out 27

Indiegogo: uma tomada perfeita para a casa geek

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 27/10/2013 às 13:31h

     Eu já vi algumas tomadas com saída USB, mas acredito que poucas pessoas vão chamar um eletricista (ou se arriscar sozinho) pra mudar as já instaladas em suas casas. Além disso, geralmente elas são caras e possuem apenas uma (quando muito, duas) portas. Também não é incomum a amperagem ser muito baixa e demorar muito pra carregar os aparelhos. Alguns mais fominhas (como iPads) nem chegam a ser carregados.

     O projeto da thingCHARGER hospedado na Indiegogo é muito interessante porque não é uma tomada em si, mas sim um adaptador e pode ser facilmente instalado em qualquer canto. Melhor ainda, dá pra levar do quarto pra sala, pra cozinha ou qualquer outro cômodo que você vá ficar por um período que dê pra carregar seu gadget.

     Algumas coisas chamam a atenção nesse projeto. Primeiro é o fato que ele mantém uma tomada disponível, ou seja, você pode continuar a conectar outros aparelhos eletrônicos nela. Aqui em casa mesmo eu tenho casos onde tenho que ficar a todo instante comutando o carregador de gadgets com outras coisas, especialmente na bancada da cozinha.

     Talvez o fato mais legal seja que a tomada também é um dock e não deixa seu smartphone, tablet, ipod, etc. “jogado”. Ele se encaixa perfeitamente e aceita várias conexões. Por fim, na base da tomada, ainda existe uma porta USB para você conectar outra coisa. Demais!

     O projeto já alcançou a meta estipulada, mas ainda tem mais quase 3 semanas no ar. Se você apoiar agora, leva um por USD 29. Quando ele chega ao varejo o preço será de USD 42.

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out 05

Migrando de iOS pra Android: que apps fazem falta

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 05/10/2012 às 11:08h

     Há algum tempo eu disse aqui no blog que só não adotava o Android como meu smartphone principal porque faltavam alguns apps de uso diário, como o Instagram, um bom leitor de notícias e Twitter. Bem, depois de anos de espera e promessas, o Instagram finalmente deu as caras na plataforma do robozinho, o Feedly, leitor de RSS que eu já vinha usando no Android, sofreu um update significativo e acabei me adaptando a vários apps de Twitter. Assim, não restaram mais obstáculos para eu começar a usar muito mais o Android do o que o iOS. Mas será que estou sentindo falta de algo?

     Antes de dizer do que eu sinto falta, vamos ao que eu não sinto falta, pois as versões dos apps são multiplataformas e estão presentes tanto na plataforma Apple como Google. A lista não é pequena e coloquei apenas os que eu mais uso: Twitter, Facebook, Facebook Messenger, Instagram, Getglue, Foursquare, Chrome, Skype, WhatsApp, Viber, Amazon Kindle, Pocket, Instapaper, Readability, Picframe, Speed Test, Banco do Brasil, Itaú, CEF, Paypal, Dropbox, Box.net, Google Drive, SkyDrive, RunKeeper, Nike+ Running, Shazam, SoundHound, Rdio, Spotify, TuneIn Radio, Netflix, SlingPlayer, Sky, Mercado Livre, Feedly, Wunderlist, IM+, WordPress, Pinterest e Fring. Deu pra ver que não é pequena, né? A maior parte desses apps são idênticos nas duas plataformas. Porém, podem existir pequenas diferenças de versões e recursos, como o fato do Instagram no Android não me deixar compartilhar fotos postados das pessoas que sigo e no iOS sim. Mas isso com certeza são coisas bem pequenas e acredito que em breve serão “corrigidas”, deixando as duas versões idênticas.

     Nessa semana eu fiz um post aqui no blog pra explicar um pouco melhor as diferenças dos sistemas de notificações das plataformas. Sempre que eu tentava explicar isso via Twitter, não me fazia entender. Por isso eu fiz um vídeo curtinho e acredito que agora minha ideia tenha ficado mais clara. Além do iOS ser muito mais flexível, a forma com que ele mostra as notificações, não se limitando a apenas uma, mas indo até um máximo de 10, me agrada mais. Outra coisa que aprecio bastante é que as notificações chegam praticamente imediatamente, diferente do que acontece no Android, onde a maioria dos apps não fazem uso dos servidores da Google pra notificar e precisamos configurar um intervalo de verificação.

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jul 23

Ganhando espaço no sistema com backup dos iTrecos

3 Comentarios »Postado por GordoGeek em 23/07/2012 às 13:49h

     Vamos dar uma paradinha nos posts da viagens e voltar as dicas? Eu comecei a editar alguns vídeos de reviews dos produtos que comprei nos Estados Unidos e comecei a receber um aviso atrás do outro de falta de espaço no HD do iMac. Eu tenho o modelo básico, de 500GB, sendo que deixei 100GB pro OSX e o restante como Extendido. No geral, essa configuração me atende bem, mas esses alertas me forçaram a tomar uma atitude.

     Infelizmente, no caso do iMovie, eu não consegui mover a pasta dele no sistema (/Users/SeuUser/Movies). Quando tento fazer qualquer coisa nessa pasta, recebo um aviso dizendo que não é permitido pois é uma pasta do sistema. Porém, como vários iTrecos (iPhones, iPads e iPods) sincronizam nesse iMac, a pasta de backup deles chegou aos 40GB e ocupou boa parte do espaço livre. Mas como resolver?

     Uma vez que eu tinha um bom espaço livre na partição Extendida, eu movi o conteúdo do backup do iTunes pra lá e criei um link simbólico. Como assim? A pasta em questão é a /Users/SeuUser/Library/Application Support/MobileSync/Backup/. Eu movi a partir da MobileSync, que ficou agora em /Extendido/MobileSync. Ae, pelo terminal, eu digitei: su ln -s /Volumes/Extendido/MobileSync /Volumes/Users/SeuUser/Library/Application Support/MobileSync/. Me foi pedido a senha de root e concluída a tarefa, liberando o espaço de 40GB na partição do OSX.

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jun 05

Estendendo a garantia com o Apple Care

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 05/06/2012 às 16:30h

     Há cerca de um ano eu finalmente tomei coragem (plim, plim) para comprar meu primeiro iMac. Desejava esse computador há anos, mas sempre achei caro demais. O iMac mais barato hoje na loja online da Apple custa R$ 3.999,00 e convenhamos, essa grana toda num computador de 21.5”, com 4GB de RAM e 500GB de HD é muita coisa! Existem alternativas muito mais interessantes por ae (como um Mac mini). Porém, como diz o ditado “mais vale um gosto, do que um tostão no bolso”, acabei comprando, conforme eu relatei aqui nesse outro post.

     O fato é que daqui alguns dias eu finalmente termino de pagar a belezinha (que foi parcelada em 12 vezes no cartão) e apesar da minha felicidade em quitar essa dívida, outra preocupação me veio a mente: e depois da garantia? Todo mundo já deve ter ouvido casos de que a pessoa levou o Mac pra assistência e o preço do conserto era mais da metade do equipamento. Claro, Macs costumam quebrar muito menos que PCs montados e também menos que PCs de marcas conhecidas, como Dell, HP e outras. Mas, como Murphy está ae pra nos provar, tudo o que pode dar errado, dá.

     Meu primeiro Mac foi um Mac mini em 2007. Dois anos depois veio o MacBook Pro e no ano passado foi o iMac. Nenhum deles deu problema algum (deixa eu bater na madeira, antes que algo aconteça). Mas e se der problema? Bom, esses dias eu tava ouvindo o podcast Hora do Mac e o pessoal falava sobre o Apple Care, que é um plano de garantia estendida para produtos Apple. Eu já tinha ouvido falar sobre ele, mas nunca tinha ido atrás pesquisar. Sempre achei fosse besteira de Macfag, já que nunca vi serviço simular em outras marcas, mas decidi parar para fazer algumas contas e considerações.

