dez 17

Sobre o Compartilhamento Familiar e Apple ID

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 17/12/2015 às 18:06h

     Ano passado a Apple introduziu no iOS 8 um recurso chamado Compartilhamento Familiar. A nova função facilitou bastante o gerenciamento de compras dentro de uma família, mas ainda está longe de ser perfeito. Vamos falar um pouco sobre isso.

     Aqui em casa eu tenho iPhone/ iPad, a esposa tem iPhone/ iPad e meus dois filhos, um menino de 5 anos e uma menina de 3 anos, tem iPads (totalizando então 4 pessoas/ membros e 6 dispositivos). Além disso, na família, meus pais e irmãos também tem iPad e/ ou iPhone. Infelizmente, a Apple limitou o número de membros de uma família a apenas 6. Claro, isso deve atender a mais de 95% das famílias, mas há casos que o número acaba sendo insuficiente.

     Antes desse recurso estar disponível, eu acabava configurando os aparelhos dos filhos, esposa, pais e irmãos no iTunes do meu iMac. Eu posso ter até 10 dispositivos cadastrados. E bem, esse número, pra mim, também está sempre me criando problemas. Mas, novamente, pra maioria das pessoas deve ser suficiente e é sempre nisso que a Apple pensa: atender a maioria e não a todos.

     Como sou usuário Apple de longa data, tenho muita coisa comprada na loja deles, sejam apps, músicas, livros, filmes, etc. Sincronizar outra coisa, que não apps, é uma tarefa fácil, pois geralmente não tem updates. Porém, os aplicativos, tem atualizações frequentes e isso acaba gerando alguns probleminhas.

     Por um tempo eu até deixei meu Apple ID logado nos dispositivos dos meus familiares. E, claro, tinha que deixar a senha com eles também. E, obviamente, como tenho um cartão de crédito válido associado a essa conta, imagina o problema de segurança, além de transtornos como crianças (ou adultos) não autorizados fazendo compras pra você pagar, por mais que você avise (“foi mal, cliquei errado”).

     Eu acabei criando um Apple ID pra cada pessoa/ dispositivo e resolvi parcialmente o problema das compras. Porém, sempre que surge um update, eu tenho que acabar colocando minha senha nos dispositivos, pra autorizar. E, como meus pais não moram na mesma cidade que eu, voltamos ao problema anterior.

     O compartilhamento familiar facilitou um pouco as coisas. Com ele, eu pude colocar minha esposa e filhos no grupo. Tudo que eu compro, eles conseguem baixar também, sem terem que pagar nada a mais por isso (inclusive os updates). Funciona assim: se eles vão comprar algo que eu já comprei, o sistema avisa, deixa-os baixar e não cobrando nada deles. Ou então, eles clicam sobre o meu perfil, veem uma lista do que já comprei e basta clicar em cima (privacidade mandou um beijo).

     Muita gente não sabe e imagina que todos os apps comprados por um membro, estão disponíveis para todos os outros. Infelizmente, não. A enorme maioria funciona assim, mas tem alguns poucos que não. Por que? O desenvolvedor, quando submete o aplicativo pra loja, precisa autorizar o recurso. Se ele não deixar, os membros da sua família não terão direito aos apps que você já pagou. Contudo, apenas uma minoria não autoriza. Então, não devemos nos preocupar muito com isso. Só achei que deveria comentar pois esse post pode servir de guia para quem tiver problemas envolvendo o Apple ID e Compartilhamento Familiar.

     A Apple só permite que pessoas com mais de 16 anos criem seus próprios Apple ID, seja no iTunes, seja na App Store, seja via o próprio site do Apple ID ou pelo dispositivo. Menos de 16 anos tem que ter uma conta criada pelo seu responsável.

     Dentro da aba de Compartilhamento Familiar você tem a opção de criar o cadastro da criança. Se tiverem até 13 anos, você deve autorizar todas as compras deles, inclusive as gratuitas. É uma forma dos pais manterem um certo controle sobre o conteúdo que os filhos consomem. Já se eles tem entre 13 e 16 anos, dá pra configurar pra autorizar que baixem apps gratuitos sem pedir senha e sem ter que pedir permissão de um responsável. No caso de você quer que autorizar tudo, o pedido de autorização chega via push num dispositivo (iOS ou Mac) autorizado e o responsável precisa por a senha do Apple ID pra autorizar.

