mar 03

Como fazer para o iPhoto não abrir automaticamente

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 03/03/2015 às 18:34h

     Quando eu fiz o update do OSX, ele começou a abrir o iPhoto a cada dispositivo que eu conectasse no Mac, seja um iPhone, iPad, um HD, um cartão de memória, etc. Isso estava me deixando maluco, pois meu iPhoto tem uma biblioteca muito grande e acabava demorando.

     Dei uma procurada no Google e encontrei um artigo explicando como fazer. O vídeo acima ilustra justamente como você pode fazer para acabar com esse problema.

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Categoria(s): Apple
jul 22

Vai vender cartão de memória? Use essa dica!

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 22/07/2013 às 16:23h

     Já pensou estar tranquilão no sofá navegando pela internet e dar de cara com uma foto nada discreta sua por ae? E pior, que foi tirada por você mesmo, mas nunca postada (não intencionalmente)? Esse tipo de situação (e muitas outras) podem acontecer se você não for uma pessoa cuidadosa.

     Existem dezenas de programas que podem ser utilizados para recuperar pequenos desastres, como problemas num HD ou simplesmente um deslize ao mandar apagar ou formatar algo. Ou seja, nada impede que o novo comprador de seu computador, HD ou cartão de memória tente recuperar os dados que ali haviam, mesmo você tendo apagado e/ ou formato o dispositivo.

     Eu tenho 7 HDs externos em casa, de diferentes capacidades, marcas e modelos. É comum eu ter backup de uma coisa em 3 deles. E um dia, ao mandar formatar um deles, vi (quando já era tarde demais) que mandei apagar algo por engano. Recorri a um desses programas pra recuperar informação apagada, ele ficou algumas horas varrendo o disco e, para a minha surpresa, me trouxe coisas que eu já tinha apagado há muitos anos.

     Já comentei aqui no blog sobre o problema dos cartões microSD da SanDisk. O novo capítulo da novela é que, ao invés de destruir os cartões, eles me pediram pra enviar pra eles. E, sabendo que qualquer um pode recuperar dados apagados, estou fazendo uso de um programa chamado SD Formatter, que tem versões para Windows e Mac e não custa nadinha.

     Esse programa tem uma opção onde ele fica por horas num ciclo de escrita e remoção dos dados no cartão. Só para se ter uma ideia, cada cartão de 64GB ficou 3 horas nesse procedimento. Isso torna quase impossível a recuperação dos dados contidos ali. #FikDik

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jul 04

Review em vídeo do Samsung Galaxy S4 4G/ LTE

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 04/07/2013 às 13:55h

     Quando o Samsung Galaxy S4 foi lançado, achei algumas coisas bem interessantes, mas não tive um desejo imediato de comprá-lo, ainda mais com o valor que ele foi lançado no Brasil: R$ 2.499,00. Eu falava pra quem quisesse ouvir que estava muito satisfeito com o meu Galaxy Note 2 e não pensava em trocá-lo tão cedo. Porém, em poucos dias, aconteceram alguns fatos que me fizeram comprar o S4.

     Primeiro foi o Galaxy Note 2 que começou a apresentar defeito, desligando “do nada”. Ficou dias assim, até que resolvi mandá-lo para autorizada da Samsung. Ficou lá por uma semana e voltou com o mesmo defeito. Mandei novamente, já faz 10 dias e nada de um retorno. Assim, já estava prevendo que iriam me enrolar por mais umas 3 semanas, quando completa os 30 dias de prazo legal que eles tem para arrumar ou me dar outro.

     Nesse intervalo eu fui me virando com o Motorola RAZR D1, que é um aparelho com ótimo custo x benefício, mas que está muito abaixo das minhas necessidades. Por sorte (ou nem tanto assim), a Motorola me enviou o RAZR HD para review e fui me virando. Ae, apareceu uma super promoção do Galaxy S4 na eFácil e acabei não resistindo.

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jun 24

Motorola RAZR HD por quase 50% de desconto

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 24/06/2013 às 16:47h

     Geralmente é a eFácil quem tem dado excelentes descontos em smartphones. Hoje o @vandoeduardo me deu a dica que o Motorola RAZR HD está com quase 50% de desconto no Submarino. Importante: apenas por esse link.

