jun 06

Primeiras impressões em vídeo: Roku 2 XS

3 Comentarios »Postado por GordoGeek em 06/06/2012 às 17:26h

     Há pouco mais de um mês eu comentei aqui no blog sobre o Roku 2 XS, um media center focado em conteúdo online, muito popular na terra do Tio Sam. Por aqui, ele é praticamente desconhecido e temos motivos de sobre para deixá-lo assim. Eu o recebi há algumas semanas, mas o produto é tão fraco que não me motivou a gastar tempo num review na ocasião.

     Como alguns devem saber, nesses anos de blog eu já testei alguns media center, desde os Xing Ling encontrados no eBay/ Deal Extreme da vida, até os mais conhecidos, como Apple TV, WDTV, Boxee Box, etc. Como eu tinha um amigo vindo dos Estados Unidos, pedi pra ele me trazer o Roku e gastei USD 100 nele. Infelizmente, como vemos no vídeo acima, não foi lá um investimento muito inteligente.

     Para os amigos, esse produto faz muito sentido, porque eles tem mais de 500 canais de conteúdo para o Roku, entre eles: Netflix, Hulu Plus, Amazon Instant Video, Crackle, HDO Go, Epix, etc. Aqui no Brasil, infelizmente, muitos desses conteúdos bacanas não estão disponíveis sequer pra serem baixados na loja online. Claro, se você fizer aquele esqueminhas de VPN/ Proxy, pra deixar o aparelho com IP americano, conseguirá acessar quase tudo. Porém, como ele não aceita sequer configuração manual de IP, tudo deverá ser feito através de um roteador que suporte tal recurso e nem todo mundo terá como fazer isso.

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abr 28

Roku: um setup-box barato pra ver vídeos online

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 28/04/2012 às 04:25h

     Nas minhas pesquisas atrás de media centers, acabei esbarrando no Roku, uma caixinha parecida com o Apple TV e que chamou minha atenção. Eu já tinha lido rapidamente sobre o produto em algumas notícias que chegam via feed RSS, mas sequer entrei no site do fabricante pra dar uma consultada. Ontem no entanto eu vi um anúncio no Mercado Livre e intensifiquei as buscas.

     Pra começar, diferente do Apple TV, o Roku tem 4 versões, que vão desde USD 49 a USD 99. A diferença básica entre as versões é que a mais simples não possui porta USB e ethernet, além de não reproduzir conteúdo em fullHD. Já a mais cara, que custa o mesmo valor do Apple TV, roda vídeos fullHD, tem conexão pra rede cabeada, além de portas microSD e USB. Uma coisa bacana dessa versão é que o controle remoto é dotado de uma tecnologia similar a dos controles do Nintendo Wii e possibilita, por exemplo, jogar Angry Birds na TV através do Roku.

     O Apple TV é um produto bem focado em conteúdo online, seja através da própria loja da Apple ou de parceiros, como a Netflix, Youtube, Vimeo, etc. Porém, esses parceiros são bem restritos e não vejo muita esperança que isso melhore no curto e médio prazo. Já o Roku conta com mais de 450 “canais parceiros”, que são fontes de conteúdo para se ver online na caixinha. Entre eles, destaco o Netflix, Hulu Plus, Amazon Prime, Crackle, Epix, Rdio e Pandora.

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mar 13

Walmart e o iTunes Match da época das cavernas

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 13/03/2012 às 15:44h

     Um dos serviços mais legais que a Apple lançou “recentemente” foi o iTunes Match. Assinando esse serviço, que custa meros USD 25 por ano, o iTunes faz uma varredura em seu biblioteca de músicas e as disponibiliza na nuvem da Apple, para que você tenha acesso a ela de qualquer lugar (bem, a ideia é essa, mas não funciona tão bem assim, rs.). O mais legal é que o algorítimo do iTunes Match compara todas as músicas da sua biblioteca, procurando por marcadores que as identifiquem, evitando assim que você precise fazer o upload pra nuvem (como acontece em outros serviços). Claro, ele não acha 100% das músicas, mas funciona relativamente bem. Ah, essas músicas não precisam necessariamente terem sido compradas na loja da Apple. Você pode ter comprado em outra loja digital, convertido de CDs ou até baixado via torrents.

