Tenho comentado bastante sobre o ZunePass no Twitter (e por aqui) o que acabou despertando a curiosidade das pessoas pra saber mais sobre o serviço. As explicações gerais sobre o serviço (o que é, quanto custa, como faz pra configurar, etc.) eu deixei no outro post, mas ainda ficou a dúvida de como o serviço funciona na prática. Nada melhor que um vídeo para demonstrar, não? Acompanhem abaixo:
Conforme eu já havia adiantado no outro post, é meio chatinho de assinar e tem a limitação de precisar de um Windows, mas eu gosto muito do serviço e tenho uma máquina virtual pra esse tipo de coisa em meu iMac e MacBook. Lembrando que, todo o conteúdo vem em wma, mas dá pra usar programas que convertem para outros formatos (como MP3), livre de DRM, podendo assim escutar a música em outros dispositivos, como o rádio do carro, iPhone, etc.
Agradecimento especial ao MacOS Lion, que fudeu todo o áudio da gravação.
Não sou o maior dos fã da empresa de Redmond, mas tenho que reconhecer que às vezes eles dão show, como no caso do Zune Pass, que comentei por aqui no início do ano. Pra quem ainda não conhece, em resumo, o Zune Pass é um serviço no qual o usuário paga USD 15 mensais e pode baixar (legalmente) quantas músicas quiser.
O serviço não é perfeito, mas eu gosto muito dele. Entre as coisas que mais incomoda está o fato das músicas virem com DRM, ou seja, você só consegue ouvir nos dispositivos compatíveis (nada de iPod/ iPhone) e quando para de pagar a mensalidade do serviço, perde o acesso as músicas. Claro, existe uma forma de contornar esse problema, conforme eu comentei por aqui nesse outro post, onde falo sobre o Wondershare. Apenas para evitar que alguém poste a respeito nos comentários, dentro desse pacote (do Zune Pass), o usuário tem o direito de escolher 10 músicas para baixar sem DRM. É pouco, mas pelo preço, talvez seja justo, especialmente se compararmos a outros serviços concorrentes.
Outra coisa bem desagradável é que o serviço só está disponível para o mercado americano. É possível ter acesso a ele aqui no Brasil, mas são tantas complicações, que não sei se a maioria dos usuários vai se interessar. Vamos a eles?
Como programador, eu sei a importância do copyright e como a falta dele pode fechar empresas e impedir pessoas de ganharem a vida com o fruto do seu trabalho. Porém, leis de direito autorais antigas precisam ser imediatamente revistas e atualizadas para as novas realidades. A da Inglaterra por exemplo, que atualmente está sendo reformulada, tem mais de 300 anos. A do Brasil não é tão velha assim, mas também está sendo alterada.
É justamente por viver de direito autoral, vendendo licença de uso dos meus softwares/ projetos, que eu tento me policiar ao máximo para não fazer aos outros o que não quero que façam comigo. Conforme eu já mencionei algumas vezes por aqui, eu pago a minha TV por assinatura (mesmo usando muito pouco), pago pelos serviços de vídeo Hulu Plus e Netflix, pelos de música Grooveshark e Zune Pass, além de comprar muito software pra Mac, Windows e iOS, seja no iPhone ou iPad. Também nunca tive um console de video-game desbloqueado, mas acho que isso está prestes a mudar.
O modelo de negócios da App Store da Apple é muito bem sucessido e alavancou as vendas de seus dispositivos, permitindo que o usuário tenha acesso a uma imensidão de conteúdo de forma rápida, simples e barata. Por outro lado, algumas imposições da Apple, restringindo quais aplicações vão para a loja ou são barradas desagrada a muitos. Além disso, poucas aplicações tem uma opção para teste antes da compra, geralmente com opções mais simples (chamadas na loja de “light”). Alguns argumentam que é possível comprar, usar e se não gostar, basta reclamar que a Apple estorna a compra. Não é bem assim! Eu sei de gente que conseguiu o estorno, mas eu já tentei várias vezes com aplicações totalmente bugadas e cheio de gente reclamando nos reviews e nunca me estornaram nada. Pior, nunca sequer deram satisfação.
Jajá eu vou receber mais seis jogos do Kinect, segundo previsão do site dos Correios. Comprei todos lá fora, através de uma amiga e sairam numa média de R$ 100,00 cada, incluindo despesas com cartão, frete, etc. Por aqui, os mesmos jogos sairiam numa média de R$ 150,00.
Meu console (Xbox 250GB + Kinect) também foi comprado lá fora, por menos de R$ 1.000,00. Os primeiros jogos eu acabei comprando por aqui mesmo, por R$ 159,00 cada, mais frete. Só comprei aqui porque tava muito “pilhado” pra conhecer e não queria esperar tanto pela entrega. Mas como podemos ver, comprar por aqui é sempre muito mais caro.
Nesse final de semana teremos a fase II do Jogo Justo. A iniciativa é muito boa, mostrando quanto pagaríamos dos jogos se a carga tributária fosse menor, mas a quantidade de títulos ofertados é sempre muito baixa. Eu não gosto de jogos convencionais de joystick. Só ando usando o Xbox para os jogos do Kinect. Dos jogos listados, nenhum é pra Kinect.