fev 28

Enviando conteúdo por email para o Kobo Glo

6 Comentarios »Postado por GordoGeek em 28/02/2014 às 16:50h

     Ano passado eu fiz alguns comparativos entre Kindle e Kobo aqui no blog. Até hoje os posts ainda são bem acessados, apesar de não terem passados por atualização. Mas nos últimos dias a Livraria Cultura baixou o preço do Kobo Glo em quase 50% e muita gente veio me perguntar se valia a pena. Apesar deu estar bem satisfeito com o Kindle Paperwhite, acabei comprando um pra brincar novamente. Por 10 parcelas de R$ 24,90, tava muito atraente.

     Uma das coisas que mais gosto no Kindle não é o seu hardware em si, mas a plataforma da Amazon. Apesar dela ser mais fechada que a dos concorrentes, só aceitando compras na própria Amazon, existem recursos bem interessantes pra se colocar conteúdo no aparelho, como o email [email protected], no qual você manda coisas pra ele e tudo fica disponível na nuvem, podendo ser baixado de qualquer aparelho com o app do Kindle, como um smartphone ou tablet. Além disso, tudo que é enviado pra lá cai automaticamente no Kindle quando esse conecta via Wi-Fi. Ou seja, fica tudo muito prático!

     Apesar do Kobo ter uma plataforma mais aberta, suportando livros no formato ePub de praticamente qualquer loja (não ficando restrito a Cultura), colocar conteúdo nele sempre foi muito chato pra mim. Isso porque, tirando as compras feitas via Wi-Fi na própria Cultura, qualquer outra teria que ser feita via cabo USB no computador. Sei que algumas pessoas acham isso prático, mas eu não sou um deles. Prefiro muito mais como é na Amazon. E isso foi um dos fatores que mais pesou contra o Kobo. Porém, hoje eu recebi uma dica de um serviço bem legal no Twitter e ao testá-lo, vi que usar o Kobo pode se tornar tão fácil quanto o Kindle.

     O serviço em questão é o site Send to Kobo e foi passado pelo Raphael Costa. Eu não entendi qual o modelo de negócios deles, uma vez que nada é cobrado e não existem propagandas. Para usar, basta fazer um rápido cadastro no site e você receberá um email do tipo [email protected], parecido com o [email protected] Esse será o destino para enviar o material que você quer colocar no Kobo. Assim como na Amazon, você precisa cadastrar os emails que podem enviar conteúdo pra lá. Isso é excelente pra evitar spam, mas ao mesmo temo permite que amigos possam te enviar coisas.

     Infelizmente tem um procedimento meio chato pra ser feito antes de tudo funcionar magicamente como é no Kindle. Não é complicado, mas é um passo a mais que não tem no ambiente da Amazon. Você precisará por um arquivo dentro do seu Kobo, conforme o FAQ explica. Eu tentei fazer no Mac e não consegui, pois não eram listadas as pastas do Kobo. Ae fui pra um PC com Windows e apareceu. Foi só jogar o arquivo lá, retirar o cabo, o Kobo deu reboot, mandei sincronizar e o conteúdo apareceu nele.

     Como dica extra, caso você tenha um Kobo e queira comprar livros na Amazon, Cultura, iBook Store e outras lojas, você pode usar essa dica que dei pra quebrar o DRM dos livros e assim jogá-lo no Kobo. Como é “fair use”, ou seja, você tá consumindo algo pelo qual pagou, eu não vejo muito problema ético nisso.

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Categoria(s): Gadgets
set 25

Mayday: um recurso que a Apple deveria copiar

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 25/09/2013 às 18:13h

     Um dos keynotes que mais gosto de assistir são da Amazon, a gigante do varejo online americano. Infelizmente, esse ano Jeff Bezos resolveu ser discreto (o que não combina muito com ele) e anunciou os novos Kindle Fire HDX apenas em entrevista e não em um grandioso evento. Mas, nem por isso, o que foi apresentado é sem graça, pelo contrário. No vídeo abaixo vocês podem ver três exemplos do uso de uma tecnologia presente nos dispositivos: o Mayday.

     Se você não entendeu ou não pode ver os vídeos porque está no trabalho, no metrô ou algo assim, permita-me explicar. O que a Amazon fez foi colocar um botão de ajuda em seus tablets. Ao pressioná-lo, rapidamente aparece um atendente pra lhe ajudar, 24 horas por dia, sete dias por semana. E mais, esse atendente pode interagir contigo, lhe mostrando na tela como proceder ou, se você não quiser aprender e quiser ver tudo resolvido rapidamente, ele mesmo assume o comando.

