set 30

Talkatone: app fornece número americano grátis e fácil

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 30/09/2015 às 06:19h

     Se você é usuário de iOS e precisa de um número americano que receba chamadas e SMS sem custo algum, o app Talkatone, disponível gratuitamente na App Store americana, vai resolver o seu problema. Vale lembrar que o Talkatone também está disponível na loja brasileira, mas essa versão pede que se faça uma assinatura de USD 0,99 pra manter o número durante 6 meses.

     Logo após baixar o aplicativo, basta fazer um cadastro bem simples (nome, sobrenome, idade, sexo, email e senha), validar sua conta clicando num link que chegará no seu email e pronto. Você já vai receber um número americano capaz de receber ligações e SMS. Assim, dá pra validar muitos serviços que exigem confirmação via telefone.

     Caso você queira comprar pacotes de voz e texto, pra não apenas receber, mas também pra poder originar chamadas e SMS, existem in-app dentro do aplicativo. Porém, não recomendo que faça isso, uma vez que no Google Voice não custa nada.

     A essa altura, você deve estar se perguntando: “mas GG, se o Google Voice é melhor, por que eu vou criar uma conta no Talkatone?”. Simples meu caro: pra você conseguir fazer o cadastro no serviço do Google, além de uma VPN (pra se obter um IP americano), você vai precisar de um número americano pra receber uma chamada deles e validar o cadastro. Ou seja, primeiro você faz a conta no Talkatone, depois valida o Google Voice. Entendeu?

     Uma vez criada a conta no serviço de telefonia da Google, você não mais precisará da VPN ativa. Ela se faz necessário apenas no momento da ativação. E, feito isso, você contará com chamadas e SMS ilimitados para todo o território americano. Além disso, o Google Voice tem alguns serviços bem interessantes, como receber em formato texto os recados em áudios que te deixarem na secretária de voz, quando as ligações não forem atendidas. E, pra fechar com chave de ouro, ainda existem filtros antispam muito bacana (se fudeu telemarketing).

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mar 02

Google, copie o compartilhamento familiar da Apple!

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 02/03/2015 às 02:59h

     Esses dias eu escrevi aqui no blog sobre a falta que faz um aplicativo como o iTunes para os usuários de Android. Hoje, venho falar de outra coisa que sinto muita falta: o compartilhamento familiar.


Bloomua / Shutterstock.com

     Apesar deu ser a ovelha negra da família (usuário de Android), meus filhos tem um iPad cada e minha esposa, apesar da minha insistência, não veio para o lado negro da força e continua a usar iPhone. Recentemente, ganhei um iPhone 6+ do meu padrinho (que mora no Canadá e não me via há anos) e voltei a usar o smartphone da Apple. Mas já fazia tantos anos que não mexia com iOS no dia-a-dia (apesar de ter um iPad, fica na gaveta), que fiquei bem perdido e estou descobrindo algumas coisas bacanas só agora.

     Meus filhos e esposa tem suas contas iCloud, mas apenas para que eu possa localizar os dispositivos em caso de perda ou roubo. Eles efetivamente nunca compram nada. Sou eu sempre quem compro as coisas e depois instalo no deles. Pra facilitar as coisas, acabo deixando meu Apple ID configurado nos aparelhos deles. Claro, com senha, de forma que eles não pudessem fazer compras sem minha autorização, mas facilitando o update.

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fev 19

Um pequeno desabafo pela falta de um iTunes para Android

13 Comentarios »Postado por GordoGeek em 19/02/2015 às 18:15h

     O iTunes é um dos softwares mais polêmicos da Apple. Tem gente que ama e tem gente que odeia. Mas, a maioria, reconhece que ele é ultrapassado e lento. Porém, mesmo com todos esses “defeitos”, eu sinto falta de uma versão similar do Google para os aparelhos Android, seja qual fosse o modelo/ fabricante dele. Poderia até ser polêmico igual ao da Apple. Eu não ligo. Apenas quero algo.