     Li a pouco no Engadget que o Walmart anunciou um serviço “um pouco” similar a esse em relação a DVDs. Porém, bem diferente da praticidade da Apple, você terá que levar seus DVDs a uma das 3.500 lojas da Walmart, o que não é lá muito prático. Eles vão meter um carimbo no seu disco e você terá a opção de ter esse conteúdo na nuvem, pagando USD 2 para qualidade convencional ou USD 5 para HD. Eu sinceramente não entendi porque a coisa não é mais prática, onde você coloca o disco no drive do computador, abre o programa da Walmart e pronto. Claro que entendo que eles tem que proteger os direitos autorais e seria uma farra o povo fazendo isso com discos locados ou de amigos, mas será que cada disco não tem um código único de identificação que permita isso?

     Bom, independente da praticidade em se disponibilizar o seu conteúdo, acho que USD 2 é um preço justo pra tê-lo disponível na nuvem, sempre que quiser assistir. Além de evitar que você perca tempo convertendo o disco (mais ou menos 15 minutos por disco), vai evitar que você tenha custos com armazenamento. Eu converti boa parte do meu conteúdo e eles estão disponíveis pra eu assistir de onde quiser via AirVideo, mas além do tempo de converter em si, preciso manter o meu iMac (e o HD externo) sempre ligados e conectados a internet. Se você parar pra pensar, acaba compensando.

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set 12

O que vale mais a pena? Um Apple TV ou WDTV Live Plus?

17 Comentarios »Postado por GordoGeek em 12/09/2011 às 00:46h

     Ao menos uma vez por dia alguém me pergunta no Twitter se vale mais a pena comprar um Apple TV ou um WDTV Live Plus. Como na semana passada a Netflix fincou os pés no país (ainda que timidamente no início, mas com tendência de melhorar nos próximos meses), tudo indica que os media center vão começar a se popularizar por aqui. Eu sei que tem muita gente que curte baixar filmes via torrent, ver no PC mesmo e nem liga para as facilidades de uma media center e/ ou de um serviço de streaming, mas também acredito, pelas consultas que me fazem, que o oposto também acontece e com o tempo, vai se popularizar. A Netflix fez um grande esforço e chegou com preço agressivo (R$ 15,00 mensais). Espero que o conteúdo cresça rapidamente.

     Em 2010 eu comprei dois media center XingLings no eBay e me arrependi profundamente. Comentei deles aqui no blog, nesse artigo e nesse outro. Como no final de março eu fui para os Estados Unidos, não deixei passar a oportunidade e já comprei logo três WDTV Live numa Bestbuy. O @MacMasi foi na onda e acabou comprando um, mas segundo ele, não saiu da caixa (ele tem um Apple TV). Logo que cheguei ao Brasil, instalei logo um na sala principal e os outros nos quartos.

     A minha versão do WDTV, infelizmente, só possui conectividade via cabo de rede (rj-45). Existem adaptadores Wi-Fi compatíveis, mas eu nunca testei. Já a versão mais nova, chamada de Live Plus, já trás a conectividade Wi-Fi embutida e várias melhorias no acesso a conteúdos online, como Netflix, Hulu, etc. Pra um usuário tradicional, eu acredito que o WDTV seja uma compra melhor que a do Apple TV, tendo em vista que o foco da Apple é vender conteúdo online, seja através da loja própria (iTunes Store) ou de parceiros (Netflix, MLB, NBA, etc.). O WDTV, além de ter o conteúdo online, conta ainda com duas portas USB pra você plugar o conteúdo local, seja através de pendrive ou de um HD. No Apple TV, mesmo com jailbreak, isso não é possível.