     Assim como aconteceu no ano passado, quando Jeff Bezos apresentou tablets com um hardware bem bacana a um custo bem atraente, esse ano não foi diferente. Tivemos dois modelos sendo anunciados, sendo um de 7” (1920×1200) e outro de 8.9” (2560×1600). Ambos tem resolução acima de 320ppi, ou seja, o que a Apple chama de Retina, algo que o iPad mini não trás. E, debaixo do capô, temos as poderosas CPU Qualcomm Snapdragon 800 (Quad core de 2,2GHz), GPU Adreno 330 e 2GB de RAM. Os preços começam em USD 229 no modelo de 7” com 16GB e USD 379 no 8.9” também de 16GB.

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mai 13

Kindle sem dicionário? Veja como resolver o problema.

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 13/05/2013 às 16:13h

     Há alguns meses eu comprei um Kindle Paperwhite, mas como estava passando por uma época profissional muito complicada, ficando totalmente sobrecarregado, ele acabou ficando durante muito tempo na gaveta. Nos últimos dias, estava doente e acabei ficando de cama, com febre, praticamente um inválido. E acabei pegando meu Kindle novamente para colocar a leitura em dia. Foi ae que notei que tinha algo errado com ele.

     Todos os modelos de Kindle, inclusive os aplicativos, tem dicionários gratuitos. Porém, no meu Paperwhite, além de não aparecer nada, pedia para que eu comprasse um. Achando esse comportamento muito estranho, abri uma reclamação no site da Amazon e algum tempo depois eles me ligaram. Pra quem ainda não teve essa experiência, os atendentes falam o português com dificuldade e tem sotaque, ou seja, apesar da boa vontade deles em resolver, a comunicação não é das melhores. Por quase 1 hora, fiz diversos procedimentos no aparelho e nada resolveu.

     O que acabou resolvendo meu problema foi criar uma nova conta na Amazon, sem a necessidade de colocar cartão de crédito ou nada assim. Fiz uma bem simples. Ae desvinculei minha conta antiga no Kindle, colocando a nova. Abri um livro qualquer, cliquei numa palavra e logo ele começou a baixar o dicionário. Ao término do download, lá estava o dicionário instalado. Voltei a minha conta antiga e ficou tudo bem.

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mai 10

Como configurar a rede Wi-Fi no Kindle

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 10/05/2013 às 16:34h

     Há algum tempo eu dei um Kindle de presente pro meu pai. Pra facilitar, criei uma conta Amazon pra ele e deixei tudo configurado, pra ele só ligar, escolher o livro e ir direto ao ponto. Porém, recentemente surgiu a necessidade dele trocar a rede Wi-Fi no dispositivo, o que não é um procedimento complicado, mas para um leigo, necessita de uma explicação extra.

     No vídeo acima eu ensino como configurar o Kindle numa rede Wi-Fi. Adicionalmente, ensino como configurar um smartphone Android como um roteador Wi-Fi, de forma a compartilhar a conexão 3G com o Kindle. Isso é especialmente útil se a versão do seu leitor de e-books não tiver 3G e quiser atualizar o seu conteúdo em qualquer lugar.

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mar 19

Amazon finalmente lança Kindle Paperwhite no Brasil

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 19/03/2013 às 12:02h

     Demorou! Como demorou! Quem aprecia bons momentos de leitura não vai ter mais que pedir favor a um amigo que vai viajar aos Estados Unidos ou pagar um enorme ágio pelo preço praticado no Mercado Livre para ter o melhor e-reader que seu dinheiro pode comprar.

     Novamente a Amazon usou a sua parceira Ponto Frio para vender os aparelhos por aqui. Parece que aquela velha novela da operação nacional começar pra valer ainda vai ter muitos capítulos. Mas vamos ao que interessa: preços!

     Infelizmente o preço não é tão baixo quanto o praticado lá fora (ridiculamente baixo), mas assim como aconteceu com o primeiro Kindle que apareceu oficialmente por aqui, tá bacana e justo. A versão apenas com Wi-Fi está saindo em R$ 479,00 em 12 vezes no cartão ou R$ 431,10 no boleto. Já a versão com 3G, que sinceramente não vale muito a pena, sai por R$ 699,00 em 12 vezes ou R$ 629,10 à vista.

     A Livraria Cultura não perdeu tempo e tratou de baixar o preço do Kobo Glo, dando R$ 50,00 de desconto e agora sai por R$ 399,00 em 10 vezes no cartão. É muito bacana ver a concorrência se movimentando de maneira tão rápida. No passado, quando do lançamento do Kindle no Ponto Frio, em questão de horas, a Cultura também mexeu nas condições de pagamento, estendendo para 10 parcelas ao invés de 3.