     Eu sou assinante do plano familiar do Apple Music. Apesar dos meus filhos praticamente não usarem, o plano familiar custa “apenas” USD 3 a mais que o individual e permite que todos os membros do Compartilhamento Familiar tenham acesso ao serviço. Logo, sai muito mais barato que Spotify, Deezer, etc., mesmo com o dólar nas alturas.

     Agora voltamos ao “problema” com meus pais e irmãos. Eu queria criar um único Apple ID pra todos eles, já que, como disse antes, cada conta pode ficar logada em até 10 aparelhos. Assim, eu permitiria que eles tivessem acesso a meus apps (tanto a instalação de novos, quanto updates), além do Apple Music. Mas estou tentando achar a melhor forma de fazer isso.

     Se eu criar um Apple ID de uma “identidade fake”, que tenha até 13 anos, eles não vão conseguir baixar nada sem que eu autorize e eu não quero eles me ligando a todo momento pra eu autorizar isso. Vai ser chato pra mim e pra eles. Logo, descartei isso.

     Eu cheguei a pensar que tinha resolvido o caso criando um fake com 14 anos, pois pensei que eles poderiam baixar os apps gratuitos por si mesmos e os pagos eu teria que autorizar. Mas não funciona assim. Se eu deixo uma opção marcada, eles não podem baixar nada sem eu autorizar. Se desmarco, eles podem baixar tudo (inclusive apps pagos, o que eu não quero) sem eu autorizar. Assim, ainda não achei como fazer. Se você tiver uma ideia, me fale.

     Uma coisa importante a respeito do Apple Music. Você talvez tenha pensado: “vou deixar cada um com seu Apple ID, logado no iCloud e uma conta única na Apple Store, já que são menus diferentes dentro do iOS”. Eu também pensei isso. Porém, o Apple Music é um serviço da loja, mas é vinculado a conta do iCloud. Logo, não rola deixar um login diferente pra cada.

     Hoje é menos necessário que no passado, mas antigamente, era mandatório se ter um Apple ID vinculado a uma iTunes Store de outro país, como os Estados Unidos. Isso porque, na loja brasileira, não havia jogos e mais um monte de apps. Assim, sem um Apple ID gringo, você perderia boa parte de graça de se ter um dispositivo Apple. Logo, tenho um grande histórico de apps comprados lá.

     Quando vi o recurso do Compartilhamento Familiar ser anunciado, logo pensei: acabou a putaria de ter que ficar me logando com várias Apple ID (de vários países) pra fazer os udpates nos meus dispositivos. Coloco todos eles na minha família e resolvo o problema. Nananinão! A Apple só permite que os membros da família tenham Apple ID do mesmo país. Logo, nada de 4 Apple ID brasileiros e um gringo.

     Você deve estar pensando: gordo folgado, não quer nem ter um trabalhinho extra pra ter tudo atualizado. O problema é que, quando eu dou logout do Apple ID no iOS, ele mata tudo que baixei do Apple Music. Ae eu coloco a conta gringa, atualizo, tiro a conta, volto a do Brasil e tenho que baixar tudo de novo no Apple Music. Imagina fazer isso toda vez que tem um update de app que você comprou na conta americana. Chato pra caralho, né? Por isso que deixo baixo os updates pelo iTunes do iMac e depois sincronizo por lá. Ae ele manda pros dispositivos a versão mais nova. Porém, quando faço isso, todas as músicas do Apple Music no iTunes também vão pro saco. Assim, resolvi que não vou manter cache das músicas no iMac.

     Um outro problema que a Apple ainda precisa resolver são as compras feitas dentro de aplicativos (in-app purchase). Eu imaginei que meus familiares teriam acesso a elas também, sem precisar da minha senha. Infelizmente, não tem. Quando clicam no botão de restaurar compras in-app, o sistema não identifica que a conta em questão pertence a minha família e, como eu já paguei por elas, eles também teriam acesso. Nesses casos, eu preciso logar minha conta no dispositivo deles e clicar em restaurar as compras. Contudo, ae eles perdem o cache do Apple Music também. Chato!

     Espero ter esclarecido algumas coisas sobre Apple ID e Compartilhamento Familiar pra vocês. Quem ainda não usa o recurso, recomendo que ativem, pois facilita muito o gerenciamento, especialmente se a sua família tem até 6 membros.

