Antes que alguém ache que iremos mudar o foco do blog, de tecnologia para culinária, deixe-me explicar o assunto maroto do post, pra quem ainda não entendeu. Assim como a Apple resolveu dar nome de felinos a suas versões dos sistemas operacionais MacOS (Panther, Tiger, Leopard, Snow Leopard, etc.), o Google resolveu dar nome de doces as versões do seu sistema operacional móvel, o Android (Cupcake, Donut, Froyo, etc.). Dae a piadinha infame, de estar trocando a Maçã (Apple) pelos doces. E como bom redondo que sou, como já me zuaram no Twitter, ‘gordo não resiste a um doce’.
Já tem algum tempo que estava curioso em ter um smartphone Android. Quando fui da última vez aos Estados Unidos, em abril, achei que finalmente iria voltar com um no bolso. Porém, ao mexer com eles nas lojas e por mais tempo com o Nexus One do Breno Masi, confesso que não me despertou nenhum sentimento forte o bastante a ponto de gastar alguns dólares num brinquedo com o sistema do Google.
Nas últimas semanas, o Eduardo Masuda acabou adquirindo um Nexus One e diante dos comentários positivos, fiquei novamente interessado no assunto. Em paralelo, as conversas com o Luiz Fireball também sempre abrem um novo mundo de possibilidades, longe das amarradas maquiavélicas de Cupertino. Durante os últimos 5 dias fiquei procurando vários aparelhos e parece-me que o top de linha atualmente no Brasil seria o Samsung Galaxy S, beirando os R$ 2.000,00. Havia encontrando um ofertão no Mercado Livre, mas como o cidadão começou a enrolar pra fechar o negócio, me decidi em pegar algo bem mais modesto, apenas pra conhecer mais a fundo a plataforma e ver se é realmente mais versátil que o iPhone. Minha escolha econômica foi o HTC Magic, um aparelho antigo, usado, mas que roda o Android 2.2, o que vai me permitir ter acesso as novidades do mundo Android, como o tethering nativo, flash, pornografia (uhuuu), etc. Assim, não precisarei mais ficar hackeando meu iPhone pra rodar o MyWi (sim, estou cogitando abrir mão do jailbreak), Frash e todas as coisas que deixariam o iPhone muito melhor, mas Deus Steve não quer.
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