Aug 22

     Já comentei por aqui sobre um aparelhinho chamado Kill-a-Watt, que serve para medir o consumo, em tempo real, de praticamente qualquer equipamento eletrônico. Utilizei muito esse aparelho para tentar descobrir os “ladrões” de energia aqui em casa e diminuir a conta no final do mês.

     Conforme também já comentei aqui no blog, tenho um sistema de monitoramento com câmeras em casa. O fabricante da solução (placa e software) é a Geovision, uma das melhores do mercado, que me permite inclusive acesso remoto via iPhone. Infelizmente, ela só roda em Windows, o que me impede de deixar um servidor Linux rodando a solução que eu julgaria ideal, inclusive com firewall mais customizado, proxy, vpn, webserver, etc.

     Vocês devem imaginar que uma máquina ligada 24 horas por dia consome uma energia significativa. Assim, minha primeira ação para reduzir o consumo foi trocar o meu antigo Pentium 4 por um Atom. Quanto ao consumo, realmente melhorou, mas como efeito colateral, fiquei sem conseguir rodar vários recursos, pela falta de potência do servidor. O que mais senti falta foi o Air Vídeo, um programa que faz streaming de vídeos em praticamente qualquer formato, para o iPhone/ iPad.

     Desde que comprei o WDTV Live, o Mac mini perdeu essa função e ficou meio encostado. Como o Mac mini consome pouquíssima energia, decidi deixá-lo no sótão, ao lado do servidor de monitoramento, servindo vídeos via streaming (Air Video), minha biblioteca do iTunes (compartilhamento familiar), meu gerenciador de compromissos (Things) e outras coisinhas mais. Mesmo consumindo pouca energia, eu quis otimizar ainda mais e deixá-lo hibernando, acordando-o via rede, apenas quando precisar. Porém, descobri que o recurso “Wake on Lan” da Apple não é o que eu imaginava. Achei que, quando eu precisasse acessar qualquer recurso “hospedado” no Mac mini, ele iria acordar e me atender. Bobinho.. Não é nada disso!

     Pelo que a gente pode ver na tela de configuração do recurso, ele funciona bem apenas quando existe um Time Capsule ou Airport na rede. Deve ter sido um jeitinho da Apple vender esses produtos, pois dá pra fazer isso com um programinha gratuíto, chamado WakeOnLan. Basta baixar, rodar e colocar o mac address dos equipamentos que você quer gerenciar. Ae, ao clicar de um botão, ele irá acordar e lhe servir, sem que você tenha que mexer seu traseiro gordo pra ir fisicamente até ele, dar um toquezinho no teclado ou mouse. Agradeço ao @tsialex pela dica.

     Apesar do programinha acima ser uma alternativa pra quem está em um Mac, se você já tiver no conforto da sua cama ou largadão no sofá e quiser acessar algo no Mac hibernando, nada mais prático que acordá-lo via iPhone ou iPad, né? Pra tal, existem dezenas de programas na App Store. Basta procurar “wake on lan” por lá que você verá inúmeros, inclusive o WakeUP Lite.

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May 24

     Quem me acompanha pelo Twitter já deve ter notado que fico sempre procurando novas coisas para a minha área de trabalho, hoje achei um aplicativo bem interessante, o Wallpaper Clocks, a idéia dele é simples, a data e a hora do seu sistema são exibidas no seu wallpaper de acordo com o tema.

Wallpaper Clocks no Mac OS X

Neste post fiz tutoriais para Mac, Ubuntu e Windows  Continue a leitura..

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Categoria(s): Dicas
May 18

     Há alguns meses, eu baixei uma porrada de arquivos (mais de 10GB) e decidi mandar pro servidor. Selecionei os arquivos e, com o command pressionado, arrastei-os para a pasta remota, na intenção de movê-los. Porém, ao final do processo, os arquivos simplesmente foram apagados localmente, mas não apareceram remotamente. Mesmo achando que tinha feito tudo certo, ainda fiquei na dúvida: será que apertei algo e fiz alguma caquinha?

     Algum tempo depois, notei que o problema realmente acontecia e descartei o uso da opção mover. Sempre que vou fazer algo no Mac, eu mando copiar. Se tiver tudo Ok, depois eu apago a origem. É uma forma sacal de fazer, meio burra, mas pelo menos é mais segura.

     Conforme vocês podem ver no vídeo acima, feito agora a pouco, o Snow Leopard simplesmente às vezes dá essas cagadas. Não são todas as vezes, nem sei o que dispara esse problema, mas ele é real e acontece. Felizmente, consegui documentar em vídeo.

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May 07

     Há algum tempo venho procurando pelo aplicativo ideal para meu uso do Twitter no Mac, e nessa semana encontrei um excelente, o Nambu e achei que seria interessante compartilhar aqui as minhas primeiras impressões sobre o mesmo.

     Apesar de possuir nome e ícone bem estranhos, o aplicativo não perde quando comparado aos mais populares se tratando de interface e recursos, além de possuir as funcões oficiais do Twitter, o aplicativo tem algumas à mais como o “Mute for…” (o usuário escolhe um determinado intervalo de tempo para ficar sem receber tweets de alguém), tradução de tweets para os idiomas: inglês, francês e espanhol (em breve o suportará português, italiano, russo, alemão, holandês e japonês) e, uma excelente forma para se acompanhar listas, marcando os tweets lidos e não lidos em uma barra lateral que, pode ser exibida ou não, de acordo com a escolha do usuário.

     Como o aplicativo ainda está em fase beta, pode ser que algumas instabilidades sejam encontradas, caso tenha interesse, clique aqui para fazer o download.

     Update 07/05/2010 16:15h => O artigo foi complementado com o vídeo do @GordoGeek

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Apr 29

     Todos temos coisas a serem feitas, seja na vida profissional ou pessoal. Poucos tem uma memória fantástica a ponto de conseguir lembrar de tudo sem o auxílio de alguma ferramenta, seja ela um pda, um programa no computador ou uma agenda convencional. Muitos, esquecem afazeres, priorizam atividades menos importantes em detrimento de outras mais importantes e ae, tá feito o cenário pra o caos em suas vidas. É ae que entra minha dica de hoje: o Things.

     O Things, infelizmente, não tem versão pra Windows, mas tem versões pra Mac (USD 50), iPad (USD 20) e iPhone (USD 10). Apesar de parecer muito básico e de até ser um pouco caro para o que ele se propõe a fazer, é nessa simplicidade que está boa parte do seu segredo e da melhoria que ele trás em nossas vidas, com uma organização mais adequada das nossas tarefas.

     Já chegaram a me dizer: “nossa, mas que agenda cara!”. Não é bem um programa de agenda. O Things usa o método GTD, de David Allen. Existe todo um conceito por trás do programa, que não vou repetir nesse post, pois já foi amplamente debatido no iPhoneHoje 51, do amigo Alexandre Costa. Posteriormente a esse podcast, o mestre Vladimir Campos também explicou e deu dicas sobre o Things no VCP 132. Recomendo que ouçam ambos os podcasts, pois podem fazer você mudar o rumo das coisas e ter uma vida bem mais organizada e saudável.

     Infelizmente eu fico limitado a 10 minutos por vídeo, por uma imposição do Youtube. Com isso, tive que me ater aos pontos mais importantes e acabei cortei muita coisa da edição. Porém, acredit que o vídeo acima vai demonstrar um pouco do poder do Things. Novamente, aconselho que ouçam os podcasts recomendados, pois são referências muito interessantes.

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