos selecionados. Mandei esse email pra mim mesmo e voltei pro notebook. Lá, fui até o email que acabei de enviar e no próprio anexo tem as opções Importar para Contatos e Download. Cliquei para importar e foi criada uma aba de importação dentro de contatos. Feito isso, parte do processo já estava feito e os contatos que antes só estava no celular, agora já estavam na nuvem.

     Lembram do problema original? Pois é, os contatos ainda estavam bagunçados. Mas agora foi fácil arrumar isso, pois o Gmail tem uma ferramenta que ajuda bastante nessa questão. Ainda dentro de contatos, clique em Mais, Mescar contatos duplicados. Será aberta uma tela com os arquivos duplicados. Clica em Mescar e problema resolvido.

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Categoria(s): Android, Dicas
dez 29

     Depois de destruir um iPhone 4 (chão e explosão), um Nexus One (apenas chão) e incapacitar o Galaxy S (na retirada do simCard, um pino quebrou), o único dispositivo Android que me sobrou foi excelente Galaxy Tab de 7” (a versão antiga, com TV e telefone). Porém, como não dá pra sair de casa pra uma caminhada com esse tijolo da Samsung no bolso, decidi que precisava de um outro smartphone Android.

     Já faz tempo que ando namorando um Galaxy SII e um Galaxy Note. Porém, como não tô com verba disponível pra gastar R$ 2.000,00 nesses aparelhos, decidi novamente comprar um aparelho usado. Acabei optando pelo Nexus S porque ele recebeu recentemente o update para o Android 4 (ICS/ Ice Cream Sandwich). Comecei a procurar no Mercado Livre e achei preços bem razoáveis, mas acabei comprando com um conhecido, que comprou um Galaxy Nexus, a versão mais atual do smartphone do Google.

     Minha primeira impressão ao tirar o aparelho da caixa foi: que bichinho mais bonitinho (está super conservado, apesar de usado). Logo que comecei a configurá-lo, achei que ele era bem rapidinho. Porém, conforme fui entupindo com as minhas coisas, notei uma certa lentidão. Como ele não foi feito pra rodar o ICS, talvez seja isso. Aliás, o Galaxy S tem especificações bem similares (1GHz de Clock, 512MB de RAM e 16GB de armazenamento) e a Samsung disse que não iria atualizar para o ICS justamente porque não ficaria bom. Na ocasião, todo mundo reclamou, até mesmo porque, o Nexus S recebeu o update. Começo a crer que isso não era apenas pretexto da Samsung para não atualizar o aparelho.

     Sobre o ICS, devo confessar que o sistema está muito bonito e bem acabado. Não lembra muita coisa o Android 2.X. Aliás, ele é bem mais parecido com o Honeycomb, o Android 3.X que roda nos tablets. O mais curioso é que eu detestei o Honeycomb, mas adorei o ICS. Coisas da cabeça do gordo. Vai entender… Dentre as coisas que gostei estão a interface em geral, muito mais polida e amigável, em especial a troca entre os aplicativos ativos, onde aparece uma barra de preview e o descarte de notificações antigas, com um simples arrastar.

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Categoria(s): Android
dez 12

     Há menos de uma semana eu destrui meu iPhone 4, conforme comentei aqui no blog (fotos e vídeo inclusos). Infelizmente não tô com meu Galaxy S, que está com um parceiro há mais de 10 dias, num projeto conjunto que estamos trabalhando. Na impossibilidade de usar o aparelho que queria, vinha alternando entre o Galaxy Tab e o Nexus One. Hoje, meu momento de fúria foi contra o Nexus One, como vocês podem ver no vídeo abaixo (ou fotos, aqui e aqui).

     Acho que não seria necessário explicar muito o motivo, afinal, todos sabemos que eu sou meio maluco mesmo. Mas estou adotando a seguinte filosofia: se algo não funciona, pare de tentar remendar (o que só vai te estressar) e acabe logo com o problema. Preferencialmente, descontando toda a raiva que o aparelho te causou. Podem apostar: é a melhor coisa a ser feita. É como dizem: “mais vale um gosto do que um tostão no bolso”.

     Meu primeiro aparelho Android foi um HTC Magic, comprado numa promoção muito boa da TIM. Escrevi sobre isso aqui no blog em 21 de setembro de 2010. Infelizmente o Magic era um aparelho bem básico e não dava pra aproveitar muito do que o Android tem a oferecer (como se fosse muita coisa #TrollFace). Ae decidi comprar um aparelho nativo do Google, o Nexus One. Além de poderoso (para a época), ele era um aparelho puro e não tinha qualquer modificação de operadoras ou fabricantes.

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Categoria(s): Android
set 27

     Estava eu agora a pouco contemplando o horizonte, pensando em como resolver um SQL cabeludo e eis que vejo o carro do Google passando em frente de casa. Ele passou tão rápido que fiquei na dúvida se era ele mesmo. Recorri ao sistema de monitoramento de casa e duas câmeras (quase no mesmo ângulo), conseguiram pegar o carro passando (abaixo).

     O carro em questão é um Chevrolet Captiva todo adesivado, de forma nada discreta, além de ter aquela enorme chifre de unicórnio onde ficam as câmeras. Pelas minhas imagens não dá pra ver esses detalhes, mas nessa outra imagem dá pra ver muito bem.

     Esses dias eu recebi vários tweets de gente que mora no interior de São Paulo dizendo que viu o carro do Google Street View andando pela cidade. Pelo visto, dentro de alguns meses (quem sabe semanas?) as imagens já estejam disponíveis.

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Categoria(s): Notícias
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