fev 28

Como solicitar cancelamento e estorno na Google Play

31 Comentarios »Postado por GordoGeek em 28/02/2013 às 10:15h

     Já comentei algumas dezenas de vezes no Twitter o quanto eu adoro a política de reembolsos adotada na Google Play, a loja do Android pra aplicativos, músicas, filmes, seriados, revistas e livros. Lá, você pode se arrepender de uma compra e pedir o cancelamento da mesma até 15 minutos depois de iniciar o uso do conteúdo. Supondo que você comprou um app de manhã, mas foi usá-lo só a noite, quando chegou do trabalho, o prazo começa a contar só depois da primeira execução e não ao término da compra ou da instalação.

     Muitos usuários da Apple ficam bravos comigo quando eu digo que na iTunes não existe reembolso e me enviam vários tutoriais. Minha intenção com esse artigo foi justamente mostrar, em vídeo, como a coisa é fácil na Google Play. O botão de reembolso está ali, visível e disponível pra você solicitar a qualquer momento e eles nem querem saber qual foi o motivo. Você é tratado com todo o respeito e não precisa ficar preenchendo formulário e mendigando atenção do suporte. Aliás, todo reembolso que a Apple aceita fazer (e não são todos), eles deixam claro que foi em caráter de liberalidade, ou seja, você não tem direito a isso. Eles fizeram, naquela oportunidade e podem não fazer nas futuras. Está claro no email de retorno. Basta ler.

     Por mais fã da Apple que o estimado leitor seja, acredito que não dá pra comparar no mesmo pé de igualmente como as coisas acontecem nas duas lojas. São políticas extremamente diferentes. Enquanto na Apple você precisa ficar correndo atrás de reviews, resenhas, vídeos e matérias a respeito do aplicativo, pra não correr o risco de comprar gato por lebre, na Google Play você simplesmente clica em comprar, pega a versão completa do aplicativo, sem qualquer restrição, testa em sua totalidade e, caso não lhe agrade, com um clique, você cancela a compra e tem o dinheiro de volta.

     No meu modo de ver a coisa (e pode não ser o correto) a política da Apple estimula aplicativos mal feitos e até mesmo golpes, onde um desenvolvedor usa de má fé, dizendo que o app dele faz certa coisa que realmente não faz. Pense comigo: se o produto é de qualidade, porque não deixar o consumidor testá-lo por meros 15 minutos e ver se realmente cumpre o que ele procura, conforme o anunciado? Que tipo de respeito é esse que a Apple tem com o seu consumidor? A Apple é muito conhecida por focar sempre na experiência do usuário, deixando as coisas sempre mais fáceis que seus concorrentes, mas eu tenho certeza que meus pais, ou qualquer outro usuário mais leigo, não conseguiria pedir o tal reembolso através de formulário de maneira tão fácil, chegando até a pensar “ah, deixa quieto, são apenas USD 1,99. não vou me dar a essa trabalho todo.”. Aliás, será que essa postura da Apple, não é justamente para que isso aconteça?

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out 22

Como acessar a Google Play como gringo?

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 22/10/2012 às 23:03h

     Comentei sábado no Twitter que estava baixando algumas revistas na Google Play americana e me perguntaram como o usuário brasileiro de Android poderia também ter acesso a esse conteúdo que, por enquanto, ainda não está disponível pra gente sem gambiarras.

     A primeira coisa que você terá que fazer é ter root no aparelho. Se você ainda não tiver, precisa procurar um método para colocá-lo. Caso seja um Galaxy, pode tentar o Nexus Toolkit ou o Unlock Root.

     Caso você não esteja com o aplicativo da loja atualizado em seu Android, também terá que atualizá-lo. Você pode fazer download do arquivo apk aqui. Em seguida, baixe e instale o arquivo do Market Enabler.

Continue a leitura..

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mar 22

App do Kindle para Android agora acessa documentos

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 22/03/2012 às 22:11h

     Um dos atrativos mais bacanas que os aparelhos Kindle tem é a sua flexibilidade para receber conteúdo, mesmo sem por a mão no bolso. Conforme eu expliquei de forma mais detalhada aqui nesse outro post, cada aparelho ganha um email único e você pode usá-lo para mandar documentos (e livros) pra lá, que são convertidos (quando necessários) e caem direto na biblioteca do Kindle.

     A Amazon já nos mostrou que o negócio dela não é realmente vender equipamentos (como o Kindle) e sim vender o conteúdo, tanto é que ela disponibiliza apps para várias plataformas, como Android, iOS, PC, Mac, etc. Há alguns meses ela soltou um belo update pra versão do aplicativo pra iOS, extendendo a funcionalidade de acessar conteúdo na nuvem para iPhones, iPads e iPod Touch. Deu até dozinho dos usuários de Android (como eu) e eu mesmo reclamei bastante disso. Mas hoje eles finalmente corrigiram essa injustiça e lançaram um update que traz esse recurso também pra turma do robozinho verde do Google.

     Uma dica: aqui nos meus dispositivos, apesar de atualizar o aplicativo, a nova funcionalidade não apareceu. Eu tive que removê-lo e reinstalar de novo. Ao fazer isso, ele criou um novo dispositivo lá no painel da Amazon, bem como o email.

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out 29

Google fecha acordo para digitalizar livros

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 29/10/2008 às 13:50h
O Google anunciou ontem um acordo com as associações de autores e editores (Authors Guild e Associação Americanas de Editores), sobre a disputa judicial do projeto de digitalização de livros. Com este acordo os escritores e editores receberão uma compensação econômica pela publicação de suas obras através do Google Book Search, um serviço que permite ao usuário acesso a milhões e milhões de livros na internet.
O Google aceitou pagar U$125 milhões que, segundo um comunicado da empresa, serão usados na criação de um registro de direitos editoriais, pagamento de custos legais e resolver atuais problemas com editores e autores.O Google está digitalizando os acervos de algumas das principais bibliotecas de Estados Unidos, entre elas a biblioteca pública de Nova York e algumas universidades como Stanford e Harvard. A Authors Guild, que representa atualmente mais de 8 mil escritores, processou o Google há três anos, sustentando que o projeto de digitalização era uma infração em massa dos direitos autorais e de propriedade intelectual, o que particularmente acho que eles tem razão. O acordo permitirá ao Google pôr à disposição dos internautas páginas inteiras das obras que está digitalizando. Os usuários poderão ver de graça até 20% do livro e depois decidir se desejam adquirir o resto, explicou a empresa. Realmente uma proposta bem interessante, mas que vai fazer com que muita gente deixe de comprar algum livro por ler um pedaço e não gostar, diferente de uma pessoa que vai a livraria se encanta e compra, só depois vai ver se valeu ou não a compra. E vocês o que acham?



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