     Quando eu comentei sobre essas duas notícias no Twitter, lógico que choveram as velhas perguntas de sempre: “qual vale a pena comprar?”. Pro meu gosto pessoal, mesmo o Kobo Glo sendo mais barato, não compensa. Apesar dos produtos serem muito similares, com leve vantagem ao Kindle Paperwhite, a plataforma da Amazon é o que realmente pesa na balança, sendo muito superior a da Cultura/ Kobo Books. Transferir um arquivo que você já tenha para o Kindle, através da nuvem da Amazon, é incrivelmente fácil. E a sincroniza entre os dispositivos então? É muito melhor!

     Em relação a versão com 3G, que mencionei que não compensa, pra que afinal ela serve? No passado, a Amazon subsidiava (sabe-se lá Deus como) todo o tráfego de internet originado dos seus dispositivos. Isso era excelente porque você teria 3G gratuito com roaming global a custo zero. Evidente que alguém lá parou pra fazer as contas e viu que não era razoável oferecer algo tão bom de graça. Atualmente o 3G serve apenas pra comprar livros, sincronizar o que você está lendo e consultar a Wikipedia.

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fev 15

Saiba como quebrar o DRM de livros da Google Play

4 Comentarios »Postado por GordoGeek em 15/02/2013 às 01:51h

     Na semana passada eu escrevi aqui no blog sobre como quebrar o DRM de livros comprados na Amazon. A intenção do artigo não foi incentivar a pirataria, uma vez que os livros já foram devidamente pagos, mas como possuem proteção de direitos autorais e estão num formato incompatível com leitores de ePub (como o Kobo), o “truque” ensinado foi necessário pra ajudar quem pagou por algo e não conseguiu usufruir do produto.

     Hoje eu estou supondo que o cenário seja o oposto do anterior: alguém que tenha comprado livros na loja da Google e tenha um dispositivo Kindle. Eu tenho um Galaxy Tab de 7” e gosto muito dele pra vários usos. Porém, por mais que eu tentasse, não consegui me adaptar ao leitor de ebooks da Google. Ele é lento, os recursos são limitados e meio confusos. O recurso que mais me interessou (leitura de textos com voz) não está disponível na minha língua. Assim, nada melhor do que ler num ereader com tela e-ink, como Kindle, Kobo, etc.

     Como o meu Galaxy Tab tem root, eu tenho acesso a todo sistema de arquivos do mesmo. Assim, naveguei por ele até a pasta onde ficam os livros, mas ao invés de encontrar apenas um arquivo epub pra cada livro, achei dezenas de .html num diretório de nome muito estranho (um por livro). Assim, esse tutorial (com várias imagens) tem a intenção de guiá-lo nesse procedimento usando apenas o computador, não sendo necessário nenhum tablet ou smartphone.

     Caso você não tenha lido o artigo anterior e feito as modificações necessário no Calibre, você terá que implementá-las primeiro. Feito isso, volte pra cá. É importante dizer que a primeira etapa desse tutorial abrange como conseguir o arquivo .epub e a segunda, como quebrar seu DRM e ter acesso ao arquivo .mobi (Kindle) ou qualquer outro compatível pelo Calibre.

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fev 05

CUIDADO ao comprar na Amazon (1-Clique)

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 05/02/2013 às 10:22h

     Escrevi mais cedo um artigo aqui no blog a respeito de passar gadgets antigos para terceiros, sejam parentes, amigos ou desconhecidos. É muito comum, no caso de vender ou simplesmente presentear parentes ou amigos próximos com gadgets antigos, a pessoa querer evitar o trabalho de reconfigurar o aparelho do zero e acaba só apagando as contas de emails, fotos e já entregando o aparelho.

     Não vou aqui repetir tudo que eu já disse no artigo anterior, mas apenas pra contextualizar, eu sempre limpo todos os aparelhos, apagando todos os meus dados. Como eu sou legal pra caramba, eu acaba criando as contas pras pessoas nas lojas que ela vai usar, bem como já configurando email, Facebook, etc. Isso porque eu sei que, senão o fizer, ou a pessoa vai subutilizar o aparelho, ou depois vai ficar ligando pra pedir ajuda e, por telefone, é sempre mais complicado. Não raro, a pessoa vai pedir pra você “dar uma passadinha” na casa dela. Assim, eu já crio tudo logo e entrego 100%.

     Recentemente eu dei um Kindle pra minha irmã. Criei a conta pra ela na Amazon, vinculei o cartão e dei uma breve explicação sobre como usar. Porém, como vocês podem ver no vídeo acima, parece que minhas explicações não foram tão boas assim e, ao invés de pedir as amostras dos livros que ela queria ler, ela acabou comprando dezenas de livros usando o sistema simplificado de compra da Amazon (1-Clique).