Chukcha / Shutterstock.com

     Recentemente a Motorola lançou o update com o Android 5 para vários aparelhos da sua linha de smartphones. Curioso o fato de que aparelhos de entrada (como o Moto G) receberam o update antes do topo de linha (Moto Maxx). Mas isso não vem muito ao caso agora, apesar de me irritar bastante. Isso seria algo que jamais a Apple faria. É como dizer pro seu cliente que pagou mais caro: “você é menos importante do que aquele cliente que pagou 1/4 por um produto ‘inferior’”.

     Eu tenho um Motorola Moto X 2014 (assim com o 2013) e um Moto Maxx. Em ambos os casos, eu recebi o update e notei que o aparelho ficou extremamente pior com a nova versão do Android, deixando os aparelhos com lags insuportáveis, coisa que eu só via em aparelhos da Samsung. Aliás, justamente por isso abandonei a Samsung/ Sony/ LG e estava priorizando a Motorola.

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jun 10

Como importar seus MP3 para o streaming da Deezer

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 10/06/2014 às 16:11h

      Havia muitos meses que eu não gastava meu suado dinheirinho na loja de música do Tim Cook. Isso porque adotei os serviço de música por streaming e, na maioria das vezes, me atende razoavelmente bem. Porém, comecei a acompanhar o programa Super Star da Globo e quis comprar algumas músicas que gostei. Claro, eu poderia apelar pra pirataria, pegar os mp3 por ae ou simplesmente gravar o áudio do Youtube ou ainda do site do programa no GShow, mas optei pela facilidade de pagar uns trocados pra Apple, usando a iTunes Store.

      Minha intenção inicial era continuar ouvindo minhas músicas via streaming, de forma que eu não ficasse preso a plataforma da Apple e pudesse ouvir via Windows Phone e Android. No caso do Spotify, ele já reconhece as músicas do iTunes e você consegue sincronizar nos dispositivos móveis. Porém, tem um pequeno detalhe: diferente do Deezer, que faz o upload das músicas em formato MP3, no Spotify você precisa do app aberto no computador. Mas só na hora de sincronizar. Uma vez baixado no smartphone, o PC não precisa estar ligado.

      Como disse anteriormente, o Deezer tem o diferencial de subir as músicas pra nuvem. Porém, ele só suporta o formato MP3 e como as músicas compradas na iTunes Store são em M4A, tive dificuldades em fazer isso. Apesar de geek, que deveria “saber dessas coisas”, fazia tanto tempo que não pirateava música que acabei esquecendo nome de programas e afins. Apelei pro Twitter e me deram a dica de fazer a conversão usando o próprio iTunes.

      Se você for seguir a documentação da Apple, saiba que ela está errada. Provavelmente, num update do aplicativo, a empresa mudou o nome dos botões e não atualizou a documentação. Por isso, as referências não são válidas. Na prática, você deve abrir o iTunes, clicar em “Preferências”, e na guia “Geral”, clicar no último botão do rodapé “Ajustes”. Dentro da tela que vai se abrir, mude a opção “Importar Usando” de AAC para MP3. Dê Ok e volte pra tela principal do iTunes. Lá, selecione a(s) música(s) que deseja converter, clique com o botão direito e depois “Criar Versão MP3″. Aguarde alguns minutos e pronto. Versão MP3, suportada pelo Deezer, gerada.

      Pra finalizar, abra o site do Deezer, logue-se no serviço, clique em cima do seu avatar, logo debaixo de “Biblioteca” e depois em “Meus MP3″. Note que vai abrir uma tela que tem uma espaço com a orientação “Arraste seus MP3s até aqui”. Localize os arquivos do iTunes, arraste-os para a área indicada ou use o botão “Enviar Seus MP3″, se preferir selecioná-los usando o sistema de pastas do seu sistema operacional. Caso você não saiba onde estão os arquivos, você pode abrir o iTunes, selecionar os arquivos e mandar colar na área de trabalho. Depois do upload, pode apagá-los.