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Categoria(s): Apple
out 22

Como resolver o problema de travamento na MiBand

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 22/10/2015 às 10:26h

     Diariamente recebo várias perguntas no Twitter sobre travamentos no app da MiBand. Como tudo que tem muita recorrência na minha vida, eu acabo transformando em post, vamos a ele.

     O problema começou no final de semana, com a chegada do horário brasileiro de verão. O software da pulseira fitness da Xiaomi ficou meio doido e começou a encerrar quando ele vai começar a sincronizar o sono. Os passos do dia, ele até consegue sincronizar. Mas quando vai sincronizar o sono..

     O Alexandre me deu a dica no Twitter: tirar do horário de Brasília, configurador para o de Salvador (que não tem o horário de verão), mudar o idioma pra inglês e tentar sincronizar novamente. Foi dito e feito. Além de resolver o problema da sincronia dos dados, ainda consegui fazer um update que precisava ser feito e também vinha provocando o encerramento inesperado do aplicativo.

     Depois de feito o primeiro sincronismo e o update de firmware na pulseira, você pode reverter tudo que fez, voltando pro idioma português do Brasil e o fuso automático.

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set 28

Como receber chamadas do Google Voice no smartphone?

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 28/09/2015 às 23:36h

     Na semana passada eu fiz um post mostrando algumas formas de se obter um número americano gratuito. No post, eu disse que o Callcentric servia apenas para receber chamadas de voz e o HeyWire para receber SMS. Faltou dizer que, uma vez ativado, o Google Voice serve para ambos os propósitos.

     Tanto no iOS (iPhone, iPad e iPod Touch), quanto no Android, você pode instalar o app do Hangouts para receber e efetuar, tanto chamadas de voz, quanto mensagens de texto (SMS). No caso de tablets, geralmente basta se logar com a conta Google e tudo vai funcionar. Porém, nos smartphones, tem um pulo do gato que eu só descobri depois de muito quebrar a cabeça.

     Eu estava com a minha conta Google logada no iPad e no iPhone. Porém, quando ligava do Skype para meu número americano do Google Voice, apenas o iPad tocava. O iPhone não tocava, mesmo eu deixando o app do Hangouts aberto. Achei que fosse um problema com o IP e ativei a VPN, mas não rolou. Então, coloquei um chip americano da T-Mobile e também não funcionou. Por fim, comecei a mexer em vários menus e finalmente achei o macete.

     Logo que você ativar sua conta Google no Hangouts, ele pode te pedir pra verificar o seu número. Porém, não é sempre que ele pede. Eu reinstalei o app várias vezes e ele não pedia mais. Mas, fuçando nos menus, achei como fazer isso. Basta ir até o menu lateral, clicar em Configurações, ir até “Número de Telefone” e inserir seu número para validar. Assim, logo que chegar o SMS contendo o código de 4 dígitos, insira-o e valide-o. Feito isso, o Hangouts passará a aceitar as chamadas internacionais no seu número Google Voice.

     Por fim, uma última dica. Eu havia mencionado que o número americano do Google pode receber chamadas e SMS, né? Como eu tenho algumas contas para teste, descobri que apenas números de algumas cidades específicas tem a função de SMS. Assim, se você precisa do recurso, escolha números dos prefixos (561) ou (551). Podem haver outros com o mesmo recurso, mas como não criei contas suficiente para testar todas as cidades disponíveis, fica a dica.

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mai 16

Como fazer um relógio Android Wear funcionar com iPhone

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 16/05/2015 às 18:07h

     Confesso que eu gostava do relógio Gear 2 da Samsung. Não era perfeito, mas me atendia bem. Porém, ele só funcionava (nativamente) com um smartphone da Samsung. E, como eu quero essa marca bem longe da minha vida, acabei abrindo do mesmo e atualmente uso um Pebble, que funciona tanto com Android, quanto com iPhone.

     Um dos grandes problemas dos relógios com Android Wear é que eles só funcionam com dispositivos Android (de qualquer fabricante, desde que rodem Android superior a 4.3). Porém, quem tem iPhone, não vai poder fazer uso desses relógios. O Google até já prometeu arrumar as coisas, mas enquanto isso não acontece, desenvolvedores pelo mundo fazem hacks/ gambiarras pra coisa funcionar.

