Semana passada eu comentei por aqui que tinha assinado um novo plano de internet móvel pra mim e minha esposa. Acabei ficando na Claro, mas troquei o plano ilimitado por outros dois mais baratos, tendo em vista que não vinha utilizando tanto assim. No final das contas, estou pagando quase a mesma coisa e agora tenho dois pelo preço de um.
O que mais pesou na minha decisão de continuar na Claro é que a empresa é a única que tinha cobertura 3G aqui na cidade. Ou melhor, era… Nos últimos dias, me relataram que a Vivo também estava com sinal 3G. Coloquei o chip do meu pré-pago no iPhone e realmente apareceu o 3G. Assinei um plano pré-pago semanal na Vivo (250MB/ R$ 35,00) e comecei a testar. Estou realmente impressionado com a velocidade: muito melhor que a Claro! Dá pra dizer que a Vivo tem internet banda larga móvel de verdade, enquanto a Claro, tem um dial-up móvel.
Há alguns dias eu postei aqui sobre eu estar encerrando meu plano de internet ilimitada com a Claro. Infelizmente, depois de procurar alternativas, acabei voltando pra Claro, mas em outro plano. Importante salientar que, aqui na minha cidade, a Tim ainda possui a cobertura GPRS e a Vivo cobertura EDGE, ou seja, por melhores que sejam os planos e o atendimento dessas e de outras empresas (que não tem cobertura aqui, mas podem ter ae na sua cidade), tive que optar pela Claro por pura falta de opção.
Foram 2 os fatores principais que me fizeram mudar de plano: o primeiro é que, como a Claro só possui plano de internet ilimitada para modem 3G e eu usava o simcard no iPhone, o aparelho ficava sem linha, ou seja, por mais que eu tivesse VoIP instalado, ficava sem ter acesso a número de emergência, 0800, etc. O segundo fator é que, nos últimos 6 meses, a média de consumo mensal ficou abaixo de 100MB de tráfego. Isso porque, como trabalho em casa, na maior parte do tempo meu iPhone ficava no WiFi. Tentei de diversas formas ativar um plano de voz, até recorrendo a Anatel, mas não virou nada. Segundo a Claro, eu teria que cancelar o plano de internet, contratar um plano de voz e, em cima disso, contratar um pacote de dados. O x da questão é que eu iria pagar por um montão de minutos, sem usar, o que não iria me atender. Prefiro recarregar R$ 12,00 por mês no meu Vivo e ganhar trocentos minutos, mesmo que pra isso eu tenha que manter um segundo celular.
Uma das coisas que mais foram alvos de críticas no iPad foi a falta de uma câmera. Concordo em parte com isso e acho até que a próxima versão já virá com uma câmera frontal, para uso do Facetime e outros Apps de video-conferência. Uma câmera traseira eu acho bem difícil de vir, tendo em vista que não faz sentido sair com um gadget do tamanho do iPad pra fotografar.
Para preencher essa lacuna e facilitar a vida do usuário, vários programas foram surgindo na App Store, entre eles, o Camera-A e o Camera-B, que funcionam de maneira integrada. No iPad, fica o Camera-A e no iPhone, o Camera-B. O que o programa faz é jogar, para a tela do iPad, tudo que está se passando no iPhone, permitindo assim, tirar screenshots ou qualquer coisa similar. Claro que você poderia simplesmente tirar fotos no iPhone e mandar via email, pegando no iPad, mas a intenção desse App é justamente simplificar essa tarefa.
O programa é super simples de usar e não exige configuração alguma. Acredito que a única coisa que deve ser primordial é o iPhone e o iPad estarem na mesma rede WiFi. Uma vez que você abrir ambos os programas, cada um no seu gadget respectivo, ele faz o link e começa a transmitir do iPhone para o iPad.
O Camera-A custa USD 1,99 e o Camera-B é gratuíto. Como você irá precisar de ambos para funcionar, tendo em vista que um é o transmissor (servidor/ iPhone) e o outro o receptor (cliente/ iPad), o custo total de brincadeira é de USD 1,99.
Há algum tempo fiz um post com um tutorial sobre como acompanhar séries usando o Google Calendar e, o nosso leitor, Rafael, perguntou se era possível adicionar calendários inscritos em seu iPod Touch então aqui vai uma das formas para se fazer isso (com esse método não é necessário ter uma conta no Google):
Como já era esperado, a Apple rejeitou o App WiFi-Sync em sua loja. Pra quem não conhece, o software permite a sincronia do iPhone com o iTunes sem a necessidade do cabo USB, o que é um procedimento inédito e que sempre foi pedido pelos usuários do gadget.
O motivo principal da Apple não permitir essa sincronia, acredito eu, seja para ter o total controle do que é transferido “de” e “para” o dispositivo, já que isso poderia ser uma porta aberta para troca de arquivos “não autorizados”, como músicas, aplicativos, etc.
Como a gente também já esperava, diante da recusa da Apple, o desenvolvedor recorreu a Cydia Store, a “loja dos excluídos”. Tudo que a Apple recusa, invariavelmente acaba lá. Infelizmente, só desfruta de tal loja que tiver o aparelho jailbroken.
Logo que vi a notícia da disponibilidade do App no Cydia, tratei de ir atrás do App. Ele custa USD 9.99 e aceita pagamento via Paypal. O custo não é dos mais baratos e certamente alguém vai dar um jeito de colocar o cracked em repositórios por ae, mas eu fiz questão de remunerar o desenvolvedor pelo feito, que há muito eu esperava. Meu maior receio é que, com um simples update da Apple, seja no firmware ou no iTunes, tudo páre de funcionar (o que muito provavelmente irá acontecer).
Outra má notícia, é que não basta ter apenas um iPhone jailbroken. Você também precisa ter um Mac, uma vez que existe um software que precisa ser instalado, fazendo a comunicação com o iTunes e, por enquanto, só existe versão pra Mac. Segundo o desenvolvedor, em breve sairá uma versão pra Windows.
E pra fechar com outra má notícia, dessa vez para os donos de iPad, a solução não é compatível com seu gadget. Não sei ao certo se é por causa do hardware, mas acredito que seja pelo firmware diferente.