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mai 19

Primeiras impressões: Nike+ Fuelband

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 19/05/2012 às 10:33h

     Um dos gadgets mais comentados do momento é o Nike+ Fuelband, um verdadeiro hype. Os leitores do blog e seguidores do Twitter me pedem há semanas pra resenhá-lo e finalmente chegou até minhas mãos gordas o produto que eu havia comprado. Ele foi lançado no começo desse ano e rapidamente sumiu das prateleiras. Há cerca de 10 dias os estoques foram normalizando e consegui comprá-lo no site da Nike. Detalhe que muita gente pergunta: eles não entregam no Brasil. Foi um amigo quem me trouxe.

     Primeiramente, o que na verdade é o Nike+ Fuelband? Pra que ele serve? Em resumo, ele é um relógio com função de pedômetro e sincronia pra sua conta Nike. Ele não tem GPS, reprodutor de mídia digital ou monitor cardíaco. Se você estiver procurando algo mais incrementado, esse não é o produto ideal. Recomendo que você dê uma lida nesse outro post sobre o Motorola ACTV, pois ele tem tudo isso. Inclusive, no próprio site da Nike, ela tem um gráfico comparativo bem interessante dos produtos destinados a fitness, como o iPod Nano e o Nike+ SportWatch GPS.

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mar 31

GordinhoGeek: sai o iPad, entra o iPod Nano 5G

5 Comentarios »Postado por GordoGeek em 31/03/2012 às 02:50h

     Antes de irmos para o post em si, gostaria de relembrar que sou um profissional de tecnologia e pai de primeira viagem. Não sou (nem perto disso) um profissional que trabalha com educação, pedagogia ou afins. Também não sou alguém que já leu inúmeros livros sobre como criar filho e tudo o mais. Portanto, o que vou compartilhar aqui pode ser completamente errado do ponto de vista pedagógico. Digo isso pois gosto de compartilhar alguns momentos da minha vida de pai nas redes sociais e já recebi muitas críticas de pessoas dizendo que expor crianças tão pequenas a tecnologia não é algo saudável.

     Por mais que muitas pessoas digam que crianças menores de 2 anos devem ter um acesso muito limitado a tecnologia (inclusive a TV), desde que meu filho tinha poucos meses ele sempre teve contato com tecnologia, especialmente nos momentos que batiam aquelas cólicas ou as dores dos primeiros dentinhos. Por mais que a gente tentasse várias dicas de pediatras, amigos, avós e tudo o mais, nada parecia surtir muito efeito. Foi ae que descobrimos o poder da Galinha Pintadinha.

     Acredito que boa parte (senão todos) os pais mais “frescos” devam conhecer a famosa penosa azul. Se você não conhece, só por curiosidade, clique no link acima e veja do que estou falando. Como menosprezar um vídeo com mais de 100 milhões de acessos no Youtube? Por mais bobo que possa parecer, as crianças adoram esse personagem e suas músicas que entram na cabeça da gente pior que aquele hit de verão em Salvador. Meu filho atualmente tem 1 ano e 7 meses e já perdeu um pouco do encanto por esse personagem. Aos poucos ele foi mudando o gosto para “Pingu”, “Xuxa Só para Baixinhos”, “Toy Story”, “Rio”, “Shrek”, etc.

     Como meus pais moram há 300km de casa, quando a gente ia viajar, sempre apelava para o iPad. Eu comprei alguns suportes para o banco, mas confesso que nenhum resistiu por muito tempo. Não porque eram porcarias da China e sim porque a cadeirinha do meu filho fica praticamente colada no banco e ele ficava se esticando todo pra pegar o iPad na mão ou dando chutinhos durante as músicas. Mas não só em viagens mais longas o iPad era útil. Quando íamos ao shopping, por exemplo, depois de uma volta, rapidamente ele ficava entediado e o iPad acaba distraindo ele. Chegamos a improvisar vários tipos de capas, já que não achamos nada muito inteligente e adaptável a várias situações.

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out 09

Mini-Review: som automativo H-Buster HBD-8300BT

3 Comentarios »Postado por GordoGeek em 09/10/2011 às 23:10h

     Tem vários anos que decidi parar de comprar aparelhos de som automotivo mais incrementados. Já tive o som do carro roubado algumas vezes e, como o seguro tradicional não cobre, resolvi por sempre um aparelho mais simples e usar o iPhone para enviar o conteúdo.

