fev 07

     Já faz um bom tempo que não falamos de jailbreak para iPhone aqui no blog. Isso porque, desde que saiu o beta do iOS 5, deixei esse procedimento longe dos meus iTrecos. Porém, no final de janeiro, finalmente conseguiram liberar o Absinthe, ferramenta que permite o jailbreak untethering do iPhone 4S e iPad 2. Ae, eu não resisti e acabei instalando por aqui. Mas ficou instável? Vale ou não a pena instalar?

     Eu sei que boa parte das pessoas que faz jailbreak pensa primeiramente em usar aplicativos piratas. Porém, nem todo mundo tem essa intenção. Algumas pessoas simplesmente não concordam com algumas políticas da Apple e querem ter liberdade total de instalar o que quiser em seus aparelhos, seja permitir que o mesmo faça Facetime sobre conexão 3G ou simplesmente colocar atalhos para desligar/ ligar recursos como Wi-Fi, 3G e Bluetooth de maneira fácil. É fato que a Apple vem a cada novo iOS aprimorando os recursos e liberando coisas que, até então, só era possível pra quem tinha jailbreak, como o caso das notificações. A questão é: vale a pena arriscar a estabilidade (e até mesmo a garantia) do aparelho com esse procedimento?

     Apesar da “instalação” do Jailbreak no aparelho ser um pouco confusa e demorada, uma vez que ele está “instalado”, o sistema fica bem estável. No passado eu saia instalando tudo que me chamava a atenção no Cydia e isso acabava por deixar o sistema um castelo de cartas, onde qualquer ventinho, derrubava tudo. Eu aprendi com meus erros e hoje não faço mais isso. E essa é uma das principais dicas pra quem faz jailbreak. Se você não tem necessidade de instalar algo, não o faça. Quer testar algo? Tudo bem, mas senão vai usar, desinstale logo em seguida. Isso vai diminuir bastante as chances de problemas. Eu estou com meu iPhone 4S e iPad 2 jailbroken há mais de 3 semanas e eles estão super estáveis.

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ago 23

     Todos que me acompanham sabe o que eu penso da multitarefa implementada pela Apple no iOS: é boa, mas não resolve tudo. Assim, os apps que foram escritos para aproveitar as APIs do SDK e se comportam muito bem, como é o caso do RunKeeper, eu acabo usando de forma nativa. Outros, como o Grooveshark, eu tenho que apelar para formas alternativas, como o Backgrounder.

     Até a versão 3.1.3 do iOS (quando ainda se chamava iPhoneOS), eu rodava a dupla Backgrounder e Kirikae. Contudo, quando instalei o iOS 4, o Backgrounder foi portado, mas o Kirikae não. Assim, acabei procurando alternativas pra gerenciar os Apps abertos e me deparei com o excelente Multifl0w. Infelizmente, ele é pago, mas acho que vale os USD 4.99.

     Uma coisa que eu gostava muito no gerenciamento dos Apps abertos pelo Kirikae era a simplicidade. Ele me listava os nomes e eu podia voltar a eles, ou matá-los, de forma bem rápida, o que não acontece no gerenciamento da Apple, que me obriga a ficar rolando várias telas no dock, até achar o que eu quero. No caso do Multifl0w, ele ‘imita’ um dos recursos que mais gosto no Snow Leopard: o Exposê. Com ele, posso ver uma miniatura de todos os Apps abertos, o que facilita demais a escolha de onde quero ir no momento, me fazendo ganhar agilidade.

     Outra dica que eu dei ontem no Twitter e muitos perguntaram exatamente como se fazia pra configurar, é usar o Activator pra programar atalhos para outros programas. Se você vai abrindo muitos Apps ao mesmo tempo, vai chegar uma hora que a memória livre vai baixar a ponto do iPhone ficar lento. Ae, ao invés de você sair matando um por um, existe a opção de matar todos ao mesmo tempo, com o RemoveBG. Antigamente eu chamava o SBSettings e depois clicava no programa. De uns tempos pra cá, acabei associando a função de shake pra tal e funciona super bem, como vocês podem ver no vídeo acima.

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