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dez 17

Como importar sua biblioteca do Spotify para o Deezer

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 17/12/2013 às 11:48h

     Há cerca de 2 meses eu escrevi aqui no blog que estaria dando uma nova chance ao serviço de streaming de música Deezer. De início, devo confessar que isso aconteceu mais por demérito da concorrência do que pelo mérito da própria empresa. Mas o fato é que, meses depois, estou bastante satisfeito com a mudança. Evidente que não é perfeito (como nada nesse mundo), mas recomendo.

     Todos que me acompanham por mais de 2 dias sabem o quanto eu sou crítico. E claro, não podia ser diferente com a Deezer. Apesar de gostar bastante, ainda tenho algumas críticas sobre coisas que poderiam melhorar, como: 1) ter um plano familiar, como o Rdio 2) cobrar um extra para permitir músicas offline em mais de 3 dispositivos 3) melhorar o catálogo com algumas músicas ainda indisponíveis 4) falta de um app dedicado no OSX, pois às vezes é chato ouvir só no navegador. E por ae vai.. Todas as críticas eu passei pro pessoal e estou acompanhando o andamento.

     Em virtude da minha massiva divulgação do serviço (não tão me pagando nada, sequer uma conta grátis), muitas pessoas estão assinando e me fazendo algumas perguntas. Talvez a que mais ouço é sobre como migrar sua biblioteca de músicas do Spotify para a Deezer. O vídeo acima é curtinho, sem áudio, mas ensino como se faz.

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nov 25

Como fazer backup completo do seu Android

3 Comentarios »Postado por GordoGeek em 25/11/2013 às 15:03h

     Perdi as contas de quantas vezes já critiquei aqui no blog e no Twitter o fato da Google não ter uma ferramenta fácil pra backup do Android, como é o iTunes para o mundo iOS da Apple. Existem várias formas de se fazer backup do seu equipamento. Porém, nem todas são eficazes, fáceis, flexíveis e funcionam em todos os aparelhos (novamente, como no iTunes).

     Nos meus aparelhos que tem bootloader modificado, eu geralmente faço o chamado NANDROID Backup. Basta dar um boot em modo recovery, entrar na ferramenta, localizar a opção de backup e disparar o procedimento, que pode demorar até uns 30 minutos, dependendo da quantidade de coisas que você tem no aparelho. Quando o aparelho tem slot microSD (como o Galaxy S4 e Note 2) fica melhor ainda, pois você carrega consigo uma forma eficiente de restore em caso de problema, sem precisar de um PC ou internet (como o iTunes e iCloud). Lembrando: é sempre bom pegar o arquivo do backup e copiar também para um outro local, como o PC, DVD, etc. Se por um lado esse backup é bem completo, por outro você não pode usá-lo para restaurar os dados em outro aparelho, em caso de um upgrade futuro, por exemplo.

     Se você procurar na Google Play, vai encontrar vários apps de backup, como o Titanium Backup, Helium, Easy App Backup e vários outros. O grande problema desses apps é que eles não fazem um backup realmente completo, além de não funcionar em todos os modelos de aparelhos e ainda exigirem o modo root (que nem todo mundo tem habilitado) para funcionarem integralmente.

     Já vi alguns programas pra PC que prometiam fazer um backup similar ao do iTunes. Porém, na prática, ou não funcionava com a marca do meu dispositivo, ou fazia um backup extremamente básico (apenas de contatos, SMS, etc.), que não me servia de muita coisa caso eu comprasse um aparelho novo e quisesse fazer um restore fácil e eficiente (novamente, como o iTunes – eu sei, sou chato).

     O Android tem algumas ferramentas interessantes dentro do seu SDK, que está disponível para Windows, Linux e Mac, conforme já narrei em outros posts (como 1 e 2). Se você abrir o console dentro do diretório “/adt-bundle-mac-x86_64-20131030/sdk/platform-tools” e digitar “./adb backup -f equipamento_data.ab -apk -shared -all”, seu equipamento vai acender e pedir uma senha. Assim que colocá-la, ele vai começar a gerar um arquivo de backup no seu computador. Para dar um restore, faça “./adb restore nome_do_backup.ab”.