     Bom, mas se eu digo que o melhor é o WDTV, porque diabos eu tenho quatro Apple TV em casa? No meu caso, atualmente eu tenho uma excelente cobertura Wi-Fi em casa, com uma rede 5GHz no padrão 802.11n, ou seja, não tenho engasgo algum na transmissão do conteúdo. Outra coisa é que sempre faço jailbreak dos meus Apple TV. Assim, eu consigo habilitá-lo a ler o conteúdo que fica disponível na rede, seja no servidor ou no AirPort Extreme. Nativamente, o Apple TV só acessa o conteúdo compartilhado pelo iTunes dos computadores. Com essa “gambiarra”, ele acessa todo arquivo na rede, seja ele foto, música, vídeo, etc. E mais, não importa o formato, seja um MP4, um Divx, um MKV, etc. Ele toca tudo, com legenda customizável (cor, tamanho, fonte, etc.), do jeitinho que eu gosto.

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mai 11

Apoio os direitos autorais, mas e o bom senso?

6 Comentarios »Postado por GordoGeek em 11/05/2011 às 13:38h

     Já tem um tempinho que quero escrever um texto sobre direitos autorais e algumas idaias que estão na minha mente. Acredito que muitos vão se identificar com elas, exceto, é claro, os poderosos das indústrias da música, cinema, etc. Vamos a elas…

     Ano passado, depois de ficar um bom tempo sem ter TV paga, resolvi voltar a assinar. Fiz uma ampla pesquisa, comparando as empresas que atendem a minha cidade (Sky, Telefonica e Embratel), vendo quais pacotes tinham os canais que eu queria, quantos pontos adicionais eu poderia ter, etc. Acabei optando pela Telefonica, não por ser a melhor em qualidade de imagem (está longe disso), mas por ela ter um pacote com os canais que eu mais vejo, com o menor custo e me permitir até 4 pontos adicionais, por R$ 20,00 cada.

     Eu acho um absurdo ter que pagar ponto adicional, mas depois de anos de briga na Anatel, a agência entendeu que a cobrança era legal, pelo menos, na forma de comodato do equipamento. O estranho é que, se eu tenho um equipamento compatível, mesmo assim, não posso usá-lo. Tenho que alugá-lo da operadora. Ou seja, maquiaram a cobrança do ponto adicional. Depois de meses pagando pelo ponto principal e 4 adicionais, constatei o óbvio: eu não vejo TV. Mandei desativar 3 pontos, ficando apenas com 2 (um no térreo e outro no 1. andar). Eu não fiz as contas, mas calculo que, se os aparelhos da Telefonica ficam ligado mais de 15 horas por mês, é muito.

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mar 21

Como fazer pra ter cartão americano?

10 Comentarios »Postado por GordoGeek em 21/03/2011 às 21:10h

     Hoje eu vou bancar o Mister M e contar o que muita gente quer saber: como fazer pra ter um cartão americano, abrindo as portas do paraíso para contas na XBox Live, iTunes Store, Hulu Plus, Zune Marketplace e todos os outros sites que exigem um cartão emitido por banco americano e com endereço de fatura americano.

     Não sei se todos sabem, mas não basta apenas ter um cartão de crédito internacional para comprar em alguns sites. Devido a acordos comerciais, especialmente de licenciamento de conteúdo, muita coisa fica restrito ao mercado americano. Assim, é fundamental ter um cartão “gringo” pra ter acesso a esses serviços, muitas vezes, a farra dos geeks.

     Sei que esse post pode afetar a vida de muita gente, especialmente daqueles que comercializam gift cards e promocodes. Infelizmente galera, vou fazer igual ao mascarado do Fantástico e revelar o segredo. Acredito que, boa parte da galera, devido aos custos envolvidos, talvez nem se interesse. Mas quem gasta muito e/ ou faz questão de ter acesso a esse conteúdo restrito, vai acabar aceitando os custos.

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mar 08

Quanto custa ter acesso a conteúdo legalizado?