     Já deve ter uns 4 anos que uso aqueles transmissores de FM para enviar o som sem fio para os auto-falantes do carro. A vantagem é que funciona em qualquer aparelho, do carro ou não (seu radinho de bolso também funciona) e costumam ser baratos. Eu comprei alguns no DealExtreme, mas ultimamente vinha usando um que comprei em 2009 numa Apple Store. A parte ruim da história é que, não é de hoje, achar uma frequência livre para conseguir transmitir tem se tornado algo muito complicado, especialmente em viagens pela rodovia, onde cada cidade que passa acaba interferindo justamente naquela frequência que você havia achado. É mudar, andar alguns kilômetros e ter que trocar novamente. Se você tem alguém no banco do passageiro, ainda dá-se um jeito. Mas quando está sozinho, ficar mexendo nisso é extremamente perigoso e não recomendado.

     Há algumas semanas eu finalmente tomei a decisão que já deveria ter tomado há muito mais tempo: comprei um som automotivo com bluetooth. Se você acha que eu gastei os tubos nisso, não foi bem assim. Eu pesquisei muito até achar o mais barato. Quando eu comprei, o H-Buster HBD-8300BT estava saindo por apenas R$ 170,00 na Americanas.com. Atualmente ele está em R$ 239,00.

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out 04

iPhone 4S: uma merda, mas a melhor das merdas

7 Comentarios »Postado por GordoGeek em 04/10/2011 às 16:40h

     Fiquei semanas (pra não dizer meses) super empolgado pro evento de lançamento do novo iPhone. De ontem pra hoje eu praticamente não consegui dormir. Pouco antes do keynote começar eu tava roendo as unhas e o coração já batia acelerado. Pra que? Pra ver a Apple apresentar uma merda de iPhone 4S. Mas, é a melhor das merdas. Explico…

     Já dizia aquele velho ditado: “em terra de cego, quem tem um olho é rei”. Num mercado onde saem 2 novos smartphones rodando Android por semana, mas onde ninguém consegue inovar, a Apple não tem motivos para estar sempre extrapolando as barreiras. Basta fazer o feijão com o arroz. Afinal, como no futebol, não precisa dar espetáculo ou ganhar de goleada: o 1 x 0 também vale 3 pontos.

     Assim como aconteceu no iPhone 3GS, a Apple se focou em uma atualização mínima, melhorando a velocidade e a câmera. Não foi comentado nada sobre a memória RAM (como geralmente não é comentado no keynote), mas especula-se que ela tenha dobrado, indo para 1GB. Não ficaria totalmente surpreso se a Apple tivesse decido manter os atuais 512MB.

     Eu fiquei bem frustrado pela Apple ter mantido o visual antigo. Não fazia questão de um iPhone mais fino. Se for pra escolher entre uma bateria de maior duração e um iPhone mais fino, não tenho dúvida alguma que prefiro ter maior autonomia. Afinal, eu sempre tenho que colocar uma bateria auxiliar quando vou pra rua com ele. Mas uma coisa que me deixou muito puto foi a Apple insistir nessa tela minúscula do iPhone e a merda do botão home que começa a apresentar defeito dentro de poucos meses de uso. Eu tenho um Galaxy S e adoro o tamanho da tela. O Galaxy S2 tem a tela ainda maior e provavelmente eu gostaria mais ainda. Aliás, falando na concorrência, o iPhone 4S pode até não ter sido inovador ou surpreendido, mas me aponta um smartphone que seja melhor que ele, não apenas no hardware, mas no conjunto, com um excelente sistema operacional, aplicativos, serviços na núvem, etc. Ficou difícil, né? Esse é o mote: A Apple não precisa queimar cartucho agora. Seus concorrentes são ruins e não oferecem perigo (não nessa faixa de preço).

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set 02

Ei Apple, cadê o evento de setembro? E as novidades?

