ago 05

         Há mais de 3 anos eu fiz um post aqui blog sobre automação residencial com a tomada inteligente WeMo da Belkin. De lá pra cá, muitos produtos surgiram, a tal internet das coisas ganha cada vez mais espaço na mídia e muita gente está querendo deixar sua casa um pouco mais “inteligente”.



         Um dos grandes problemas da automação residencial é o alto custo (R$ 1.300 por 3 lâmpadas de LED da Philips Hue). A maioria das soluções comerciais que encontramos atualmente no mercado custam um absurdo o e não estão acessíveis a todo mundo. Por isso, os interruptores ITEAD sOnOff são uma alternativa simples e interessante pra quem deseja começar nesse mundo.

         A empresa ITEAD, fabricante da tomada sOnOff, tem diferentes soluções bacanas em seu site, por preços a partir de USD 4,85, o que é muito barato, especialmente pro consumidor americano. Você pode comprar tomadas com ótimo acabamento (similar aos da WeMo), lâmpadas (similar a Philips Hue), um concentrador que pode automatizar todos os sinais sem fio da sua casa (como portões, ar condicionado, etc.), entre outras maravilhas tecnológicas que deixam qualquer geek maluco.

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ago 26

Misfit Bolt: review da lâmpada bluetooth inteligente

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 26/08/2015 às 01:34h

     Pra quem é geek e gosta de ter um monte de coisas tecnológicas integradas a casa, as lâmpadas inteligentes são um recurso de saltar aos olhos. Você consegue acender, apagar, controlar a intensidade, programá-las por horário e, em alguns casos, até mudar de cor. Ah, algumas, integradas ao app do celular, ainda permitem ficar trocando de cor conforme a música que se está ouvindo. Muito legal!

     Talvez as lâmpadas inteligentes mais famosas que você já deve ter ouvido são as Philips Hue. No Brasil, o kit com HUB e três lâmpadas sai por R$ 1.249. Cada lâmpada extra sai por R$ 229. Aqui nos Estados Unidos, o kit sai por USD 199 e cada lâmpada por USD 20.

     Existem vários produtos para automação, que podem utilizar vários tipos de protocolos. Um dos mais comuns é o ZigBee. Nesse caso, você irá precisar de um equipamento que será o roteador dos dispositivos que você deseja conectar. Assim, paga-se um pouco mais no kit inicial, pois inclui o HUB, mas os demais acessórios saem mais em conta, pois a tecnologia mais cara está embarcada no roteador. Por outro lado, existe também os dispositivos que não exigem HUBs e, por isso, eles são mais complexos (e mais caros).

     Como eu não achei nenhum HUB na Bestbuy, eu acabei comprando a lâmpada Bolt da Misfit. Ela trabalha usando o protocolo bluetooth, muito comum em tablets e smartphones. Dessa forma, ela independente de um HUB. Porém, o lado negativo: cada lâmpada custa USD 50 e não USD 20, como as mais em conta, que trabalham conectadas a um HUB ZigBee.

     Num primeiro momento, eu achei que não precisar de HUB fosse uma coisa boa. Porém, se você pretende colocar várias lâmpadas, a solução fica bem mais salgada. Na Amazon, por exemplo, você compra um kit com HUB e duas lâmpadas por menos de USD 50. Ou seja, numa solução de pequeno porte, pra um apartamento, algo usando apenas 15 lâmpadas, sairia USD 750 com lâmpadas independentes ou USD 350 com HUB, sendo USD 50 do kit inicial e mais USD 300 (15 x USD 20) das demais lâmpadas. Ou seja, menos da metade! E quanto maior a solução, menor o custo.

     Introduzido o assunto, vamos falar do produto que eu realmente comprei e gravei o vídeo vinculado a post. A Misfit é bem conhecida pelas suas soluções de wereables, como suas pulseiras baratas. Eu não sabia que eles tinham soluções de automação até ver essa lâmpada na Bestbuy.

     A configuração e uso da lâmpada no iPhone foi bem simples. Tudo funcionou conforme o esperado. Mas no Android… Ah, o Android… Muitas vezes ele perdia a conexão bluetooth, mesmo próximo da lâmpada. Ae ele não controlava direito a intensidade da luz, a mudança de cor, etc. Mas no iPhone, como já dito, tudo funcionou adequadamente.

     Como eu não conhecia os benefícios de se usar um HUB, acabei comprando essa solução que me pareceu mais simples. Ao começar a pesar custo x benefício, vi que não valia a pena e acabei comprando um kit compatível com a WeMo na Amazon. Deve chegar nos próximos dois dias. Assim, vou acabar dando outro “return” na Bestbuy e pegar o dinheiro de volta.

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mar 13

Vale a pena comprar a pulseira fitness Xiaomi Mi Band?

20 Comentarios »Postado por GordoGeek em 13/03/2015 às 09:37h

     Já testei muitas pulseiras e relógios nos últimos tempos, como a Jawbone UP, UP24, Netshoes All4One, Nike FuelBand, Sony SmartBand, Pebble e alguns outros. Até o momento, a que mais tinha gostado era da Jawbone, pela sua simplicidade, o fato de ser bem discreta e ter um bom monitoramento do sono. Mas estou cedendo o lugar de destaque em meu coração a Xiaomi Mi Band.