     Sinceramente, acho que muito usuário de iPhone não vai querer um relógio inteligente, que dirá um que não seja da Apple. Porém, como o Apple Watch está em falta, mesmo nos Estados Unidos e quando chegar ao Brasil, vai vir custando os olhos da cara (em torno de R$ 2.000,00), pode ser que alguns usuários topem comprar um Android Wear (na faixa de R$ 450,00), só pra ter notificações no pulso. Será?

     De qualquer forma, recebi a dica do hoje no Twitter e resolvi fazer o teste. Baixei um app no Android, baixei o app no iPhone e fiz a bagaça funcionar como no tutorial que havia recebido. Pode não ser muito intuitivo, mas na realidade é super simples. Vamos a um passo a passo.

     A primeira coisa a fazer é deixar o Android Wear conectado ao Android. Ao instalar o app da loja, irá aparecer o aplicativo no relógio. Basta rodá-lo e ativar o serviço para iOS e o push. Em seguida, desligue o bluetooth do Android e deixe o relógio sem parear. Em seguida, abra o aplicativo no iPhone e mande procurar. Ao mesmo tempo, mande também localizar o iPhone, pelo app do relógio. Uma vez conectados, faça o teste e veja se funcionou. Lembrando: só funciona pra receber. Não dá pra responder.

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jun 12

Estou há um passo de “retornar” ao mundo Apple

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 12/06/2013 às 13:52h

     Algumas pessoas me perguntam porque eu abandonei o mundo Apple e a realidade é que isso nunca aconteceu. Mesmo usando Android como smartphone principal, continuei a usar OSX no iMac, Mac mini, MacBook Pro e MacBook Air, além de continuar a usar Apple TV, AirPort Extreme, Time Capsule, etc. Ou seja, o que houve foi que, sentindo que o iOS não me atendia mais tão bem quanto eu precisava e sem saco de ficar tendo que fazer jailbreak pra preencher essas lacunas, optei por um smartphone que servia melhor para as minhas demandas geeks, que são diferentes de um usuário comum. No caso, foi um com Android, mas poderia ter sido um com Windows Phone, Symbian, WebOS, Firefox OS, etc.

     Quem me acompanha ocasionalmente, às vezes me diz: “poxa GG, você só critica a Apple”. E outros ainda: “poxa GG, você só critica o Android”. Apenas quem me acompanha mais de perto sabe que eu critico tudo que merece ser criticado (na minha visão, claro), sem poupar A ou B porque uso mais, porque me envia aparelhos para review, porque anuncia no blog, etc. Elogio quando acho que merece e critico quando acho que devo. Simples assim. Tanto é que, observem o nosso mascote no topo do site: ele está de braços abertos, com o bonequinho do Android de um lado e a logo da Apple do outro. Isso resume o que eu acabei de dizer.

     Confesso que não estava muito animado para a WWDC. Quem me ouviu no podcast do MacMagazine sentiu bem isso. São tantos anos vendo a Apple dar passos pequenos, que parei de esperar algo grande vindo de Cupertino. Já escrevi algumas vezes, aqui e no Twitter, que acho que Tim Cook sentou nos USD 150 bilhões da empresa e deu um grande foda-se pra inovação. Adotou o “em time que está ganhando, não se mexe”. Talvez por não ter criado grandes expectativas, gostei bastante do que vi na 2. feira, durante o keynote de abertura da WWDC. Claro, nem tudo me agradou, mas o balanço final foi bem positivo. Eu vi uma Apple saindo do estado de completa paralisia que se encontrava.

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Categoria(s): Android, Apple
jun 06

Colocando notificações na tela bloqueada do Android

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 06/06/2013 às 00:12h

     Hoje em dia, ninguém mais quer saber das coisas daqui 5 minutos. Queremos tudo na hora, sem esperar. E é justamente por isso que as notificações são tão valorizadas pelos usuários nos smartphones, tablets e até nos computadores, onde janelinhas flutuantes vivem aparecendo em algum canto do monitor, roubando nossa atenção, pra sumir alguns segundos depois.

     Uma das coisas que mais sinto falta no iOS é o esquema de notificações na tela bloqueada. Apesar de ser bem pobre, sendo que existem vários aditivos muito interessantes no Cydia, a do Android consegue ser ainda mais pobre. Alguns apps conseguem notificá-lo através de LEDs piscando em cores ou sons pré-configurados, mas nada tão legal quanto acontece no iOS.