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 02/09/2011 às 17:35h

     No exemplo do verbete rumor no dicionário deveria ter alguma frase relacionada a Apple, tamanha é a quantidade de histórias que surgem diariamente envolvendo a empresa de capital aberto mais valiosa do mundo. Algumas pessoas ficam irritadas com os veículos que as publicam, mas eu (e acredito que muitos outros) me divirto com as histórias. Acredito que tem muita coisa inventada, criada a partir da imaginação de um carinha que comeu muito e não conseguiu uma boa noite de sono. Mas também acredito que tem muita coisa real, baseada em protótipos que nunca verão a cor do sol, seja lá porque motivo for, e como não foram lançados, se passam por mentira: uma TV da Apple e um iPad com Retina Display talvez façam parte desse grupo.

     A Apple costuma manter um ciclo anual em vários produtos, como em sua linha de computadores, iPod e iPhones. São raros os produtos que são lançados e ficam um tanto “esquecidos”, sem atualizações, como o Apple TV de primeira geração (a segunda versão só veio quase 4 anos depois) ou o iPod Classic (desde 2007 sem sucessor). Esse ano no entanto foi um tanto atípico. O iPad de primeira geração foi anunciado em janeiro de 2010 e ganhou as lojas em abril, depois de ficar por 3 semanas em pré-venda. A segunda geração foi anunciada no começo de março e começou a ser vendida logo na semana seguinte, sendo que já existem diversos rumores dizendo que haveria uma terceira versão pro natal desse ano. Já o iPhone, que desde a sua primeira versão era anunciado em junho, esse ano teve uma versão CDMA anunciada em fevereiro em parceria com a Verizon e nada do iPhone 5 até agora. Todos aguardam ansiosamente o clássico evento de setembro, mas ainda não surgiram os famosos convites a imprensa. Pelo visto, os rumores que apostavam num iPhone sendo lançado dia 07 desse mês naufragaram, pois a Apple costuma enviar os convites com uma semana de antecedência.

     Tem muitas pessoas (ao menos duas dezenas) que já estão (ou estão indo) para os Estados Unidos e me questionam o que vale a pena trazer. É bem difícil prever os planos da Apple, mas não me parece uma boa ideia comprar iPods nesse momento. É quase certeza que eles terão um update ainda esse mês. Já o iPhone, é muito provável que ele seja anunciado em setembro, mas comece a ser vendido apenas no mês que vem. Já o Apple TV, eu fiquei semanas me segurando pra comprar mais alguns, aguardando alguma possível nova versão, mas acabei comprando mais 2 hoje. Como a Apple demorou 3 anos e meio entre a primeira e a segunda geração, acho pouco provável que venha algo novo por ae. Talvez, agora que ela roda iOS, tenha ganho uma nova importância na estratégia da empresa e surja algo novo, mas eu não estou apostando minhas fichas nisso.

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jun 25

Como resolver problema de sincronia no iPhoto e iTunes

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 25/06/2011 às 17:02h

     Nas últimas semanas eu dediquei várias horas para acertar minha biblioteca do iPhoto. Garimpei vários CDs antigos pra resgatar fotos de viagens que eu nem lembrava mais que tinha feito. Com uma paciência de Buda, fui acertando as tags de geolocalização, rostos, etc. Até que, quando fui sincronizar com meus dispositivos, eles simplesmente não iam. Depois de alguns dias batendo cabeça, finalmente consegui achar uma solução.

     A parte mais difícil de achar o problema é que o iTunes não dava nenhum erro claro e detalhado. Ele simplesmente não sincronizava as fotos e colocava um pequeno ícone indicando o erro ao lado do dispositivo. Ao clicar no ícone, ele sumia e não dava maiores detalhes. Assim, no desespero, tentei reinstalar iTunes e iPhoto várias vezes, sem surtir nenhum efeito. Tentava selecionar apenas algumas fotos e nada.. Tentava tudo, nada..

     Depois de muito perder tempo no Google e tentando coisas por aqui, achei a solução definitiva. Aparentemente, havia um problema de cache na biblioteca do iPhoto. Como resolver? Tem que se entrar na biblioteca, através do Finder, localizar o conteúdo do diretório de cache e mandar pra lixeira. Na próxima vez que você entrar no iTunes e mandar sincronizar as fotos, ele irá demorar alguns minutos recriando a cache e o problema estará resolvido.

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