     Pra finalizar, também tem um outro tipo de backup que algumas pessoas gostam de fazer, separando o conteúdo do backup nos arquivos de boot, sistema e dados do usuário. Nesse modo você precisa entrar em “recovery mode” no seu aparelho e digitar os comandos: “./adb backup-f boot boot.img”, “./adb backup-f system system.img” e depois “./adb backup-f data.img date”.

     Finalizo texto batendo na mesma tecla: apesar de existirem várias formas de backup no Android, não existe nada tão bom quanto o iTunes, sendo fácil, eficiente e permitindo inclusive processos de migração de gadgets, como de um iPhone 5 para 5s. Mesmo assim, não deixe de escolher ao menos uma forma de backup para seu Android, pois Murphy está sempre na área para te trollar e “quem tem um, não tem nenhum”.

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out 14

Apple cobrando erroneamente por apps já pagos

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 14/10/2013 às 13:46h

     Já tem alguns meses que meu iPhone 4S e meu iPad 3 ficam em seus respectivos docks, ao lado do iMac, no escritório. Não me dou nem mais ao trabalho de tirá-los de lá a noite ou nos finais de semana, já que tenho preferido usar o Android, seja no Galaxy S4, Note 2, Nexus 7, etc.

     Hoje de manhã eu recebi um email da Apple, dizendo que eu supostamente comprei o app Picframe no dia 12/10/2013. Já seria estranho, pois como disse anteriormente, nem mexo mais direito nos aparelhos com iOS e nem passei perto deles na data mencionada. Porém, o mais bizarro, é que eu já tinha comprado o app há quase 2 anos.

     Minha suspeita é que, como meus dispositivos estão com o iOS 7 e ele tem aquele recurso de update automático, ocorreu algum erro no sistema de update e a Apple resolveu cobrar novamente por um app que eu já tinha instalado e só deveria ser atualizado (sem cobrar novamente). Repito: eu nem passei perto dos meus aparelhos com iOS no final de semana, data na qual a empresa alega que eu comprei o app.

     Uma das coisas que mais gosto da plataforma do Google e que vejo como enorme diferencial em relação a Apple é a loja. Ok, os apps são mais feios sim, mas a transparência e respeito que o usuário do Android tem são muito maiores. Primeiro, quando eu compro qualquer coisa, recebo um email sobre isso de imediato. Assim, qualquer problema, posso tomar medidas mais efetivas. Na Apple, não sei ao certo o motivo, eles esperam alguns dias. Eu acredito que seja para não cobrar pequenos valores no cartão. Então eles esperam alguns dias pra ver se o usuário fará uma nova compra e cobrar tudo junto, diminuindo as taxas que eles pagam. Mas isso é apenas suposição.

     Outra enorme vantagem, que já foi motivo de post aqui no blog é a regra dos 15 minutos. Se você comprar um app na loja, usá-lo e não gostar, você tem 15 minutos para devolver, apenas clicando num botão de estorno. Não precisa preencher formulário, não precisa dizer o motivo, não precisa esperar pra ser reembolsado, não precisa tentar convencer um funcionário da loja, etc. Simples e direto. Não gostou, clica aqui e o estorno ocorre na hora. Na Apple, você é jogado de um canto a outro, em várias páginas, precisa preencher formulário, aguardar 48 horas, etc. Perdi quase 20 minutos tentando achar onde reclamar e, quando consegui, nem um protocolo me passaram. Horrível!

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set 11

Os prós e contras dos ambientes da Apple e Google

6 Comentarios »Postado por GordoGeek em 11/09/2013 às 03:01h

     Como acontece em todo dia de keynote, vejo muitos usuários da Apple dizendo que ficaram decepcionados e me perguntam se vale a pena migrar pro Android. Diferente do que alguns podem pensar, eu nunca aconselho que a pessoa se jogue de cabeça, pois sei que, quando o negócio apertar, essa mesma pessoa vai vir com 7 pedras na mão pra me fazer de alvo. Eu gosto de trollar, dou muita risada quando me xingam, mas não gosto de prejudicar as pessoas. Dizer pra pessoa mudar de plataforma, que significa investir dinheiro e tempo, sem explicar minimamente as consequências é algo leviano.