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jan 26

Primeiras impressões em vídeo: Kindle Paperwhite

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 26/01/2013 às 01:22h

     Há quase 5 meses a Amazon apresentou seus novos modelos de Kindle ao mundo. Entre eles estava o Paperwhite, um grande aprimoramento no famoso leitor de livros digitais da empresa, que ganhou maior contraste e definição de tela, além de uma tecnologia de iluminação muito bacana, que permite ao usuário ler num ambiente sem iluminação.

     Um dos maiores “defeitos” dos e-readers até o meio do ano passado era o fato da tela de tinta eletrônica proporcionar um conforto muito grande na leitura, mas apenas quando houvesse luz presente, seja ela natural ou artificial. Por um lado, esse era um “problema” herdado dos livros tradicionais. De outro, os usuários já estavam se acostumando ao fato de que um tablet possui iluminação própria e não depende de uma luz acesa no ambiente. Nem de longe as telas de LCD possuem o conforto proporcionado pelo e-ink, mas tinham esse diferencial. No entanto, a tecnologia presente no Paperwhite acabou tirando esse trunfo dos tablets.

     A Amazon não é a única (e nem foi a primeira) a colocar essa tecnologia no mercado. Outros leitores com tela e-ink, tais como Nook GlowNight e Kobo Glo já tem características similares. A empresa de Jeff Bezos no entanto parece ter feito o serviço melhor, além de contar com uma plataforma e software bem melhores (na minha opinião, claro).

     Meu contato com os aparelhos da Barnes & Noble foi bem superficial. Brinquei com eles durante uma visita a loja física, no final do ano passado. Já o Kobo, tenho mais experiência. Porém, acredito que posso afirmar com convicção que, se você está convencido que precisa de um e-reader, o Kindle Paperwhite é a melhor escolha que você pode fazer. Veja no vídeo porque essa foi a minha escolha.

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jan 24

Testando a qualidade da tela e-ink debaixo de sol forte

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 24/01/2013 às 11:02h

     Todos os dias os leitores me perguntam: porque eu devo comprar um e-reader e não um tablet? Bem, cada caso é um caso. Assim como não gosto de dizer que o melhor smartphone é um Android ou iPhone sem conhecer o perfil da pessoa. Pra quem gosta de fazer várias anotações, precisa ler PDF e não usa muito em ambientes abertos, com muita claridade, o tablet é uma boa. Porém, pra quem gosta apenas de ler e prefere ambientes mais claros e agradáveis, como deitado na rede, tomando sol, etc., os leitores de livros eletrônicos, como Kobo e Kindle, são uma boa pedida.

     No vídeo acima eu comparei diferentes dispositivos expostos a um ambiente externo, sem cobertura, pegando os raios do sol direto sobre eles. Foram testados um iPad com tela retina, um Galaxy Tab, um smartphone RAZR i, o Kobo e o Kindle. Se vocês estiverem vendo o vídeo na resolução máxima, observem que praticamente não dá pra ver o que tem nas telas LCD. Com muita atenção aos detalhes, dá pra ver que realmente tem um texto nele, mas é quase impossível de ler. Já nas telas e-ink, a visualização é perfeitamente, independente do ângulo de visão do leitor.

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jan 23

Primeiras impressões em vídeo: Kobo Glo

15 Comentarios »Postado por GordoGeek em 23/01/2013 às 02:27h

     Na semana passada a Livraria Cultura anunciou a disponibilidade de dois novos leitores de livros eletrônicos em seu site: o Kobo mini (R$ 289,00) e o Kobo Glo (R$ 449,00). Eles já constavam no site, juntamente com o Kobo Touch (R$ 399,00), mas com um anúncio de “em breve”. Todos estão disponíveis para a compra com pagamento facilitado (em até 10 parcelas iguais no cartão). Apesar da promessa de entrega apenas para o dia 27/1, para a minha felicidade, a entrega aconteceu bem antes (22/1).

     Um dos maiores “defeitos” apontados pelas pessoas que conheço nos e-reader tradicionais é a impossibilidade de ler no escuro, o que não acontece num tablet. Assim, os fabricantes correram pra dar um jeito nessa lacuna. A Amazon lançou o Kindle Paperwhite, a Barnes & Noble apresentou o Nook GloLight e a Kobo o modelo Glo, que foi o modelo que comprei e demonstro nesses vídeos.

     Eu adorei a adição dessa nova característica. Fiz testes durante o dia de ontem e achei bem confortável e prática. Com apenas 20% de brilho, a leitura é muito agradável e não atrapalha o parceiro na cama, pois a luz emitida é mínima. Porém, todos os defeitos já citados nos meus outros vídeos do Kobo, permanecem, como podemos ver no segundo vídeo.

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