Quem me acompanha pelo Twitter já deve ter notado que fico sempre procurando novas coisas para a minha área de trabalho, hoje achei um aplicativo bem interessante, o Wallpaper Clocks, a idéia dele é simples, a data e a hora do seu sistema são exibidas no seu wallpaper de acordo com o tema.
Há alguns meses, eu baixei uma porrada de arquivos (mais de 10GB) e decidi mandar pro servidor. Selecionei os arquivos e, com o command pressionado, arrastei-os para a pasta remota, na intenção de movê-los. Porém, ao final do processo, os arquivos simplesmente foram apagados localmente, mas não apareceram remotamente. Mesmo achando que tinha feito tudo certo, ainda fiquei na dúvida: será que apertei algo e fiz alguma caquinha?
Algum tempo depois, notei que o problema realmente acontecia e descartei o uso da opção mover. Sempre que vou fazer algo no Mac, eu mando copiar. Se tiver tudo Ok, depois eu apago a origem. É uma forma sacal de fazer, meio burra, mas pelo menos é mais segura.
Conforme vocês podem ver no vídeo acima, feito agora a pouco, o Snow Leopard simplesmente às vezes dá essas cagadas. Não são todas as vezes, nem sei o que dispara esse problema, mas ele é real e acontece. Felizmente, consegui documentar em vídeo.
Há algum tempo venho procurando pelo aplicativo ideal para meu uso do Twitter no Mac, e nessa semana encontrei um excelente, o Nambu e achei que seria interessante compartilhar aqui as minhas primeiras impressões sobre o mesmo.
Apesar de possuir nome e ícone bem estranhos, o aplicativo não perde quando comparado aos mais populares se tratando de interface e recursos, além de possuir as funcões oficiais do Twitter, o aplicativo tem algumas à mais como o “Mute for…” (o usuário escolhe um determinado intervalo de tempo para ficar sem receber tweets de alguém), tradução de tweets para os idiomas: inglês, francês e espanhol (em breve o suportará português, italiano, russo, alemão, holandês e japonês) e, uma excelente forma para se acompanhar listas, marcando os tweets lidos e não lidos em uma barra lateral que, pode ser exibida ou não, de acordo com a escolha do usuário.
Como o aplicativo ainda está em fase beta, pode ser que algumas instabilidades sejam encontradas, caso tenha interesse, clique aqui para fazer o download.
Update 07/05/2010 16:15h => O artigo foi complementado com o vídeo do @GordoGeek
Todos temos coisas a serem feitas, seja na vida profissional ou pessoal. Poucos tem uma memória fantástica a ponto de conseguir lembrar de tudo sem o auxílio de alguma ferramenta, seja ela um pda, um programa no computador ou uma agenda convencional. Muitos, esquecem afazeres, priorizam atividades menos importantes em detrimento de outras mais importantes e ae, tá feito o cenário pra o caos em suas vidas. É ae que entra minha dica de hoje: o Things.
O Things, infelizmente, não tem versão pra Windows, mas tem versões pra Mac (USD 50), iPad (USD 20) e iPhone (USD 10). Apesar de parecer muito básico e de até ser um pouco caro para o que ele se propõe a fazer, é nessa simplicidade que está boa parte do seu segredo e da melhoria que ele trás em nossas vidas, com uma organização mais adequada das nossas tarefas.
Já chegaram a me dizer: “nossa, mas que agenda cara!”. Não é bem um programa de agenda. O Things usa o método GTD, de David Allen. Existe todo um conceito por trás do programa, que não vou repetir nesse post, pois já foi amplamente debatido no iPhoneHoje 51, do amigo Alexandre Costa. Posteriormente a esse podcast, o mestre Vladimir Campos também explicou e deu dicas sobre o Things no VCP 132. Recomendo que ouçam ambos os podcasts, pois podem fazer você mudar o rumo das coisas e ter uma vida bem mais organizada e saudável.
Infelizmente eu fico limitado a 10 minutos por vídeo, por uma imposição do Youtube. Com isso, tive que me ater aos pontos mais importantes e acabei cortei muita coisa da edição. Porém, acredit que o vídeo acima vai demonstrar um pouco do poder do Things. Novamente, aconselho que ouçam os podcasts recomendados, pois são referências muito interessantes.
Já tem um tempo que eu tinha visto o Air Video na App Store, mas confesso que fiquei meio na dúvida se ele realmente fazia tudo que prometia, porque parecia bom demais. Pelos reviews, eram só elogios. Mesmo assim, com medo de queimar minha rico dinheirinho, fui tomar referência com amigos no Twitter e, diante da aprovação de todos, decidi comprar e testar. Um agradecimento especial ao Daniel Dahia, pela atenção.
Mas o que afinal esse programa faz? Primeiramente, deixe-me explicar que não é um programa e sim uma solução baseada em dois pontos: um servidor (que pode ser seu PC ou MAC) e um cliente (que pode ser iPad, iPhone, iPod Touch, etc.).
No seu computador, você vai instalar o programa e selecionar onde estão os seus vídeos. Pode ser local ou na rede. Depois, você baixa a versão do seu gadget. Se tiver em rede WiFi, o seu servidor já vai aparecer listado lá. Se quiser usar via 3G, ae você precisa ir até o servidor, pegar um código e cadastrar no seu gadget, informando a ele um caminho para localizar seu computador na internet. Feito isso, de onde você estiver, vai poder ter acesso a seus vídeos, direto no seu dispositivo.