     Se ao invés de R$ 782,46 estiver aparecendo R$ 1.304,10, apague o cache do seu navegador ou tente entrar por outro. Aqui, costumo usar o Chrome e só aparecia o preço maior. Entrei no Safari, que quase nunca uso e apareceu o preço mais baixo, acessando pelo link que mandei.

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set 03

Vale a pena investir num SSD para um MacBook antigo?

6 Comentarios »Postado por GordoGeek em 03/09/2012 às 18:11h

     Na semana passada eu andei fazendo alguns testes de performance com o SSD que recebi da GSShop para testes. Pra quem ainda não conferiu, o link pro post anterior é esse aqui. Deu pra ver que o ganho de performance é bem interessante, mesmo no uso externo via USB3.

     Há uns 3 dias eu abri o meu MacBook Pro 2009, removendo o HDD antigo e colocando o drive SSD. Após alguns dias usando, dá pra notar que a diferença não é tão gritando em tarefas específicas, mas no geral, a máquina fica muito mais fluída e ganha-se pequenas frações de tempos nas tarefas diárias, como abrir um programa, copiar um arquivo, dar boot, etc. Detalhe: o meu MacBook tem barramento SATA 2, ou seja, não conseguiu tirar o máximo de performance que o SSD poderia oferecer.

     Pra quem gosta de acompanhar as coisas em números, eu montei a tabela acima, onde fiz testes com programas de benchmark e também com uma edição de vídeo simples usando o iMovie. Como eu disse, se você for se decidir pela compra apenas analisando friamente os números, parece não compensar o investimento. Mas no uso geral a melhora é nítida.

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ago 29

Testes de performance com SSD via USB2 e USB3

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 29/08/2012 às 17:07h

     No começo do mês eu escrevi um artigo aqui no blog sobre os resultados dos testes com um HD externo usando interface USB3 e Thunderbolt, tanto num iMac 2011, quanto num MacBook Air 2012.

     Os testes mostraram que a propaganda de que o USB3 é até 10 vezes mais rápido que o USB2 são um tanto ficção e dificilmente o usuário conseguirá atingir essas taxas na vida real. Em média, os ganhos serão da ordem de 300%, o que não deixa de ser algo muito bom. Além disso, como alertei no outro artigo, a taxa de transmissão pode ser impactada pela leitura de acesso a mídia, o que acaba criando um gargalo. Por isso, pedi pros amigos da GSShop me enviarem um SSD, que tem o acesso a mídia muito mais veloz.

     Observem no gráfico acima, os testes realizados no post anterior e também os novos testes, realizados com o SSD, no iMac e no MacBook Air. No caso do iMac, usando a interface USB2, pouca coisa mudou e os ganhos foram bem poucos. No primeiro teste, copiando do iMac pro HDD, a taxa de transferência foi de 30,03, enquanto que no SSD foi de 33,22. O processo inverso, do HD pro iMac atingiu taxa de 36,10MB/s, enquanto que no SSD a taxa foi de 39,95MB/s.

     Já no MacBook Air, que tem a tecnologia USB3, o ganho foi razoavelmente maior. Transferindo os dados do MacBook Air pro HD externo, a taxa foi de 106,38MB/s via USB3, 108,11MB/s via Thunderbolt e 122,70 via USB3 com SSD. Já do HD pro MacBook Air, a taxa foi de 102,56MB/s para o USB3, 100MB/s para o Thunderbolt e 172,41MB/s para o SSD via USB3.

     É claro que muita gente compra SSD para fazer uso interno e não externo. Eu mesmo pensei em comprar um SSD para fazer upgrade do meu MacBook Pro 2009, visando dar um novo gás pra ele, que já tem 3 anos. Mas eu achei interessante fazer esses testes de performance, principalmente pra complementar a informação do antigo anterior, mostrando que realmente o gargalo do USB3 muitas vezes está na mídia utilizada e não na tecnologia de transferência.