     Um programa gratuito que pode resolver esse problema é o NiLS Notifications Lock Screen. Ele não é tão bonito quanto o iOS, nem tão poderoso quanto alguns tweaks do Cydia, mas já ajuda bastante a não ficar as cegas. Com ele, a tela acende quando chega algo, te alertando imediatamente. Caso queira ver algum tempo depois, está tudo lá.

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mar 19

Gramatica: um excelente app de Instagram para iPhone

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 19/03/2013 às 16:15h

     Quando o Facebook comprou o Instagram pela bagatela de UM BILHÃO eu achei que eles dariam mais atenção aos aplicativos móveis. Mas parece que a estratégia do amigo Zuckinha é deixar o aplicativo morrer aos poucos e ir sugando os usuários pra nave mãe, gerando assim receita com publicidade.

     Já que o app oficial é um verdadeiro lixo e não tem coisas muito básicas, acabam surgindo outros aplicativos para preencher essas lacunas. Eu devo ter, por baixo, duas dezenas desses aplicativos instalados no iPad e iPhone. Infelizmente, como quase sempre acontece, as alternativas para Android praticamente não existem. Windows Phone, Blackberry e outros então…

     Hoje eu conheci o Gramatica, que se revelou uma alternativa muito boa para o cliente oficial. Infelizmente, assim como acontece em outros apps de Instagram, ele não permite enviar as fotos pra rede social e isso não é uma limitação dele e sim da API (sempre elas, né Twitter?!). Mas, de resto, ele dá muito conta do recado e vale o USD 0.99 na App Store. Ainda mais porque ele é universal, ou seja, a mesma versão funciona no iPhone e iPad.

     Dentre as horríveis limitações do app padrão, destaca-se o fato de, toda vez que você abre o bendito, ele sobe pra foto mais recente e não pra última foto que você viu. Ae, se você usa a rede social como eu, você precisa ir rolando pra baixo até encontrar onde tinha parado. Muitas vezes você não se recorda onde parou e ae já viu, né? O Gramatica tem um tipo de marcador que vai resolver esse problema pra você!

     Outro recurso muito bacana é o uso de listas, que podem ser feitas tanto agrupando usuários, como hashtags. Ou seja, se você segue um monte de gente, não tem tempo de ver tudo, mas quer ficar por dentro do que os amigos mais próximos estão postando, basta criar um grupo Amigos, adicioná-los lá e resolvido. Quanto as hashtags, dá pra você acompanhar as mais belas fotos de gatos ou unhas da interwebz :/ Aliás, falando nelas, outro recurso bacana é o uso da função “mute”, que permite ignorar alguns usuários ou termos. Totalmente excelente!

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mar 16

O DESESPERO bateu na porta de 1 Infinite Loop

3 Comentarios »Postado por GordoGeek em 16/03/2013 às 18:28h

     Por alguns anos a Apple reinou soberana no mercado de smartphones. Em 2007, quando ela apresentou o iPhone ao mundo, os telefones eram radicalmente diferentes e os concorrentes foram pegos de surpresa. Por anos eles bateram cabeça, suaram a camisa, mas não incomodavam a Maçã. Mas isso vem mudando…

     Conforme eu já mencionei no artigo sobre o lançamento do Galaxy S4, a Apple escalou seu vice presidente senior de marketing mundial, Phil Schiller, pra ser a voz da companhia na luta contra o Android. Com certa regularidade, o “tiozão do churrasco” usa o Twitter pra cutucar com vara curta a concorrência. E não pensem que isso vem exclusivamente da cabeça dele, sem o aval de Tim Cook. Quem já leu um pouco sobre a companhia de Cupertino sabe como as coisas funcionam por lá. Tudo é feito de forma meticulosa!

     No começo dessa semana, Schiller usou o “Wall Street Journal”, que é praticamente o veículo oficial da Apple, totalmente chapa branca, pra tentar tirar o brilho do Galaxy S4. Há poucas horas do evento, a Apple soltou update do OSX. Coincidência? Alguns acham que sim. Sério mesmo?

     Agora a pouco eu recebi um email da Apple, que iniciou a campanha “Why iPhone“, onde ela tenta ressaltar as qualidades do aparelho frente a concorrência. Seria uma nova e surpreendente coincidência isso acontecer alguns dias após o lançamento da sua principal concorrente? Amigos, por mais que vocês admirem a empresa, não há como negar que a água bateu na bundinha do Tim Cook.