Crédito da imagem: Shutterstock

     Caso você ainda não tenha visto o vídeo de primeiras impressões, postado no começo da semana, dê uma conferida aqui. Nesses menos de 3 dias que estou com ela, estou impressionado como algo tão barato (USD 19.99 lá fora) pode fazer tanto e tão bem. Agradeço ao Daniel Amaro pela indicação.

     A Jawbone é uma pulseira muito legal, mas custa proibitivos R$ 800 aqui no Brasil (isso a versão antiga!!!). Mesmo com dólar alto e contando com o pagamento de todos os tributos, a Mi Band vai sair menos de R$ 150. Ou seja, um excelente custo x benefício.

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jul 14

     Já tem algum tempo que esse tipo de balança estava na minha lista de desejos, mas não tinha coragem de pagar uma pequena fortuna nela. Porém, na semana passada apareceu a chance de eu comprar um modelo já meio antigo por R$ 200 de um amigo e acabei não resistindo. Peguei ela ontem, então ainda sou meio n00b nesse assunto, mas já estou brincando.

     Conforme comento no vídeo, o amigo que me vendeu está indo para os Estados Unidos em breve e trará o modelo mais novo (WS-50), vendido na Apple Store por USD 150. Aqui no Brasil, também na loja da Apple, ela custa R$ 729. Esse modelo, além do peso, afere também a gordura corporal, batimento cardíaco (pelo pé!?) e qualidade do ar.

     Nas minhas pesquisas eu não achei esse modelo antigo (WS-30) pra vender no Mercado Livre. Porém, o modelo novo está até mais caro do que na loja da Apple, que tem frete grátis. Ou seja, não compensa mesmo comprar em outras lojas, já que o preço é até mais caro. Mas claro, se você for viajar pra fora, provavelmente conseguirá um preço bem legal.

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mar 27

Controlando luminárias com a tomada Belkin WeMo

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 27/03/2014 às 10:11h

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jul 22

Primeiras impressões: relógio Nike+ SportWatch

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 22/07/2012 às 11:59h

     Já falamos bastante aqui no blog a respeito do Motorola MotoACTV, um relógio inteligente que além de monitorar os exercícios, ainda sincroniza com aparelhos Android para baixar atualizações de Twitter, Facebook, etc. Cheguei a testar um relógio inteligente da Sony também, mas era tão ruim, que nem tive motivação pra escrever sobre ele. E o Nike+ SportWatch? Será que se destaca nesse mercado?

     Apesar de ter comprado meu Motorola MotoACTV no Brasil, não recebi nota fiscal dele. Assim, não o levei para os Estados Unidos. Lá eu fiquei boa parte da viagem sem relógio e faltando uns 3 dias para volta, fui até um Bestbuy comprar um microfone e acabei comprando também o Nike+ SportWatch por USD 169.99, além de um Nike Sensor (aquele que vai no tênis) por USD 19.

     Apesar de mais leve, discreto e bonito que o MotoACTV, eu não gostei do relógio da Nike e acabei vendendo-o com pouquíssimo tempo de uso. Eu ainda acho que o modelo da Motorola, apesar de custar um pouco mais, é muito mais completo. No caso do SportWatch, além do GPS integrado, ele também sincroniza com o sensor do tênis e com um frequêncímetro, pra monitorar os batimentos cardíacos. Porém, das várias cintas que eu tenho, nenhuma foi identificada como compatível. Ou seja, eu teria que comprar outra, sendo que estou muito satisfeito com meu MotoACTV. Deixei pra lá…

     Uma vantagem que eu vi no SportWatch é a duração da bateria. Se usado apenas como relógio, ela chega a uma semana ou mais. Já no monitoramento diário de uma atividade de uma hora, aguenta uns 3 a 4 dias. É bem mais que o relógio da Motorola, mas não foi motivo suficiente para me conquistar. Afinal, já estou acostumado a recarregar o telefone todo dia e posso viver fazendo o mesmo com o MotoACTV.

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dez 02

Porteiro Eletrônico por RFID e/ ou Senha

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 02/12/2011 às 12:52h

     Há alguns dias eu comprei um equipamento para substituir meu antigo porteiro eletrônico. Esse dispositivo funciona com liberação tanto via chaveiros de RFID (por aproximação), como por senhas, conforme eu demonstro no vídeo abaixo. A sua capacidade máxima é para até 250 usuários, se autenticando por senha ou chaveiro com RFID.

     Eu me surpreendi (positivamente) pelo preço do equipamento, pois imaginei que fosse bem mais caro. A compra foi feita via Mercado Livre, com esse vendedor, que é extremamente atencioso e possui um ótimo pós-venda. Liguei pra ele inúmeras vezes e sempre foi bastante cordial. Caso queira tirar alguma dúvida por email, ele também responde rápido. Aliás, eu mencionei que era barato e não disse o custo, né? Meros R$ 60,00.

     Caso você tenha comprado o equipamento e queira aprender de maneira rápida e simples como configurar, veja o vídeo acima. Explico em detalhes e na prática.

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