     Uma vez que o assunto é recorrente, se você der uma procurada ae na busca, vai encontrar outros posts interessantes sobre o assunto, como Migrando de iOS pra Android: que apps fazem falta de outubro de 2012 e Vale a pena migrar do iPhone para o Android?. Se você estiver mesmo cogitando a possibilidade de deixar o mundo Apple, perca alguns minutos e leia esses dois posts. Nesse aqui, eu vou fazer apenas um update.

     Apesar de ser uma pessoa bastante passional, de vez em quando eu tenho meus atos de sobriedade e tenho racionalizar as coisas. Geralmente após um lançamento que pode mudar a balança, como um keynote da Apple ou Samsung, eu faço uma tabelinha de prós e contras de ambos o sistema, listando o que vejo de bacana (ou não) em cada plataforma e vou dando pontos pros ítens. Ex.: O iOs tem backup total no iTunes. Gosto disso. Pra mim valem X pontos. O Android tem bateria removível. Também dou valor nisso. Merece Y pontos. Ao final do processo, somo tudo e vejo como fica. Geralmente, o Android ganha de lavada, apesar de sim, ter defeitos e da Apple ter suas qualidades.

     É muito importante lembrar que, quando estou vestido de troll, minha intenção é provocar, gerar discussão e polemizar. Por isso, uso e abuso dos extremos, como dizer que algo é uma bosta, mesmo quando é apenas mais ou menos. Aqui, o foco é te ajudar a decidir algo importante. Porém, você tem papel muito importante na decisão, pois o peso que eu dou pra um determinado conjunto de características, julgando-o muito importante, pode ser menos importante ou até sem sentido pra você, na sua rotina de trabalho ou uso cotidiano dos gadgets.

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jun 12

Estou há um passo de “retornar” ao mundo Apple

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 12/06/2013 às 13:52h

     Algumas pessoas me perguntam porque eu abandonei o mundo Apple e a realidade é que isso nunca aconteceu. Mesmo usando Android como smartphone principal, continuei a usar OSX no iMac, Mac mini, MacBook Pro e MacBook Air, além de continuar a usar Apple TV, AirPort Extreme, Time Capsule, etc. Ou seja, o que houve foi que, sentindo que o iOS não me atendia mais tão bem quanto eu precisava e sem saco de ficar tendo que fazer jailbreak pra preencher essas lacunas, optei por um smartphone que servia melhor para as minhas demandas geeks, que são diferentes de um usuário comum. No caso, foi um com Android, mas poderia ter sido um com Windows Phone, Symbian, WebOS, Firefox OS, etc.

     Quem me acompanha ocasionalmente, às vezes me diz: “poxa GG, você só critica a Apple”. E outros ainda: “poxa GG, você só critica o Android”. Apenas quem me acompanha mais de perto sabe que eu critico tudo que merece ser criticado (na minha visão, claro), sem poupar A ou B porque uso mais, porque me envia aparelhos para review, porque anuncia no blog, etc. Elogio quando acho que merece e critico quando acho que devo. Simples assim. Tanto é que, observem o nosso mascote no topo do site: ele está de braços abertos, com o bonequinho do Android de um lado e a logo da Apple do outro. Isso resume o que eu acabei de dizer.

     Confesso que não estava muito animado para a WWDC. Quem me ouviu no podcast do MacMagazine sentiu bem isso. São tantos anos vendo a Apple dar passos pequenos, que parei de esperar algo grande vindo de Cupertino. Já escrevi algumas vezes, aqui e no Twitter, que acho que Tim Cook sentou nos USD 150 bilhões da empresa e deu um grande foda-se pra inovação. Adotou o “em time que está ganhando, não se mexe”. Talvez por não ter criado grandes expectativas, gostei bastante do que vi na 2. feira, durante o keynote de abertura da WWDC. Claro, nem tudo me agradou, mas o balanço final foi bem positivo. Eu vi uma Apple saindo do estado de completa paralisia que se encontrava.