     Uma das coisas mais bizarras que vi na campanha é a Apple tentando partir pro lado de comparar especificações, onde todos sabemos, que não é o forte dela. A empresa nunca tem o que é mais moderno e poderoso. O que ela faz muito bem é casar hardware, software e serviços, criando uma plataforma maravilhosa. Vejamos por exemplo ela tentando empurrar o Retina Display como um diferencial. Sério mesmo? O Retina tem “apenas” 324ppi, contra 468ppi do HTC One. Quer enganar quem meus amigos?

     Eu acho bastante válido a empresa lançar uma campanha para combater o concorrente que vem se destacando. Nada mais justo. Porém, o que realmente me incomoda são alguns fanboys dizerem que a Apple nunca se importa com a concorrência e não muda sua estratégia por causa deles. Será mesmo? O iPad mini deu as caras pra combater os tablets mais baratos. Os rumores sobre um iPhone mais barato, com foco em países emergentes, estão cada vez mais crescentes e, eu aposto que são reais. O jogo mudou! Só não vê quem não quer.

     É cada vez mais notório o caso de pessoas comuns e “famosos” do mundo da tecnologia (Andy Ihnatko e Guy Kawasaki), desgostosos com o ritmo lento de inovação da Apple, indo beber das águas (ou dos doces? #tumtumtsi) do robôzinho verde. Se a Apple não vier com algo totalmente novo na WWDC, muito mais gente vai pular fora desse barco. E tenho dito.

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dez 11

Como colocar badges de notificação do iOS no Android

8 Comentarios »Postado por GordoGeek em 11/12/2012 às 11:44h

     Na semana passada eu falei aqui no blog sobre o Nova Launcher e até quem não é usuário de Android achou os recursos oferecidos por ele bastante interessante. Hoje, iremos falar de um recurso presente apenas no Nova Launcher Prime, a versão paga do aplicativo.

     Ontem eu publiquei uma foto no Instagram e a pessoal me perguntou como eu fiz para habilitar os badges de notificações, simulares aos do iOS, no Android. Infelizmente não tem como fazer isso de forma gratuita e você vai gastar cerca de R$ 12,00 se quiser ter esse recurso. O Nova Launcher Prime custa cerca de R$ 8,31 e o Missed It! aproximadamente R$ 3,36.

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Categoria(s): Android, Dicas
out 03

Comparativo: notificações no Android e iOS

5 Comentarios »Postado por GordoGeek em 03/10/2012 às 21:13h

     Já tem algum tempo que comento que as notificações do Android são bem ruins se comparadas com o sistema da Apple e sempre ouço algo similar: “mas a Apple não copiou da Google?”. Bem, pra explicar melhor essas diferenças, nada melhor do que um vídeo. Segue abaixo:

     A principal diferença é que a Apple mantém servidores de notificações que fazem a entrega dos alertas ao iOS dos seus equipamentos, diferente do esquema do Android, onde os apps ficam rodando em background e, de tempos em tempos, se atualizam e vão verificar se tem alguma novidade. Logo que a Apple implementou as notificações push, isso foi exaustivamente explicado e tem como principal vantagem a economia de bateria. Além disso, o que eu acho mais bacana é a agilidade das notificações. Enquanto no Android, o mínimo que posso configurar (quando o app permite) são checagens a cada 1 minuto, no iOS isso é instantâneo. Chegou mensagem na Apple, ela reenvia pro dispositivo.

     Outra coisa muitíssimo importante é que a Apple possui uma central de notificações e o Android não. No sistema da Google, cada app tem seu próprio esquema de notificações. Algumas delas, como o Instagram, não tem a opção pra se configurar o intervalo das checagens ou como elas irão se comportar. No iOS, basta ir em um menu específico e configurar, app por app, se eles irão fazer barulho quando chegarem, se irão aparecer na tela de desbloqueio, se terão badge, etc. Ou seja, é muito mais flexível.

     Como a Apple (e Google) poderiam melhorar o sistema já existente no iOS? Eu acharia muito legal se tivesse um app de notificações que arquivasse tudo que entrasse de notificações, como se fosse uma inbox, separada por apps, permitindo apagá-las individualmente, em grupo e até permitindo pesquisas por termos específicos. Sonhar não custa nada…

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Categoria(s): Android, Apple
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