dez 18

     Eu tenho vários conhecidos na internet que fazem sites, apps, mantém blogs, vendem produtos e mais um montão de coisas, mas ainda não se deram conta que sair da “clandestinidade” está cada vez mais fácil no Brasil. Novas leis foram aprovadas, os processos se tornaram mais fáceis, as quotas de faturamento ampliadas, o custo baixou, etc. Ou seja, não tem motivos pra não se fazer a coisa pelo caminho correto.

     Atualmente um cidadão brasileiro pode ter um rendimento anual de até R$ 24.556,65 e ficar isento do pagamento do Imposto de Renda. Talvez por isso, muitos jovens acabam não indo atrás de empreender da forma mais correta, abrindo uma empresa, tendo um CNPJ, podendo emitir nota fiscal, etc. Afinal, pra um jovem, ter um rendimento de R$ 2.000,00/ mês com “bicos” está de bom tamanho, né?

     Há pouco tempo o governo aprovou a criação do MEI (Microempreendedor Individual), que é um tipo de empresa que tem apenas o proprietário e, se necessário, um funcionário. Se tiver mais funcionários, já não se enquadra. Mas como a maioria trabalha sozinho, acredito que vale a pena se informar a respeito. Nessa categoria você pode faturar até R$ 60.000,00 por ano, o que dá em torno de R$ 5.000,00/ mês. Os benefícios são a possibilidade de ter um negócio formal, com CNPJ, emissão de nota fiscal, etc. Isso com certeza abre muitas portas pra se fazer negócios com empresas que não querem contratar um “micreiro”.

     Se você morar numa cidade que tenha um ponto do Sebrae, tudo pode ser feito por lá mesmo. Caso não, peça para um contador. E o melhor, que muita gente não sabe: será tudo feito de graça! Outra coisa bacana: o custo mensal dos tributos a recolher é de menos de R$ 40,00, incluindo ae o imposto sobre a nota fiscal e a sua previdência social. Pro jovem, é bem bacana, porque já vai contando como tempo de contribuição.

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Categoria(s): Dicas
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