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mai 30

Vale a pena migrar do iPhone para o Android?

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 30/05/2013 às 15:51h

     Tem quase 3 anos que eu comecei a fitar com o Android, pois me sentia entediado e limitado no ambiente móvel da Apple. A brincadeira começou com o HTC Magic, que era um smartphone bem limitado em termos de hardware, mas custava o que eu estava disposto a investir na época. Poucas semanas depois comprei um Nexus One, que tinham especificações bem melhores e me propiciou uma experiência de uso melhor no mundo do robô verde. Meses depois troquei por um melhor e não parei mais. Geralmente troco de aparelho a cada 3 meses. E isso é uma das coisas que gosto no Android. Não preciso esperar o ciclo de um ano da Apple com o iPhone. E pior: às vezes passa-se esse ciclo e a empresa não apresenta evoluções que eu considere interessante e já sei que só vai sair um novo daqui 12 meses e ninguém me garante que vou gostar do que vão me apresentar. Tudo parece muito lento e arrastado.

     Apesar de não gostar do posicionamento da Apple e me sentir muito atraído pelo Android, não foi fácil mudar de vez para o sistema do robô. Grande parte dos apps que eu usava do iPad e iPhone não estavam disponíveis na Google Play e as alternativas eram bem fracas, ficando bem abaixo das minhas expectativas. Em paralelo, o Android ainda era muito feio, confuso e instável nas versões 2.X e 3. Porém, com a introdução do Android 4, o sistema deu um grande passo, tanto em termos estéticos, como em segurança, estabilidade, fluidez, etc. Nesse intervalo, muitos desenvolvedores perceberam que não poderiam ignorar um sistema que crescia tanto quanto o Android e começaram a soltar seus apps também para a plataforma do Google. Hoje é bem comum sair update de um app no mesmo dia na App Store da Apple e na Google Play. Não existe mais tanta diferença entre eles.

     Não tenho dúvidas que é bem mais fácil migrar para o Android hoje do que há alguns anos. Porém, tudo vai depender do que cada usuário procura. Diariamente eu recebo a mesma pergunta no Twitter: “GG, tô se saco cheio do iPhone. O que você acha deu comprar um Android?”. E evidente que não dá pra argumentar muito sobre um tema tão complexo em 140 caracteres. Essa migração pode ser perfeita e indolor para alguns, mas bem traumática e frustrada para outros. Conheço pessoas que migraram e dizem que não sentem a menor falta do iPhone, como também conheço quem comprou um Android, tentou algumas semanas e voltou pro iPhone. Geralmente o problema mais comum é que a pessoa trocou um iPhone 5 de R$ 2.499,00 por um Android de R$ 499,00. Ae não dá mesmo pra ser justo na comparação e experiência. Eu entendo que existe o medo de gastar uma pequena fortuna num aparelho e não se acostumar. Mas é preciso ter bom senso. Por outro lado, também tem casos que a pessoa comprou um Galaxy S3/ S4/ Note 2 e não se acostumou, mesmo tendo optado por um aparelho top.

     Ontem a noite eu publiquei uma foto no Instagram, onde tinha meu iMac, o iPad e o iPhone juntos. E comentei que só consegui tornar o Android minha plataforma móvel principal porque tem meses que só uso os gadgets da Apple durante o dia, quando estou no escritório, de forma bem esporádica. Na rua ou fora do expediente, uso prioritariamente meu Galaxy Note 2 e o Nexus 7. Fiz isso porque, se você sente que precisa mudar algo, mas que é um hábito antigo, se você não tomar uma atitude como essa, a chance de nada mudar é grande. O ser humano não costuma gostar de mudanças. Ele gosta da zona de conforto. Mudança exige esforço, comprometimento, dedicação e paciência. Assim, se você vive reclamando que a Apple não inova, mas não dá uma chance real de conhecer o que tem disponível por ae, vai continuar “preso” a plataforma que tanto xinga.

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