Se você tem um gadget com iOS, provavelmente já deve ter se perguntado o que significa aquele “outro” que às vezes tanto consome um espaço precioso no iTunes. Quando você sincroniza conteúdo “nativo”, tal como aplicativos, músicas, vídeos ou livros, o iTunes calcula e exibe claramente quanto de espaço esse tipo de mídia consome em seu dispositivo. Mas e todo o resto?
Caso você tenha algum aplicativo de revista ou jornal que puxe o conteúdo dos mesmos para o gadget, isso irá entrar como “outro”. O mesmo acontece com aplicativos que puxem música ou vídeos. Já comentei do MOG por aqui, um programa/ serviço no qual eu pago USD 10 mensais e posso baixar quantas músicas eu quiser, de forma legalizada. Isso também entra como “outro”. O chato dessas coisas é que sempre que você volta um backup, esse conteúdo acaba se perdendo. Recentemente eu tive que fazer esse procedimento por conta do jailbreak e todas as músicas que eu tinha baixado no MOG se perderam. A mesma coisa aconteceu com alguns livros, quadrinhos, revistas e jornais de apps fora do iBooks.
É fato que não existe empresa de tecnologia no mundo com mais rumores em torno de si como a Apple. Porém, em certas épocas, parece que as coisas ficam ainda mais afloradas e todos os dias surge uma boataria sem fim.
Na semana passada, John Gruber resolveu especular sobre o upgrade do iPad. Segundo ele, a Apple lançaria uma versão mais ou menos do iPad 2 e, em setembro, viria uma mais “encorpada”. No pensamento dele, muita gente compra iPad de natal e se o ciclo do produto for abril, isso quer dizer que a pessoa ficará com o iPad defasado em poucos meses. Faz sentido, mas até que ponto?
Ainda sobre o iPad, é quase certo que ele não virá com tela retina display, mas terá câmera frontal e traseira. Hoje correu o boato que o processador não seria um A5 e sim um A4 melhorado. Não duvido disso, pois lembram do iPhone 3GS? O x da questão é que a concorrência anda soltando tablet com CPU de núcleo duplo, 512MB a 1GB de RAM (contra 256MB do atual iPad), câmeras razoáveis, GPS/ bússola/ giroscópio e tudo o mais. Claro que eu sei que a Apple nunca está na vanguarda da potência, sendo que ela se diferencia pelo experiência do seu software, mas até que ponto seus usuários de sentirão incomodados em comprar um hardware tão “pior” que o da concorrência?
Hoje eu vi um comentário num post aqui do blog a respeito do iSubtitle, um programa para converter vídeos com legenda de forma compatível com o iOS (iPod/ iPhone/ iPad) e iTunes. A princípio, curti bastante o programa (que custa USD 19 e está disponível na Mac App Store), porém, depois de alguns testes, confesso que fiquei bastante decepcionado.
Meu primeiro teste foi pegar um arquivo de vídeo de um seriado de 20 minutos em avi (com 190MB). Abri o iSubtitle, selecionei as legendas em português e inglês, mandei ver no preview e tudo parecia muito legal. Apesar dele não suportar a escolha da fonte (tipo e cor), ainda assim é possível escolher o tamanho e a cor da barra de fundo, que fica semi-transparente.
Eu fiquei bem impressionado quando eu mandei salvar o projeto e ele gerou um arquivo mov (com uns 180MB) em questão de 10 segundos. Mandei-o para o iTunes e curti o seriado numa boa, trocando a legenda de inglês pra português de forma instantânea. A decepção começou quando fui sincronizar o iPhone. Apesar dele aparecer na lista do iTunes, no iPhone ele não aparece.
Eu já tentei comprar um desses kit via DealExtreme pra arrumar o botão e só tive dor de cabeça. O kit é muito mais barato que um conserto em uma autorizada, mas abrir o iPhone (sem deixar várias marcas) é tarefa para profissionais. Assim, fica a dica no vídeo abaixo, de uma alternativa via software: