Essa semana a Apple lançou uma versão para desenvolvedores do seu novo sistema operacional MacOS Lion. O aplicativo ficou disponível via Mac App Store através de um código promocional, mas ganhou os computadores dos demais usuários rapidamente, através de arquivos torrent, como esse no site The Pirate Bay.
O arquivo com o sistema é um DMG de aproximadamente 3,6GB e pode ser instalado “do zero” ou com processo de upgrade. Pode-se simplesmente executar o instalador e seguir as instruções para o upgrade ou montar o arquivo num volume do sistema, como se fosse um disco instalador. Após montar, dê o boot por esse volume e faça a instalação “limpa” (recomendo, já que o upgrade acabou deixando meus computadores bem mais lentos).
Eu fiz vários testes no final de semana, tanto no meu Mac mini Core2Duo, tanto no meu MacBook Pro 13”. Ambas as máquinas não são topos de linha. O Mac mini, por exemplo, foi meu primeiro Mac. Ele tem modestos 80GB de disco e apenas 1GB de RAM. Já o MacBook, adquirido no final de 2009, já passou por 2 upgrades de HD (atualmente com 1TB) e tem 4GB de RAM. Aliás, o MacOS Lion só pode ser instalado em computadores com CPU Intel Core2Duo ou superior. Se você tem um mais antigo, infelizmente, vai ficar “preso” no Snow Leopard.
Se você é como a grande maioria dos usuários de computadores, só se dando conta da necessidade de backup quando algum desastre acontece e você se vê completamente impotente diante do problema, esse post é pra você. Usuários odeiam fazer backup: #fato. Existem cada vez mais ferramentas que tentam automatizar essa tarefa, entre elas, o Time Machine no MacOS, que cria uma espécie de “pontos de restauração”, permitindo a volta de arquivos e “condições do sistema” em determinados momentos no tempo (dae, o nome do recurso da Apple).
Como venho do mundo Windows e uso Mac há pouco tempo, tenho hábitos antigos. A minha vida toda eu usei um programa chamado Norton Ghost para tirar imagens do sistema. O bacana desse programa é que ele gera, num único arquivo, todo o conteúdo de determinado computador e lhe permite restaurar, de forma rápida e simples, o conteúdo do mesmo. No Mac, eu tenho usado o Disk Utility para isso e devo dizer que funciona muito bem!
A idéia de usar esse método é gerar arquivos do sistema, periodicamente, dando flexibilidade para se instalar qualquer coisa no seu Mac, sem medo. Ou seja, saiu aquele último update do MacOS e você está com medo de atualizar e ter problemas. Com esse método, você pode se aventurar em ser um dos primeiros a instalar o update e caso tenha problema, em questão de minutos, você utiliza o Disk Utility e volta o seu sistema antes de executar a atualização. Afinal, ‘shit is happen’.
Parece bobagem, mas às vezes temos que fazer tarefas repetitivas e quanto menos lugar tivermos que clicar, melhor. Assim, estava de saco cheio de a todo instante ter que clicar em “Arquivo/ Importar/ Filmes…” pra pegar os segmentos dos filmes que estava editando no iMovie. Infelizmente a Apple colocou uma tecla de atalho apenas em “Importar da Câmera”, mas deixou uma opção pra gente customizar o que queremos. Vejamos:
Os novos MacBook agora tem uma entrada para cartão SD e o pessoal da MacWorld fez um vídeo ensinando como instalar o sistema operacional num cartão desse padrão.
Achei o vídeo interessante não só porque ensina a instalar num cartão SD, mas também porque é o mesmo procedimento para uma instalação qualquer. Então pra quem não sabia, tae.