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 08/03/2011 às 22:25h

     Ando falando muito por aqui sobre acesso a conteúdo, em especial, as formas de burlar os bloqueios regionais, presentes na maioria dos serviços gringos. Andei fazendo as contas de quanto ficaria pra ter acesso a conteúdos bacanas pra lazer e resolvi centralizar isso num post, de forma a facilitar a consulta das inúmeras pessoas que me perguntam a respeito.

     Aqui no Brasil, temos o Terra Video Store, que comentei por aqui. O acervo ainda é bem limitado e em poucos dias, dá pra ver tudo que é interessante. Dá pra alugar filmes, seriados e show individuais (de R$ 4,90 a R$ 6,90) ou assinar um pacote de R$ 19,90 e ter acesso ilimitado ao conteúdo.

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jan 05

USVideo: acessando conteúdo americano sem VPN

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 05/01/2011 às 17:14h

     Já falei bastante sobre esse tema aqui no blog e vou retomá-lo, dando uma dica que descobri agora a pouco. Quem me acompanha pelo Twitter sabe que nos últimos dias estou tentando burlar o esquema da Netflix, para conseguir acessar o conteúdo diretamente no meu Apple TV 2G.

     No desktop (PC ou Mac) e nos dispositivos com iOS (iPod, iPad, iPhone, etc.) eu consegui fazer o acesso através de VPN. Basta ligar o serviço e acessar o conteúdo. Porém, no Apple TV, sem jailbreak, não tem como fazer isso, uma vez que ele não tem tal recurso.

     Ontem eu tentei utilizar o MacBook, compartilhando a internet dele por uma rede AirPort, mas o Apple TV não conseguiu acesso. Fiz diversas configurações e nada.. Ao colocar no iPhone, que tem mais recursos pra eu testar, notei que ele se conectava na rede, mas não conseguia acesso externo.

     Garimpando pelo Google, achei o serviço USVideo.org. De tão simples, chega a parecer algum tipo de golpe pra pegar dinheiro alheio, sem funcionar. Ele não é uma VPN ou Proxy, não da maneira tradicional. Não sei ao certo como ele funciona, mas o fato é que, apenas fazendo um ajuste simplíssimo no seu roteador, adicional o DNS primário e secundário deles, o conteúdo é disponibilizado feito mágica.

     É possível testar o serviço durante uma semana sem custo. Depois disso, o valor é de USD 4.99 mensais. Eu sinceramente ainda tô meio perdido, sem saber como tudo funciona e como eles controlam isso, pois eu sequer cheguei a colocar o login que criei no site em nenhum dispositivo meu. A única coisa que fiz foi trocar o DNS.

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mai 08

Poderemos finalmente curtir o Hulu no Brasil?

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 08/05/2009 às 10:05h

     O Hulu não é muito conhecido no Brasil, justamente porque existe um bloqueio que limita que os vídeos lá hospedados não rodem por aqui. Alguns rodam, mas a grande maioria, infelizmente não. Mas isso pode acabar.

     Internautas americanos podem curtir vários seriados COMPLETOS no Hulu, poucos minutos após sua veiculação na TV. Mas alguém está pagando a conta e são os anunciantes. Os mesmos, que por sinal, não tem interesse de pagar a nossa conta, pois não vamos dar retorno algum a eles.

     O Hulu no entanto vem procurando alternativas para liberar o conteúdo e expandir seus tentáculos para outros países, claramente numa tentativa de competir melhor com o Youtube.

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mai 01

Disney irá comprar o Hulu?

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 01/05/2009 às 05:23h

     O Hulu é pouco conhecido no Brasil, especialmente porque quase a totalidade do seu conteúdo é bloqueado quando o site percebe que nosso IP não é americano, mas lá fora ele já é o terceiro portal mais acesso de vídeos e tem um apoio muito grande dos produtores de conteúdo. Através do Hulu, que tem plugins para vários Media Player, tal como Boxee e Plex, você pode ver no conforto do sofá da sala vários conteúdos da TV americana.

     Por toda essa popularidade, a Disney acaba de comprar 30% das ações da empresa e pelo que tudo indica, pode comprar ainda mais em breve.

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