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ago 03

Review de HD com interfaces USB3 e Thunderbolt

3 Comentarios »Postado por GordoGeek em 03/08/2012 às 15:03h

     Essa semana eu recebi alguns produtos dos nossos parceiros da GSShop para testes. Além de uma Google TV da Sony, da qual vou falar em outro post, chegaram pra mim um HD externo Seagate com capacidade de 1TB e interface USB3 (STAA1000101), um adaptador Thunderbolt Seagate (STAE121) e um cabo Thunderbolt da Apple. Os testes que fiz foram realidades num iMac 21.5” de 2011 (HDD, Thunderbolt e USB2) e num MacBook Air 11” 2012 (SSD, Thunderbolt e USB3).

     Antes de entrar no assunto dos testes em si, preciso fazer alguns esclarecimentos, os quais o Alexandre Torres me chamou a atenção logo que citei que o pessoal de marketing sempre adora por nas embalagens: “o USB3 é até 10 vezes mais rápido que o USB2″. Se você demora 10 minutos pra copiar 20GB e acha que irá demorar apenas 1 minuto pra copiar os mesmos arquivos usando USB3, prepara-se para se decepcionar, pois isso não irá acontecer. Isso porque, em muitas das vezes, o gargalo não está na tecnologia da transmissão da origem para o destino e sim, na velocidade de leitura e escrita dos dispositivos de armazenamentos, seja um HDD, SDD, pendrive, etc. Assim, não adianta o USB3 conseguir mandar os dados numa velocidade incrível, se na hora que esses chegam no destino, o dispositivo não tem velocidade compatível para gravá-los, criando o gargalo no processo. Em média, o ganho de desempenho será de 300%, o que não deixa de ser muito bom.

     Outro fator que merece ser destacado é que, como alguns já devem ter percebido, copiar 20GB usando 5 arquivos de 4GB ou os mesmos 20GB, mas sendo 200 arquivos de 100MB, são coisas diferentes. A massa total em GB é a mesma (20GB), mas a quantidade de arquivos influencia bastante. Dessa forma, em meus testes, eu criei uma pasta chamada teste, criei um sub-diretório teste 1 e coloquei outras pastas com arquivos de seriados (mp4) e legendas (srt). Os arquivos de seriados tinham uma média de 350MB, enquanto as legendas, apenas alguns KB. Depois, eu copiei a pasta 4 vezes. No total, foram 153 itens, totalizando 20GB. Você pode ver melhor clicando aqui e aqui, nos screenshots que tirei.

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mar 16

New iPad com Retina: você também vai pagar essa conta

4 Comentarios »Postado por GordoGeek em 16/03/2012 às 23:23h

     Eu não fiz nenhum post sobre o keynote de lançamento da Apple, mas comentei bastante no Twitter, pois acho que fica mais apropriado fazer alguns comentários por lá, uma vez que são mais dinâmicos e permitem maior interatividade. No geral, eu gostei bastante do novo iPad, mas uma coisa que não me desceu muito bem na goela foi a falta de uma versão de 128GB. Tudo indica que os custos da Apple subiram, já que ela finalmente implantou uma tela Retina (ou quase) e o suporte a LTE. Porém, acho que devia ter dado a opção de, quem quisesse pagar mais caro, tivesse a chance de comprar um produto com uma capacidade maior.

     Nos dias anteriores ao evento, onde se especulava sobre a tela com alta resolução, surgiram alguns comentários dizendo que o tamanho dos apps iria aumentar bastante e portanto, faria sentido os 128GB. Infelizmente, a Apple não põe em prática tudo que faz sentido pra gente e sim o que faz sentido na estratégia de negócios deles (que por sinal é acertada, tendo em vista que ela vale mais de meio trilhão de dólares). Demorou pra eu entender, mas hoje eu tenho claramente em minha mente: a Apple não faz produtos pra mim (geek ferrenho) e sim pra um público mais amplo. Eu quero Blu-ray no Mac. Vou ficar querendo. Eu quero 4G no iPhone. Vou ficar querendo. Até que eles decidam colocar, por mais que a concorrência já tenha e os críticos caiam matando em cima.

     Agora que o New iPad já está nas mãos de alguns, surgiram vários updates de aplicativos na App Store, trazendo suporte a nova tela de alta resolução. Conforme já previam os rumores, os apps realmente ficaram maiores. Na média, os apps quase dobraram de tamanho, inclusive os da própria Apple, como a suíte iWork. O que eu só parei pra pensar hoje, quando estava fazendo tais downloads é que, mesmo eu (e talvez você), que ainda não temos o novo iPad, vamos ter um belo espaço “roubado” de nós, tendo em vista que o mesmo aplicativo que roda no New iPad roda também nos mais antigos. Assim, se você já estava com pouco espaço, depois desses updates, vai ficar com menos ainda.

