mai 17
Postado por GordoGeek em 17/05/2011 às 23:17h
Eu estou desistindo de ler periódicos no iPad. Apesar de algumas revistas serem bem formatadas e ter uma experiência bacana, o fato de não poder baixar o conteúdo em mais de um iPad (assim como acontece com os apps, que permite até cinco dispositivos), aliado a enorme quantidade de aplicativos, mais a lentidão dos backups, me fizeram descartar essa funcionalidade no tablet da Apple.
Depois que comecei a testar as revistas no iPad (mais de 30), notei que a sincronia se tornou extremamente lenta. Se ainda fosse apenas a primeira vez, quando seriam transferidas as novas edições pro backup do iTunes, eu até entenderia, mas o problema é que a cada sincronia, o backup passou a demorar mais de 15 minutos. Sim, eu poderia tirar as revistas e ficar apenas com algumas, mas isso é um contra-senso, não?
Dia desses, depois de esperar mais de 20 minutos pelo backup e nada dele terminar, eu acabei cancelando a operação. Porém, quando fui tentar sincronizar de novo, aparecia erro. Tentei desligar o iPad e ligá-lo novamente, mas nada. Mesmo erro. Ae eu fui ao grande oráculo de Mountain View e vi que precisava apagar o diretório de backup do dispositivo e tentar novamente. Deu certo!
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mai 13
Postado por GordoGeek em 13/05/2011 às 08:33h
No último final de semana eu baixei diversos aplicativos de jornais e revistas para testar no iPad, conforme comentei nesse outro artigo aqui no blog. Complementando o assunto, manifestei minha opinião contra o abuso que alguns detentores de direitos autorais por aqui também.
Durante os meus testes com os aplicativos de jornais e revistas, acabei apurando um problema relatado por um leitor no Twitter. Segundo ele, diferente do que acontece nos aplicativos, que é possível pagar uma única vez e rodar em até 5 dispositivos (com a mesma conta da iTunes), no caso dos periódicos é diferente. Assim, eu configurei uma mesma conta em 2 iPads (meu e da esposa), baixei o aplicativo da Super Interessante (gratuito) e fiz a compra de uma mesma edição nos 2 dispostivos (in-app-purchase). Ontem finalmente chegou o relatório de compras da iTunes Store por email e constou lá a cobrança em duplicidade, como o leitor havia me alertado.
Como eu disse no meu artigo sobre a falta de bom senso dos detentores dos direitos autoriais: tá muito melhor a vida de quem prefere não pagar pelo conteúdo do que daquele que age dentro da lei e remunera o que consome. É totalmente descabido o que vem acontece. Te cobram pela edição impressa, te cobram novamente pela digital, sem desconto algum e quando você quer compartilhar a mesma revista no iPad da sua esposa, como já faz desde 2008 com os aplicativos, tem que pagar novamente. É um convite para que o usuário “chute o balde” e prefira ir pro “lado negro da força”.
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abr 04
Postado por GordoGeek em 04/04/2011 às 03:16h
Sabe-se lá Deus porque, mas a Apple tem uma obcessão incrível com cabos. Trocar informações sem fio é um pecado mortal pra eles, só abaixo do cobiçar o smartphone do próximo e gula. Felizmente, alguns desenvolvedores tem bons aplicativos que nos permitem trocar informações sem fio, mesmo que sejam nossas fotos e vídeos (músicas? nem a pau Juvenal!).
O Photosync é um desses aplicativos que a gente paga USD 1.99 com gosto, sem reclamar, pois funciona muitíssimo bem. A mesma versão do aplicativo serve pra iPhone, iPod Touch e iPad (universal), ou seja, compre uma vez, use em vários dispositivos. As versões pra Mac e Windows são gratuítas e podem ser baixadas no site da empresa.
Eu fiz o teste por aqui transferindo fotos e vídeos do iPhone para o iPad e depois fiz o caminho inverso. Puxei as fotos para o PC também, via browser. Depois baixei o programa pra Mac e fiz a transferência dos arquivos, como das outras formas, tudo simples e sem chateação. Não é a toa que o aplicativo está super bem qualificado na App Store, com quase a pontuação máxima. Recomendadíssimo!
mar 29
Postado por GordoGeek em 29/03/2011 às 16:38h
Como boa parte dos usuários do iPod/ iPhone/ iPad devem saber, a disponibilidade de conteúdo em nossa App Store é bem menor que na Store americana. Alguns acabam criando conta na Store argentina, que aceita cartões de crédito brasileiros, mas mesmo lá, a oferta é limitada. Além da maior variedade de aplicativos, a loja americana ainda conta com músicas, filmes e seriados. Infelizmente, não temos isso porque e a previsão da Apple pra termos é …. (só Deus sabe).
Qual a alternativa então pra quem quiser comprar coisas na App Store e iTunes Store americana? Recentemente falei aqui de uma alternativa pra ter cartão de débito americano. Esse cartão funciona tanto na loja da Apple, como várias outras, como da Microsoft, Netflix, Hulu, etc. O problema são os custos envolvidos. As taxas são altas e acabam encarecendo o processo.
O jeito mais viável pra abastecer o saldo da conta americana é apelar para os gift card. Se você tem um amigo que mora (ou viaja) lá pra fora, pode pedir esse favor. Porém, ficar a todo instante amolando os outros é bem desagradável (isso quando há opção, pois muitos não tem esses contatos). Sendo assim, é possível comprar iTunes Gift Card no eBay, Mercado Livre e em outros sites. Todavia, a enorme maioria deles cobra um ágio, ou seja, o cartão de USD 15 vai te sair na verdade por USD 25 ou algo assim. Pouco vantajoso, né?
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mar 29
Postado por GordoGeek em 29/03/2011 às 14:56h
Depois de testar quase duas dezenas de aplicativos para remover o DRM das músicas wma baixadas no Zune, afim de poder ouví-las no meu iPhone, finalmente encontrei um que realmente funciona: Wondershare Media Converter.
Além de remover DRM das músicas da Microsoft, o software também remove o DRM das músicas da iTunes Store e também trabalha com vídeos. Infelizmente, ele é mais lento do que eu gostaria, pois ele não altera o arquivo original, apagando o DRM e sim, lê o arquivo todo e converte para um formato sem DRM. Uma música de 4 minutos costuma demorar cerca de 35 segundos. Ao menos toda informação de tags da música é recriada no novo arquivo, ou seja, basta você jogar pro iTunes e o arquivo estará identificado corretamente, com nome da música, álbum, cantor, etc.
O software infelizmente só tem versões pra Windows. Dos vários que testei, tinham alguns pra Mac, mas nenhum funcionou adequadamente. Caso queira testar, você pode baixar no site do fabricante. A versão completa custa USD 39.95, mas se você é daqueles que vive no lado negro da força, pode encontrá-lo facilmente em sites de torrent, como o The Pirate Bay. Mas não faça isso, ok? Já que você comprou a música, pagou o direito autoral, vai piratear o software pra que?
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