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mar 09

Gambiarra para mover os arquivos da biblioteca do iTunes

5 Comentarios »Postado por GordoGeek em 09/03/2012 às 18:55h

     Há cerca de 6 meses tomei coragem e comprei meu primeiro iMac (ainda faltam 6 parcelas, rs). A máquina é linda, muito boa, mas fazer upgrade nela é algo bem complicado. Eu a comprei com apenas 4GB de RAM e depois fiz upgrade para 16GB (yeah baby). Enquanto a troca da memória limita-se a remover uns pouco parafusos, puxar uma gavetinha, remover a antiga, colocar a nova e fechar, o upgrade do HD, entre outras coisas, exige a retirada total da tela. Como eu não tenho coragem suficiente pra fazer isso e ficar com apenas 500GB é algo inviável pra mim, resolvi apostar em armazenamento externo, com 2TB em um Time Capsule e 3 TB num AirPort Extreme.

     Durante esses meses que estou com a máquina, tentei manter o mínimo de coisas localmente no iMac, como a minha biblioteca do iTunes. Todo o resto eu procurava deixar na rede. Porém, minha biblioteca foi crescendo e atingiu um ponto em que foi necessário movê-la também para a rede. Eu então mandei o iTunes consolidar os arquivos, fechei o aplicativo e usei o Finder para mover o diretório do iTunes pra rede. Como a minha biblioteca estava com quase 300GB, foram necessárias mais de 8 horas para fazer o procedimento, mesmo usando uma rede gigabit.

     Uma vez que os arquivos foram finalmente movidos pra rede, eu abri novamente o iTunes e informei o novo caminho. Levou alguns minutos pra ele processar a mudança e dizer que tinha terminado. Então eu fechei-o e abri novamente, só pra garantir. Comecei a ouvir algumas músicas e tudo parecia bem, até que chegou uma música que ele disse não estar encontrando. E depois outra e outra e foi virando uma bola de neve. Ao clicar na música, ele me dizia que não podia localizá-la. Ao pedir informação da música, vi que ele ainda apontava para o caminho antigo. Bem bizarro ele ter atualizado a informação para alguns arquivos e outros não. Mas como resolver?

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ago 09

Reflexões sobre backup e armazenamento de dados

12 Comentarios »Postado por GordoGeek em 09/08/2011 às 16:53h

     O nome do post ficou um tanto filosófico, mas eu gostaria de compartilhar algumas coisas com vocês (e pedir ajuda em outras). Ia falar disso rapidamente pelo Twitter mesmo, mas quando vi que as perguntas foram surgindo, achei que o melhor caminho seria vir pro blog, onde não temos limitação de espaço e lê quem tiver interesse, sem tumultuar a timeline alheia.

     Comentei por aqui recentemente que fiz algumas aquisições e mudei bastante coisa no meu ambiente de trabalho. Comecei com a troca do Mac mini pelo iMac, passando pela troca de um switch de 8 portas fast-ethernet para um de 24 portas gigabit, mais uns HDs para backup, DVR Stand Alone para monitoramento, etc.

     Já comentei por aqui também que nessas compras eu tive alguns probleminhas. Por exemplo, o DVR Stand Alone, que iria substituir meu servidor, acabou não dando certo. Apesar de super econômico (em consumo de energia) e cheio de recursos, eu não conseguia acessá-lo pelo Mac e pelo iPhone. Sempre dava algum tipo de problema e funcionava quando ele queria. Maiores detalhes nesse outro post.

     Outra compra que tive problema foram os 2 HDs externos de 2TB da Samsung. Comprei no Submarino e após uns 3 dias de uso, começaram a apresentar problemas pra ligarem. Pelo que comentei no Twitter, outras pessoas que compraram tiveram o mesmo problema. Achei melhor devolvê-los e evitar problemas futuros. Também fiz um outro post detalhando o problema. Caso queira ler mais sobre isso, clique aqui.

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